Série muito daora que mostra como o mundo seria bem mais divertido se pudéssemos reagir usando carinhas de memes. Veja também os dois primeiros:
Fonte: Samurai LOL
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Rede social impede que ela coloque sua data de nascimento real. Ela nasceu em 1908, mas site muda data para 1928
publicado no Tecnologia Games
A norte-americana Marguerite Joseph pode ser perdoada por mentir sua idade no Facebook. O motivo é que a mulher de 104, segundo sua neta, não consegue publicar sua idade real na rede social, já que o sistema do Facebook a impede.
Gail Marlow disse que toda a vez que ela tenta colocar a data de nascimento da avó, que nasceu em 1908, o Facebook muda automaticamente a data para 1928. Então, há dois anos, a moradora do estado de Michigan mente a idade na rede social.
Emissora entrevistou mulher de 104 anos que não consegue publicar sua idade real no Facebook (Foto: Reprodução)Marguerite está totalmente cega e tem dificuldades para escutar, mas a neta lê e responde todas as suas mensagens no Facebook.
Gail disse à emissora de TV WDIV-TV que o que mais ela gostaria de ver é “a idade real de sua avó no Facebook, que é impedida de mostrar por conta de uma falha de sistema”.
O Facebook ainda não se manifestou sobre o caso até o momento.

Procurador Jefferson Dias revela ameaças de morte após ação que pede o fim da expressão “Deus seja louvado” nas cédulas de Real
Talita Zaparolli, no Terra
Procurador da República há 16 anos em Marília, interior de São Paulo, Jefferson Aparecido Dias foi destaque na mídia nacional e internacional após uma ação contra o Banco Central exigindo a retirada da expressão “Deus seja louvado” das cédulas de Real. Ele também é autor de outras ações polêmicas, como uma ajuizada em 2009 que pedia a retirada de símbolos religiosos que estivessem expostos em repartições públicas federais. O argumento proposto era o de que, apesar de ter uma população majoritariamente cristã, o Brasil é um País laico e, por isso, não poderia haver vinculação entre o poder público e qualquer igreja ou crença religiosa.
Em outra ação judicial, desta vez contra a prefeitura de Marília, Dias exigia que a cor da bandeira do município, adotada há quase três décadas, voltasse a ter a cor vermelha. Na época, o então prefeito Mário Bulgarelli, alegou que a mudança ocorreu em razão da cor do uniforme do time de futebol da cidade, o Mac (Marília Atlético Clube) e pelo fato dos prédios públicos municipais ostentarem a cor azul. Para Dias, a mudança lesava o patrimônio cultural da cidade, além do que, a população não havia sido consultada sobre a alteração. O pedido foi aceito pela Justiça e houve a troca do azul pelo vermelho.
O procurador moveu ainda duas ações contra uma das maiores emissora de TV do País. Em uma delas, a exigência era para que a emissora explicasse, durante um reality show, as formas de transmissão do HIV. A medida foi tomada depois que um participante do programa disse que heterossexuais não contraíam aids. Já na outra, Dias ajuizou uma ação civil pública para que cenas que pudessem estar relacionadas a crimes não fossem exibidas. A ação foi motivada depois que a emissora exibiu imagens de um suposto estupro ocorrido no mesmo programa.
Além de ocupar o cargo de procurador da República em Marília, no interior de São Paulo, Jefferson Dias também responde pela Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão (PRDC), com sede na capital. O mandato à frente da PRDC é de dois anos, podendo haver reeleição. Ele encerra quatro anos no comando da procuradoria no início de 2013. A escolha do sucessor será feita mediante eleições internas.
Em entrevista exclusiva ao Terra, ele fala sobre os motivos que o levaram a propor a ação, se diz católico e revela que vem sofrendo ameaças de morte.
Como surgiu essa ação?
Jefferson Dias – Uma pessoa ateia entrou com uma representação na PRDC questionando a existência do “Deus seja louvado”. Na procuradoria, as queixas são distribuídas e, dependendo da temática, vai para a PRDC. Toda essa temática de liberdade religiosa vai para a PRDC e aí eu passo a investigar. A reclamação era só no aspecto de laicidade do Estado, um estado laico. E aí nós constatamos também que não tem uma lei autorizando, que era um pedido pessoal do ex-presidente da República num primeiro caso e, depois, um pedido pessoal do ministro da Fazenda. Então aí a ação é proposta sob dois aspectos: violação da legalidade e violação do princípio da laicidade do Estado.
A pessoa que entrou com a representação se sentia incomodada com a expressão?
Jefferson Dias – Ela relata que se sentia afetada na sua liberdade religiosa pelo fato dela não crer em Deus e ter que conviver com a manifestação estatal de predileção por uma religião. Se chegar uma representação pra mim, independente de qual for a temática, eu sou obrigado a investigá-la. É uma obrigação legal minha.
A substituição das cédulas vai gerar despesas ao Banco Central?
Jefferson Dias – Não vai gerar nenhum gasto. As cédulas vão se danificando e vão sendo substituídas gradativamente. Ela tem um tempo de vida útil e aí ela acaba se deteriorando e sendo substituída. Na ação nós pedimos que, nessa substituição de cédulas, elas sejam trocadas sem a expressão. Nem que demore 10, 15 ou 20 anos. Mas acredito que demore menos.
Um ateu entrou com a representação por se sentir ofendido, mas fato de retirar a expressão “Deus seja louvado” das cédulas não vai ofender uma população 64% católica, além das demais religiões cristãs?
Jefferson Dias – O Estado não pode manifestar predileção religiosa. O Brasil optou em 1890 por ser um estado laico. O mais grave que um eventual sentimento dos católicos, é o fato de ser ilegal. Por exemplo, eu não gosto de pagar impostos, então não quero pagar impostos, mas é ilegal. Mesmo sendo católico, eu ouso discordar um pouco. Porque, se você for estudar a Bíblia, Jesus nunca teve uma posição materialista. Jesus disse que, quando lhe é perguntado se ele deveria dar dinheiro, pagar imposto a César, ele fala “A César o que é de César, a Cristo o que é de Cristo”. Quando ele encontra vendedores no templo, ele os expulsa de lá dizendo que “A casa do Senhor não é casa de comércio”. Perguntado sobre o rico, ele fala que “seria mais fácil um camelo passar pelo buraco da agulha do que um rico entrar no reino dos céus”. Então, em nenhum momento Jesus deu a atender, para quem é cristão, que o dinheiro deveria trazer o nome dele ou o nome de Deus. Acho que é uma inversão de valores.
Com tantas injustiças e violência, essa não seria uma forma de ressaltar certa religiosidade, pregar o cristianismo?
Jefferson Dias – Mas essa é uma injustiça e uma violência. Eu estou sendo ameaçado por causa dessa ação, por cristãos. Recebi alguns emails com ameaças, em nome de Deus. Continue lendo

