Brasileiro está comprando todos os discos de vinil do mundo

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publicado no Tenho mais Discos que amigos

O jornal nova-iorquino The New York Times publicou esse fim de semana o perfil de um brasileiro que merece ser conhecido:

Zero Freitas, que fez fortuna através da empresa de ônibus da família, tem investido todo o seu dinheiro na compra de discos de vinil – de todos os gêneros e nacionalidades.
O brasileiro estima que sua coleção seja o equivalente hoje a cerca de “vários milhões de álbuns”.

Freitas tem uma extensa operação de compra e catalogação, contratando pessoas de todo o mundo na missão de caçar coleções de discos à venda, além de uma dúzia de estagiários para manter o controle de todos os registros em sua posse. Seu objetivo é digitalizar a maior parte de sua coleção para que nenhuma música em vinil desapareça com o tempo.

O artigo completo sobre o colecionador de discos – e sua gigante contribuição para a preservação da música – pode ser lido aqui.

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Cientistas descobrem como os egípcios moveram pedras gigantes para formar as pirâmides

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publicado no Universo Racionalista

Como já havíamos comentado anteriormente, a hipótese (não científica) dos “Alienígenas no Passado” nunca passou de pseudociência, isto é, através de premissas falhas, manipulação de dados e evidências, os pseudocientistas fundamentavam suas hipóteses (veja aqui e aqui).

Comumente nos deparávamos com alegações absurdas, tais como:

“Naquela época, os seres humanos não tinham ‘tecnologia’ o suficiente para construir pirâmides, e nos hieróglifos, por exemplo, haviam representações de supostos deuses, mas na verdade eram alienígenas, logo a explicação mais lógica é a de que os aliens construiram as pirâmides.”

Mas afinal, como uma civilização antiga, sem a ajuda de tecnologia moderna, conseguiu mover pedras de 2,5 toneladas para compor suas famosas pirâmides?

A pergunta afligia egiptólogos e engenheiros mecânicos há séculos. Mas agora, uma equipe da University of Amsterdam acredita ter descoberto o segredo.

Tudo se resume ao atrito. Os antigos egípcios transportavam sua carga rochosa através das areias do deserto: dezenas de escravos colocavam as pedras em grandes “trenós”, e as transportavam até o local de construção. Na verdade, os trenós eram basicamente grandes superfícies planas com bordas viradas para cima.

Quando você tenta puxar um trenó desses com uma carga de 2,5 toneladas, ele tende a afundar na areia à frente dele, criando uma elevação que precisa ser removida regularmente antes que possa se ​​tornar um obstáculo ainda maior.

A areia molhada, no entanto, não faz isso. Em areia com a quantidade certa de umidade, formam-se pontes capilares – microgotas de água que fazem os grãos de areia se ligarem uns aos outros – o que dobra a rigidez relativa do material. Isso impede que a areia forme elevações na frente do trenó, e reduz pela metade a força necessária para arrastar o trenó. Pela metade.

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De acordo com o estudo:

Os físicos colocaram, em uma bandeja de areia, uma versão de laboratório do trenó egípcio. Eles determinaram tanto a força de tração necessária e a rigidez da areia como uma função da quantidade de água na areia. Para determinar a rigidez, eles usaram um reômetro, que mostra quanta força é necessária para deformar um certo volume de areia.

Os experimentos revelaram que a força de tração exigida diminui proporcionalmente com a rigidez da areia. Um trenó desliza muito mais facilmente sobre a areia firme e úmida do deserto, simplesmente porque a areia não se acumula na frente do trenó, como faz no caso da areia seca.

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Estas experiências servem para confirmar o que os egípcios claramente já sabiam, e o que nós provavelmente já deveríamos saber. Com isso, colocamos um ponto final nas hipóteses pseudocientíficas dos “Alienígenas do Passado”.

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Fotógrafo cria montagens surreais com cachorros abandonados para incentivar adoção

publicado no Catraca Livre

O fotógrafo hungáro Sarolta Bán utilizou o seu talento para incentivar as pessoas a adotarem cachorros abandonados.

No projeto Help Dogs with Images, ele coleta imagens de animais que procuram abrigo ao redor do mundo e cria montagens surreais. As pessoas que adotarem os cachorros recebem cópias das imagens.

As fotos também estão sendo comercializadas e parte da venda é revertida para os abrigos que cuidam dos animais.

Veja a galeria:

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Alckmin usa página “Picolé de Chuchu” para ganhar curtidas no Facebook

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publicado no Virgula

A equipe de mídia sociais da campanha do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, do PSDB, deu um passo em falso na disputa por mais curtidas no Facebook. Usuários da rede social que curtiam a página Picolé de Chuchu – inspirada no apelido nada carinhoso dado por José Simão ao governador – são agora redirecionados para a página oficial do candidato.

A reportagem do Virgula Diversão entrou em contato com o comitê da campanha do tucano. Por telefone, uma assessora de imprensa frisou que o Facebook oficial do candidato não é de responsabilidade da campanha e, sim, do próprio candidato. A assessoria de imprensa do Palácio dos Bandeirantes não soube informar quem administra a página no dia-a-dia. Já a assessoria de imprensa do Facebook afirmou que foi um “erro do sistema”.

Contudo, a página Picolé de Chuchu não consta mais na busca da rede social, e o número de curtidas na página do candidato permanece igual, mesmo sem a correlação.

Nesta quarta-feira (13), especialistas em tecnologia e mídias sociais ouvidos pela reportagem afirmam nunca terem ouvido falar de tal “erro de sistema” ou de páginas mescladas sem a solicitação de administradores.

Se uma página no Facebook usa o nome de um terceiro, o mesmo tem o direito de se apropriar dos seguidores deste endereço em sua página oficial. O problema é que, ao acessar a página, um constrangedor aviso aparecia logo abaixo da foto de Alckmin: “A página Picolé de chuchu foi mesclada com esta página”.

O site ainda mostrava ainda um aviso de “página duplicada”. “Você foi automaticamente redirecionado porque Picolé de chuchu foi associada a esta página.”

A estratégia funcionou, já que o número de curtidas na página de Alckimin cresceu para 352 mil. O lado ruim é que boa parte dos novos seguidores, na verdade, não gostam nem um pouco do político que agora estão “curtindo” no Facebook.
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Cartazes mostram filmes que gostaríamos de ter visto nos cinemas

publicado no Criatives

Você já assistiu algum desenho ou até mesmo uma série, e ficou pensando: Isso poderia ter virado Filme ? É normal isso pelo envolvimento que temos com algumas histórias criadas. Pensando assim também, o publicitário André Cox, criou uma série de posteres de filmes que ele e muitos gostariam de assistir no cinema algum dia.
Um dos que mais me chamou a atenção foi o Doug Funny, O Fantástico Mundo de Bob e claro Chapolin.
E o seu ?

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