Quer contornar a timidez? Conheça a regra dos 3 segundos

Conheça mais pessoas usando essa dica simples

foto: flickr/creative commons
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Ana Freitas, na Galileu

O Life Hacker  deu, essa semana, uma dica muito legal pra quem sofre com a timidez. A timidez é um traço da personalidade como qualquer outra, mas ela acaba tendo implicações que impactam na qualidade da vida social e profissional de quem é tímido. Se apresentar pra alguém em um contexto profissional, por exemplo, ou fazer “networking”, demanda muito mais esforço de uma pessoa tímida – mas ela é cobrada igualmente do meio social, e às vezes passa por antipática.

Se você estiver lutando contra a timidez pra conhecer gente – seja em uma festa ou em um congresso – talvez essa dica funcione pra você. Mesmo se você não for tímido, mas tenha dificuldade de dar o primeiro passo pra conhecer alguém, tente isso:

Quando você ver alguém interessante com quem deseje falar, você tem 3 segundos pra ir até lá e dizer “oi”. Espere mais e você vai ou pensar demais e estragar tudo ou pensar demais e nunca se aproximar. Não sabe o que dizer? Não importa. Qualquer coisa é melhor que nada, porque tira você do status de alguém desconhecido sem nome em um mar de rostos e leva para o status de uma pessoa de verdade, com uma história e que teve a coragem de dizer “oi”. Se for alguém que você sempre quis conhecer, você ao menos poderá começar agradecendo a eles pelo trabalho e dizendo como ele te impactou.

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7 passos para ser mais feliz no trabalho, segundo a ciência

Foto: flickr/eóle wind/ creative commons)
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Rennan A. Julio, na Galileu
Pode até parecer que a rotina já o engoliu e que todos os seus sonhos de universitário foram atropelados pela vida, mas sempre há como mudar a forma com que você encara o serviço. Pesquisas, estudos e livros mostram que somente alguns passos são necessários para uma vida mais tranquila no trabalho. Então veja a lista de dicas que a The Week separou para ser mais feliz com a sua profissão:

1 – Dinheiro não importa tanto assim

Por mais que pareça um pouco utópico e até mesmo inacreditável para a realidade em que nos encontramos, dinheiro não é sinônimo de felicidade. Segundo pesquisas recentes, dos fatores que fazem as pessoas felizes no trabalho, bom salário está entre os últimos.

Para uma pesquisa realizada nos Estados Unidos, China, Japão e Índia pela Mercer, “base salarial” se encontra em sétimo dos 12 principais fatores para ser feliz no emprego. Segundo a Harvard Business Review, “aceitar um trabalho pelo salário” é um arrependimento número um na pesquisa de carreiras. Surpreendente?

2 – Status vale menos do que respeito

Por mais que profissões antigas, que carreguem respaldo da sociedade, possam parecer mais prestigiosas, saiba que mais vale um emprego em que se é respeitado do aquele que impõe respeito.

Segundo essa pesquisa, ser um chefe confiável – ou confiar no seu chefe – vale mais do que um aumento de 30% no salário. Para essa equipe, fazer parte de um grupo de colegas que gosta significa maiores chances de promoção. Para o sociólogo Richard Sennett, escritor do livro ‘How to Findi Fulfilling Work’, respeito faz com que as pessoas se sintam “seres humanos completes, cuja presence realmente significa alguma coisa”.

3 – Fazer a diferença faz diferença

Uma lista com os “trabalhos mais felizes” foi divulgada e nas primeiras colocações pudemos encontrar: bombeiros, professores, fisioterapeutas, psicólogos e muito mais. Em breve conclusão, trabalhos que trazem benefícios sociais tendem a trazer satisfação pessoal.

Para os cientistas Howard Gardner, Mihaly Csikszentmihalyi, e William Damon, pessoas que trabalham para o bem dos outros exibem altas taxas de felicidade no emprego.

4 – Use o que você tem de melhor

Procure usar o seu talento! Segundo esta pesquisa, trabalhar com o que gosta é responsável por grande parte das “emoções felizes” que sentimos. Quando incentivadas a fazerem o que sabem – e amam –, as pessoas são mais produtivas.

5 – Corra atrás do que ama

O clichê ataca novamente: fazer o que ama traz benefícios muito positivos. Para essa pesquisa, os indivíduos entrevistados que trabalhavam com o que amavam se mostraram muito mais satisfeitos, animados e felizes com suas vidas. Em contraponto, demonstraram baixíssimos níveis de ansiedade e depressão.

