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Brasileira homenageia pai morto com vídeo de viagem planejada pelos dois

Ela pediu que anônimos pelo mundo falassem o nome de seu pai.
Vídeos vieram de países que eles queriam visitar antes de ele ter câncer.

Paula Arnoso com seu pai, Emanuel, que morreu de câncer (foto: Arquivo pessoal/Paula Arnoso)

Paula Arnoso com seu pai, Emanuel, que morreu de câncer (foto: Arquivo pessoal/Paula Arnoso)

Flávia Mantovani, no G1

No ano passado, Paula Arnoso e seu pai, Emanuel, fizeram uma lista dos 18 países para onde gostariam de viajar juntos. Mas um câncer descoberto por Emanuel já na fase terminal – e que o levou à morte em menos de um mês – interrompeu os planos dos dois em fevereiro deste ano.

Paula resolveu, então, realizar o sonho deles de uma forma diferente. Com a ajuda de desconhecidos, a profissional de marketing de 23 anos fez um vídeo reunindo pessoas em vários países falando a mesma frase, em seu idioma natal: “Manu, estou aqui” (Manu era o apelido de seu pai).

Para chegar a essas pessoas, Paula contou com a ajuda de amigos que viajam frequentemente ou que moram fora do país. Também escreveu para desconhecidos que encontrava em redes sociais, moradores dos países de sua lista, pedindo uma colaboração.

Em uma semana, chegaram 80 vídeos. “Fiquei surpresa de ver que tanta gente ajudou mesmo sem me conhecer. Muita gente se emocionou e me escreveu”, disse ela ao G1.

‘Sonhos na gaveta’

Gerente em uma empresa de telefonia aposentado, Emanuel descobriu o câncer já na fase de metástase, aos 63 anos, no dia 27 janeiro deste ano. Vinte e três dias depois, morreu.

Apesar de se interessar por vários lugares do mundo, tinha muito medo de voar de avião e só havia saído do país uma vez, para ir ao Paraguai. “Ele tinha medo de se arriscar, não tinha coragem de fazer as viagens. Morei em Londres em 2012 e só minha mãe foi me visitar, ele não conseguiu ir”, conta Paula.

A ideia de fazer o vídeo veio com a dica de uma amiga, que sugeriu que ela participasse de um concurso sobre vídeos inspiradores. Devido ao prazo do concurso, foi tudo feito em duas semanas.

Dos 18 lugares da lista, ela só não conseguiu vídeos na Antártica. “Mas consegui colaborações de lugares como Madagascar, Trinidad e Tobago… Não achei que conseguiria tanto material”, diz ela.

Trechos do vídeo em que desconhecidos homenageiam Manu, o pai de Paula Arnoso (foto: Reprodução/Youtube/Paula Arnoso)

Trechos do vídeo em que desconhecidos homenageiam Manu, o pai de Paula Arnoso (foto: Reprodução/Youtube/Paula Arnoso)

Segundo Paula, além de homenagear o pai, a ideia é incentivar as pessoas a realizarem seus desejos. “Quero mostrar que os sonhos não podem ficar guardados na gaveta, que as pessoas deveriam viver seus planos, como meu pai não teve tempo de viver”, diz.

A viagem que nunca termina

malas-retroRicardo Gondim

Por anos Raimundo sonhou que viajava de avião. Na porta, era recebido por uma tripulação sorridente. Ainda em terra, os procedimentos para alçar voo aconteciam sem percalços. O vôo, entretanto, nunca transcorria tranquilo. No sonho, logo após decolar, Raimundo sentia como se estivesse em um filme de ficção científica. Bastavam os primeiros instantes no ar e o piloto começava a fazer manobras arriscadas para não derrubar a aeronave. Precisava desviar de fios elétricos e galhos, passar por entre corredores estreitos de edifícios.

No sonho de Raimundo sempre algum problema forçava um pouso de emergência. Na maioria das vezes, ele se via empacado em um campo, vale ou selva. Impedido de decolar, Raimundo se via obrigado a participar de piqueniques, churrascos, jogos de futebol. Fazia caminhada e explorava mata ao lado de outros passageiros. Não raro, enfrentava bandidos, animais selvagens e labirintos. Acordava antes de terminar a viagem. A viagem nunca prosseguia. Frustrado, Raimundo se levantava da cama sem entender o porquê do inconsciente encenar aquela peça. Fez terapia. Ele buscava decifrar os devaneios recorrentes. Mas a terapia não ajudou, só aumentou a inquietação.

