Pastor tirando onda de Camaro vermelho

Publicado no Não Salvo

Eu não sei o que o diabo roubou de vc, mas esse pastor vai te devolver tudo… olha, eu realmente não sei o que o diabo me roubou pra eu merecer um Camaro vermelho mas tudo bem, eu aceito pastor.

Aí sim hein? Agora sim tá valendo a pena né pastor, somente Deus pode ligar um carro do controle remoto. É MUITA BêNÇÃO! Pra que vida eterna, pra que paraíso, pra que paz interior… pra que essas coisas se vc pode ter um Camaro Vermelho pra tirar onda? AUHAUHUAHUAHUA quando o pastor sai cantando pneu eu sei que isso só pode se um milagre… isso sim é dar bicuda na cara do cão. Depois da unção do pastor todas as coisas que lhe foram roubas serão devolvidas com juros.

E vc ai achando que o Diabo pedir dízimo era o limite da criatividade humana…

dica do Deiner Urzedo

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Grávidas que bebem um copo diário de leite têm filhos mais altos

milk-during-pregnancyBruno Calzavara, no Hype Science

Uma nova pesquisa mostra que filhos de mulheres que beberam bastante leite durante a gravidez são mais propensos a serem altos quando atingem a adolescência: a equipe de cientistas responsável pelo estudo descobriu que a altura que os bebês nascidos no final dos anos 1980 alcançaram durante a adolescência estava diretamente relacionada com a quantidade de leite que suas mães consumiram quando eles estavam no útero.

Embora cientistas acreditem já há tempos que a ingestão de leite por parte da mãe promova o crescimento em recém-nascidos, a mais recente pesquisa sugere que esses benefícios duram até o início da idade adulta.

Especialistas em nutrição dos países envolvidos na pesquisa – Estados Unidos, Islândia e Dinamarca – queriam verificar se os benefícios do leite observados nos primeiros estágios de vida se estendiam aos anos posteriores.

Os pesquisadores observaram filhos de 809 mulheres na Dinamarca, entre 1988 e 1989 , depois de monitorar a quantidade de leite que as mães tinham consumido durante a gravidez. Os bebês tiveram seus pesos e altura medidos no nascimento, e novamente quase 20 anos depois.

Os resultados, publicados na revista científica European Journal of Clinical Nutrition, apontam que adolescentes de ambos os sexos geralmente ficaram mais altos se suas mães tivessem bebido mais de 150 ml de leite por dia durante a gravidez, em comparação com filhos de mulheres que bebiam menos do que essa quantidade.

Ao final da adolescência, eles também apresentavam níveis mais elevados de insulina na corrente sanguínea, o que sugere um risco menor de sofrer de diabetes tipo II.

Em um relatório sobre as principais conclusões do estudo, os pesquisadores consideraram que “o consumo de leite materno pode ter um efeito de promoção do crescimento em relação ao peso e à altura ao nascer”. “Os resultados também fornecem pistas de que este efeito pode até mesmo acompanhar os filhos até a idade adulta”.

Como aumentar o QI do seu bebê

No início deste ano, cientistas britânicos descobriram que mulheres grávidas podem aumentar o QI de seus bebês bebendo mais leite, uma vez que o alimento é rico em iodo.

Eles analisaram mais de mil grávidas e descobriram que aquelas que consumiam menor quantidade de iodo – que também é encontrado em outros produtos lácteos e em peixes – eram mais propensas a terem filhos com índices de QI mais baixos e piores habilidades de leitura.

O iodo é essencial para a produção de hormônios pela glândula da tireoide, o que tem um efeito direto sobre o desenvolvimento do cérebro do feto.

[Daily Mail]

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Estuprador pode ter contraído vírus HIV da vítima no Reino Unido

Resultado dos exames deve sair nesta sexta-feira. Apesar de já conhecer a mulher, ele não sabia que ela tinha Aids.

publicado no G1

O britânico Richard Thomas, condenado a cinco anos e quatro meses de prisão na última segunda-feira (2) por estupro, pode ter sido contaminado pela vítima soropositiva, diz o jornal Daily News. O resultado dos exames deve sair na sexta-feira.

Segundo policiais, ao ser informado sobre essa possibilidade, durante o interrogatório, Thomas entrou em choque e pediu para ser levado para fazer os testes.