6 – Seja autonômo

Autonomia é um dos passos mais importantes para um bom emprego. Sentir-se capaz de controlar o seu tempo e suas ações, sem que sejam necessárias ordens, é ideal, como diz o livro ‘How to Find Fulfilling Work’. Viva a liberdade!

7 – Pare de procurar o trabalho perfeito

O trabalho perfeito não existe! Pelo menos não aquele que você sonha antes de dormir… Para o autor de ‘Mindset: The New Psychology of Success’, “o que uma pessoa pode aprender, praticamente todas as pessoas podem aprender”. Com isso, ele defende que a evolução dos nossos talentos seja constante, gerando a abertura de portas novas o tempo inteiro. Assim aumentando as chances de fazer o que gosta e, consequentemente, de ser feliz no que faz.

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Novos labores

futuroMarina Silva

Primeiro de Maio, eu me lembro. No início dos anos 80 ajudei a criar a CUT no Acre, com Chico Mendes, e acompanhei sua grande dificuldade em fazer a maioria dos dirigentes sindicais da época aceitar a luta dos seringueiros em defesa da floresta. Mesmo os que queriam transformar a antiga estrutura, dos tempos de Getúlio Vargas, ainda resistiam às novas lideranças, bandeiras e formas de organização. Mais tarde, o que se renovou também viu chegar a estagnação.

Releio no livro “Psicanálise e Política” (Zahar, 2006), de Ricardo Goldemberg: parece inevitável que, depois da ruptura, o movimento busque a estrutura, esvazie a potência do ato político e reproduza “a fixidez do regime anterior”. Administrar o sucesso e a vitória envolve poder, estrutura, cargos e recursos. Este é, digamos, o capital do trabalho.

Mas tudo muda.

Na civilização em crise, o planeta mostra dramaticamente seus limites. Operários e camponeses convivem com novos labores e variadas formas de contrato e remuneração. Algumas reivindicações antigas transformam-se em direitos consagrados, políticas de Estado ou estrutura das empresas. Agora há demanda por novos direitos. Ao mesmo tempo, multiplicam-se alternativas de inspiração cooperativista, empreendedorismo social, economia criativa. E novas tecnologias estendem o lugar do trabalho do chão da fábrica à nuvem virtual.

Quando um adolescente, na Índia, recebe um pedido pela internet e providencia a entrega de uma pizza em Nova York, estamos, sem dúvida, diante de uma transformação no mundo do trabalho que exige outra igualmente grande na organização e no ideário dos trabalhadores. E não adianta tirar do baú velhas bandeiras ou ensaiar algum neogetulismo para criar novos pais e mães da pátria.

As jornadas de junho do ano passado revelaram uma infinidade de desejos pulsando na sociedade. Depois delas, vimos uma reanimação nos movimentos sindicais em várias categorias profissionais, num esforço para sacudir o marasmo, romper os laços de dependência e recuperar a potência esvaziada.

Há um caminho possível: os novos significados do trabalho ensejam novas utopias. E mais iniciativa. Tememos as demissões que podem vir, por exemplo, numa grave crise energética. Mas quantos empregos podem ser criados com as energias renováveis e programas de eficiência energética? E com o reflorestamento, a gestão das águas, a reciclagem de materiais, enfim, as amplas potencialidades do desenvolvimento sustentável?

O desejo organizado do povo trabalhador pode inaugurar um mundo de saúde e qualidade de vida, educação e ciência, cultura e criatividade. É preciso apontar as antenas para o futuro.

fonte: Folha de S.Paulo

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Um minuto de exercícios por dia é suficiente para melhorar a saúde

foto: ©Stockbyte
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Publicado no Discovery

O sedentarismo é uma das grandes causas de doenças renais, obesidade, diabetes e outras enfermidades, sobretudo cardíacas. Mesmo assim, muitas pessoas não mudam seu estilo de vida para se tornar mais ativas.

Nos Estados Unidos, menos de 4% da população pratica os 150 minutos de exercícios semanais recomendados pela Organização Mundial de Saúde. A maioria alega que não tem tempo para se exercitar, mas agora já não há mais desculpa para não se mexer.

Novos estudos afirmam que os benefícios não dependem necessariamente da intensidade e frequência da atividade, e que um minuto em movimento pode bastar para melhorar a qualidade de vida e perder peso.

