Arquivo da tag: PV

Bar põe ‘Jesus e Maria’ na cama em propaganda

Fernando Moreira, em Page not Found

O bar Chapel, em Auckland (Nova Zelândia), resolveu provocar na comemoração dos seus sete anos de vida noturna. A propaganda, assinada pela agência Ogilvy New Zealand, mostra o que seriam ”Jesus” e “Maria” na cama, depois de uma suposta noite de prazer.

Esta não é a primeira vez que o Chapel usa imagens sagradas. Em outras campanhas polêmica, o restaurante pintou em copos as imagens de Jesus e Maria com pizzas como se fossem halos sobre a cabeça e já imprimiu o cardápio como se fosse uma escritura sagrada.

E tem dado certo. O Chapel vem arregimentando muitos clientes e gozando de fama em Auckland.

Blasfêmia ou achou a ideia interessante?

Sandra Annenberg fala sobre a febre da frase “que deselegante” no programa de Fátima Bernardes

Publicado por Yahoo

Sandra mostra camiseta “Que Deselegante” (Foto: Reprodução)

Sandra Annenberg conversou com Fátima Bernardes na manhã desta segunda-feira (29), durante o programa “Encontro”, sobre o episódio em que sua frase “que deselegante” acabou se tornando famosa na internet. “Me diverti bastante no final das contas, quando a gente lida com humor é muito melhor”, lembrou a jornalista.

“Eu não me dei conta que tinha falado isso. As meninas que trabalham com internet aqui vieram me falar assim que saiu do ar que eu tinha virado o assunto mais comentado nas redes sociais”, disse Sandra, quando Fátima perguntou sobre o momento em que a jornalista percebeu que tinha produzido um “meme”, como são conhecidos esses bordões da internet.

O programa estava lembrando frases que se espalharam pela internet e Sandra foi convidada a participar por causa do “bordão” que disse durante a apresentação do “Jornal Hoje”.

Ela e Evaristo Costa precisaram interromper uma transmissão ao vivo, depois que um homem conseguiu furar a segurança do canal e derrubar a jornalista que apresentava um boletim sobre a saúde do ex-presidente Lula, em frente ao hospital.

Sandra comentou a reação do público, que sempre foi muito respeitoso e abraçou a ideia de uma forma bem humorada. A jornalista disse que costuma ser recebida com um “quanta elegância!”, quando chega aos lugares que frequenta.

Estudo mostra que abelhas distinguem Picasso de Monet

Cientistas da Austrália e do Brasil descobriram que as abelhas possuem uma notável capacidade de distinguir entre diferentes estilos de obras de arte.

Estudo mostrou que abelhas são capazes de identificar o estilo de cada artista

publicado na BBC Brasil

Experimentos realizados conjuntamente pela Universidade Federal de São Carlos, pela Universidade de Queensland e pela Escola de Psicologia da Universidade de Queensland mostraram que abelhas podem diferenciar uma obra impressionista de Monet de uma pintura cubista de Picasso.

A pesquisa visa ainda tirar conclusões sobre como os humanos são capazes de identificar diferenças de cor, forma e luz.

Atrás de uma das pinturas, havia um montante de açúcar. Mas as abelhas eram impedidas de ver ou de sentir o cheiro do alimento.

A experiência foi repetida várias vezes. As obras foram trocadas de lado, sempre com o pote de açúcar acompanhando a mesma pintura.

E as abelhas conseguiram encontrar a comida, identificando as pinturas, já que não podiam sentir o cheiro do alimento.

Elas foram capazes de repetir esse feito até mesmo diante de reproduções em preto e branco das pinturas de Picasso e de Monet.

A pesquisadora Judith Reinhard, do Instituto do Cérebro da Universidade de Queensland, afirma que abelhas possuem uma capacidade altamente desenvolvida de processar informações visuais complexas e são capazes de distinguir paisagens, tipos de flores e rostos humanos.

”Nosso estudo sugere que diferenciar estilos artísticos não é uma função cognitiva exclusiva de humanos e que animais, de insetos a humanos, têm a capacidade de identificar as características visuais de imagens complexas”, disse Reinhard.

 

Quando inteligência é regra, estupidez fica mais interessante

Poucos de nós somos tão inteligentes quanto gostaríamos de ser. Você é mais inteligente que o Joãozinho, mas parece burro ao lado da Mariazinha: a inteligência humana varia.

Lars Leetaru/The New York Times

David Dobbs, no The New York Times

Isso é importante, porque pessoas inteligentes geralmente ganham mais dinheiro, têm melhor saúde, criam filhos mais espertos, sentem-se mais felizes e, para piorar, ainda vivem mais.

Mas de onde vem a inteligência? Como ela é construída? Pesquisadores fizeram um grande esforço para encontrar uma resposta em nossos genes. Com a queda do preço do sequenciamento genético, analisaram os genomas de milhares de pessoas, em busca de variantes genéticas que afetassem claramente a inteligência, encontrando, ao final, o grandioso total de duas variantes.

Uma determina o risco de Alzheimer e afeta o Q.I. apenas no fim da vida; a outra parece criar um cérebro maior, mas aumenta o Q.I. em somente 1,29 ponto.

Talvez outros fatores genéticos estejam em questão: um relatório publicado no ano passado concluiu que muitas centenas de variantes genéticas em conjunto seriam responsáveis por 40 a 50 por cento das diferenças na inteligência entre os 3.500 sujeitos do estudo. Entretanto, os autores não foram capazes de determinar quais genes possuíam efeitos mais significativos. E quando tentaram utilizar os genes para prever diferenças na inteligência, eles foram responsáveis por apenas um por cento das diferenças de Q.I.

“Se é tão difícil encontrar efeitos em um por cento”, afirmou o professor de genética comportamental do King’s College de Londres, Robert Plomin, para a revista New Scientist, “chegamos à conclusão de que o copo está 99 por cento vazio”.

Mas o “copo genético” está realmente vazio, ou simplesmente estamos olhando para a coisa errada? Kevin Mitchell, neurogeneticista do desenvolvimento do Trinity College, em Dublin, acredita na segunda opção. Num ensaio publicado no mês de julho em seu blog Wiring the Brain, Mitchell propôs que, ao invés de pensar na genética da inteligência, devemos começar a imaginar a “genética da estupidez”, conforme diz o título do ensaio. Não devemos mais procurar pelas dinâmicas genéticas que ajudam a construir a inteligência, mas pelas que a destroem.

Continue lendo

Steiff: Urso de pelúcia salva o sonho de uma criança

Carlos Merigo, no B9

É brincando que uma criança aprende a interagir com o mundo, expressar emoções e sociabilizar com outras pessoas, ao mesmo tempo que estimula a inteligência, concentração, atenção, engajamento e a imaginação.

Num universo com uma infinidade de brinquedos, dos clássicos aos high-techs, um bichinho de pelúcia continuará sendo sempre um bom companheiro. Principalmente na hora do sono.

Pensando nisso, a marca alemã Steiff, fabricante de pelúcias desde 1902, mostra em um comercial de fantasia a importância do brinquedo na imaginação dos pequenos.

Com uma produção até assustadora para as crianças, “Don’t be afraid of the dark” traz um urso de pelúcia que protege os sonhos de um garoto. Dê o play no vídeo acima, e não esqueça de assistir em HD.