O homem confessou ter invadido a casa da vítima na noite do dia 20 de julho e cometido o estupro. Apesar de não se lembrar do fato por estar sob efeito de álcool, cocaína e ecstasy, ele diz que “a mulher não iria mentir, ela diz a verdade. Se ela diz que eu fiz isso, eu fiz isso”, de acordo com a advogada Virginia Hayton.

Estuprador e vítima já se conheciam, entretanto, Thomas afirma não saber que ela é portadora do vírus HIV. “Mas isso tudo é culpa dele. Se ele não tivesse cometido o abuso, não teria se colocado nessa posição”, completa a advogada.

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Por que tantos homens matam suas famílias em domingos de agosto?

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Publicado no Hype Science

No que deve ser um dos mais obscuros projetos de pesquisa já feitos, uma equipe britânica estudou casos de “Destruidores de Famílias”, em que um membro da família assina outros. Alguns padrões emergiram dos 71 casos encontrados.

Por um lado, a maioria dos assassinos era do sexo masculino: 59 dos 71. Destes, mais da metade estava na casa dos trinta. Cerca de 20% das mortes aconteceu em agosto e quase metade aconteceu nos fins de semana, principalmente aos domingos.

Por quê?

Os pesquisadores afirmam que muitos dos casos são baseados em percepções de masculinidade e sensações de ser desafiado. A razão de tantos casos acontecerem nos fins de semana e, em agosto, os cientistas argumentam, é que um pai afastado (novamente, geralmente o pai) terá acesso às crianças durante os meses de verão (no Hemisfério Norte) e fins de semana – mas, no final desse tempo, ele pode ter que devolvê-los à mãe, o que explicaria os assassinatos que acontecem em agosto e aos domingos.

Os dados confirmam isso: o motivo mais comum por trás dos assassinatos, os pesquisadores descobriram, era uma família com pais separados, que incluiu questões como o acesso a crianças. Essa categoria foi responsável por dois terços dos motivos declarados.

A equipe também quebra algumas suposições que as pessoas podem fazer sobre os assassinos, como a de que são sempre homens frustrados com histórico de doença mental. Na verdade, 71% dos assassinos estavam empregados, e muitos tinham carreiras de sucesso (embora muitos também não fossem – os pesquisadores afirmam que a segunda razão mais comum para os assassinatos era a dificuldade financeira).

Os dados defendem a colocação de assassinatos como estes em uma nova categoria de crime, diferente dos “assassinatos por diversão”, com os quais às vezes são confundidos. Os pesquisadores vão ainda mais longe para categorizar os assassinatos familiares em quatro diferentes subcategorias:

  • Hipócrita: O assassino tenta colocar a culpa por seus crimes sobre a mãe, que ele responsabiliza pela quebra da família. Isso pode envolver o assassino telefonar para o seu parceiro antes do assassinato para explicar o que ele está prestes a fazer. Para estes homens, o seu ganha-pão é fundamental para a sua ideia de família ideal;
  • Desapontado: Este assassino acredita que sua família foi responsável por deixá-lo para baixo ou agiu de forma a prejudicar ou destruir a sua visão de vida familiar ideal. Um exemplo pode ser a decepção de que as crianças não estão seguindo os costumes religiosos ou culturais tradicionais do pai;
  • Anárquico: Nestes casos, a família tornou-se, na mente do assassino, firmemente ligada a economia. O pai vê a família como o resultado de seu sucesso econômico, permitindo-lhe mostrar suas realizações. No entanto, se o pai se torna um fracasso econômico, ele vê a família como não servindo esta função;
  • Paranoico: Aqueles que percebem uma ameaça externa à família. Muitas vezes são os serviços sociais ou o sistema legal, que o pai tem medo que o coloque contra os filhos ou até o tire dele. Aqui o crime é motivado por um desejo de proteger a família.

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Gênios loucos: as 10 histórias mais estranhas sobre cientistas famosos

Publicado no Hype Science

Os cientistas são um grupo notoriamente diferente. Afinal, ser um pouco diferente ajuda a perseguir ideias que outros não acreditam, e isso fez com que muitos tivessem personalidades excêntricas, ou fossem complexos demais para níveis intelectuais mais limitados. E um bom número deles passou a extremos em sua busca por conhecimento, com resultados às vezes terríveis, às vezes hilários.

