Arquivo da tag: Promete

Pastor tirando onda de Camaro vermelho

Publicado no Não Salvo

Eu não sei o que o diabo roubou de vc, mas esse pastor vai te devolver tudo… olha, eu realmente não sei o que o diabo me roubou pra eu merecer um Camaro vermelho mas tudo bem, eu aceito pastor.

Aí sim hein? Agora sim tá valendo a pena né pastor, somente Deus pode ligar um carro do controle remoto. É MUITA BêNÇÃO! Pra que vida eterna, pra que paraíso, pra que paz interior… pra que essas coisas se vc pode ter um Camaro Vermelho pra tirar onda? AUHAUHUAHUAHUA quando o pastor sai cantando pneu eu sei que isso só pode se um milagre… isso sim é dar bicuda na cara do cão. Depois da unção do pastor todas as coisas que lhe foram roubas serão devolvidas com juros.

E vc ai achando que o Diabo pedir dízimo era o limite da criatividade humana…

dica do Deiner Urzedo

CFM promete barrar convênio do governo para importação de 4 mil médicos cubanos

Para entidade médica, anúncio é ‘eleitoreiro, irresponsável e desrespeitoso’

Conselho Federal de Medicina

Publicado no Estadão

O Conselho Federal de Medicina (CFM) classificou como “eleitoreiro, irresponsável e desrespeitoso” o anúncio feito pelo governo de contratar médicos cubanos para atuar no País. Por meio de nota, o órgão afirmou que vai recorrer às “medidas judiciais cabíveis” para barrar a importação dos profissionais.

“O CFM condena de forma veemente a decisão irresponsável do Ministério da Saúde que, ao promover a vinda de médicos cubanos sem a devida revalidação de seus diplomas e sem comprovar domínio do idioma português, desrespeita a legislação, fere os direitos humanos e coloca em risco a saúde dos brasileiros”, afirmou a entidade.

O anúncio, de acordo com o CFM, evidencia a real intenção do governo de “abrir as portas do País para profissionais formados em Cuba, sem qualquer avaliação de competência e capacidade”. A avaliação do conselho é de que o programa Mais Médicos, com “prazos inexequíveis e falhas de sistemas”, desde sua concepção já apontava para o desfecho anunciado.

“Alertamos à sociedade que o Brasil entra perigosamente no território da pseudoassistência calcada em evidentes interesses pessoais e políticos eleitorais. Todos os brasileiros devem ter acesso ao atendimento universal, integral, gratuito e com equidade, conforme previsto pela Constituição ao criar o Sistema Único de Saúde SUS”, afirmou o CFM.

O presidente da Associação Médica Brasileira (AMB), Florentino Cardoso, também criticou a medida e disse que o acordo já era esperado. “Este convênio não é surpresa. Desde que o governo lançou o Mais Médicos, a gente sabia que o foco era trazer médicos formados em Cuba, brasileiros ou não.”

De acordo com o dirigente, a classe já planeja resposta na Justiça para tentar barrar o convênio. “O próximo passo é tentar evitar judicialmente que isso ocorra. Ainda precisamos ver qual é o melhor instrumento legal para usar”, diz.

Menino de 11 anos fica rico vendendo na internet gravatas-borboleta feitas por ele

MoziahBridges_interna

Publicado no Hypeness

Não é o primeiro caso que trazemos de meninos que encurtam a infância e começam seus negócios bem cedo (relembre este e este). Mas Moziah Bridges o faz com estilo: o garoto aprendeu a costurar quando tinha 9 anos e começou criando suas próprias gravatas-borboleta. Hoje ele tem uma loja online de sucesso.

O menino faz questão de escolher os tecidos que utiliza em cada criação e aos quais oferece um estilo bem particular. No negócio de gravatas-borboleta, há de tudo: bolinhas, listras, várias cores e tamanhos, peças mais esportivas ou mais formais.

Morando em Memphis, nos Estados Unidos, Mo percebeu que, graças à internet, não precisava esperar até ser mais velho para vender suas peças. A verdade é que hoje o Mo’s Bow’s (As Gravatas-Borboleta de Mo) já rendeu mais de 30 mil dólares (mais ou menos 69 mil reais- algumas peças custam mais de 100 reais), o que para um garoto de sua idade, é muito dinheiro.. E, inspirado em Ralph Lauren, que também começou bem cedo, Mo promete não parar por aí.

MoziahBridges1 MoziahBridges2 MoziahBridges4 MoziahBridges5 MoziahBridges7 MoziahBridges8

É bom ver que o menino, apesar do sucesso precoce, tem sentido de responsabilidade: ele criou um produto cuja venda serve para financiar acampamentos de verão para crianças. E garante que se sente bem ajudando a comunidade!

Como era de esperar, rapidamente Mo chamou a atenção da mídia internacional. Veja como ele sabe vender o produto (a entrevista foi feita no ano passado, quando Mo tinha 10 anos).

O próximo passo de Mo será expandir o negócio, inclusive a outros acessórios, como as tradicionais gravatas, os lenços ou até roupas infantis com blazers e calças. Estilo, realmente, não lhe falta.