Semana passada, Raimundo e eu conversamos. Sentamos numa praça, virados para o por-do-sol amarelado do outono. Sem compreender os meandros da opereta que o seu inconsciente encena há tantos anos, ele pedia ajuda. Não esqueço os seus olhos. Queria parar de sonhar com as viagens interrompidas. Afinal de contas, a sensação de ficar no meio do caminho nunca é agradável. Com uns quinze minutos de conversa, Raimundo despertou: igual aos sonhos, ele de repente viu que a sua vida acordada também era marcada por projetos inacabados.

– Já abortei muitos planos. Em minha história, amarguei diversas decepções. Apertou o olhar, procurando espremer uma lágrima. Me fitou de soslaio e continuou.  – Engravidei o coração de alucinações. Mas abortei a maioria delas como se fossem fetos indesejados.

Evitei olhar para o lado. Concentrei-me em acompanhar o sol em sua última escorregada para detrás de um barranco. Mas, antes que a noite se alastrasse, repliquei:

– Esse tipo de sonho pode transformar-se em pesadelo. Raimundo, você corre o risco de encurralar-se pela dor.  O sonho é sua alma avisando que não consegue continuar a jornada – e que sua vida rodopia em círculos estéreis. De repente o ID grita. Você se recusa esmorecer, opresso pelo superego. Os Quixotes que povoaram seu ideal juvenil provavelmente pedem para se aposentar. Uma fadiga existencial esvazia de sentido a sua viagem. Sem metas, restam os piqueniques. O superego, todavia, rejeita que você viva um ócio não produtivo. Você se pune, Raimundo. Perder objetivos que uma dia animaram seus ideais custa caro. Você sonha porque está cansado de se cobrar: tenho que me reinventar, não sei como.

O sol por fim se escondeu. Deixou, porém, uma tênue linha resplandecente no horizonte. Continuei a falar: -Os desencantados não cedem espaço para a esperança. Os desiludidos, depois das rupturas, abandonam-se na imobilidade. Marasmos acontecem na esteira da decepção. Paralisações passam a ser inevitáveis. E a alma não aceita que os desenganos levem à melancolia.

Por fim, arrematei:

– Não se inquiete com o seu sonho. Um avião que não chega a lugar nenhum é recurso do inconsciente para lidar com a angústia. A vida é assim: não há porto de desembarque. As estações têm sala de embarque, apenas. Começamos nossa aventura e logo experimentamos  traições, algumas bobas outras sinistras e elas nos roubam de nosso destino. Mesmo rodeados por amigos, sofremos dissabores que nos levam por estradas nunca cogitadas. Nas incompreensões, amargamos atalhos impensados. Vemos trajetórias se esfumaçarem. Nossas biografias estão recheadas de tiros pela culatra, dardos sem rumo, cataventos malucos, pontes inacabadas. Ferimos e somos feridos e ficamos sem sair do lugar. Feito caramujos, fugimos da possibilidade da luta e desperdiçamos a energia que nos empurraria para a maturidade. Imaturos, nos escondemos debaixo de mesas, melindrosos.

Voltei-me, encarei Raimundo e finalizei:

– Amigo, não há como fugir. O avião, não continua a jornada, mas ele se restringe ao sonho. Nós, inevitavelmente, acordamos. Acordados temos que lidar com as interrupções. Podemos aprender que a onipotência de dar um jeito para continuar o voo é mentira. A perfeição de uma viagem em céu de brigadeiro é soberba. Aprenda a lidar com a realidade – dura, muitas vezes, mas a realidade. Reconheça: para os poucos projetos que decolam, a maioria se perde. A vida acontece também nas brincadeiras, no piquenique do pouso forçado de um grande avião. Se nunca chegarmos ao destino que projetamos, basta a alegria dos intervalos.

