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Pastor do reality show ‘Snake Salvation’ morre após ser picado por cobra nos EUA

O pastor Jamie Coots em um de seus cultos com cobras, explorados no reality show "Snake Salvation" (foto: Reprodução)

O pastor Jamie Coots em um de seus cultos com cobras, explorados no reality show “Snake Salvation” (foto: Reprodução)

Publicado na Folha de S.Paulo

O pastor Jamie Coots, que estrelava o reality show “Snake Salvation”, morreu na noite de sábado (15) em sua casa na cidade de Middlesboro, no Estado americano de Kentucky.

De acordo com o site da “Hollywood Reporter”, ele foi picado na mão por uma das cobras que costumava usar em seus rituais religiosos.

O incidente ocorreu durante um culto na tarde de sábado e o pastor se recusou a ser atendido pelo serviço de emergência médica, segundo o “The Lexington Herald-Leader”.

O jornal local afirma ainda que ele já havia sido picado diversas outras vezes, sem maiores consequências.

Coots ficou famoso no ano passado após a estreia do reality show “Snake Salvation” no canal National Geographic.

No programa, eram exploradas as práticas religiosas esdrúxulas do pastor pentecostal, que incluíam o uso de serpentes nos cultos.

Em comunicado, a National Geographic lamentou a morte do pastor.

“Acompanhando o pastor Coots para a série ‘Snake Salvation’, éramos constantemente surpreendidos por suas convicções religiosas apesar dos perigos à saúde e legal que ele enfrentava”, diz o texto. “Esses riscos sempre valeram à pena para ele e seus seguidores como meio de demonstrar sua fé inabalável.”

“Ficamos honrados em ser autorizados a ter esse acesso único ao pastor e sua a congregação durante as gravações e de pôr em contexto seu método de trabalho. Nossos pensamentos estão com sua família nesse período difícil.”

dica da Karen Souza

Fotógrafa coreana retrata o pós-operatório de mulheres que se submeteram a cirurgia plástica

Beauty Room Recovery (foto: Ji Yeo)

Beauty Room Recovery (foto: Ji Yeo)

Bruno Astuto, na Época

Lembram-se de um reality show chamado Extreme Make Over sobre cirurgias plásticas? Os telespectadores acompanhavam os procedimentos antes e depois, mas eles nunca mostravam a dor ‘real’ infringida às participantes. Pensando no pós-operatório doloridíssimo, a fotógrafa coreana Ji Yeo fez uma sessão com pacientes para mostrar a realidade por trás da conquista da beleza a qualquer custo. Ji procurou mulheres pela Coreia do Sul que estivessem dispostas à exposição em plena sala de recuperação e conseguiu. A série Beauty Room Recovery tem o objetivo de descobrir o real preço de uma cirurgia plástica. “A ideia foi imprimir o momento em que elas passam o pior momento, mostrando ataduras manchadas de sangue, hematomas, marcas cirúrgicas e corpos inchados. Isso passa longe da fantasia de transformação”, disse ela.

Beauty Room Recovery (foto: Ji Yeo)

Beauty Room Recovery (foto: Ji Yeo)

A cirurgia plástica tornou-se parte da cultura da Coreia, muitas vezes considerada como um passo fundamental no processo de auto-aperfeiçoamento. Entrar no bisturi, ter cicatrizes duradouras e estar sob anestesia geral já não são considerados um risco ou extravagância.

Segundo dados da Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica de 2010, a Coreia do Sul é, de fato, o país com maior taxa per capita do mundo da cirurgia cosmética. É uma cultura onde os homens são julgados pelo poder aquisitivo e as mulheres por sua beleza. Os meios de comunicação dominados por homens reforçam o modelo de mulher ideal. Como resultado, a Coreia tornou-se uma sociedade movida pela beleza em que as pessoas são julgadas pela aparência mais do que a sua essência. O que tem aumentado dramaticamente a indústria das cirurgias estéticas. “Nosso desejo de sermos amados e valorizados juntamente com as nossas inseguranças são fatores poderosos. Minhas imagens são simplesmente um registro social e sociológico de uma transformação generalizada. São uma afirmação, uma pergunta, um argumento e um desafio”, diz a fotógrafa. As retratadas não ganharam dinheiro para aparecer nas fotos, mas sim a promessa de que Yeo as levaria para as salas cirúrgicas, cuidaria delas e também as medicaria.

