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Na Inglaterra, ‘Noé’ tem sessão cancelada por inundação

Fato inusitado aconteceu em um cinema localizado na cidade de Exeter

 Exibição de 'Noé' foi interrompida por inundação em um cinema da Inglaterra (foto:  Divulgação)


Exibição de ‘Noé’ foi interrompida por inundação em um cinema da Inglaterra
(foto: Divulgação)

Publicado em O Dia

Um cinema localizado na cidade de Exeter, na Inglaterra, teve a primeira exibição do filme “Noé” – que traz conto bíblico de um dilúvio que devastaria o mundo e a construção de uma arca para salvar alguns animais e humanos – foi cancelada após ironicamente uma de suas salas ficar inundada.

Segundo o site “Exeter Express & Echo” a causa da inundação foi uma pane no sistema hidráulico do cinema. Alguns internautas brincaram com o fato e o ironizaram nas redes sociais.

O longa “Noé” que foi dirigido por Darren Aronofsky (“Cisne Negro”), é baseado na história bíblica da Arca de Noé, e tem como protagonista o ator Russell Crowe que recebe uma missão divina antes de uma enchente apocalíptica destruir o mundo. A atriz Emma Watson também está no filme.

dica do Ailsom Heringer

Ex-evangélico, muçulmano retrata ‘Jesus histórico’ em livro

Reza Aslan durante festival de livro em Edimburgo, em 2005 (foto: Pascal Saez/Associated Press)

Reza Aslan durante festival de livro em Edimburgo, em 2005 (foto: Pascal Saez/Associated Press)

título original: Crítica: Muçulmano hostilizado retrata ‘Jesus histórico’ com equilíbrio

Reinaldo José Lopes, na Folha de S.Paulo

Havia tantos fragmentos da cruz de Jesus espalhados pelas igrejas medievais que os mais desconfiados brincavam que, se todas as lascas fossem verdadeiras, ele teria sido crucificado em cima de uma floresta inteira.

Se a mesma conta for feita para o papel gasto em livros sobre o personagem histórico por trás do Cristo da fé, a floresta fica do tamanho da Amazônia. Mais um livro nesse filão faz alguma diferença?

Se você for um recém-chegado ao interminável debate sobre o “Jesus histórico”, vale a pena dar uma olhada em “Zealot: The Life and Times of Jesus of Nazareth” (“Zelote: A Vida e a Época de Jesus de Nazaré”), obra do iraniano-americano Reza Aslan que está na lista de mais vendidos nos EUA após a hostilização do autor na rede de TV Fox News.

Em uma entrevista, a apresentadora da Fox insistiu por dez minutos em questionar por que Aslan, um muçulmano, escreveria sobre Jesus. Na verdade, Aslan, que já foi cristão evangélico, consegue resumir com clareza boa parte dos resultados de dois séculos de pesquisa sobre a historicidade do protagonista dos Evangelhos. O livro será lançado no Brasil pela Zahar.

UM JUDEU MARGINALzealot

Aslan mostra que Jesus foi um profeta galileu de carne e osso, que realmente foi crucificado em Jerusalém por volta de 30 d.C. (quase nenhum estudioso sério aceita a ideia de ele era apenas uma figura mítica).

Como dizem os evangelistas, ele de fato teve 12 apóstolos –número provavelmente escolhido para representar a reconstituição das 12 tribos de Israel no final dos tempos.

A partir daí, a argumentação do livro parece ficar mais controversa. Para Aslan, um pregador totalmente desinteressado em relação à política de seu tempo não teria recebido a sentença da crucificação –suplício que os romanos costumavam reservar para quem participava de insurreições contra o Império.

Os “ladrões” crucificados ao lado de Jesus na verdade são designados com o termo grego “lestes”, que também poderia ser traduzido como “guerrilheiro”.

Faz sentido, mas o escritor provavelmente vai longe demais ao sugerir que Jesus flertou com a ideia de uma revolta armada contra Roma.

E um tanto forçada é a cisão radical que ele pinta entre os discípulos originais de Cristo e o apóstolo Paulo, para Aslan o único responsável por transformar o cristianismo nascente em algo mais do que uma seita judaica.

Um ponto que diminui os méritos do livro: não há nenhuma discussão sobre os métodos que os historiadores usam para distinguir história de teologia nos Evangelhos.

Metodologia pode ser chata, mas é essencial para mostrar que especialistas não usam apenas achismo na hora dessas avaliações.

Eu era ‘genial’, mas na Globo virei ‘vendido’, diz Adnet

Adnet caracterizado como Ney Matogrosso no 'Fantástico'

Adnet caracterizado como Ney Matogrosso no ‘Fantástico’

Keila Jimenez, na Folha de S.Paulo

Top tomara que caia de franjas, combinado com botinha branca de salto e faixinha no cabelo. Sim, é dura a vida do humorista. Que o diga Marcelo Adnet assim caracterizado de Ney Matogrosso na sua nova empreitada na Globo.

Hoje, ele estreia no “Fantástico” seu terceiro projeto na emissora, após sofrer uma enxurrada de críticas negativas nos dois primeiros. Adnet fará sátira de videoclipes que fizeram história no dominical.

O quadro trará versões revisitadas de clipes nacionais, com direito a letras à la Adnet, que ganhou fama e elogios na MTV com suas paródias e improvisações.