Você pode acompanhar a evolução deste pequeno empreendedor no Facebook.

Líder da igreja Sara Nossa Terra aposta que o Brasil ainda terá um presidente evangélico

O bispo Robson Rodovalho em templo da igreja Sara Nossa Terra em Brasília

O bispo Robson Rodovalho em templo da igreja Sara Nossa Terra em Brasília

Anna Virginia Balloussier, na Folha de S.Paulo

“O DINHEIRO & VOCÊ” –o título do livro aparece assim mesmo, em maiúsculas. A capa é ilustrada com notas de R$ 50 e R$ 100, pilhas de moedas e o nome do autor: bispo Robson Rodovalho, 57.

*

“Descubra os segredos espirituais, emocionais e práticos para adquirir riquezas”, ele promete na publicação, lançada na Feira Internacional Cristã, da Geo Eventos, empresa da Globo. Rodovalho esteve lá na quarta e posou ao lado do pastor Silas Malafaia, com quem agitou uma manifestação em Brasília, “pela vida”, em junho.

*

O líder da igreja neopentecostal Sara Nossa Terra conta que, ao “estudar a origem do dinheiro”, percebeu que lidava com “um bem que já tramitava no meio dos anjos, [pois] Lúcifer tinha, antes da queda, algum tipo de comércio”.

*

Bandeja na mão, uma secretária entra com cafezinhos na sala onde ele conversa com Anna Virginia Balloussier, na sede da igreja. Ainda é cedo, e o prédio de dois andares (mais subsolo) na rua Augusta (lado Jardins), em São Paulo, está fechado com aquelas portas de aço típicas de algum tipo de comércio.

*

As salas são separadas por divisórias beges. Dentro de uma delas, Rodovalho diz ter uma “visão administrativa” para a igreja. “Apliquei um princípio de gestão moderno.”

*

A Sara ficou conhecida no começo dos anos 2000 por atrair famosos como Baby do Brasil, Monique Evans, Leila Lopes e Rodolfo, ex-vocalista da banda Raimundos (todos já fora da igreja; Leila, morta em 2009). Mais recentemente, já foram a cultos a atriz Deborah Secco, Ana Cláudia Rocha (mulher do empresário Flávio Rocha, da Riachuelo) e Letícia Weber, namorada de Aécio Neves.

*

O líder atribui o sucesso nas classes A e B a uma “identificação natural com o traço intelectual” de sua congregação. “Os afins se atraem, né?” Ele se apresenta como “professor, físico e empresário” –bispo, só “de coração”.

*

Não vê a atividade como profissão. Por isso, diz, não dá salário (só ajuda de custo, de R$ 1.500 a R$ 5.000) para os cerca de 3.500 pastores, “todos com curso universitário”, que atendem nas 1.050 unidades da Sara no Brasil.

*

O bispo também está na crista da onda quântica. Físico formado pela Universidade Federal de Goiás, ele põe fé na ciência e lançou, no começo do mês, um livro para defender que espiritualidade e pensamento científico frequentem o mesmo lado do balcão.

*

Em duas horas de conversa, ele fala com intimidade de Albert Einstein e usa termos como “postulados de Planck” (físico que inaugurou a quântica, em 1900) para fenômenos associados à religião. Já ensinou a disciplina na Universidade Federal de Goiás. Os alunos, conta, não estranhavam. “Viram que você pode ser pastor sem ter uma cabeça dogmática.”

*

Está com paletó preto (aberto), blusa branca por baixo (gola e punho se destacam) e sapato de couro marrom. Comparado a outras lideranças, Rodovalho é mais diplomático e discreto. Não fez os confessos implantes de cabelo de Malafaia nem usa chapéu de vaqueiro como o apóstolo Valdemiro Santiago –tampouco parece inatingível como o bispo Edir Macedo.

*

As bandeiras, contudo, são as mesmas. Ele defende “os direitos civis”, mas critica o casamento gay (“não se muda o que é natural, mulher foi feita para procriar com o esperma do homem”). E acha que o projeto de lei 122, de combate à homofobia, “era extremamente discriminatório” ao proibir pregações antigays nas igrejas.

*

“Falei mês passado, num seminário conduzido por Jean Wyllys [deputado federal que defende os direitos dos homossexuais], a uma plateia só de gays: ‘Gente, vocês têm liberdade graças a um país cristão, tolerante. Agradeçam ao cristianismo, base da democracia’.”

*

Como outros evangélicos, também aponta preconceito na forma como a imprensa lida com o dízimo. “Acho que são mais guerras de segmentos. A mídia não é inocente, está a serviço do capital.”

*

No site da Sara Nossa Terra, a animação de uma abelha com sardas e bochecha rosada convida: “Clique aqui para doar” (mínimo de R$ 30).

*

Ao lado de sua mesa está uma intocada caixinha com água de coco industrializada. Antes, fosse vodca ou água de coco, tanto fazia para o jovem Rodovalho, filho e neto de plantadores de soja “de médio porte” em Anápolis (GO), onde nasceu.

