Quanto maior a escolaridade, maior o consumo de álcool

publicado originalmente no O Globo.

O consumo abusivo de bebida alcoólica (ingestão em uma mesma ocasião de quatro ou cinco doses para mulheres e de cinco ou mais doses para homens) é maior entre pessoas com mais de 12 anos de estudo do que entre os que estudaram até oito anos — 20,1% e 15,9%, respectivamente.
Na população feminina, o índice de consumo abusivo varia de 7,6% entre as que têm até oito anos de estudo a 11,9% entre as mulheres que frequentaram a escola durante 12 anos ou mais.
De acordo com a pasta, ao considerar a população em geral, sem distinção de sexo, a frequência no consumo de bebidas alcoólicas é de 17% e não sofreu variação desde a primeira edição do estudo, em 2006. A proporção entre os homens, em 2011, é quase três vezes maior do que entre as mulheres — 26,2% e 9,1%.
Em relação à idade, a frequência de consumo abusivo de bebida alcoólica é maior entre os jovens de 18 a 24 anos (20,5%). Na população com idade igual ou superior a 65 anos, o índice cai para 4,3%. O percentual de consumo entre homens com idades entre 18 a 24 anos chega a 30,3% e, entre as mulheres na mesma faixa etária, a 11,5%.

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Comerciante permite roubos somente em dias úteis

Aviso colocado pelo comerciante na porta da joalheria (Reprodução/ TV Tem)

Publicado por Yahoo

Cansado de ser assaltado, o comerciante José Valter Maestá, dono de uma joalheria em São Manuel (SP), baixou um “decreto” dirigido aos ladrões e fixou o papel na porta do estabelecimento. “Fica proibido roubar esta loja nos sábados e domingos”, dispõe, no artigo primeiro, após justificar que, nesses dias, não tem “funcionários” para investigar os crimes. Já no segundo artigo, decreta: “Fica permitido roubos e furtos (sic) somente nos dias úteis – de segunda a quinta-feira”. Dono da loja há mais de dez anos, ele explicou que o cartaz é uma forma bem humorada de protesto contra a falta de segurança.

Maestá já perdeu a conta dos roubos e assaltos. Apenas neste ano ocorreram dois, o último durante o fim de semana. O assalto foi gravado pelas câmeras do circuito interno. Dois homens entraram, após cortar o cadeado com um alicate e quebrar a vitrine, e destruíram os mostruários para levar joias e relógios. Eles nem se preocuparam em esconder os rostos. Um deles olhou para a câmera e ainda arrancou o aparelho e levou o monitor do sistema de vigilância.

De acordo com o comerciante, o prejuízo foi de R$ 40 mil. A Polícia só começou a investigar o crime 48 horas depois, segundo ele. “Se viessem antes, talvez tivessem prendido alguém”. Por isso, no decreto, ele estipulou uma quota para os ladrões: “Devido aos grandes prejuízos, os roubos ficarão limitados a um montante de, no máximo, um salário base”. O decreto termina com uma advertência: “Aos ladrões que descumprirem e na improvável hipótese de serem pegos, talvez quem sabe poderão ser punidos pela lei”.

O comerciante justificou os erros de grafia dizendo que facilitaria a leitura pelos criminosos. “Espero que as pessoas leiam e também pressionem o Estado para dar mais segurança a quem precisa”, disse. O delegado do município, José Mário Toniato, afirmou que não houve demora nas investigações e que os suspeitos do crime foram identificados a partir das imagens do assalto. “A prisão deles é uma questão de tempo”. O delegado seccional de Botucatu, Antonio Soares da Costa, disse que São Manuel tem o maior índice de esclarecimento de crimes da região. A Polícia Militar informou que as rondas no final de semana foram intensificadas.

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OMG: Lanche de fast food que há 2 anos não apodrece

Reportagem da EFE publicada no UOL Entretenimento

A fotógrafa nova-iorquina Sally Davies celebrou nesta terça-feira (10) o segundo aniversário de seu projeto “Happy Meal” (Mc Lanche Feliz), que divulga na internet as imagens fotografadas quase diariamente de um hambúrguer comprado em 2010 em uma rede de fast-food e que, apesar da passagem do tempo, se conserva sem problemas.

“Eu demoro a acreditar que se passaram dois anos desde o dia em que o comprei. Eu pareço dois anos mais velha, mas para o hambúrguer o tempo não passa”, explicou a fotógrafa, que iniciou seu experimento fotográfico em 10 de abril de 2010, quando adquiriu o lanche infantil em um estabelecimento da rede McDonald’s.

Desde aquele dia, Davies fotografou repetidamente os componentes do lanche – o hambúrguer, com seu pão, e as batatas fritas – para mostrar a reação dos alimentos à passagem do tempo e comprovar sua opinião de que os produtos não fazem bem para a saúde.

“Continuarei fotografando o hambúrguer até que ele se desintegre, o que pode custar o resto da minha vida natural”, explicou a artista, que constatou como nos 730 dias em que se dedica a fotografar esse exemplo de fast-food muito pouco mudou nos componentes do lanche infantil.

Até agora, a única modificação maior é que o pão secou e se partiu em alguns pedaços, enquanto a carne do hambúrguer, após os primeiros dias, ficou “como uma pedra” e encolheu um pouco, e as batatas fritas têm quase o mesmo aspecto.

Davies defende que os alimentos experimentaram certa desidratação mas não iniciaram nenhum processo de putrefação, o que indica as poucas qualidades nutricionais que pode ter “um alimento que não apodrece nem se corrompe com a passagem do tempo”.

Conhecido como “Happy Meal Project”, o projeto já conta com centenas de fotografias que podem ser vistas no site de Sally e em suas contas no Facebook e no Flickr, onde chegou a ser um fenômeno viral.

Sally iniciou sua carreira artística como pintora há mais de três décadas e suas pinturas apareceram em várias séries de televisão, como a popular “Sex and the City”, e ela adotou a fotografia há mais de 15 anos.

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