Casa arrumada dá mais prazer que sexo, diz pesquisa

Pesquisa mostra que 36% dos entrevistados acham que casa limpa é o maior prazer, contra 18% que votaram em sexo

A bagunça é mais irritante que ficar preso no trânsito e ter de ouvir música de espera telefônica (foto: Getty Images)
A bagunça é mais irritante que ficar preso no trânsito e ter de ouvir música de espera telefônica (foto: Getty Images)

Publicado no Terra

Responda rápido: você prefere ter a casa limpa e arrumada ou sexo? De acordo com uma pesquisa encomendada pela fabricante de eletrodomésticos Beko, a escolha dos britânicos é o lar em ordem. Os dados são do jornal Daily Mail.

O levantamento apontou que 36% das pessoas entrevistadas disseram que casa arrumada é o maior prazer, em comparação com 34% que escolheram feriado, 18% sexo e 11% uma boa noite fora. Fora isso, constatou-se que bagunça é mais irritante que ficar preso no trânsito e ter de ouvir música de espera telefônica.

Mas enquanto toda a família desfruta da limpeza, o trabalho duro é principalmente das mulheres. Elas gastam, em média, seis horas a mais por semana com afazeres domésticos que os homens. São 17 horas por semana, mais de dois dias completos de trabalho. Como resultado, elas têm 23 horas de tempo livre por semana, oito horas a menos que os parceiros.

dica do Sidnei Carvalho de Souza

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Prostitutas vítimas de perseguição na ditadura reivindicam anistia

Profissionais do sexo querem direito à reparação econômica

Evandro Éboli, em O Globo

BRASÍLIA – Lourdes Barreto se prostituiu por 53 anos. Hoje, com 71, e uma das principais líderes do movimento da categoria no país, preside o Grupo de Mulheres Prostitutas do Pará e tem muitas histórias de confronto com a ditadura militar. Foi presa várias vezes, apanhou e liderou movimento pela reabertura da zona do meretrício em Belém, fechada pelos militares em 1971. O local foi invadido e lacrado por agentes da Marinha, da Aeronáutica e da Polícia Federal. Dependiam do local cerca de duas mil profissionais.

— Quem estava dentro não saía, quem estava fora não entrava. Foi uma guerra — lembra.

A repressão às prostitutas e a outros profissionais do sexo não partia só das Forças Armadas. As polícias Civil, principalmente, e a Militar também agiam. Mesmo sem envolvimento ou militância política, há profissionais do sexo que reivindicarão na Comissão de Anistia o direito à reparação econômica e anistia do Estado por perseguição, que se dava por questões morais, de costume e sexual. O primeiro caso de pedido na comissão será da travesti Safira Bengell, que trabalhava em casa de shows no Rio. Ela diz que foi perseguida, presa e torturada.

— Afetaram a minha integridade. Fui presa várias vezes e me jogavam água gelada somente pelo fato de eu me vestir de mulher. Quando estávamos na cela, muitas se cortavam com giletes para serem soltas depois de irem para o hospital serem medicadas — contou Safira Bengell.

— Tínhamos que fazer sexo com os carcereiros e policiais para recebermos um pouco de água — disse Safira, cujo nome de batismo é João Alberto Souza. Ela ainda faz shows transformistas no Piauí.

‘Termo de vadiagem’ embasava prisões

A ação dos militares contra as prostitutas foi contínua nos anos de chumbo. Uma repressão não só dos militares, mas de outros setores, como a Polícia Civil, que aplicava o “termo de vadiagem” para prender essas profissionais. Nanci Feijó, coordenadora da Associação Pernambucana de Profissionais do Sexo (APPS), se lembra desse período. Com 54 anos, ela começou na profissão aos 16, em 1975.

— Éramos presas por vadiagem. Ia para a delegacia fazer faxina, levar palmatória e até lavar defunto. Levei muita carreira (violência policial). Nem todas suportaram. Algumas morreram. Era uma época de comissário e de radiopatrulha. Todo mundo tinha medo da rua. Naquela época, não tinha como pedir socorro, como tem hoje — disse Nanci.

Lourdes Barreto se lembra bem das prisões em Belém. As prostitutas podiam sair para programas nas ruas a partir das duas horas da madrugada. Mas só em locais específicos. Às vezes, saíam com escolta, dada a proximidade de cafetões e cafetinas com policiais.

— Nem era só isso. Não podíamos sair às ruas, ir ao salão de beleza ou comprar roupas. No comércio, não nos aceitavam. E, quando aceitavam, cobravam os olhos da cara.

Para reabrir a zona de Belém, a líder prostituta do Pará organizou a ida de uma comitiva a Brasília — com apoio de um padre, de leigos e de advogados — e obteve um mandado de segurança que assegurou a reabertura. Lourdes participou de atos e passeatas contra a perseguição.

— Como eu ia à frente, levei muita porrada.

Ela acrescentou que eram obrigadas a ficar confinadas no cabaré:

— Não podia colocar a cabeça na janela. O camburão passava e levava todo mundo.

