Arquivo da tag: Que Sexo

Estudo conclui que sexo ajuda a combater enxaqueca

foto: Thinkstock

foto: Thinkstock

Publicado por DeutscheWelle [via UOL]

Os homens parecem já ter descoberto o método, mas as mulheres também podem se beneficiar dele. Estudo sugere que sexo ajuda a aliviar as crises de enxaqueca, mas também pode combater dores de cabeça pontuais.

Há quem diga que dor de cabeça não combina com sexo e que, durante crises de enxaqueca, tudo o que se quer é ficar distante de outra pessoa. Mas um estudo publicado por pesquisadores do departamento de neurologia da Universidade de Münster, na Alemanha, mostra exatamente o contrário: o sexo pode ajudar a aliviar o problema. A pesquisa, assinada por Anke Hambach, foi publicada na última edição da revista Cephalalgia, da International Headache Society.

A equipe de cientistas distribuiu questionários a 800 pacientes que fazem tratamento contra enxaqueca e outros 200 que procuraram ajuda médica para tratar de dores de cabeça pontuais. Desse total, 402 devolveram o formulário preenchido aos pesquisadores.

As respostas revelaram que um em cada três pacientes havia tido uma experiência sexual durante crises de dor de cabeça. O sexo trouxe mais benefícios nos casos de crises de enxaqueca. “A relação entre atividade sexual e dor de cabeça se dá de formas diferentes. O sexo pode desencadear o problema, alterar os sintomas já existentes, mas também pode acabar com eles”, diz a pesquisa.

Os números deixam essa situação clara. Quem sofre ataques agudos de cefaleia encontrou menos benefício no sexo. Apenas um terço dos entrevistados teve qualquer tipo de experiência sexual e, destes, só 37% relataram algum alívio. O professor Stefan Evers, que acompanhou o desenvolvimento da pesquisa, acredita que o quadro está ligado à intensidade dos ataques de dor.

Enxaqueca

Quando o problema é enxaqueca, que geralmente persiste por mais tempo, os números apontaram resultados bem mais animadores no uso dessa terapia pouco ortodoxa. Entre os entrevistados, 60% revelaram um alívio da enxaqueca depois do sexo, e apenas 33% alegaram sentir mais dor.

A explicação apresentada pelos pesquisadores é simples: sexo pode desviar o foco da dor e, além disso, libera endorfina. A pesquisa mostra que o alivio foi sentido por 43% dos pacientes imediatamente após o orgasmo ou no momento de maior excitação. Para 17%, o poder analgésico do sexo foi experimentado exatamente no momento do orgasmo.

Embora a pesquisa seja recente, os questionários mostraram que muitos homens já conheciam o benefício e 36,4% já haviam usado sexo como forma terapêutica para aliviar a dor de cabeça. As mulheres ficaram atrás: apenas 13,7% disseram já ter usado o sexo como recurso. Os homens também apontaram o método natural como mais eficaz: para 73,3% dos entrevistados, funciona. Entre as mulheres, 58% sentiram menos dor após o sexo.

Além da vantagem comprovada pela ciência, os pesquisadores descobriram ainda que não importa a posição ou o tipo de sexo, ou se ele é feito sozinho ou acompanhado. A pesquisa afirma que o benefício é o mesmo.

Sexo pode estimular parte do cérebro responsável por inteligência

Sexo frequente não só reduz o estresse, mas aumenta o poder do cérebro Foto: Mônica Imbuzeiro / Agência O Globo

Sexo frequente não só reduz o estresse, mas aumenta o poder do cérebro Foto: Mônica Imbuzeiro / Agência O Globo

Publicado originalmente no Extra

O sexo pode estar diretamente ligado à inteligência. Pesquisadores descobriram que as áreas do cérebro responsáveis pelo estado de alerta funcionam melhor em casais que têm uma vida sexual ativa e que começaram novos relacionamentos há pouco tempo.

Cientistas da Universidade de Paiva, na Itália, examinaram o sangue de três diferentes grupos: aqueles que se apaixonaram recentemente; aqueles que estão em relacionamentos de longo prazo; e solteiros. O primeiro grupo apresentou níveis significativamente elevados de crescimento do nervo nas áreas do cérebro que monitoram o bem-estar mental. Já os casais que estão juntos há muito tempo tiveram nível menor de desenvolvimento, sugerindo benefícios óbvios para a saúde no início do amor. Os resultaram sugerem que o sexo frequente não só reduz o estresse, mas aumenta o poder do cérebro.

Um outro estudo, da Universidade de Princeton, nos Estados Unidos, sugere que o sexo estimula o crescimento de células cerebrais no hipocampo, parte da memória responsável pela memória e pelo aprendizado. Segundo os pesquisadores, fatores como estresse e depressão ajudam no encolhimento do hipocampo. O sexo, no entanto, pode contrariar esse efeito.

“Os níveis do hormônio ocitocina aumentam cerca de 500 por cento durante o sexo, fazendo com que nos sintamos relaxados, e melhorando o sono”, afirmou ao tabloide britânico Daily Mail a especialista em relacionamento Tracey Cox.