Beauty Room Recovery (foto: Ji Yeo)

Beauty Room Recovery (foto: Ji Yeo)

Beauty Room Recovery (foto: Ji Yeo)

Beauty Room Recovery (foto: Ji Yeo)

Em tempo: em 2012, o número de cirurgias plásticas no Brasil foi de 1,5 milhão, ultrapassando os Estados Unidos, chegando ao primeiro lugar do ranking internacional, na proporção cirurgia por habitante. As cirurgias estéticas são as mais procuradas e, a previsão para este ano é que o número cresça 20%. Sete em cada dez cirurgias plásticas são estéticas: lipoaspiração, rosto, e redução ou implante de silicone nas mamas são as mais procuradas. Para a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, a cirurgia estética é uma forma de obter saúde e bem estar. “A definição de saúde pela OMS é que saúde é o bem estar social, físico e mental. Então a procura pela cirurgia estética, embora algumas pessoas desvalorizem esse fato, é uma forma de se obter saúde”, diz Horácio Aboudi, presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica.

Beauty Room Recovery (foto: Ji Yeo)

Beauty Room Recovery (foto: Ji Yeo)

Monique Evans: ‘Eu sigo a Jesus, oro muito, leio muito a Bíblia’

Monique Evans diz estar adorando a atenção que tem recebido desde que resolveu procurar um namorado na TV, fala sobre sua depressão e diz acreditar na conversão de Bárbara Evans após deixar A Fazenda

Monique Evans fala sobre a busca de um namorado na TV: Deixei de ser Titia para ser Monique

Monique Evans fala sobre a busca de um namorado na TV: Deixei de ser Titia para ser Monique

Publicado originalmente na CARAS Online

Desde que o programa A Fazenda começou, Monique Evans passa a maior parte do seu tempo em função da filha, Bárbara Evans, que está confinada no reality show. Apesar de todo o suporte que vem prestando à modelo, a apresentadora de 57 anos também tem arranjando um espaço na sua agenda para rever sua vida amorosa.

Monique está participando de um quadro no programa O Melhor do Brasil, da TV Record, em que tentará arranjar um namorado. Em entrevista à CARAS Online, ela falou com franqueza sobre sua depressão, disse que percebeu uma mudança nos olhares dos homens na rua e afirmou acreditar na conversão de Bárbara após o reality show. “A Bárbara está mais desgastada psicologicamente do que eu“, afirmou. Leia abaixo os melhores trechos da entrevista:

- Desde que A Fazenda começou, você tem passado bastante tempo nas redes sociais fazendo campanha para a Bárbara. Como está sua vida nesse período?
Eu mal durmo, mal como, fico o tempo todo acompanhando, com o coração na mão. No dia em que ela brigou com a Denise e a Andressa, ficamos até as 9 horas da manhã pedindo para o diretor do programa mostrar se ela estava bem. Vários fãs dela, que são crianças, viraram a noite, não foram ao colégio no dia seguinte. Muitas mães deles ficaram comigo, deixaram os filhos faltarem na escola, elas são umas gracinhas. Estou pasma com todo esse carinho.

- A entrada da Bárbara em A Fazenda foi uma idéia sua?
Não! Para mim foi uma surpresa. Ela só me contou com tudo assinado e eu chorei por dias, e choro até hoje. Ela sabe o quanto o programa me deprimiu, o quanto estou mal por ele até hoje. Fiquei arrasada com essa história dela ir, porque eu sei o que é aquilo lá.

- Foi o fato de ter sua vida tão exposta que te deixou mal ao sair da Fazenda?
Não, não foi isso. É que você percebe como o ser humano é, me deu medo das pessoas, eu vi um lado delas que me enoja. Ninguém nunca sai normal de lá de dentro.  Sofro até hoje.  Você é humilhada pelos seus concorrentes, a pressão é imensa, o trabalho é brutal, coisa para homem. Lá a Bárbara tem o Mateus, eu estava sozinha, tenho depressão… nunca me recuperei.