Essa é uma das conclusões de uma pesquisa recente realizada por cientistas da Universidade de Utah, Estados Unidos. Durante sete dias, eles usaram um acelerômetro que mediu a intensidade e duração dos movimentos diários realizados por um grupo de 4.500 adultos, de 18 a 64 anos. A equipe chegou à conclusão de que sessões diárias, breves e intensas, poderiam ter o mesmo efeito de exercícios mais moderados e prolongados.

“Quando se trata de manter o peso ideal e melhorar a qualidade de vida, cada movimento conta. A intensidade do exercício é mais importante que sua duração”, afirma Jessie Fan, pesquisadora da Universidade de Utah.

Caminhar de forma vigorosa, usar a bicicleta como meio de transporte, subir e descer escadas, passear com o cachorro, andar enquanto fala ao telefone, correr para pegar um ônibus, ou qualquer outro movimento saudável que aumente a frequência cardíaca beneficia a saúde e queima calorias.

A ideia é aproveitar ao máximo esse minuto de ouro, cujo valor também foi confirmado em um estudo realizado pela Universidade Estadual do Oregon (OSU). Os pesquisadores não encontraram diferenças significativas de pressão arterial e colesterol entre os dois grupos: o primeiro executou atividades físicas intensas e curtas, e o segundo praticou exercícios durante períodos mais longos.

“Temos a ideia de que se não fizermos 30 minutos de atividade física por dia, não adianta. Os resultados de nossos relatórios demonstram o contrário, e é mais realista quanto às possibilidades e ao tempo necessários para obter resultados positivos”, garante Brad Cardinal, co-diretor do Programa de Psicologioa do Esporte e do Exercício da OSU.

Levando em conta os muitos benefícios do exercício, mas também o argumento da falta de tempo, o Instituto de Desempenho Humano de Orlando, Flórida, desenvolveu um circuito de treinamento de alta intensidade de apenas sete minutos.

Isso não desmerece os benefícios de praticar exercícios durante mais tempo do que o mínimo recomendado. No entanto, estudos como esses rebatem a teoria convencional segundo a qual é preciso realizar atividades físicas por um tempo prolongado para melhorar a saúde e queimar calorias.

Como destacou a Dra. Aditi Nerukar, médica no Centro Médico Beth Israel Deaconess de Boston, fazer algo de bom para a saúde, por mais simples que seja, é melhor do que não fazer nada. Para isso, Nerukar sugeriu algumas dicas saudáveis que qualquer pessoa pode seguir em menos de um minuto.

foto: ©mikebaird/Creative Commons
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Quem faz sexo regularmente parece ser mais jovem, diz especialista

Vida sexual ativa traz vantagens para saúde, que são ainda maiores na terceira idade, revela pesquisador britânico

Casal na cama: pesquisa indica que sexo regular faz bem para saúde
Casal na cama: pesquisa indica que sexo regular faz bem para saúde

Publicado originalmente em O Globo

RIO – Ter uma vida sexual saudável é um dos segredos para manter uma aparência mais jovem, diz David Weeks, ex-chefe de psicologia da terceira idade do Royal Edinburgh Hospital, no Reino Unido. De acordo com ele, fazer sexo causa uma série de benefícios para saúde, que são ainda mais importantes para os que estão em idade mais avançada, como a redução do risco de morte prematura.

Em palestra na Sociedade Britânica de Psicologia nesta sexta-feira, Weeks vai mostrar os resultados de sua pesquisa. Analisando voluntários com idade entre 40 e 50 anos, os que pareciam ser mais jovens disseram ter uma vida sexual ativa: praticavam sexo três vezes por semana.

Além de deixar as pessoas com aparência entre cinco e sete anos mais nova, fazer sexo provoca a liberação de endorfina, que causa uma sensação de prazer, age como um analgésico natural, reduz a ansiedade e melhora o sono. A atividade sexual aumenta a circulação, fazendo bem para o coração, e estimula a produção de hormônios que deixam a pele mais elástica.

Para o especialista, a satisfação sexual está entre os maiores fatores para a qualidade de vida. Por causa de tantos benefícios, Weeks afirma que praticar sexo é bom e deveria ser mais incentivado. “A sexualidade não deve ser vista como prerrogativa de jovens”, afirmou ao jornal britânco “Telegraph”.

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