*

Numa pós-hippie “vida de adolescente, de gente perdida, sem orientação”, consumia de tudo um pouco. “Maconha, muito álcool… A gente fazia chá de cogumelo.” Coloca duas colheres de açúcar em seu chá atual –hortelã–, servido numa xícara branca com desenho de flor, e segue: “Andava com um revólver, calibre 38, na cintura”.

*

Um dia, ainda na adolescência, a tragédia. Estava caçando com outro rapaz, espingarda na mão. “A arma disparou, o pai dele estava atrás, o tiro pegou nele.” O homem morreu. Não houve processo legal. Mas Rodovalho sentiu “muito desespero” e pouco conforto na religião da mãe, espírita (na fazenda eram frequentes rituais com sacrifício de aves e bodes). Aos 15 anos, ingressou na Igreja Presbiteriana. “A única coisa que eu sabia é que era muito bom ler a Bíblia e muito gostoso orar. Ah, não precisava de droga, de bebida, de nada.”

*

Há 21 anos, mudou-se para Brasília e fundou a Sara Nossa Terra –hoje liderada por ele e pela mulher, a bispa Maria Lúcia. Eles têm três filhos e cinco netos.

*

Foi deputado federal, pelo DEM. Apresentou projetos solicitando da criação do Dia do Bombeiro à proibição do uso de documentos psicografados como prova judicial. Aprovou leis como a que permite o uso da Lei Rouanet para a música gospel.

*

Seu gabinete em Brasília, todo de vidro, chamou a atenção do deputado Clodovil. Imita o colega, morto em 2009: “Rodovalho, você é o único que me dá atenção”. Após “uma decepção forte”, ele diz ter desistido da vida parlamentar. Apoiou a eleição de Dilma Rousseff “porque o país foi dirigido pela direita a vida inteira”. E responde que, sim, um dia o Brasil terá um presidente evangélico. “É natural, né?”

*

Hoje se dedica à carreira artística -ele é cantor gospel, tem rádios e uma rede de TV, a Gênesis. É intérprete de canções como “Fogo e Paixão”. Enquanto Wando falava de “raio, estrela e luar”, o pop de Rodovalho homenageia Jesus, “raio de alegria que veio me encontrar”. A família vive entre Brasília e o apartamento de Perdizes, em SP.

*

Em 2012, fechou contrato com a Som Livre, gravadora da Globo, e visitou o Projac com uma trupe de pastores, escoltado por Amauri Soares, então coordenador dos projetos especiais da emissora. Acompanhou a gravação da novela “Salve Jorge”.

*

“No final dessa novela, mandaram um torpedinho pra mim: ‘O último capítulo tem uma surpresa’.” Uma das vilãs se redimiu virando evangélica, assim como a Carminha em “Avenida Brasil”.

*

Antes, “quando [a Globo] se lembrava de evangélicos, era sempre caricatura de outro mundo, uma pessoa muito fanática, meio ET”.

O bispo Robson Rodovalho entrega um exemplar do livro "Ciência e Fé: O Reencontro pela Física Quântica" ao governador Geraldo Alckmin (PSDB-SP) foto: Marlene Bergamo/Folhapress

O bispo Robson Rodovalho entrega um exemplar do livro “Ciência e Fé: O Reencontro pela Física Quântica” ao governador Geraldo Alckmin (PSDB-SP) foto: Marlene Bergamo/Folhapress

Igreja americana comemora a morte de Cory Monteith e promete protesto em seu funeral

Reprodução

Reprodução

Publicado no Fica Quietinho

Pode parecer mentira, mas não é. A Igreja Batista de Westboro está feliz com a morte do ator Cory Monteith. E o motivo para tamanha “alegria” é pelo fato de o personagem Finn, em Glee, ser um estimulador da causa gay. Na série, ele se torna “irmão” de Kurt, papel de Chris Colfer, por conta do casamento de seus pais.

Quem nunca ouviu falar desta igreja, saiba que é uma das mais radicais presentes nos Estados Unidos. Eles são atuantes extremistas contra a homossexualidade e costumam fazer protestos em funerais de pessoas que apoiam aquilo que eles consideram ser um pecado.

No funeral de Cory, ainda sem data e local definidos, eles prometem armar um piquete para pregarem seu discurso de ódio contra a conduta do ator.

E se você pensa que a notícia é um simples boato, aconselhamos passar pelo perfil da igreja no Twitter e ver os absurdos que eles escrevem. Em um dos posts, publicado na noite de domingo (14), a igreja sugere que Lea Michele se suicide. Veja:

img-4548-igreja-batista-de-westboro

Será que Lea Michele também se matará? Assim o casamento pode acontecer como planejado no inferno! – convide todos os seus fãs!

Não é nosso papel fazer avaliações sobre quaisquer religiões e suas vertentes, mas dá para perceber que quem conduz e a segue são pessoas extremamente amarguradas com a vida. Uma pena existir gente assim.