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Crianças ‘abrem o berreiro’ durante concurso de choro de bebê no Japão

Evento anual foi realizado em templo Sensoji, em Tóquio. Ritual serve para desejar crescimento saudável às crianças.

Jurado observa lutador de sumô segurando criança durante concurso de choro de bebê (Foto: Shizuo Kambayashi/AP)

Jurado observa lutador de sumô segurando criança durante concurso de choro de bebê (Foto: Shizuo Kambayashi/AP)

publicado no Planeta Bizarro

No templo Sensoji, em Tóquio, lutadores de sumô são seguram crianças “choronas” durante o concurso de choro de bebê (ou Naki Sumo, em japonês). Durante o evento anual, participam bebês nascidos em 2012, e jurados observam as crianças chorando em um ritual que serve para desejar que os pequenos cresçam de maneira saudável, de acordo com a crença popular.

Ritual é realizado anualmente no templo de Sensoji, em Tóquio (Foto: Shizuo Kambayashi/AP)

Ritual é realizado anualmente no templo de Sensoji, em Tóquio (Foto: Shizuo Kambayashi/AP)

Bebê chora e faz careta durante concurso (Foto: Shizuo Kambayashi/AP)

Bebê chora e faz careta durante concurso (Foto: Shizuo Kambayashi/AP)

Tradição japonesa afirma que concurso serve como desejo para que pequenos cresçam com saúde (Foto: Shizuo Kambayashi/AP)

Tradição japonesa afirma que concurso serve como desejo para que pequenos cresçam com saúde (Foto: Shizuo Kambayashi/AP)

 

 

 

Dono tenta recuperar U$ 500 em fezes

Dono recolhe pedaços em fezes para recuperar US$ 500 devorados por cão. Wayne Klinkel colou as notas e enviou para Departamento do Tesouro. Na quinta, agência divulgou imagem de uma das cédulas ‘recuperadas’.

publicado no Planeta Bizarro

Para tentar recuperar o dinheiro devorado por seu cão, o americano Wayne Klinkel recolheu as fezes do animal e, depois de lavar os restos das notas, colou os pedaços e enviou o material para o setor de impressões do Departamento do Tesouro norte-americano.

Americano recolheu pedaços de cédulas em fezes para tentar reembolso (Foto: Eliza Wiley/The Independent Record/AP)

Americano recolheu pedaços de cédulas em fezes para tentar reembolso (Foto: Eliza Wiley/The Independent Record/AP)

Na quinta-feira (11), a agência “Associated Press” divulgou imagem de uma das cédulas “recuperadas” por Klinkel, que mora em Helena, no estado de Montana (EUA).

Segundo ele, seu cachorro, um golden retriever de 12 anos, comeu cinco cédulas de US$ 100 durante uma viagem da família. Wayne Klinkel contou que o cão Sundance abocanhou as notas enquanto ele e sua mulher estavam na estrada para visitar a filha.

Cão Sundance devorou cinco cédulas de US$ 100 (Foto: Eliza Wiley/The Independent Record/AP)

Cão Sundance devorou cinco cédulas de US$ 100 (Foto: Eliza Wiley/The Independent Record/AP)

O departamento emitiu uma nota afirmando que um “experiente examinador de notas mutiladas” irá determinar se pelo menos 51% das notas estão presentes e se são dignas de reembolso. O processo para a decisão pode demorar até 2 anos.

Wayne Klinkel recolheu pedaços das notas nas fezes de seu cão (Foto: Eliza Wiley/The Independent Record/AP)

Wayne Klinkel recolheu pedaços das notas nas fezes de seu cão (Foto: Eliza Wiley/The Independent Record/AP)

 

 

Jovem chateado liga para a polícia após bronca da mãe e é preso

Vicent Valvo ligou duas vezes para o serviço de emergência para reclamar. Rapaz de 19 anos disse que não gostou de como a mãe falou com ele.

Vicent Valvo ligou para a polícia duas vezez após ficar chateado com as broncas da mãe (Foto: Divulgação/Indian River County Sheriff’s Office)

Vicent Valvo ligou para a polícia duas vezez após ficar
chateado com as broncas da mãe
(Foto: Divulgação/Indian River County Sheriff’s Office)

publicado Planeta Bizarro

Um jovem de 19 anos, morador de Vero Beach, na Flórida (EUA), acabou preso depois de ligar duas vezes para a polícia ao ficar chateado por tomar uma bronca da própria mãe.

Vicent Valvo ligou para o serviço de emergência alegando que não tinha gostado da forma como a mãe havia se dirigido a ele, de acordo com um relatório da polícia do condado de Indian River. Por volta das 4h30, um policial foi até a casa de Vicent para responder ao chamado e prender o jovem.

O rapaz acabou preso por abuso do serviço de emergência, e solto após pagar fiança de R$ 1 mil. Não há informações sobre o tipo de coisas que a mulher teria falado ao filho.

 

Já imaginou 1 mundo sem publicidade? Ele existe, se chama Coréia do Norte

Débora Schach, no BlueBus

Aos nossos olhos, tao acostumados a ver publicidade por todos os lados, é realmente estranho se deparar com um lugar sem publicidade alguma – quase outro planeta. Pois a Coréia do Norte é assim. Espaços que geralmente estariam cobertos por anúncios, dos pontos de ônibus às fachadas dos prédios passando pelas praças e avenidas, estão completamente vazios, a não ser quando exibem propaganda favorável ao governo. As fotos seguintes são da cidade de Pyongyang, capital norte-coreana, classificadas pelo Business Insider como “assustadoras, todas elas variações sutis do tom cinza” :)

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O homem que deu a volta ao mundo sem pegar avião ou dirigir um carro

odisseyinterna

Paulo Moura, no Hypeness

Duzentos e um países. Duzentos e cinquenta mil quilômetros. Orçamento: 100 libras por semana (cerca de R$ 310,00). Uma regra: todo o trajeto tinha de ser feito, por terra ou por mar, em ônibus, trens, comboios, “ferry-boats”, táxi ou navios de carga, mas nunca em aviões ou carros particulares. O feito inédito do inglês Graham Hughes durou exatos 1461 dias para se concretizar e é daqueles capazes de deixar qualquer um impressionado!

Em alguns países Graham passou semanas (se não meses), outros como o Brasil  - ele esteve rapidamente em Boa Vista, Roraima – não ficou mais de um dia. Segundo uma entrevista dada recentemente, de todos ele se confessou particularmente fascinado por Palau, ‘um dos últimos paraísos tropicais intactos do mundo’, Seychelles, Madagáscar, Etiópia e Irã.

Entre as aventuras pelo caminho, Graham passou 4 dias atravessando o oceano em um barquinho de madeira para chegar ao Cabo Verde, ficou detido por uma semana no Congo e foi preso quando tentava entrar na Rússia. Ele rodou pelo Iraque portando uma Ak-47, conheceu o primeiro ministro de Tuvalu, ficou hospedado numa tribo Bwiti no Gabão, brincou com lêmures em Madagascar, lavou elefantes na Índia, comeu polvo vivo na Coréia do Sul e foi resgatado das mãos de muçulmanos fundamentalistas por um ladyboy filipino chamado Jenn. Ufa!!!

A pergunta que não quer calar: por que razão decidiu fazê-lo? “Porque este planeta é nosso. É nossa casa. Durante muitos anos os poderes instalados decidiram onde podíamos e onde não podíamos ir. Isso acabou. Todos os países do mundo estão finalmente abertos, portanto vamos conhecê-los!

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