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Senado aprova pagamento de bolsa mensal de R$ 2.000 para garotas de programa

putasJoselito Müller, impagavelmente no Jornalismo Destemido

Uma proposta polêmica, de autoria da senadora Maria Rita, do Partido dos Trabalhadores, foi aprovada na tarde de hoje por maioria de votos. Trata-se do pagamento de uma bolsa mensal no valor de R$ 2.000,00 (dois mil reais) para garotas de programa em todo país.

“O objetivo da bolsa é dar a essas mulheres a possibilidade de terem uma vida mais digna, pois o dinheiro deve ser prioritariamente utilizado com prevenção de doenças”, explicou a senadora.

Segundo ela, o projeto tem interesse público, pois também tem o objetivo de “disponibilizar pra clientela um serviço de melhor qualidade, já que as meninas poderão se cuidar melhor, pagar tratamentos estéticos, frequentar academias etc.”

O projeto de lei vai ser submetido à sanção da presidente Dilma e deve entrar em vigor até o início da copa de 2014.

A repercussão da trollagem do site de humor foi tão grande que gerou outro post. Leia abaixo:

Quando mentiras cretinas passam a se tornar verossímeis, é sinal que o país vai mal

Câmara de SP torna lei ‘Dia da Independência Corintiana’

Sheik comemora gol na vitória do título da Libertadores: 4 de Julho passa a ser “Dia da Independência Corintiana”

Sheik comemora gol na vitória do título da Libertadores: 4 de Julho passa a ser “Dia da Independência Corintiana”

Diego Zanchetta, no Estadão

O presidente da Câmara Municipal, José Américo (PT), promulgou hoje o projeto de lei que inclui o 4 de julho no calendário oficial da cidade como “Dia da Independência Corintiana” em São Paulo.

A proposta dos vereadores Goulart (PSD), David Soares (PSD) e Juscelino Gadelha (PSB) “tem como objetivo instituir uma data comemorativa que representa a conquista da Copa Libertadores da América pelo Sport Clube Corinthians Paulista.”

Com pareceres favoráveis das comissões de Justiça, Educação e Finanças, a proposta não precisou ser votada em plenário. O próprio Executivo informou à presidência de que caberia ao Legislativo fazer a promulgação da lei.

Como justificativa para instituir a data, os autores do projeto argumentam que “a data deve ser comemorada anualmente”, já que “trouxe a libertação do Corinthians”, e “merece entrar no calendário oficial”. O clube paulista derrotou o Boca Juniors, da Argentina, na decisão, que aconteceu no mesmo dia da independência dos Estados Unidos.

“Quem é corinthiano jamais vai esquecer aquela noite, tínhamos que vencer e, finalmente, conseguimos tirar esse fardo das nossas costas”, argumenta Goulart.

É a terceira data incluída do calendário oficial da cidade em homenagem ao Corinthians. O dia 1º de setembro é desde 2011 o “Dia do Corinthians”, em homenagem à data de fundação do clube, aberto em 1910. O “Dia do Torcedor Corintiano” é celebrado no dia 13 de outubro, data da vitória do Corinthians sobre a Ponte Preta na final do Campeonato Paulista de 1977 – na época o clube conseguiu quebrar um jejum de 23 anos sem títulos.

A seguir, o despacho que tornou lei o “Dia da Independência Corintiana”, publicado hoje no Diário Oficial da Cidade:

LEI Nº 15.741 DE 10 DE MAIO DE 2013
(PROJETO DE LEI Nº 342/12)
(VEREADORES DAVID SOARES – PSD, GOULART – PSD
E JUSCELINO GADELHA – PSB)
Altera a Lei nº 14.485, de 19 de julho de
2007, para incluir o Dia da Independência
Corintiana, a ser comemorado anualmente
no dia 04 de julho, e dá outras providências.
José Américo, Presidente da Câmara Municipal de São Paulo,
faz saber que a Câmara Municipal de São Paulo, de acordo
com o § 7º do artigo 42 da Lei Orgânica do Município de São
Paulo, promulga a seguinte lei:
Art. 1º Fica inserida alínea ao inciso CXXXII do art. 7º da
Lei nº 14.485, de 19 de julho de 2007, com a seguinte redação:
“o Dia da Independência Corintiana;” (NR)
Art. 2º Esta lei entra em vigor na data de sua publicação,
revogadas as disposições em contrário.
Câmara Municipal de São Paulo, 14 de maio de 2013.
JOSÉ AMÉRICO, Presidente
Publicada na Secretaria Geral Parlamentar da Câmara Municipal
de São Paulo, em 14 de maio de 2013.
KAREN LIMA VIEIRA, Secretária Geral Parlamentar

dica do Guilherme Massuia

CNJ obriga cartórios a celebrar casamento entre homossexuais

Uniões estáveis homoafetivas terão de ser convertidas em casamento civil, mesmo sem previsão legal para isso

Casamento gay em cartório do interior de SP

Casamento gay em cartório do interior de SP

Felipe Recondo, no Estadão

Os cartórios de todo o Brasil serão obrigados a celebrar casamento civil entre pessoas do mesmo sexo. Por decisão do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), os cartórios terão de converter as uniões estáveis homoafetivas em casamento civil, mesmo que ainda não haja previsão legal para isso.

A proposta foi apresentada pelo presidente do CNJ, Joaquim Barbosa, que também preside o Supremo Tribunal Federal (STF), e aprovada por 14 a 1. A conselheira Maria Cristina Peduzzi foi a única a votar contra a aprovação da resolução, sob o argumento de que, para permitir o casamento civil entre pessoas do mesmo sexo, o Congresso teria de aprovar um projeto de lei. Há projetos em tramitação no Congresso sobre o casamento civil de pessoas do mesmo sexo.

A resolução aprovada pelo CNJ diz que: “É vedada às autoridades competentes a recusa de habilitação, celebração de casamento civil ou de conversão de união estável em casamento entre pessoas de mesmo sexo”. E acrescenta que, se houver recusa dos cartórios, será comunicado o juiz corregedor para “providências cabíveis”.

O presidente do CNJ afirmou que a resolução remove “obstáculos administrativos à efetivação” da decisão do Supremo. “Vamos exigir aprovação de nova lei pelo Congresso Nacional para dar eficácia à decisão que se tomou no Supremo? É um contrassenso.”

O subprocurador da República, Francisco de Assis Sanseverino, manifestou-se contra a aprovação da resolução e citou os votos dos ministros Gilmar Mendes e Ricardo Lewandowski, que foram favoráveis ao reconhecimento da união homoafetiva, mas deixaram claro que a decisão não legalizava o casamento.

“Eu estava errado”, diz jornalista que ficou um ano sem Internet

Em suas conclusões sobre período afastado, Paul Miller diz que tinha visão errada sobre web e rebate teorias de que Internet deixa pessoas estúpidas e solitárias.

fonte: The Verge

fonte: The Verge

Fonte: IDG Now

“Eu estava errado”. É assim que o jornalista de tecnologia Paul Miller começa seu texto para falar sobre a experiência de ficar um ano sem acesso à Internet. Miller havia anunciado sua saída da web em 30 de abril do ano passado.

“Há um ano eu saí da Internet. Achava que estava me tornando improdutivo. Achava que faltava sentido nela [Internet]. Pensava que estava ‘corrompendo minha alma’”, afirma o jornalista de 27 anos do site especializado The Verge.

Miller diz que quando aceitou a proposta do site para se afastar da Internet estava esgotado e queria um tempo da vida moderna. “Me senti livre no início”, conta sobre ter desconectado o cabo de Ethernet às 23h59 de 30/4 de 2012 – ele também trocou seu smartphone por um celular comum.

