Ex-vice-presidente do Tinder processa aplicativo por assédio sexual

Whitney Wolfe acusa fundadores do aplicativo de assédio sexual e discriminação alegando ter sido vítima de xingamentos

Whitney-WolfeTinder630

publicado no LINK

Whitney Wolfe, ex-vice-presidente de marketing do popular aplicativo de relacionamento para celulares, o Tinder, abriu um processo na segunda-feira,30, contra sua ex-companhia por assédio sexual e discriminação em um tribunal de Los Angeles, nos Estados Unidos, segundo documentos judiciais.

Whitney afirmou que foi chamada de “puta” pelo chefe de marketing do Tinder, Justin Mateen, em repetidas ocasiões, inclusive diante do executivo-chefe da empresa, Sean Rad, que também a ameaçou de retirar seu título de cofundadora do aplicativo porque sua imagem de mulher jovem desvalorizava a companhia.

No processo, Whitney diz que Mateen e Rad “representam o pior do estereótipo de macho alfa misógino que frequentemente se associa com as startups tecnológicas”.

Mateen e Whitney tiveram uma relação sentimental tumultuada durante vários meses em 2013. Segundo a versão da ex-vice-presidente de marketing, Mateen iniciou uma campanha de assédio e insultos com o fim da relação.

No processo apresentado ao tribunal, os advogados de Whitney relatam um intenso “assédio moral” carregado de insultos de Mateen a Whitney, afirmando que ela tinha problemas com o álcool, era uma “menina má”, “falsa”, “uma perdedora desesperada” e uma “raposa”.

Quando Whitney não aguentou mais e pediu seu desligamento, Rad a despediu, segundo sua versão dos fatos.

Match.com e a IAC, empresas proprietárias do Tinder, também foram incluídas no processo. A ação diz que a imagem de Whitney era usada pela companhia para atrair às mulheres para o aplicativo.

 

Leia Mais

Cientistas criam membranas impressas em 3D que fazem o coração bater para sempre

Dispositivo se utiliza de uma rede similar à teia de aranha, com sensores e eletrodos, para monitorar e manter a atividade cardíaca

publicado no Administradores

Cientistas da Universidade de Illinois e da Universidade de Washington criaram uma forma revolucionária para substituir marcapassos, fazendo corações baterem em um ritmo constante por um período indefinido de tempo.

De acordo com o Independent, o dispositivo se utiliza de uma rede similar à teia de aranha, com sensores e eletrodos, para monitorar a atividade cardíaca e, assim, dar pequenos choques elétricos para manter o coração batendo em um ritmo saudável.

Com o auxílio de uma impressora 3D para criar o protótipo semelhante a uma membrana que se encaixasse no coração de um coelho, o aparelho manteve o órgão funcionando perfeitamente, mesmo fora do corpo.

“Em caso de um evento catastrófico, como um ataque do coração, pode também aplicar uma terapia superefetiva”, disse o engenheiro Igor Efimov, da Universidade de Washington University. “Ela envia estímulos elétricos de diferentes locais no aparelho para impedir arritimias e prevenir mortes cardíacas súbitas”, disse Efimov para a rádio KWMU-1.

Confira o vídeo da membrana em ação:

Leia Mais

Manual de instruções do mundo bizarro

r

publicado no IdeaFixa

“Dream Diary” é o nome desta série malucona ilustrada por um artista chamado Vaka Valo. Ao que parece, a ideia dele é retratar aqueles sonhos bizarros e surreais que passam pelo nosso inconsciente enquanto estamos dormindo.

Quem aí nunca acordou depois de um sonho sem pé nem cabeça e não tinha noção do significado daquilo? Pois bem, talvez você se identifique com alguma dessas obras:

p

q

s

a5

a4

o

n

m

l

k

j

i

h

g

f

e

d

c

b

a

 

Leia Mais

Bandeirinhas aumentam consumo em 3%

Pesquisa revela que só a Inglaterra gastou 1,22 milhões de litros a mais durante a Copa de 2006

publicado no Jornal do Carro

Um estudo realizado pela Universidade Manchester revelou que um automóvel com duas pequenas bandeiras anexadas gasta um litro a mais de combustível quando se desloca a 70 km/h.

Usando como base os carros ingleses que foram ornamentados na época da Copa do Mundo de 2006, a pesquisa também indicou que há um aumento médio de 3% no consumo dos veículos que usavam mais de duas bandeirinhas.

No entanto, o estudo tinha uma reflexão mais ampla. De acordo com a pesquisa, só a Inglaterra, com os carros enfeitados durante a Copa, provocou a queima extra de 1,22 milhões de litros de combustível e elevou a emissão em três milhões de quilos de CO2.

 

Leia Mais

Remédio para artrite faz crescer cabelo – e muito – em homem careca

Em estudo nos Estados Unidos, tratamento reverteu calvície em paciente com alopecia universal

Calvície: o problema atinge cerca de 85% dos homens acima dos 65 anos

publicado na Veja

Pesquisadores da Universidade Yale, nos Estados Unidos, podem ter descoberto um uso off label (isto é, fora da indicação original da bula) para um remédio indicado para artrite reumatoide: um tratamento contra a calvície. Em um estudo publicado online nesta quinta-feira no periódico Journal of Investigative Dermatology, os cientistas mostraram que a droga citrato de tofacitinibe fez crescer fios — e muitos — em um paciente de 25 anos completamente careca.

Trata-se do primeiro caso de tratamento bem sucedido relatado na medicina para alopecia universal, forma extrema da alopecia areata, distúrbio autoimune que promove queda de cabelo. O remédio fez crescer fios não apenas na cabeça do paciente, mas em regiões como sobrancelha, cílio e axila.

“O resultado é exatamente o que a gente esperava”, afirma Brett A. King, professor assistente de dermatologia da Escola de Medicina da Universidade Yale e autor da pesquisa. “Trata-se de um grande passo no tratamento de pessoas com essa doença (alopecia universal). Embora seja apenas um caso, nós prevíamos o sucesso do tratamento com base no que sabíamos sobre a doença e o remédio. Acreditamos que os mesmos resultados se repetirão em outros pacientes, e pretendemos tentar.”

Além de alopecia universal, o paciente tinha psoríase, uma condição autoimune que causa placas avermelhadas na pele. King decidiu tratar as duas enfermidades com citrato de tofacitinibe, um remédio para artrite reumatoide aprovado em 2012 pela Food and Drug Administration (FDA), agência que regula medicamentos nos Estados Unidos — no Brasil, o medicamento aguarda análise na fila de espera da Anvisa.

O citrato de tofacitinibe já havia se mostrado eficiente no combate à psoríase e, em estudo com camundongos, revertido alopecia areata. “Não há boas opções para tratar alopecia universal. O que existia de melhor na ciência parecia ser essa abordagem, e funcionou”, diz King.

​Em oito meses de tratamento, o cabelo do paciente cresceu totalmente, e não houve relatos de efeitos colaterais. Segundo King, a droga parece impedir o sistema imunológico de atacar os folículos capilares, consequentemente estimulando o crescimento dos fios.

Leia Mais