Justiça condena jornalista que insinuou que Raí teve caso com Zeca Camargo

Atleta tem sentença judicial de R$ 72,4 mil a seu favor. Ainda cabe recurso (foto: Manuela Scarpa/Photo Rio News)
Atleta tem sentença judicial de R$ 72,4 mil a seu favor. Ainda cabe recurso (foto: Manuela Scarpa/Photo Rio News)

Vinícius Segalla, no UOL

A Justiça de São Paulo condenou a jornalista Fabíola Reipert, blogueira do portal de internet R7 (pertencente à Rede Record de Televisão), a pagar indenização por dano moral ao ex-jogador Raí no valor de R$ 72,4 mil, pela publicação de notícias que insinuaram que o atleta teria um envolvimento afetivo com o apresentador da TV Globo Zeca Camargo.

Além da blogueira, também são réus no processo o portal R7 e o jornal O Dia, que republicou as informações veiculadas por Reipert.

No dia 16 de julho de 2012, a jornalista publicou que a “emissora (TV Globo) proibiu os programas da casa de associar os nomes de Zeca Camargo e Raí”, completando com as perguntas: “O que será que eles têm para esconder, hein? E o que têm em comum?”

Fabíola Reipert estaria repercutindo, segundo as alegações de Raí na Justiça, notícia anterior publicada por ela mesma, que dava conta de que “um belo ex-jogador de futebol teria deixado a mulher em troca de um novo amor. Ele foi morar com um apresentador da Globo, que ainda não saiu publicamente do armário.”

As publicações geraram ampla repercussão na internet e nas redes sociais, que passaram a reproduzir o boato de suposto relacionamento homossexual entre os dois.

Em agosto de 2012, a assessoria de imprensa do ex-jogador informou: “Informamos que foi proposta ação judicial referente ao falso boato publicado na internet em relação ao Raí. Esperamos, com isso, além da retratação e indenização por parte dos responsáveis, colaborar para a construção de um jornalismo sério e verdadeiro”.

O processo vem correndo na Justiça desde então. No final do mês passado, saiu a decisão em favor do atleta. Além dos R$ 72,4 mil, os réus terão que arcar com “correção monetária pela tabela do Tribunal de Justiça de São Paulo, a partir desta sentença – momento em que a condenação se tornou líquida – e de juros de mora de 1% ao mês, desde a publicação da primeira matéria (novembro de 2011).” Ainda cabe recurso.

Procurada pelo UOL Esporte, a assessoria de imprensa de Raí confirmou a sentença favorável ao ex-jogador, mas disse que não irá se pronunciar sobre o caso, uma vez que a questão ainda segue em litígio na Justiça. A assessoria de imprensa do Portal R7 também preferiu não comentar o caso.

Já a jornalista Fabíola Reipert comentou brevemente a decisão judicial: “O caso está a cargo do departamento jurídico do portal, por isso não gostaria de falar a respeito. Só acho estranho que seja proferida uma condenação baseada em suposições. A nota que eu publiquei não contém nenhuma afirmação de que Raí é homossexual ou teve algum caso com qualquer pessoa.”

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De onde surgiu a brilhante ideia de ir ao cinema 3D e ver o filme sem os óculos 3D?

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Leo Martins, no Gizmodo

Ninguém aqui é muito fã do 3D no cinema, e temos algumas razões para tal – o escurecimento da tela, a dificuldade para quem já tem óculos e muitas vezes não há nenhuma vantagem em relação ao filme em 2D. Mas, se eu compro um ingresso para um filme 3D, eu sei que vou ter que colocar um óculos para meus olhos lidarem bem com as imagens, e sei que não faz o menor sentido assisti-lo com os olhos nus. Parece que o pessoal do portal R7 não acha isso e, acima de tudo, ainda acredita que tal experiência – o 3D sem ver em 3D – rende uma pauta.

O repórter Thiago Calil, do R7, relata sua experiência em uma galeria de 10 fotos (tudo em prol dos pageviews) e já abre a matéria contando que “o R7 aceitou o desafio de encarar uma exibição de Wolverine: Imortal sem o incômodo acessório [óculos 3D]“. Que desafio foi esse? Quem entrou lá na redação e disse “DUVIDO VOCÊ VER UM FILME 3D SEM ÓCULOS 3D” e alguém disse “ah, mas eu não sou de negar desafios!”?

Mas o que segue a partir daí, meus amigos, é uma série de surrealismo analítico. Para você não ter que visitar o site, enchê-lo de audiência e fazer com que algum editor diga “viu só, valeu a pena, tá bombando na net!”, separamos os melhores momentos do texto para você acompanhar:

A primeira sensação quando se decide abrir mão dos óculos 3D no cinema é de rebeldia.

(Aqui, eu só consigo imaginar ele fazendo um horn metal com a mão no meio do cinema, sozinho, meio cabisbaixo, mas se sentindo bem rebeldão.)