Soli Deo Gloria

fonte: site do Ricardo Gondim

Evangélica, Tiazinha diz que ficou dois anos sem beijar na boca

Amaury Jr. entrevista Suzana Alves, ex-Tiazinha (foto: Carol Mendonça/Rede TV!)

Amaury Jr. entrevista Suzana Alves, ex-Tiazinha (foto: Carol Mendonça/Rede TV!)

Publicado no F5

Suzana Alves, a antiga Tiazinha, confessou que já ficou dois anos na “seca” quando era famosa.

Hoje evangélica e casada há três anos, ela lembra que não era fácil a vida de símbolo sexual nos anos 90.

“O sucesso não subiu à minha cabeça, ninguém chegava perto de mim, não tinha vida, fiquei dois anos sozinha, sem beijar na boca”, disse ela em entrevista ao “Programa Amaury Jr.” (RedeTV!).

Ela lembrou ainda de como se sentiu quando foi autorizada a tirar a máscara pela produção do “Programa H”, de Luciano Huck.

“Tirei a máscara o mais rápido que pude, eu queria viver a minha vida, ter a minha liberdade, interpretar outros personagens, queria ser livre”, desabafou ela, que tem planos de voltar à TV.

“Tenho um programa piloto que fala sobre saúde, hoje tenho um centro de pilates e me identifico muito com o assunto. Mas precisei de um tempo para me recompor, fui sugada pela Tiazinha. Estou quase pronta”, garantiu.

O “Programa Amaury Jr.” vai ao ar de terça a sexta-feira, à partir da meia-noite, pela Rede TV!

Mulher recebe conta telefônica de R$ 70 mil por acessar Facebook em viagem

Publicado no UOL

Helen Christie, 40, recebeu conta de R$ 70 mil após postar fotos de viagem de férias no Facebook

Helen Christie, 40, recebeu conta de R$ 70 mil após postar fotos de viagem de férias no Facebook

A britânica Helen Christie, 40, tomou um susto ao ver sua conta telefônica após ter voltado de férias da Turquia. Depois de usar o smartphone em roaming (fora da área de cobertura contratada) para postar fotos no Facebook de sua viagem, a cobrança dizia que ela deveria pagar £ 19.656 mil (cerca de R$ 70 mil). As informações são do tabloide britânico “The Daily Mail”.

Segundo Helen, ela contratou um plano na operadora Orange que custava £ 6 (aproximadamente R$ 22) por dia para usar a internet. Porém, o valor diário acabou ficando £ 2.700 (R$ 9.600). De acordo com a empresa de telecomunicações, a conta alta ocorreu, pois a cliente desmarcou uma opção que limita os gastos de dados em até £ 42 (cerca de R$ 150) por dia.

“Eu achei este valor uma afronta. Todas minhas férias custaram £ 700 [cerca de R$ 2.500]. As táticas usadas pelas operadoras são assustadoras – as pessoas não percebem o que essas companhias estão fazendo”, disse Helen em entrevista do tabloide britânico “The Mirror”.

Depois de ser contatada por um jornal britânico, a operadora Orange informou que reduziria o valor a ser pago para £ 875 (R$ 3.109) pelo caráter “excepcional das circunstâncias”. Mesmo assim, Helen disse que entraria com uma ação para reduzir ainda mais o valor.

A União Europeia tem planos de eliminar as tarifas de roaming entre os países membros do bloco econômico. Recentemente, a Comissão Europeia sugeriu que o custo de telefonemas entre países da região tenha o mesmo valor de uma ligação local. A proposta ainda precisa ser votada pelos 28 países membros.

Mais 10 coisas que podem fazer de você uma pessoa feliz

Se você se identificou com a primeira lista de itens que podem trazer felicidade, confira mais algumas coisas capazes de deixar sua vida mais alegre.

Fabrízia Ribeiro, no Megacurioso

Se você conferiu a primeira parte desse artigo e achou que desenhar comidas pode ser entediante, arrumar a cama não tem nada de divertido e morar na Austrália está fora dos seus planos, talvez essa matéria com mais 10 itens guarde o segredo da sua felicidade.