Unificar ideias e torná-las reais. Esta é a proposta do encontro organizado pela Fundação Telefônica que acontece hoje (22) e amanhã (23) em São Paulo. O R.I.A (Reflexão, Interação e Ação) vai reunir no Auditório do Ibirapuera pensadores, filósofos e inovadores com o objetivo de debater e refletir a cultura digital e suas interações na sociedade.
No primeiro painel, Pierre Levy - teórico e autor de vários livros relacionados à cibercultura - debaterá “A Construção da Cultura Digital” com Gilberto Dimenstein, ex-diretor da Folha de S.Paulo. No total, serão 4 painéis e mais de 10 atrações durante o evento. O festival contará também com a presença de Lala Deheinzelin, pioneira em economia criativa no Brasil, atuando como assessora sênior da Special Unit on South-South Cooperation UNDP de 2005 a 2011, Lala vai falar sobre a “Economia Criativa – Quebra de paradigmas em uma nova era” logo após o painel de Levy.
Convidado pela Fundação Telefônica, o editor do Pavablog vai cobrir o evento nas redes sociais. Confira os melhores momentos nos perfis @pavarini e @pavablog.

Tiago Dias, no Terra
O cartunista Laerte Coutinho se envolveu em uma polêmica na noite de terça-feira (24). Ele foi impedido de usar o banheiro feminino da Pizzaria e Lanchonete Real, no bairro de Sumaré.
Segundo Ricardo Cunha, um dos sócios da pizzaria, o pedido partiu de uma cliente que ficou “constrangida” porque a filha estava no banheiro na hora em que Laerte entrou. Seu sócio e irmão Renato perguntou ao cartunista, que é transgênero, se ele então poderia usar o banheiro masculino.
Laerte, que se veste de mulher desde 2010, afirma que nunca passou por uma situação como essa. “E daí que ela estava com uma criança? O que a criança viu que não poderia ver? Banheiro é uma das áreas mais tabus que existe. Você não vê genitália, gente pelada”, disse.
Após o aviso da direção da casa, ele chegou a conversar com a mulher. “Ela não entendeu a existência do transgênero. Para ela, travesti é uma espécie de sem-vergonha, um transformer, um palhaço. Eles estão desinformados. Com boa ou má fé, eles estão praticando o preconceito”, afirmou o cartunista.
O caso deixou os sócios da casa sem saber como proceder. “Ele (Laerte) já é cliente da casa, já havia usado o banheiro das mulheres, nunca teve problema. Ficamos em cima do muro, é uma situação delicada. Ele nunca tinha passado por isso e não sabíamos o que falar: se ele podia usar o banheiro das mulheres, ou se ele não pode. Não sei na verdade”, disse Cunha.
Laerte disse que está estudando acionar a Lei 10.948 sobre o caso. “Estou me instruindo e municiando de informações para saber o que fazer. Queria que a casa compreendesse a violação do meu direito, se retratasse e eu pudesse voltar a usar o banheiro”, pediu.
Polêmica
Segundo a Lei 10.948, é considerado ato discriminatório proibir o ingresso ou permanência de homossexuais, bissexuais e transgêneros em qualquer ambiente ou estabelecimento público ou privado.
A questão do uso do banheiro por travestis, transexuais e transgêneros sempre foi polêmica. Em 2008, um travesti ganhou o direito de usar o banheiro feminino na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj). Ainda no Estado, uma proposta chegou a ser aprovada em 2005 para criação de um banheiro exclusivo para travestis.
Foto: Raphael Falavigna/Terra