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27 ilustrações de palavras sem tradução para o português

Publicado no BlogBlux

Cada imagem abaixo vale apenas uma palavra – palavras estas que são bastante difíceis de explicar, uma vez que não possuem tradução direta o português.

As criativas ilustrações foram criadas por Anjana Iyer, e baseiam-se em uma variedade de línguas, como grego, coreano e tshiluba (falada na República Democrática do Congo).

Palavra do alemão que significa “sentir saudade de um lugar onde você nunca esteve”.
Palavra do alemão que significa “um rosto precisando muito de um soco”.
Palavra do japonês que significa “uma mulher bonita, desde que seja vista por trás”.
Palavra do ídiche que significa “uma pessoa cronicamente azarada”.

 

Palavra do japonês que significa “o ato de comprar e não ler um livro, tipicamente formando uma pilha junto com outros livros não lidos”.
Palavra do alemão que significa “a sensação de estar sozinho nas florestas”.
Palavra do russo que significa “uma pessoa que faz muitas perguntas”.
Palavra do japonês que significa “o gosto agridoce de um momento rápido e evanescente de beleza transcendente”.

 

Palavra do polonês que significa “telegrafista dos movimentos de resistência do lado soviético da Cortina de Ferro”.

 

Palavra do tcheco que significa “dar apenas um toque em um celular para que a outra pessoa ligue de volta e você não precise gastar créditos”.

 

Palavra do italiano que significa “mulher, geralmente idosa e solitária, que se devota a cuidar de gatos de rua”.

 

Palavra do kwangali (idioma do subgrupo banto das línguas nigero-congolesas) que significa “o ato de andar nas pontas dos pés sobre areia quente”.

 

Palavra do francês que significa “rir quietamente na sua barba enquanto pensa em algo que aconteceu no passado”.

 

Palavra do finlandês que significa “um galho de árvore que afundou até o chão de um lago”.

 

Palavra do maori das Ilhas Cook que significa “ter uma perna menor que a outra”.

 

Palavra do japonês que significa “o tipo de efeito de luz disperso e salpicado que ocorre quando o sol brilha através de árvores”.

 

Palavra do irlandês que é um substantivo coletivo para ovos de Páscoa.
Palavra do pascuense (ou rapanui, língua polinésia) que significa “roubar gradualmente todas as posses do vizinho ao emprestá-las e nunca devolvê-las”.

Palavra do norueguês que significa “sentar em um ambiente exterior em um dia ensolarado para tomar uma cerveja”.

 

Palavra do coreano que significa “a relutância de uma pessoa em desistir de uma ilusão”.

 

Palavra do inuíte (região do Ártico na América do Norte) que significa “a frustração de esperar alguém aparecer em sua vida”.

 

 Palavra do tshiluba que significa “uma pessoa pronta para perdoar qualquer abuso da primeira vez, tolerar uma segunda vez, mas nunca uma terceira”.
Palavra do alemão que significa “o prazer obtido a partir da miséria dos outros”.

 

Palavra do finlandês que significa “um grande rebanho de renas”.

 

 Palavra do grego que significa literalmente “histórias com ursos”, que são eventos narrados de maneira tão selvagem e louca que não podem ser verdade.

 

Palavra do japonês que significa “aceitar o ciclo natural de crescimento e decaimento”.

 

Palavra do yagan (língua do povo indígena Yagan da Terra do Fogo) que significa “um olhar significativo e sem palavras entre duas pessoas que desejam iniciar algo, mas estão ambas relutantes em iniciá-lo”.

Em campanha fora do Brasil, Coca-Cola brinca com jeito de falar do brasileiro

Coca-cola Portuguesiño

Vinícius Martins, no Plugcitários

O brasileiro é cheio de manias, assim como qualquer outro povo. De norte à sul do país temos uma diversidade riquíssima de gírias e costumes na hora de nos comunicarmos. E uma dessas nossas manias está presente em todo território brasileiro: falar as coisas no diminuitivo. “Meu amorzinho, meu cachorrinho, seu timinho” e por ai vai.

A Coca então, acaba de lançar uma nova campanha em países latino-americanos, intitulada “Portuguesiño”. Nos vídeos, os “gringos” falam palavras em português ou no próprio espanhol no diminuitivo. A brincadeira ficou bem bacana. Em um dos vídeos ainda, ela brinca com os penteados de Neymar e Ronaldo. Confira abaixo:

Tatiele Polyana comete gafe e Faustão se irrita com ex-BBB

Publicado no Terra

Tatiele Polyana participou do Domingão do Faustão, neste domingo (30), e opinou sobre sua eliminação no BBB 14. Ao falar sobre os planos para o futuro, cometeu uma gafe que desagradou Fausto Silva. “Tenho recebido bastante propostas de trabalho. Vou trabalhar bastante. Mas, se nada der certo, viro bailarina”, disse.