A contratação do humorista pela Globo, há seis meses, teve “première” no próprio “Fantástico” e criou uma enorme expectativa sobre o menino prodígio do humor, que começou na MTV aos 26 anos e hoje está com 31.

Em abril, estreou na emissora como o protagonista da série “O Dentista Mascarado”, escrita por Alexandre Machado e Fernanda Young (de “Os Normais”). “Uma experiência de passagem”, diz.

“Tenho uma vocação mais autoral, mas achei a experiência boa”, conta. “Faltou as pessoas entenderem que era só o meu começo na Globo. Não sei por que toda essa ansiedade.”

Da primeira experiência, Adnet levou os diretores, José Alvarenga Jr. e Rafael Miranda, que seguem ao seu lado nos projetos seguintes.

A segunda aposta, um quadro sobre a Copa das Confederações no “Fantástico”, também não agradou muito.

“Esse foi uma encomenda do pessoal do programa que eu topei. Não dá para agradar a todos. Nem quero isso. É chato ser unanimidade”, continua. “E quer saber? Não me arrependo de nada não, viu?”

Escolado, o humorista diz que as “pedradas” lhe fizeram bem, e que agora, finalmente, fará algo autoral na nova emissora.

“Claro que tinha muita coisa pesada nas críticas, mas acho que eu não mudei. O que mudou foi o jeito que as pessoas olham para mim”, diz Adnet. “Antes eu era o cara criativo, genial. Agora, na Globo, eu virei um crápula, um vendido [risos]“, afirma.

“Ninguém me impôs nada na emissora, eu que topei fazer os projetos, tive liberdade total para escolher.”

MAMONAS

A nova aposta, a sátira de videoclipes que entra no “Fantástico” hoje, nasceu de uma sugestão do amigo Marcius Melhem, também humorista no canal.

“Essa mistura de humor e música, que os Mamonas [Assassinas] faziam tão bem, não pode ficar enterrada com eles”, diz Adnet, que criará paródias contemporâneas para clássicos de Ney Matogrosso, Elis Regina, Alceu Valença, entre outros.

“A caracterização do artista e a estética do videoclipe serão as mesmas da época, mas vou criar letras atuais com críticas, mensagens políticas, com uma posição sobre as coisas”, comenta. “Não quero humor chapa branca.”

Questionado sobre o enquadramento no “padrão Globo”, mais quadrado que a MTV, Adnet diz que encontrou liberdade total na emissora, mas sabe que a sua responsabilidade hoje aumentou muito em relação à MTV.

Em 2011, no quadro “Casa dos Autistas” (MTV), o comediante fez piadas com portadores da síndrome, e depois foi a público se desculpar.

“Não me enquadrei em nenhuma estética na Globo e não entendo essa mania de buscar: ‘tudo o que o público quer’”, conta ele. “Pode ser que alguns não entendam a piada, mas quero forçar um pouco mais, ir além, trazer um horizonte, sabe?”

Adnet está triste com o rumo tomado por sua ex-emissora. O Grupo Abril devolverá em setembro a marca para o conglomerado americano Viacom, que vai lançar um novo canal com o título, agora na TV paga.

“Não existe nada igual a MTV, mas ela sempre foi meio deixada de lado”, diz. “Há vantagens e desvantagens. A vantagem é que ser pequena permitiu muita experimentação, a desvantagem é ver ela acabar assim. Mas todos que passaram por lá levam uma marca da MTV, e isso fica para sempre com a gente.”

Governo demite funcionário que deixou imprimir cédulas com o nome de Goku

Casa da Moeda colocou em circulação cédulas de cem reais com o nome de Goku seja Louvado

Casa da Moeda colocou em circulação cédulas de cem reais com o nome de Goku seja Louvado

Publicado impagavelmente no G17

O Governo Federal anunciou a demissão do funcionário que permitiu a impressão de 5 mil cédulas, de 100 reais, impressas com frase “Goku seja louvado”. Goku é um personagem fictício protagonista da serie japonesa Dragon Ball.

Além da demissão, o governo determinou a abertura de uma sindicância interna, uma investigação criminal por parte da Polícia Federal, três processos administrativos e mais duas investigações paralelas por parte da Polícia Civil.

O governo disse que as cédulas já estão em circulação, o que torna difícil fazer o recolhimento. Diante disso, o governo enviou uma nota pedindo a população que, ao encontrar uma destas cédulas, que risque o nome de Goku de caneta e escreva ao lado “Deus” ou “Lula”.

Juliana Paes vai defender o candomblé em programa da Globo

(foto: Gabo Morales/Folhapress)

(foto: Gabo Morales/Folhapress)

Publicado no F5

Juliana Paes, 34, é uma das estrelas da Globo que vão dar a cara no programa “Sagrado”.

A atração da emissora pretende retratar a diversidade religiosa do Brasil e mostrar aspectos culturais das religiões que existem no país.

A protagonista de “Gabriela” foi escolhida para falar sobre o candomblé por ter afinidade com a religião.

Também participam, entre outros, o ator Eriberto Leão, 40, tratando do catolicismo, e a atriz Mayana Neiva, 29, discutindo a umbanda.

Haverá ainda programas sobre igrejas protestantes, espiritismo, islamismo, budismo e judaísmo, entre outras.

O programa, que estreia nova temporada na segunda-feira (29), é exibido de segunda a sexta em compactos de dois minutos por volta das 4h45 da manhã e, aos domingos a partir das 5h45, em um compacto apresentado por Ana Maria Braga, 64.