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Anistia Internacional coloca usuários do Facebook no banco dos réus

Por Amanda de Almeida, no Brainstorm9

Trial by Timeline mostra quais atos do seu dia a dia registrados em sua linha do tempo são considerados crimes em outros paísessentence

Anistia Internacional está usando bem as redes sociais para impactar as pessoas mundo afora. Depois do Tweet Censurado, agora é o momento de fazer os usuários do Facebook sentirem na pele uma repressão que é comum em diversos países. Trial by Timeline é um aplicativo desenvolvido pela Colenso BBDO Auckland que mostra quais atos do seu dia a dia – que você fez questão de compartilhar – são crimes que podem ser punidos com tortura e encarceramento mundo afora.

Ao aceitar ser julgado, o aplicativo analisa sua timeline para buscar crimes dos quais você é culpado, para depois sentenciá-lo. Nada escapa. No meu caso, por exemplo, eu recebi 94 condenações por 6 crimes em 68 países. A começar pelo fato de eu ser mulher: em 40 países, eu poderia ser morta por extremistas. Por ser jornalista, poderia ser espancada em 39 países. O exercício da liberdade de expressão permite que eu seja torturada em um país. E aquela cerveja com os amigos? Prisão em três países.

Todos os países onde estes abusos podem ocorrer são listados. No final, também há um mapa que mostra quantas vezes o usuário seria espancado, torturado, mutilado, estuprado… Não é um pensamento agradável, talvez por isso mesmo possa causar algum tipo de efeito nas pessoas.trial.jpg.pagespeed.ce._mkfdMdbHU

“Jesus não me representa”, explica a igreja evangélica em Rede Nacional

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Publicado por Paulo Brabo

BRASÍLIA, DF. Em pronunciamento realizado em Rede Nacional a igreja evangélica desmentiu as recentes acusações de afiliação ao Jesus dos evangelhos. “Devo muito ao meu Salvador pessoal, mas infelizmente suas ações podem ser mal interpretadas e não tenho como apoiá-las”, explicou uma igreja contrita a uma assembleia de repórteres e adoradores.

O pronunciamento surgiu em meio a uma onda de acusações de falsidade ideológica promovida pelas redes sociais. “Fiquei tão chocada quanto qualquer um quando foi tuítado que Jesus teria sido visto na companhia de pecadores. Quando vi o filme no Netflix não tive escolha se não desligar-me ideologicamente das propostas dele. Jesus não me representa, como já coloquei no meu Facebook”.

Posando para os fotógrafos ao lado da igreja católica e usando uma camiseta com os dizeres “O Antigo Testamento me representa”, a igreja evangélica forneceu esclarecimentos adicionais.

“É uma confusão comum essa, achar que só porque Jesus é o Salvador do Mundo todo mundo deve viver como ele vivia. Só falando já fica claro o absurdo, né? Ele é Jesus, gente, veio para salvar, não para ser imitado. Para nortear a conduta temos o Velho Testamento e as cartas de Paulo, como sabe todo cristão.”

Quando perguntadas se estavam dispostas a devolver os valores que tinham angariado em nome de Jesus, as duas igrejas negaram-se a comentar.

Um “Q” de moderninho

publicado na Zupi

Cesar Santos é um artista cubano-americano, nascido em 1982. O seu trabalho chama a atenção porque traz pinturas de mestres da renascença, mas com algum detalhe da pintura contemporânea. Algumas obras podem ser polêmicas e outras engraçadas, depende do ponto de vista do espectador!

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Opções ‘curtir’ podem revelar QI, idade e sexualidade, diz pesquisa

Estudo com usuários do Facebook mostra que opções “Curtir” podem revelar informações que pessoas não expõem

Cientistas da Universidade de Cambridge, na Grã-Bretanha, e da Microsoft Research desenvolveram algoritmo com o botão \"curtir\" do Facebook Foto: AFP

Cientistas da Universidade de Cambridge, na Grã-Bretanha, e da Microsoft Research desenvolveram algoritmo com o botão \”curtir\” do Facebook Foto: AFP

Publicado por AFP [via Terra]

A opção “curtir” no Facebook pode revelar muito mais do que se pretende. Uma pesquisa publicada nesta segunda-feira mostra que analisar os padrões destas preferências pode dar estimativas supreendentemente precisas sobre informações pessoais que o usuário não expõe, tais como raça, idade, QI, sexualidade, etc.

Cientistas da Universidade de Cambridge, na Grã-Bretanha, e da Microsoft Research, divisão de pesquisas da gigante do softwate americano, desenvolveram um algoritmo que usa as opções “curtir” - publicamente disponíveis a menos que o usuário faça configurações de privacidade mais rígidas – para criar perfis de personalidade, revelando potencialmente detalhes íntimos sobre sua vida.

Estes modelos matemáticos demonstraram uma precisão de 88% ao diferenciar homens de mulheres e de 95% em distinguir afro-americanos de brancos. Estes algoritmos também conseguiram extrapolar informações como orientação sexual, se o usuário fez uso de drogas ou se seus pais se separaram.

Estes dados podem ser usados em estratégias de propaganda e marketing, mas também poderiam fazer os usuários ficarem retraídos por causa da quantidade de dados pessoais revelados, afirmaram os cientistas. “É muito fácil clicar no botão ‘curtir’, é sedutor”, afirmou David Stillwell, estudioso de psicometria e co-autor da pesquisa. “Mas você não percebe que anos depois todos aqueles ‘curtir’ são armazenados contra você”, acrescentou.