“Mas você já está velha para isso. Para ser bailarina, precisa começar desde cedo. Olha, não é assim, não. As bailarinas tem que estudar bastante. Fala aí, Carol Nakamura, conta para ela”, disse. “É. Poxa, Poly! Eu tinha dito que gostava tanto de você. A gente estuda muito, ensaia muito. Para se formar, são nove anos”, disse. “Não, eu sei. Mas eu estudei. Fiz jazz e tal”, tentou consertar a moça.

Assim que Tatiele deixou o palco, ele disse: “ela pode estar nervosa, mas ser bailarina não é mole, não”, afirmou. Depois de apresentar um quadro de merchandasing, Faustão voltou no assunto, ainda inconformado.”Aí a outra vem aqui e fala das bailarinas. Elas dançam 4 horas e ensaiam 5 dias por semana”, completou.

Burrice

Durante sua participação, um rapaz da plateia questionou se Tatiele não se incomodou com a fama de “loira burra” com que ficou, devido aos seus constantes erros de português no reality show.

“Não me considero burra. É só o meu português que não é correto. Sou brincalhona, não tentei disfarçar. Uma hora as máscaras caem. Eu não ia dar uma de intelectual, se não sou. Se quiser me chamar de burra, que chame. Pra mim, indiferente”, disse.

faustaotatieledica do Weuller Rogerio

Detalhes que me fazem amar o Ceará

Lagoa Paraíso, em Jericoacoara (CE)

Lagoa Paraíso, em Jericoacoara (CE)

Ricardo Gondim

As redes cearenses têm o punho grosso. Ornadas com varandas de crochê, viram decoração tanto em choupanas como em mansões. O bom cearense adora dormir, fazer amor, preguiçar e até convalescer de doença grave, numa rede.

As mangas cearenses são carnudas. A casca da manga-rosa parece aquarela; misturam-se nela, amarelo, vermelho e verde. O perfume da manga-rosa é remédio certo contra fastio. Já os abacates são enormes, tão grandes que passariam por melancias se não crescessem no cume do abacateiro. Siriguela, tirada no pé, ganha qualquer concurso de melhor fruta do mundo; uva moscatel não calça o seu chinelo.

A farinha cearense torrada com manteiga, colorau, cebola e alho vira a melhor farofa do universo. Pense numa coisa boa! Só os cabeças chatas sabem cozinhar feijão verde com queijo coalho e arroz branquinho – o famoso baião-de-dois. Acrescentem-se ovo frito – com a gema mole – bife, a legítima farofa e os chefes franceses babam de inveja.

O sotaque cearense é manhoso. Quando quer ganhar, conquistar ou convencer alguém, o matuto entoa um chorinho meloso. O português falado no Ceará é libidinoso; em cada frase, uma verdadeira cantada. Se um grande amor suplica - meu bichim, vem cá – não há cabra macho que resista.

A chuva cearense desce torrencial. São Pedro não se faz de rogado: no inverno caem enxurradas, verdadeiros dilúvios. Os conterrâneos chamam de inverno, mas não é inverno coisa nenhuma – só a estação molhada e carregada de mormaço. No Ceará, as chuvas duram no máximo cinco ou seis horas. O suficiente para vazar telhados e encher bicas. No inverno, a meninada toma banho de chuva. As poças – até pouco, charcos – viram lagoas. Que cena, o sertão verdejando. Bastam milímetros d’água e os garranchos cinzentos da caatinga ressuscitam. Um chuvisco produz um dos mais formidáveis milagres da natureza.

O pôr-do-sol cearense é vexado. Mas sempre espetacular. Não há como descrever um crepúsculo visto de cima de uma duna. Os turistas deveriam pagar algum tributo ao show diário do mar devorando o sol. As praias, do Mucuripe a Jericoacoara, selam o esplendor do lusco fusco com uma brisa calma e refrescante. Até parece que Deus deixa vazar um pouco do ar-condicionado celestial.

Ceará, meu Ceará, amo-te tanto!

Soli Deo Gloria

fonte: site do Ricardo Gondim

Lelekes viram santos segundo tradução do Google

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Publicado originalmente no Extra

Depois que um site postou poesias criadas a partir dos resultados de busca do Google, agora chegou a vez de os Lelekes ganharem seu quinhão no mundo virtual. Explica-se! Quem digitar na ferramenta Google Tradutor o refrão “ah lelek, lek, lek, lek” (exatamente assim e tudo em letras minúsculas), solicitando a tradução do húngaro para o português, vai tomar um susto com o resultado: “Ah Espírito Santo, Santo, Santo”.

Alex, Federado e Allan são da formação original do grupo, mas estão proibidos de fazer shows (Foto: Divulgação)

Alex, Federado e Allan são da formação original do grupo, mas estão proibidos de fazer shows (Foto: Divulgação)

Mas a pergunta que não quer calar é: quem, afinal, teve a brilhante ideia de pedir essa tradução no site?!?!

dica do Antonio Catselidis, Marcos José Júnior e Weuller Rogerio Faria