Aqui estão 10 dos mais estranhos fatos sobre cientistas e matemáticos dos mais famosos do mundo:

10. Não aos feijões!

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Você pode agradecer ao matemático grego Pitágoras pela contribuição à geometria básica, o teorema de Pitágoras. Mas algumas de suas ideias não resistiram ao teste do tempo. Por exemplo, Pitágoras defendia uma filosofia vegetariana, mas um dos seus princípios era uma proibição completa de tocar ou comer feijão. Diz a lenda que feijões eram parcialmente culpados pela morte de Pitágoras. Depois de ser expulso de sua casa por invasores, ele se deparou com um campo de feijão, onde supostamente decidiu que preferia morrer do que entrar no campo – e assim os invasores cortaram sua garganta. (Os registros históricos não mostram uma razão clara para os ataques).

9. Quando você tem que ir, mas não vai…

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O astrônomo dinamarquês Tycho Brahe, do século 16, foi um nobre conhecido por sua vida e morte excêntricas. Ele perdeu o nariz em um duelo na faculdade e usava uma prótese de metal permanente. Adorava festas: teve sua própria ilha, e convidou amigos para ir a seu castelo e depois partir em aventuras selvagens. Ele fez com que os hóspedes vissem um alce que ele tinha domesticado e um anão chamado Jepp que manteve como um “bobo da corte”, fazendo-o se sentar permanentemente debaixo da mesa, onde Brahe ocasionalmente lhe dava restos de comida. Mas a sua paixão por postura política pode ter sido inadvertidamente a causa de sua morte. Em um banquete em Praga, Brahe insistiu em ficar na mesa quando precisava muito ir ao banheiro, porque deixá-la seria uma violação de regras de etiqueta. Isso foi uma má jogada; Brahe desenvolveu uma infecção renal e sua bexiga estourou 11 dias mais tarde, em 1601.

8. O herói desconhecido

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Nikola Tesla foi um dos heróis desconhecidos da ciência. Ele chegou à América vindo da Sérvia em 1884 e rapidamente passou a trabalhar para Thomas Edison, fazendo avanços importantes em rádio, robótica e eletricidade, alguns dos quais Edison tomou o crédito por. (Tesla realmente inventou a lâmpada, não Edison). Mas Tesla não era obcecado apenas em sua busca científica. Ele provavelmente tinha transtorno obsessivo compulsivo (TOC), recusando-se a tocar em qualquer coisa suja, mesmo que apenas um pouquinho. Também não tocava em cabelos, brincos de pérola ou qualquer coisa redonda. Além disso, ele se tornou obcecado com o número 3. E em cada refeição, ele usava exatamente 18 guardanapos para polir os utensílios até que brilhassem.

7. Professor distraído

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Werner Heisenberg pode ser um brilhante físico teórico, mas com a cabeça nas nuvens. Em 1927, o físico alemão desenvolveu as famosas equações de incerteza envolvidas na mecânica quântica, regras que explicam o comportamento em pequenas escalas de minúsculas partículas subatômicas. No entanto, ele quase não conseguiu seu doutorado, porque não sabia quase nada sobre as técnicas experimentais. Quando um professor particularmente cético em seu comitê de exame perguntou-lhe como uma bateria funcionava, ele não tinha nem ideia.

6. Prolífico polímata

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O físico Robert Oppenheimer era um polímata (aquele com conhecimento muito amplo em mais de uma área), fluente em oito idiomas e interessado em uma ampla gama de assuntos, incluindo poesia, linguística e filosofia. Como resultado, Oppenheimer às vezes tinha dificuldade para entender as limitações das outras pessoas. Por exemplo, em 1931 ele pediu a seu colega da Universidade da Califórnia em Berkeley, Leo Nedelsky, para preparar uma palestra para ele, observando que seria fácil, porque tudo estava em um livro que Oppenheimer indicou. Mais tarde, o colega voltou confuso porque o livro estava inteiramente em holandês. Eis a resposta de Oppenheimer: “Mas holandês é tão fácil!”.