Confira o restante da lista desenvolvida pelo Businness Insider e veja mais maneiras de ser uma pessoa ainda mais de bem com a vida:

 Fonte da imagem: Reprodução/Shutterstock

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#1 – Ser voluntário

Fazer o bem ao próximo pode ser um grande empurrão para que você tenha uma vida mais feliz, é o que aponta um estudo realizado em 2008 e publicado no periódico Social Science and Medicine. Os pesquisadores descobriram que as pessoas que faziam trabalhos voluntários para grupos e organizações religiosas apresentavam níveis de felicidade maiores do que aqueles que não faziam o mesmo, independente da classe social dos participantes.

Curiosamente, a equipe que liderou a pesquisa notou que outros tipos de boas ações – como dar dinheiro para a caridade ou doar sangue – não têm o mesmo efeito. Por esse motivo, eles acreditam que o voluntariado aumenta a empatia entre as pessoas por torná-las mais conscientes dos problemas dos outros. Em geral, os voluntários costumam valorizar aquilo que têm em vez de se lamentar pelo que não possuem.

Fonte da imagem: Reprodução/Shutterstock

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#2 – Brincar com filhotes

Vai dizer que você consegue resistir a filhotes de gatos, cachorros e outros animais fofinhos sem abrir um sorriso? Pois saiba que esse comportamento foi comprovado pelos cientistas da Birkbeck University, em Londres, na Inglaterra, através de um estudo com 80 pessoas que tiveram suas ondas cerebrais medidas quando submetidas a diferentes atividades.

Embora encontrar uma nota de 10 libras fosse a situação que mais trazia prazer aos participantes, brincar com filhotes de cachorro foi uma das atividades que mais pontuou no índice de felicidade estabelecido pelos pesquisadores. A doutoranda Mervyn Etienne explica que brincar e acariciar animais de estimação aumenta a atividade cerebral na mesma região relacionada à mão esquerda – e isso é um sinal de felicidade.

Outros estudos também já concluíram que ter um animalzinho diminui a ansiedade, a solidão e a depressão por trazer conforto e contato físico.

#3 – Sorrir (mesmo que seja de mentira)

Saiba que mesmo aquele sorriso amarelo, meio sem jeito e sem vontade também pode fazer bem para você. De acordo com uma pesquisa da Clark University, nos Estados Unidos, sorrir traz memórias associadas à felicidade.

O estudo – que foi publicado em 2003 no periódico Cognition and Emotion – dividiu os voluntários em três grupos. O primeiro grupo precisava sorrir, ao segundo foi solicitado que fizessem uma expressão irritada e o terceiro deveria fazer de conta que estava triste. Em seguida, cartões com palavras neutras, como “árvore” ou “casa”, foram mostrados aos três grupos. Notou-se que os sorridentes tinham uma resposta mais positiva aos cartões do que os irritados e os tristes.

“Finja que você está feliz e você se sentirá feliz, finja que você está irritado e você se sentirá irritado”, resumiram os autores da pesquisa.

Fonte da imagem: Reprodução/Shutterstock

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#4 – Viver em temperaturas amenas

Você já parou para imaginar que a temperatura da cidade em que você vive pode influenciar na sua felicidade? Será que é por isso que o Brasil costumam ficar bem colocado no ranking das nações mais felizes do mundo?

Independente disso, um pesquisador da Universidade de Osaka, no Japão, descobriu que a felicidade alcança seu ponto máximo a 13,9° C. Suas descobertas foram publicadas no periódico Weather, Climate and Society.

“Os efeitos de outras ocorrências meteorológicas – umidade, velocidade do vento, precipitações e luz solar – não são significantes”, explica Yoshiro Tsutsui, autor do estudo. De fato, isso explica porque cidades com temperaturas mais baixas, como a Noruega, Suécia e Dinamarca, costumam assumir o topo da lista dos países mais felizes.

#5 – Listar três coisas boas por dia

Que tal tirar um tempinho para pensar nas coisas boas que aconteceram durante o dia? Essa é a sugestão de Martin Seligman, professor da Universidade da Pensilvânia, nos Estados Unidos, que acredita que podemos ser mais felizes ao anotarmos durante uma semana três coisas boas que aconteceram durante o dia junto com uma justificativa.

