Tudo que você sempre quis saber sobre puns e nunca teve coragem de perguntar

assAndFart

publicado no Hypescience

Esqueçam a pena de morte e o aborto: os assuntos escatológicos são, sem dúvida, alguns dos maiores tabus da humanidade. Os cheiros e fluídos que nossos corpos emitem causam asco na maioria das pessoas, o que nos deixa com muitas questões não feitas e, consequentemente, sem resposta.

Hoje estamos aqui para falar de pum e, para entender por que peidamos, você primeiro precisa saber algo sobre o volume de gases produzidos nas nossas entranhas.

Imagine quanto espaço 25 litros de gás ocuparia – aproximadamente um terço do interior de um carro pequeno. Essa é a quantidade de gás que você produz todos os dias em seus intestinos. Por isso, flatulências e arrotos são relativamente comuns.

Grande parte dessa produção de gás é reciclada, por reabsorção e uso dentro do intestino, particularmente pelos quase dois quilos de bactérias que moram no seu cólon. Com efeito, cerca de 22,5 litros são absorvidos pelo intestino, utilizados pelas bactérias intestinais ou expirados através dos pulmões.

Os dois litros e meio que sobram é o que você expele todos os dias – sim, todo mundo faz, não precisa ter vergonha – você está entre amigos aqui. Em média, os homens soltam puns 12 vezes por dia, enquanto as mulheres o fazem sete vezes – em porções de 30 a 120 mililitros. O total é o equivalente a uma bexiga de festa.

O número de vezes que alguém expele esses gases varia de pessoa para pessoa, de acordo com a hora do dia. Mas isso depende em grande parte da sensibilidade do sistema nervoso no seu reto. Se você tem uma maior sensibilidade, talvez por causa de uma condição como a síndrome do intestino irritável, você pode soltar puns com mais frequência.

A maior parte dos gases que seu corpo produz não tem aroma algum. Apesar disso, cerca de 40% da população têm a capacidade de produzir o fedorento gás sulfureto de hidrogênio no lado esquerdo do intestino porque transportam uma bactéria particular.

Peidos fedidos não são de grande importância médica, exceto em alguém com colite, que é uma inflamação do intestino grosso ou cólon. Um surto de colite é frequentemente associado com a produção de gases malcheirosos, então é bom consultar um médico se você tem flatulências fedidas acompanhadas de diarreia ou sangramento.

Uma gravidez prévia, particularmente com as complicações, cirurgias e o envelhecimento podem resultar em alterações nos músculos pélvicos, o que torna difícil de controlar os gases. Isso pode ser socialmente esquisito, especialmente se você é do tipo que tem gases mais mal cheirosos.

O que faz com que você produza mais gases?

Seu organismo produz mais gás após as refeições, especialmente aqueles que contêm grande quantidade de fibras, como cereais, pão e macarrão. Existem ainda muitos outros alimentos, tais como alcachofras, feijão, couve de Bruxelas e berinjela, que também influenciam grandemente o volume e o cheiro dos puns.

Alimentos que contêm enxofre como conservante, como suco de frutas, vinho, carnes processadas e frutas secas também fazem com que você solte mais flatulências. Estes alimentos são utilizados pelas bactérias produtoras de enxofre no seu intestino para formar o gás sulfeto de hidrogênio.

Há, ainda, uma variedade de ingredientes alimentares que também podem aumentar o inchaço abdominal, particularmente aqueles com alto teor de fibras, que fermentam no cólon para produzir gás. Uma delas é a frutose (açúcar contido nas frutas), que leva a uma maior produção de gás porque não temos uma enzima para quebrá-la – maçãs, peras e o seus sucos são especialmente potentes. O mesmo ocorre com frutas com grandes caroços, como pêssegos, que quando não estão completamente maduras têm alto teor de pectina, que também é fermentada no cólon.

Bananas verdes também têm um teor mais elevado de amido e menos açúcar do que os frutos maduros. Este passa para o cólon como um amido resistente, produzindo mais gás com sua interação com as bactérias do intestino. O miolo da laranja também pode ser seu inimigo nesse quesito.

Muitas vezes, à medida que envelhecemos, o funcionamento da glândula pâncreas, que está envolvida na digestão, diminui lentamente e não conseguimos mais lidar com frutas e legumes que antes comíamos sem maiores consequências. O pâncreas produz insulina para controlar os níveis de açúcar no sangue e estas enzimas importantes são obrigadas a digerir a gordura, proteínas e carboidratos.

Especialmente depois de ler tudo isso, é impossível não fugir da conclusão que já passou da hora de aceitarmos que puns são normais para a grande maioria das pessoas. Se você sentir se sentir incomodado, tente prestar mais atenção à sua dieta antes de consultar um médico sobre um potencial problema gastrointestinal. [The Conversation]

 

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Aranhas adoram cheiro de chulé, #apontaestudo

publicado no Vi na Internet

Um estudo científico descobriu um fato inusitado: o cheiro de meias suadas, o popular chulé, é odiado pelos humanos, é adorado por aranhas. A explicação é simples: isso ajuda as aranhas a se alimentar. Os mosquitos são atraídos pelo cheiro dos humanos e se alimentar do nosso sangue, já as aranhas querem devorar os mosquitos, conforme explica esse post do site Live Science.