A ideia inicial de Miller, como um jornalista de tecnologia, era conseguir “descobrir o que a Internet havia feito comigo ao longo dos anos. Entendê-la ao estudá-la de longe”. Como afirma no texto, queria não apenas virar uma pessoa melhor, mas “ajudar todos a virarem pessoas melhores”.

Entre as descobertas positivas do seu ano longe da Internet, Miller cita as cartas de papel, já que não podia mais usar e-mail. “Consegui uma caixa postal neste ano e não consigo explicar como é ótimo ter sua caixa cheia de cartas de leitores. É algo tangível, e difícil de simular com um cartão eletrônico (e-card)”, afirma.

No entanto, ele nota que o processo de aprendizado não foi tão grande como o esperado. “Na verdade, a maioria das coisas que eu estava aprendendo poderiam ser feitas com ou sem uma conexão com a Internet – você não precisa ficar um ano sem Internet para perceber que sua irmã tem sentimentos.”

Além disso, Miller diz ter “aprendido como fazer um novo estilo de escolhas erradas longe da Internet”. “Abandonei meus hábitos offline positivos, e descobri novos vícios offline. Em vez de pegar o tédio e a falta de estímulo e transformá-los em aprendizado e criatividade, me voltei para o consumo passivo e ao recuo social”, afirma, notando que não anda muito de bicicleta e que na maior parte da semana não sai com outras pessoas. “Meu lugar favorito é o sofá”.

Em suas conclusões, o jornalista diz que: “Meu plano era sair da Internet e assim encontrar o ‘verdadeiro’ Paul e entrar em contato com o mundo ‘real’. Mas o mundo real e o Paul verdadeiro já estão inexoravelmente ligados à Internet. Não é dizer que minha vida não era diferente sem Internet, apenas que não era a vida real.”

No final, ele refuta as teorias de que a Internet nos deixa solitários ou estúpidos, ou as duas coisas. “Li tanto essas coisas que comecei a acreditar nelas (teorias). Queria descobrir o que a Internet estava ‘fazendo comigo’. Para que pudesse lutar de volta. Mas a Internet não é uma busca individual, é algo que fazemos uns com os outros. A Internet é onde as pessoas estão.”

Malafaia não consegue título de cidadão honorário em Curitiba

O líder evangélico Silas Malafaia, um dos responsáveis pela derrota de José Serra em 2012, levou bucha na Câmara Municipal de Curitiba; os vereadores rejeitaram o título de cidadão honorário ao pastor ultraconservador.

O líder evangélico Silas Malafaia, um dos responsáveis pela derrota de José Serra em 2012, levou bucha na Câmara Municipal de Curitiba; os vereadores rejeitaram o título de cidadão honorário ao pastor ultraconservador.

Esmael Moraes, no Blog do Esmael

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara de Vereadores de Curitiba rejeitou, nesta terça-feira (30), por seis votos dos 9 membros da comissão, o título de cidadão honorário ao polêmico pastor Silas Malafaia.

A proposta de homenagem partiu da vereadora Carla Pimentel, do Partido Social Cristão (PSC), mas a paternidade do projeto de honraria também era disputada pelo vereador Chico do Uberaba, do PMN (que está ingressando no PSC).

“Soube agora que a Câmara rejeitou o título de cidadão honorário a Malafaia!!! Ótima notícia. Vale a luta dos movimentos sociais!!!! Viva!!!”, comemorou pelo Facebook Elza Campos, presidenta nacional da União Brasileira de Mulheres (UBM).

Nos últimos dias, o Grupo Dignidade, entidade de defesa da causa LGBT, pediu a retirada do projeto da Câmara de Vereadores.

Nesta terça, antes de saber da rejeição ao título para Malafaia, o presidente do Grupo Dignidade, Toni Reis, encaminhou ao legislativo municipal proposta alterando o regimento interno acerca da concessão de honrarias.