Stillwell explicou que, embora dados do Facebook tenham sido usados neste estudo, perfis similares poderiam ser produzidos usando outros dados digitais, incluindo buscas na internet, trocas de e-mails e telefonemas. “É possível chegar às mesmas conclusões com diferentes formatos destes dados digitais”, explicou.

O estudo examinou 8 mil usuários do Facebook nos Estados Unidos, que voluntariamente disponibilizaram suas opções “curtir”, perfis demográficos e resultados de testes psicométricos. Enquanto alguns padrões parecem óbvios – democratas curtiram Casa Branca, enquanto republicanos curtiram George W. Bush -, outros foram menos diretos.

Extrovertidos curtiram a atriz e cantora Jennifer Lopez, enquanto os introvertidos demostraram preferência pelo filme Batman: o Cavaleiro das Trevas. Aqueles que se disseram “liberais e artísticos” curtiram o cantor Leonard Cohen e o escritor Oscar Wilde, enquanto os conservadores preferiram corridas de Nascar e o filme de comédia A Sogra.

Em grande parte, as previsões se basearam em dedução, feita a partir de enormes quantidades de dados. Aqueles apontados como homossexuais foram classificados como tais não porque clicaram em sites sobre casamento gay, mas por causa de suas preferências musicais e televisivas, por exemplo.

Cristãos e muçulmanos foram corretamente classificados em 82% dos casos e uma boa precisão nas previsões foi alcançada nos status de relacionamento e uso de substâncias, entre 65% e 73%.

As pessoas com QI mais elevado costumaram curtir o talk show The Colbert Report e filmes como O Poderoso Chefão e O Sol é para Todos. Aqueles com QI mais baixo curtiram motos Harley Davidson e Bret Michaels, integrante da banda Poison.

O estudo, publicado no periódico Proceedings of the National Academy of Sciences, é divulgado em meio a um intenso debate sobre privacidade online e se os usuários sabem quanta informação é reunida sobre eles. Outra pesquisa recente demonstrou que os usuários do Facebook começaram a compartilhar mais dados pessoais depois que a rede social revisou suas políticas e interfaces.

Os cientistas de Cambridge afirmaram que os dados sobre as opções ‘curtir’ podem ser úteis para avaliações psicológicas e de personalidade, mas também mostra como detalhes pessoais podem ser tornados públicos sem o seu conhecimento.

Pesquisadores criaram aplicativo com versão mais curta do estudo

Pesquisadores criaram aplicativo com versão mais curta do estudo

“Previsões semelhantes poderiam ser feitas a partir de todo tipo de dado digital, com este tipo de ‘inferência’ secundária, feita com precisão notável – prevendo estatisticamente informação sensível que as pessoas podem não querer que seja revelada”, explicou o cientista de Cambridge Michal Kosinski.

Kosinski disse ser “um grande fã e usuário ativo das surpreendentes novas tecnologias, incluindo o Facebook”, mas afirmou que o estudo aponta para potenciais ameaças à privacidade. “Posso imaginar situações em que os mesmos dados e tecnologia são usados para antecipar visões políticas ou orientação sexual, trazendo riscos para a liberdade e até mesmo para a vida das pessoas”, afirmou.

Para uma versão mais curta do estudo, os cientistas criaram um aplicativo de Facebook, denominado You Are What You Like (Você é o que você curte), que faz uma avaliação da personalidade do usuário.

Russa descobre traição de noivo em recurso de Street View

Publicado por G1

Mulher usou serviço equivalente ao Google Maps para buscar endereço.
Ao usar recurso ‘Street View’, ela viu imagem de noivo com outra mulher.

Uma mulher russa de 24 anos descobriu que seu noivo estava lhe traindo depois de vê-lo com outra mulher em um serviço semelhante ao Google Maps, conforme a rede de TV da Rússia “LifeNews.ru”.

Marina Voinova, da cidade de Perm, estava usando o “Yandex Maps”, serviço russo equivalente ao Google Maps, para procurar um endereço. Quando ela abriu o recurso do Street View, Marina viu a imagem de seu noivo abraçado com outra mulher. O Street View permite visualizar imagens panorâmicas de cidades em 360 graus.

Russa flagrou noivo com outra mulher em imagem do Street View (Foto: Reprodução)

Russa flagrou noivo com outra mulher em imagem do Street View (Foto: Reprodução)

Seu relacionamento com Alexandre já durava cinco anos. “No começo, eu só vi um rosto masculino familiar”, disse Marina. Ela percebeu que a foto foi tirada no último verão do hemisfério norte (inverno no Brasil) pois Alexandre estava usando um gesso que precisou colocar quando quebrou o braço.

“Quando ele chegou em casa, eu imediatamente o chamei no computador e lhe pedi para encontrar o endereço no mapa”, disse Marina ao “LifeNews.ru”. “Quando a imagem foi carregada, o rosto de Alexandre mudou de cor. Olhei para ele à espera de uma explicação”.

Ele confessou tudo e disse que havia cometido um erro. Porém, Marina decidiu terminar o relacionamento, conforme o “LifeNews.ru”. Diferente do Google, o Yandex não distorce os rostos das pessoas no recurso Street View, e, portanto, elas podem ser identificadas.

dica do Rodrigo Cavalcanti