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Mulher que tem apenas 6 meses de vida ganha casamento de princesa

História de Jen Bulik, que tem câncer de pulmão, causa comoção nas redes sociais

 Jen Bulik, que tem apenas seis meses, vida e realiza sonho: casar com o namorado (foto:  Reprodução Internet)


Jen Bulik, que tem apenas seis meses, vida e realiza sonho: casar com o namorado
(foto: Reprodução Internet)

Publicado em O Dia e Extra

Estados Unidos – A americana Jen Bulik, de 35 anos, sofre de câncer de pulmão e, por conta da doença, tem apenas seis meses de vida. No fim de semana passado, ela realizou um sonho: casar com o namorado, Jeff Lang.

Juntos há seis anos, Jen e Jeff receberam família e amigos em uma cerimônia realizada em San Jose, Califórnia, nos Estados Unidos. A ideia inicial era fazer uma festa simples, mas a cerimonialista Erica Ota ficou sabendo da história de Jen e resolveu ajudá-la a ter um casamento de princesa. O caso causou comoção nas redes sociais.

Antes de trabalhar na organização de casamentos, Erica foi assistente social em um hospital. Para ela, ajudar na preparação do casamento de Jen foi uma espécie de homenagem a todos os pacientes que perdeu para o câncer. Erica contou a história do casal e conseguiu o apoio de fornecedores. As doações chegaram a cerca de 52 mil dólares.

Ela se casou com Jeff após seis anos de relacionamento (foto: Reprodução / Facebook)

Ela se casou com Jeff após seis anos de relacionamento (foto: Reprodução / Facebook)

Os noivos celebraram a união (foto: Reprodução / Facebook)

Os noivos celebraram a união (foto: Reprodução / Facebook)

Recém-casados! Foto: Reprodução / Facebook

Recém-casados! Foto: Reprodução / Facebook

Jen estava linda no dia do casamento (foto: Reprodução / Facebook)

Jen estava linda no dia do casamento (foto: Reprodução / Facebook)

Noiva autêntica

Por conta da quimioterapia, Jen perdeu os cabelos. A noiva, no entanto, não quis esconder a careca ao subir ao altar. “Eu ia usar uma peruca. Mas eu pensei melhor nisso, e não queria me sentir inautêntica quando olhasse para essas fotos. Queria ser totalmente eu”, afirmou.

Finalmente casados, Jen Bulik e Jeff Lang vão continuar lutando para deixar a doença menos difícil. “Câncer não é fácil. É demorado levantar de manhã. Eu acho que o importante é encontrar a fonte de esperança dentro de si mesmo e a coragem para seguir em frente”, garantiu Jen.

Ouça a canção que os amigos de Jen prepararam no dia do casamento.

Hospital usa fórmulas de super-heróis na luta contra o câncer infantil

Por Carlos Merigo, no Brainstorm9

A.C. Camargo cria unidade especial para crianças com personagens da DC Comics

Diversos hospitais mundo afora optam por criar ambientes coloridos e artísticos que contribuam com a recuperação dos pacientes infantis, estimulando a imaginação das crianças no lugar do confinamento em espaços frios e intimidantes.

Hospital A.C. Camargo, em sua unidade dedicada ao câncer, recorreu ao universo dos super-heróis para mudar a percepção negativa que as crianças tem do tratamento.

Equipamentos e medicamentos ganharam uma nova roupagem, utilizando elementos dos personagens da DC Comics. Os soros de quimioterapia são exibidos para as crianças como super-fórmulas, em corredores chamados de Hall da Justiça, e histórias em quadrinhos que explicam a doença e motivam na luta contra os vilões.

A criação é da JWT Brasil.super1.jpg.pagespeed.ce.ZPEEEtxXjJ super2.jpg.pagespeed.ce.IDI4qFIGj4

Inglesa com câncer terminal se cura após gastar todas as economias em viagem de despedida

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Lisa com segura o cachorro da família na foto com seu marido e filhas Foto: Reprodução / site “Daily Mail”

Publicado por Extra

Uma inglesa considerada doente terminal devido a um câncer no pulmão se curou após gastar todas as suas economias para criar memórias com a família, de acordo com o site “Daily Mail”.

Lisa Russel, de 37 anos, já havia planejado o seu funeral e até mesmo escrito cartas se despedindo de suas filhas Chloe e Geórgia. Ela e o seu marido, Anthony, decidiram então dar para as meninas o melhor ano da vida delas. Eles então pegaram sua poupança e gastaram em viagens.

Lisa queria deixar memórias boas para as filhas Chloe e Geórgia Foto: Reprodução / Site "Daily Mail"

Lisa queria deixar memórias boas para as filhas Chloe e Geórgia Foto: Reprodução / Site “Daily Mail”

— Eu era muito nova quando perdi minha mãe. Foi horrível imaginar que elas pudessem crescer sem mim. Poder dizer a elas que eu não ia a ligar nenhum foi o melhor momento da minha vida — contou.

Lisa lembra que fumava dez cigarros por dia e começou a tossir muito. Em 2009, ela resolveu visitar um médico e foi diagnosticada com câncer de pulmão.

Antes e depois: Lisa quando precisou raspar o cabelo para o tratamento de quimioterapia Foto: Reprodução / Site "Daily Mail"

Antes e depois: Lisa quando precisou raspar o cabelo para o tratamento de quimioterapia Foto: Reprodução / Site “Daily Mail”

Na época, os médicos disseram que seu câncer não tinha como operar, mas que o tratamento com quimioterapia lhe daria mais 18 meses de vida com a família:

— Eu não queria que a história se repetisse, então eu prometi criar tantas memórias maravilhosas para minhas filhas quanto fosse possível.