Mas não será fácil para prostitutas e travestis convencerem a Comissão de Anistia de que a repressão da qual foram vítimas tem relação com perseguição política. Para a vice-presidente da comissão, Sueli Bellato, a situação é semelhante à dos indígenas, moradores de rua e outros grupos vulneráveis atingidos no período militar:

— O imprescindível para a Comissão de Anistia é o reconhecimento da perseguição política. Os indígenas que foram arrancados de suas terras por causa dos projetos de ampliação de rodovias e construção de barragens são vítimas do regime militar e tiveram prejuízos culturais e econômicos? Sim, mas são perseguidos políticos? Provavelmente, não — disse Sueli.

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Os benefícios do sexo

macho-ou-femeaPublicado no Novo Mundo Radiológico

1. Ter relações sexuais alivia dores de cabeça. Cada vez que você faz amor, libera a tensão das veias do cérebro.

2. Um grande número de relações sexuais pode limpar o nariz entupido. Sexo é um anti-histamínico natural. Ele ajuda a combater asma e alergias de primavera.

3. Fazer amor é um tratamento de beleza espetacular. Os cientistas descobriram que quando uma mulher faz sexo, produz grandes quantidades de estrógeno que dá brilho e maciez ao cabelo.

4. O sexo é um dos esportes mais seguros. Fazer amor quase todos os tons e fortalece os músculos do corpo feminino e masculino. É mais agradável do que nadar 20 voltas na piscina e não precisam de tênis especiais!

5. Fazer amor devagar, suave e relaxadamente reduz as chances de sofrer dermatites, erupções na pele e acne. O suor produzido limpa os poros e faz sua pele brilhar.

6. Fazer amor pode queimar todas as calorias que você acumulou nesse jantar romântico antes de dormir.

7. Sexo é um santo remédio para a depressão. Ele libera endorfina na corrente sanguínea, criando um estado de euforia e deixando mulheres e homens com um sentido de ser único.

8. O sexo é o tranquilizante e relaxante muscular mais seguro do mundo. É mil vezes mais eficaz do que o Valium.

9. Quanto mais sexo melhor, pois um corpo sexualmente ativo libera bem mais feromônio. Este perfume natural das glândulas do nosso corpo é imperceptível ao nosso nariz, mas que excita bastante as mulheres!

10. Beijar todos dias mantém você mais tempo longe do dentista. A arte de Beijar faz com que a saliva limpe os dentes e diminui a quantidade de ácido que causa a cárie, impedindo possíveis problemas bucais, sem contar que mantém o hálito sempre renovado!

dica do Ailsom Heringer

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No fundo, evangélicos são fanáticos sexuais, diz Gregório Duvivier

Publicado na Folha de S.Paulo

O colunista da Folha Gregório Duvivier fala sobre o sexo entre evangélicos. “Eu acho que tudo é sexo, religião é sexo, é erótico. E a proibição do sexo banal gera um sexo espetacular”, afirma.

Duvivier faz parte do grupo de humor “Porta dos Fundos” criticado pelo deputado Marco Feliciano (PSC-SP) após publicar um vídeo, disponível no YouTube, em que faz piada com um médico que vê a figura de Jesus Cristo na vagina de uma mulher durante exame ginecológico.

“Ele disse que ia processar a gente, até agora não processou”, afirma. “No fundo, ele gosta.”

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Estudo comprova que fazer sexo mais de quatro vezes por semana melhora vida profissional

Pessoas sexualmente ativas ganham 5% a mais do que as que não tem relação regulamente

 Falta de sexo pode causar ansiedade social e até depressão (foto: Thinkstock)
Falta de sexo pode causar ansiedade social e até depressão (foto: Thinkstock)

Publicado originalmente no R7

Um estudo realizado no Reino Unido com 7.500 pessoas com idade entre 26 e 50 anos revelou que pessoas que fazem sexo pelo menos quatro vezes por semana ganham 5% a mais do que aquelas que não têm uma vida sexualmente ativa. A pesquisa também apontou que falta de relação sexual pode causar ansiedade e depressão. As informações são do jornal Daily Mail desta sexta-feira (16).

Coordenado pelo professor Nick Drydakis, da Anglia Ruskin University, o estudo mostrou que a falta de sexo pode afetar a vida profissional. Segundo ele, as pessoas precisam satisfazer suas necessidades básicas para ter sucesso na vida: comer, beber, dormir e ter relações sexuais.

— As pessoas precisam amar e serem amadas e isso inclui o sexo. Na ausência destes elementos, muitas pessoas se tornam suscetíveis à solidão gerando problemas de comportamento que podem influenciar no ambiente de trabalho.

Em relação ao salário, a teoria da pesquisa é que profissionais com salários mais altos são capazes de comprar presentes ao parceiro e isso pode ser recompensado com o sexo. Outra hipótese é que a renda permite que as pessoas tenham mais vida social.

—  A atividade sexual é um aspecto fundamental para a saúde pessoal e o bem-estar social, influenciando pessoas em todo o ciclo de vida.

O estudo, que contou com a participação de casais heterossexuais e homossexuais, questionou temas como saúde, atividade sexual, situação de emprego e salário.

dica do Sidnei Carvalho de Souza

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