A descoberta aconteceu por acaso. Os cientistas pesquisavam o comportamento dos mosquitos do gênero Anopheles, transmissor da malária. Por sua vez, a aranha saltadora África Oriental, Evarcha culicivora, prefere se alimentar desses mosquitos. Os cientistas notaram que essas aranhas tendem a ficar mais calmas quando próximas da espécie humana – talvez por saberem que há mosquitos comestíveis por perto.

Os pesquisadores resolveram, então, testar se as aranhas também ficariam atraídas pelos odores humanos. Em um laboratório no Quênia, eles testaram mosquitos e aranhas com uma meia limpa e outra usada por 12 horas. Todas as 109 aranhas testadas preferiram entrar nas câmaras com as meias fedidas. Apesar de assustadora, a experiência pode ajudar no combate à malária.

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São Paulo vai distribuir 2 mil minhocários para compostagem do lixo

Equipamento, dividido em três caixas de plástico, transforma resíduos orgânicos em adubo

publicado no Estadão

A Prefeitura de São Paulo lançou nesta segunda-feira, 16, um projeto para a distribuição de 2 mil composteiras domésticas. Os equipamentos, também conhecidos como minhocários, permitem a transformação de resíduos orgânicos em adubo. O material será oferecido de graça para quem quiser participar.

Trata-se da primeira iniciativa da administração municipal no sentido de reduzir o desperdício de resíduos orgânicos que acabam sendo destinados para aterros sanitários. Esse material é composto por restos alimentares como cascas de frutas, legumes e ovos, borra de café e saquinhos usados de chá.

O equipamento é dividido em três caixas de plástico. Na superior, é colocada a matéria orgânica, sempre coberta com folhas secas ou serragem, para evitar o mau cheiro e a atração de insetos voadores. Na do meio, ficam as minhocas, em meio a terra, onde se formará o húmus. As minhocas ajudam a acelerar o processo de decomposição do material. No último segmento, acumula-se o líquido resultante do processo, que leva cerca de um mês a cada acréscimo de material orgânico. Esse líquido também é rico em nutrientes e serve como fertilizante para as plantas.

De acordo com a Prefeitura, não foram gastos recursos extras para a confecção das composteiras. Elas foram feitas a partir do 0,5% de recursos pagos pela administração municipal para as empresas que fazem a coleta de lixo na cidade. Por contrato, elas devem investir esse valor em campanhas educativas ou relacionadas à preservação ambiental.

Quem quiser se cadastrar para receber uma composteira, deve preencher um formulário no site www.compostasaopaulo.eco.br. A página traz outras informações sobre o manejo do material, além de abrigar uma comunidade de participantes do programa. A composteira pode ser acondicionada em cozinhas, quintais ou áreas de serviço de apartamentos, pois não emitem cheiro.

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Especialistas ensinam teste para saber se tem mau hálito

publicado no Terra

Uma das coisas mais chatas de se ter mau hálito é não perceber que está com ele. Quando a pessoa sabe, o tratamento costuma ser simples e prático. Para evitar esse tipo de situação, existem alguns testes, indicados por especialistas, que podem ser feitos para que a percepção da halitose fique mais fácil.

O fato de algumas pessoas não perceberem o mau cheiro vindo da própria boca se dá por causa da fadiga olfatória. “Pela proximidade da boca com o nariz, as células olfatórias se acostumam com o odor do mau hálito. É como se você entrasse numa residência que as paredes foram pintadas recentemente, você sente o cheiro da tinta, mas, cinco minutos depois, se acostuma e não sente mais”, explica Marcos Moura, cirurgião-dentista e presidente da Associação Brasileira de Halitose (ABHA).

Para o especialista, a melhor forma para a pessoa saber se seu hálito está com alguma alteração estranha é perguntar para um amigo ou parente próximo. “Deixar de lado o constrangimento e fazer a pergunta em diversas horas do dia e em dias alternados é umas das formas mais tranquilas de descobrir se ela tem problemas com o hálito”.

Teste o seu hálito
Se não for possível questionar alguém íntimo sobre o hálito, faça um teste sozinho. Primeiro dê uma lambida no pulso, espere por trinta segundos e cheire-o. Depois, responda sim ou não para as perguntas seguintes:

Você respira pela boca?
Fuma?
Bebe pouco líquido?
Ingere bebida alcoólica mais de duas vezes por semana?
Fica muitas horas em jejum?
Ronca?
Sente a boca seca com frequência?
Nota uma camada esbranquiçada no fundo da língua?
Tem tártaro?
Seu intestino é preso?
Sua gengiva sangra durante a higiene oral?
As pessoas te oferecem balas ou chicletes com frequência?
As pessoas se distanciam para falar com você?
Faz mais de seis meses que não vai ao dentista?
Faz dieta?

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