5. Documentado até a morte

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O arquiteto e cientista Buckminster Fuller é mais famoso por criar a cúpula geodésica, visões sci-fi de cidades futuristas e um carro chamado Dymaxion em 1930. Mas Fuller também foi um pouco excêntrico. Ele usava três relógios que mostravam o tempo em vários fusos horários quando voava por todo o mundo, e passou anos a dormir apenas duas horas por noite, atitude que ele apelidou de sono Dymaxion (ele finalmente cedeu porque os seus colegas não podiam fazer o mesmo, ou seja, manter-se sem dormir). Mas o gênio também passou muito tempo narrando sua vida. De 1915 a 1983, quando ele morreu, Fuller manteve um diário detalhado que ele atualizava religiosamente em intervalos de 15 minutos. O registro resultante está em pilhas de 82 metros de altura e está alojado na Universidade de Stanford.

4. Matemático sem-teto

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Paul Erdös era um teórico matemático húngaro tão dedicado ao seu trabalho que nunca se casou. Vivia apenas com uma mala. Muitas vezes, aparecia na porta de seus colegas sem aviso prévio, dizendo: “Minha mente está aberta”, e divagava sobre problemáticas numéricas nas quais iria trabalhar a seguir. Em seus últimos anos, ele bebia café e tomava pílulas de cafeína e anfetaminas para ficar acordado, trabalhando de 19 a 20 horas por dia. Erdős usava o termo “partir” para pessoas que tinham morrido, e o termo “morrer” para pessoas que tinham parado de fazer matemática. Seu foco único parece ter valido a pena: o matemático publicou cerca de 1.500 documentos importantes, recebeu vários prêmios e a comunidade de matemáticos que trabalhou com ele criou em sua honra o Número de Erdős.

3. O físico brincalhão

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Richard Feynman foi um dos físicos mais prolíficos e famosos do século 20, envolvido no Projeto Manhattan, o esforço americano ultrassecreto para construir uma bomba atômica. Mas o físico também foi um grande brincalhão. Se entediado do Projeto Manhattan, em Los Alamos, Feynman supostamente passava seu tempo livre abrindo fechaduras e cofres para mostrar a facilidade com que os sistemas podiam ser quebrados. No caminho para o desenvolvimento de sua teoria vencedora do Prêmio Nobel em Eletrodinâmica Quântica, ele saiu com showgirls de Las Vegas, tornou-se um especialista na língua maia, aprendeu canto gutural tuvano (Tuva é um Estado da Rússia) e explicou como anéis de borracha levaram a explosão da nave espacial Challenger, em 1986.

2. Móveis pesados ​​

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O matemático e engenheiro elétrico britânico Oliver Heaviside desenvolveu técnicas matemáticas complexas para analisar circuitos elétricos e resolver equações diferenciais. Mas o gênio autodidata foi chamado de “esquisito de primeira linha” por um de seus amigos. O engenheiro mobiliou sua casa com blocos de granito gigantes, pintava suas unhas com cor rosa brilhante, passava dias bebendo apenas leite e pode ter sofrido de hipergrafia, uma condição que causa no cérebro um impulso irresistível de escrever.

1. A guerra dos ossos

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Durante a grande corrida de dinossauros dos anos 1800 e início de 1900, dois homens usaram uma série de táticas cada vez mais sombrias para superar um ao outro em busca de fósseis. Othniel Charles Marsh, um paleontólogo do Museu Peabody, da Universidade de Yale, e Edward Drinker Cope, que trabalhava na Academia de Ciências Naturais da Filadélfia, Pensilvânia, começaram de forma amigável o suficiente, mas logo tornaram-se inimigos. Em uma viagem de “caça aos fósseis”, Marsh subornou os guardas do sítio arqueológico para desviar qualquer descoberta potencial do caminho do rival. Em outra expedição, Marsh enviou espiões ao longo de uma das viagens de Cope. Corriam rumores de que eles dinamitaram camas um do outro para evitar suas descobertas. Eles passaram anos publicamente humilhando um ao outro em artigos acadêmicos e acusando-se mutuamente de crimes financeiros e inaptidão nos jornais. Ainda assim, os dois pesquisadores fizeram grandes contribuições para o campo da paleontologia: dinossauros emblemáticos como os estegossauros, tricerátopos, diplódocos e apatossauros foram todos descobertos graças aos seus esforços. [livescience]

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