Cientistas revelam que sexo queima apenas 21 calorias

Publicado originalmente no UOL

Segundo os estudiosos, só é possível perder 21 calorias na hora H porque os casais gastam, em média, 6 minutos durante a atividade

Segundo os estudiosos, só é possível perder 21 calorias na hora H porque os casais gastam, em média, 6 minutos durante a atividade

A ideia de queimar 300 calorias durante o sexo foi difundida pelos que arranjam qualquer desculpa para faltar na academia. No entanto, um artigo publicado no New England Journal of Medicine revela que isso não passa de um mito, bem como outros fatos e recomendações que são divulgados e seguidos por quem deseja emagrecer.

Segundo os estudiosos, só é possível perder 21 calorias na hora H porque os casais gastam, em média, 6 minutos durante a atividade. Em entrevista a NBC, David Allison, da Universidade do Alabama, em Birmingham, que participou do estudo, afirmou que a única pesquisa que chegou perto de medir as calorias queimadas durante o sexo foi realizada em 1984 com apenas 10 homens, ou seja, uma amostra pouco representativa.

Outros mitos também foram refutados pelo artigo. Um deles é das aulas de educação física na escola ajudarem a prevenir a obesidade infantil. O estudo revela que não existe nenhuma evidência comprovativa de que essa disciplina contribua para reduzir o IMC (Índice de Massa Corpórea) ou a obesidade à medida que as crianças crescem.

Os cientistas também declaram que o fato de definir metas realistas para perder peso não ajuda a evitar a frustração e fracasso, como dito anteriormente em sites e livros para emagrecer. Além desse tipo de meta não interferir no emagrecimento, vários estudos indicam o oposto, ou seja, fixar uma meta de peso ambiciosa ajuda a eliminar os quilinhos a mais.

Até mesmo recomendações da OMS (Organização Mundial de Saúde) foram contestadas pelos cientistas. A organização afirma que bebês amamentados são menos propensos a se tornarem obesos. Mas, de acordo com o estudo clínico realizado com 13 mil crianças durante seis anos, nenhuma evidência foi encontrada de que esse tipo de alimentação na infância previne a obesidade.

Outro fato muito preconizado, e considerado mito pelos estudiosos, é de que pequenas mudanças no dia a dia, como comer um pouco menos ou se exercitar mais, leva a uma perda significativa de peso em um longo período. Segundo o artigo, as alegações de que queimar 100 calorias por dia resultaria em 50 quilos perdidos em alguns anos, é irreal. “O que ele não leva em conta é que, quando eu perco peso, fico menor e preciso de menos energia para me deslocar “, afirma Allison, que destaca ainda que o máximo de peso perdido nessa situação seria de 10 quilos.

O relatório também desmitifica que disposição é um fator chave para a manter a dieta, já que segundo evidências, isso não basta para ter bons resultados. Outro mito desvendado é o de que pessoas que perdem muito peso de forma rápida voltam a engordar novamente. Segundo os cientistas, esse tipo de emagrecimento ajuda a pessoa a manter o peso alcançado a longo prazo.

No entanto, o estudo tem sido alvo de críticas. Em entrevista à NBC, Marion Nestle, da Universidade de Nova York, questionou o fato dos pesquisadores terem vínculos com várias empresas. “Para eles as únicas coisas que funcionam são drogas, cirurgias bariátricas e substitutos de refeição, todos fabricados por companhias que eles têm vínculos”, observa.

Sexo e álcool fazem você mais feliz do que crianças e religião

publicado no Metamorfose Digital

Entre um de tantos estudos que proliferam com o fim de indicar as preferências do ser humano ou medir questões culturais e qualitativas, geralmente subjetivas, pesquisadores da Universidade de Canterbury, na Nova Zelândia, compilaram uma lista, resultante de uma coleta de mensagens de texto, para construir um mapa de atividades que as pessoas rotineiramente indicam por trazer mais ou menos felicidade para as suas vidas diárias.

Ainda que dificilmente todas estas pesquisas de opinião possam ser usadas como referência para descobrir os segredos da psique humana, os resultados mostram que o sexo é a atividade preferida por muitos em diferentes aspectos. Beber álcool e festar ficaram com o segundo lugar na escala desenvolvida por Carsten Grimm desta universidade neozelandesa.

As 10 atividades que mais felicidade proporcionam são:

  1. Sexo
  2. Consumo de álcool
  3. Trabalho voluntário
  4. Meditação/Religião
  5. Cuidar das crianças
  6. Escutar música
  7. Socializar
  8. Hobbies
  9. Fazer compras
  10. Jogar

Kit de pintura corporal para casais permite criar quadros ao fazer sexo

Cliente pode escolher a tonalidade da tinta na qual irá cobrir o amado ou amada (Foto: Divulgação)

Publicado originalmente em G1

O projeto “Love is Art” (Amor é arte) foi concebido pelo sul-africano Jeremy Brown, que faz as chamadas “pinturas íntimas”, ao recrutar casais e pedir para que façam sexo cobertos de tinta, em cima de uma tela, produzindo quadros abstratos. Agora, o site de Jeremy começou a vender um kit para que os apaixonados possam criar seus “quadros de amor” em casa.

O kit vem com uma tela, chinelos descartáveis, um plástico protetor e uma lata de tinta corporal, na cor de preferência do cliente. As instruções são bem simples: basta cobrir os dois com a tintura e transar em cima da tela para produzir o quadro. Os chinelos são para o caminho até o chuveiro.

Para comprar o kit, basta acessar o site do artista, e escolher as cores desejadas, que custam a partir de R$ 120.