Lisa e Anthony organizaram até um casamento. Foto: Reprodução / Site "Daily Mail"

Lisa e Anthony organizaram até um casamento. Foto: Reprodução / Site “Daily Mail”

Ela gastou mais de R$ 65.000,00 em viagens para Lanzarote, Bulgária e Turquia, além de organizar um casamento com o marido para que as filhas assistissem.

— Era impossível esquecer o câncer, mas ver as meninas se jogar no mar e brincar na praia foi fantástico — lembrou.

A família durante uma das viagens Foto: Reprodução / Site "Daily Mail"

A família durante uma das viagens Foto: Reprodução / Site “Daily Mail”

Na volta para casa depois da viagem, já haviam passado os 18 meses de vida estipulados pelos médicos. Lisa continuou fazendo check-ups a cada três meses, sem mudar a perspectiva.

Lisa brinca com as filhas em uma das viagens Foto: Reprodução / SIte "Daily Mail"

Lisa brinca com as filhas em uma das viagens Foto: Reprodução / SIte “Daily Mail”

De repente, em abril de 2012, tudo mudou. Três anos após o diagnóstico original, ela fez mais uma biópsia de rotina e recebeu a notícia que o tumor tinha encolhido tanto que os médicos não conseguiam mais encontrá-lo.

— Eu não podia acreditar. Comecei a rir. Me sinto tão sortuda.

Marido raspa o cabelo para dar apoio a esposa com câncer

Casal após raspar o cabelo. (Foto: Reprodução/Imgur)

publicado no Yahoo!

Após receber o diagnóstico de que a mulher grávida estava com câncer, o usuário “slamhead” da rede social Reddit não mediu esforços para apoiar o tratamento da esposa.

Antes de raspar tudo, o rapaz fez um coração na cabeça. (Foto: Reprodução/Imgur)

Com a quimioterapia em andamento, os cabelos dela começaram a cair na último dia 20 de novembro. No dia de Ação de Graças (comemorado dia 22 de novembro nos Estados Unidos) o casal improvisou um salão e após o jantar cortaram o cabelo um do outro. As fotos foram postadas na rede social.

Para apoiar o tratamento da esposa com câncer, marido raspa a cabeça. (Foto: Reprodução/Imgur)

A ação despertou a comoção de muita gente e recebeu mais de mil comentários. “Eu não consigo imaginar passar por quimioterapia se estivesse grávida. Isto põe as coisas em perspectiva para mim. Por favor diga à sua esposa que mesmo que eu seja uma pessoa aleatória na Internet, ela é uma verdadeira inspiração e uma pessoa muito forte. Eu desejo o melhor a todos vocês” disse a usuária “MizDocta” ao “slamhead”.

Esposa após cortar os cabelos. (Foto: Reprodução/Imgur)

A algumas semanas de dar a luz, a notícia não podia ser melhor para o casal: a quimioterapia está funcionando e os remédios não conseguiram atravessar a placenta, deixando o bebê seguro.

Homens com HIV podem ter sido curados após transplante de medula

Da Agência EFE, no Terra

Duas pessoas podem ter sido curadas do HIV após um transplante de medula óssea para tratar um câncer, segundo um estudo divulgado nesta quinta-feira na Conferência Internacional sobre a aids, em Washington.

O estudo, liderado pelo doutor Daniel Kuritzkes, do Hospital de Mulheres de Brigham, em Boston (Massachusetts), analisou a evolução de dois portadores de HIV que se submeteram a um transplante de medula óssea após a detecção de um câncer.

Os dois homens, infectados durante anos, tinham se submetido ao tratamento antiretroviral que suprimiu totalmente a reprodução do HIV, mas tinham o vírus latente antes do transplante, segundo a pesquisa.

Os dois receberam uma forma mais leve da quimioterapia antes do transplante, o que lhes permitiu seguir tomando seus remédios para o HIV durante todo o processo do transplante.

Segundo o estudo, os médicos detectaram o HIV imediatamente após o transplante, mas, com o tempo, as células transplantadas da doadora substituíram os próprios linfócitos dos pacientes, e a quantidade de HIV no DNA de suas cédulas diminuiu até o ponto de ficar indetectável.

Um paciente recebeu acompanhamento por quase dois anos após seu transplante, enquanto o outro foi testado durante três anos e meio, e “não há rastro do vírus” em nenhum dos casos, informaram os responsáveis pela pesquisa em comunicado.

“Acreditamos que a administração contínua de um tratamento antiretroviral que protege as células da doadora de infectar-se do HIV, enquanto eliminam e substituem as células dos pacientes, é efetiva para eliminar o vírus dos linfócitos do sangue dos pacientes”, indicaram os especialistas.

Mesmo assim, os médicos se mantêm cautelosos e, quando questionado se os pacientes podem se considerar curados do HIV, Kuritzkes assinalou: “estamos sendo muito cuidadosos em não fazer isso”. Por enquanto, os dois homens estão tomando medicamentos antiretrovirais até que eles possam ser retirados aos poucos.

“Nunca seremos capazes de fazer transplantes de medula óssea nos milhões de pacientes que estão infectados, mas podemos estimular o vírus e eliminar essas células, podemos proteger as células restantes da infecção”, assinalou Kuritzkes.