Em um estudo realizado com cerca de 600 pessoas, o pesquisador descobriu que essa técnica baseada em uma psicologia positivista faz com que a felicidade aumente e os sintomas de depressão diminuam por seis meses.

“As três coisas não precisam ser extremamente importantes (‘Meu marido passou para comprar meu sorvete preferido no caminho do trabalho para casa hoje’), mas podem ser relevantes (‘Minha irmã acabou de dar a luz a um menino saudável’)”, explica Seligman no seu livro Flourish: A Visionary New Understanding of Happiness and Well-being.

Fonte da imagem: Reprodução/Shutterstock

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#6 – Gastar dinheiro com coisas que poupam tempo

Economizar tempo para poder investir em coisas que gostamos é uma dos conselhos da psicóloga Sonja Lyubomirsky, da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos. Segundo ela, devemos gastar nosso dinheiro em coisas que, em troca, nos deem mais tempo livre para que possamos participar de atividades significativas que nos tragam felicidade – como sair com os amigos, ir a um show ou ser voluntário.

“Se gastarmos dinheiro para ter mais horas livres no dia – reduzindo a jornada de trabalho (porque já ganhamos o suficiente) ou pagando para que alguém assuma as atividades que consomem tempo (como consertar o encanamento, ficar na fila do correio, preencher documentos, ligar para companhias aéreas), podemos gastar nosso tempo curtindo as coisas da vida que nos fazem feliz”, escreve a psicóloga no livro Myths of Happiness.

#7 – Parar de se comparar aos outros

A mesma pesquisadora do item anterior descobriu em um experimento que as pessoas infelizes se sentem ainda mais rebaixadas quando se comparam com os outros.

Nesse sentido, outro estudo conduzido pelas pesquisadoras Enrichetta Ravina e Karen Dynan alerta para o fato de que invejar os ricos – especialmente pessoas de classe média que desejam ser tão bem sucedidas quanto aquelas que estão a sua frente– pode fazer com que os indivíduos acabem se endividando.

Fonte da imagem: Reprodução/Shutterstock

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#8 – Diminuir a distância até o trabalho

Se você também passa mais tempo no trânsito do que gostaria, saiba que esse pode ser um dos fatores que impede a sua felicidade. Estudos já comprovaram que longas jornadas até o trabalho aumentam o stress e o tédio, especialmente se você está dirigindo.

“O caminho até o trabalho não só toma tempo, mas também gera custos extras, causa stress e influencia na relação entre o trabalho e a família”, escreveram os economistas responsáveis pelo estudo realizado em 2008 e publicado no Journal of Economics.

#9 – Fazer exercícios

Inúmeros estudos já mostraram os benefícios que a prática regular de exercícios traz a partir da liberação de uma série de substâncias no organismo, como é o caso da endorfina. No entanto, um estudo realizado na Penn State University, nos Estados Unidos, mostrou que pessoas fisicamente ativas apresentam maiores níveis de entusiasmo em comparação com indivíduos sedentários.

“Você não precisa ser a pessoa que se mantém em forma e prática exercícios todos os dias para sentir os benefícios. É uma questão de tirar um dia de cada vez, de tentar entrar no ritmo, e então você será recompensado com uma sensação boa”, explica David Conroy, pesquisador de cinesiologia.

Fonte da imagem: Reprodução/Shutterstock

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#10 – Escutar músicas animadas

Se você gosta de música, você sabe o quanto as canções têm poder de influenciar o nosso humor. Nesse sentido, uma pesquisa publicada no Journal of Positive Psychology em 2012 apontou que ouvir músicas animadas realmente pode melhorar o seu humor.

Os participantes do estudo que ouviram composições empolgantes de Aaron Copland foram comparados com indivíduos que escutaram às suaves melodias Igor Stravinksy e demonstraram maiores níveis de dopamina – um neurotransmissor de boas sensações – na região do cérebro que é tradicionalmente associada com a recompensa.

Vale notar que os pesquisadores descobriram que esse método funciona apenas com pessoas que estavam conscientemente tentando melhorar seu humor.

fonte: Business Insider

dica do Jarbas Aragão