As imagens, como já era esperado, ficam embaçadas. Em dez minutos na sala, a cabeça já dói e o olho começa a incomodar.

(“Como já era esperado”: essa é a máxima do texto. Como já era esperado, essa ideia não fez o menor sentido.)

Pode ser que a rebeldia de não querer usar óculos 3D resulte em usar óculos de grau no futuro, mas pelo menos é possível chegar até o final do filme

(Certo, então para vencer o desafio imposto pela entidade misteriosa, talvez você ganhe uns graus de miopia. Realmente, o que importa é chegar até o final.)

Chama a atenção, porém, a quantidade de tempo em que Wolverine (Hugh Jackman) aparece com total nitidez na tela, como se fosse um filme convencional

(A incrível constatação de que nem tudo em um filme 3D é realmente 3D. Daí para não usar os óculos existe um gigantesco passo lógico.)

Para quem está de óculos, são nestes momentos onde o efeito de profundidade é mais impressionante

(Acho que você não tem condições de atestar isso, já que… bem… você estava sem os óculos.)

E, por fim:

Conclusão: Confesso que não sou muito fã de filmes de heróis. Isso me permite assistir ao filme sem lamentar tanto pelos detalhes perdidos — seja pela falta de nitidez das imagens ou por estar prestando atenção em outras curiosidades que surgem em uma aparência dessa. Mas, se você se incomoda com o óculos 3D, a melhor coisa é escolher uma sessão convencional em vez de ficar bancando o rebelde/babaca nos cinemas

É isso. Thiago Calil gastou 3.553 toques, usou 637 palavras e 10 fotos de divulgação de um filme para concluir que, bem, se você não gosta de cinema 3D, é melhor achar uma sessão sem 3D. Espero que isso sirva de lição para muitas e muitas gerações de rebeldes cinematográficos: dor de cabeça, miopia, depressão e tristeza não valem a rebeldia de ver um filme 3D sem os óculos 3D.

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Fabricante de ração pede desculpas após ser acusada de patrocinar rinhas entre cães e ursos na Ucrânia

A fabricante francesa de ração animal Royal Canin foi acusada pela ONG Four Paws (quatro patas, em tradução livre) de patrocinar o evento

 No vídeo da Four Paws, dois cães aparecem perseguindo e mordendo o urso, que está acorrentado a uma árvore (foto:  Reprodução/huffingtonpost.co.uk)
No vídeo da Four Paws, dois cães aparecem perseguindo e mordendo o urso, que está acorrentado a uma árvore (foto: Reprodução/huffingtonpost.co.uk)

Publicado no R7

A fabricante francesa de ração animal Royal Canin foi acusada pela ONG Four Paws (quatro patas, em tradução livre) de patrocinar um evento na Ucrânia que promoveu uma rinha entre cães e um urso.

Segundo o jornal britânico The Huffington Post, o nome da empresa foi envolvido no caso após donos de cães que venceram as lutas terem recebido troféus com o logotipo da Royal Canin.

O logotipo também aparece em uma fita de plástico usada para demarcar o local onde a rinha acontece.

Na semana passada, a ONG de proteção aos direitos dos animais publicou um vídeo que mostrava a luta feroz entre cães e um urso que estava acorrentado.

Ainda segundo o The Huffington Post, os ursos tinham suas unhas arrancadas e ficavam praticamente inofensivos diante dos cães. Depois das lutas, os animais ficavam com fortes sangramentos e ferimentos, principalmente no pescoço.

Os animais vivem em pequenas gaiolas e recebem pouca comida para que se tornem adversários mais fracos durante a luta, considerada uma prática ilegal no país.

Em nota, a empresa pediu desculpas e afirmou que “já tomou as medidas cabíveis, como a determinação de que o evento não seja mais patrocinado, bem como qualquer outra iniciativa que cause sofrimento ou risco a animais ao redor do mundo”.

A Royal Canin é de propriedade do grupo americano Mars, que também é dono das famosas marcas Kitekat, Snickers, M&Ms e Whiskas.

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Homem tenta roubar loja de umbanda, se assusta com imagem, desmaia e é preso

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Publicado no R7

A polícia prendeu nesta quinta-feira (18) Marcone Alves da Silva, de 24 anos, que desmaiou durante uma tentativa de roubo a uma loja de umbanda, em Cidade Ocidental, município goiano do Entorno do Distrito Federal. Após quebrar duas portas, ele se assustou com a imagem do Preto Velho, uma divindade africana, que balançou durante a ação. Segundo a polícia, o acusado tropeçou em uma corda que fez a imagem se movimentar e ele imaginou que tivesse visto um espírito.

O vigilante da loja, que passava pelo local encontrou o rapaz desmaiado e chamou a polícia. O acusado foi preso, levado para a delegacia e encaminhado para o (CPP) Centro de Prisão Provisória de Luziânia (GO).

De acordo com a polícia, o acusado disse, em depoimento, que iria roubar a loja para pagar uma dívida que tinha com traficantes de drogas.

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