- Você acha que a Bárbara foi para lá como uma maneira de vingar o prêmio que você não ganhou?
Não sei… Acho mais que ela sabe como eu estou com essa coisa de não poder trabalhar, eu nunca mais procurei trabalho, só fico dentro do meu quarto. Acho que é uma maneira dela tentar ganhar dinheiro para ter uma grana e se sustentar, uma segurança para ela e para mim. Eu não tenho marido, não tenho pensão. Mas acho que ela vai precisar do dinheiro para um tratamento.

- Como assim?
A Bárbara está desgastada psicologicamente, mais do que eu.  Lá dentro, eu fui massacrada, mas eu tenho religiosidade, nada me atingia. A Bárbara não conhece a palavra, não se converteu, fica mais vulnerável. Eu acho que ela vai sair e vai querer se converter.

- Você tem um apego forte com a religiosidade?
Sim. A igreja que eu freqüentava era em São Paulo era em uma comunidade, bem humilde, com um pastor bem pobrezinho, que vai à casa da gente, prefiro assim.  Eu sigo a Jesus, tento ao máximo seguir os ensinamentos Dele. Não sigo muito denominações, isso não é importante. Oro muito, leio muito a Bíblia, sou batizada há 18 anos.

- Estando tão focada na sua filha, dá tempo de focar na vida amorosa?
Ah, eu não tenho vida amorosa. Já procurei namorado até na Internet. Não sou de sair muito, fico mais em casa. E também, os homens que a gente conhece na noite acham que na primeira saída você precisa transar com eles. Eu não quero isso não, parei de namorar faz quatro anos. Há quatro anos não beijo na boca, não faço sexo.

- Não sente falta?
Olha, sexo nunca foi tão importante na minha vida não, já fiquei anos sem sexo, só dando beijo, e agora nem isso. Me interessa ter alguém se for para namorar, não para uma noite.

- Por quê buscou essa experiência de arranjar um namorado na televisão?
Isso é uma grande brincadeira, eu acho muito divertido. Duas ou três pessoas se inscreveram mais seriamente, e quem sabe dessas três pessoas pode surgir uma coisa, mas faço para rir, me divertir, não tenho grandes expectativas.

- Como tem lidado com essa exposição no dia a dia?

Eu notei uma coisa bem legal, que tem acontecido nas viagens de avião, durante as corridas de táxi e até quando passo na frente de uma obra e estou adorando. Os homens têm me olhado diferente, tem me paquerado, só isso me deixa tão feliz! Acho que eles pensavam que eu era casada. Ninguém me paquerava antes, eu estou amando. Estão me dando atenção.

- Como acontecem essas investidas?
São olhares mesmo, conversas, uma frase ou outra. Antes os homens me chamavam de Titia, agora chamam de Monique, a abordagem é outra, reparam no meu cabelo, olham meu bumbum, eu adoro. Para diferenciar, já sei: se não me chamam de titia, só de Monique, já sei que o interesse é outro. Deixei de ser a Titia para ser a Monique.

- E como tem que ser esse homem que vai te conquistar?
A primeira coisa é que ele tem que estar querendo ter um relacionamento sério. Não quero perder tempo. A mulher, quando amadurece, vai perdendo um pouco esse interesse por sexo, vai dando um valor maior ao companheirismo. Quero namorar, não fazer sexo casual.

Menina de 6 anos ‘assusta’ jurados de reality ao cantar heavy metal

Ela apresentou música própria sobre zumbis no ‘America’s Got Talent’.
Irmão de 9 anos tocou bateria; ex-Spice Girl do júri diz que ficou com medo.

Garota de seis anos surpreende jurados do "America's Got Talent" ao cantar metal

Garota de seis anos surpreende jurados do “America’s Got Talent” ao cantar metal

Publicado originalmente no G1

Ao cantar uma música heavy metal com voz gutural, uma garotinha de 6 anos de idade impressionou os jurados de um reality show nos Estados Unidos nesta terça-feira (25). Aaralyn O’Neil apresentou-se no “America’s Got Talent” ao lado do irmão baterista, Isaiah (ou Izzy), de 9 anos. O número escolhido – uma composição própria – chama-se “Zombie skin” (pele de zumbi).

Integrante do júri, a ex-Spice Girl Mel B, conhecida como “Scary Spice” (Spice assutadora), afirmou após a peformance da pequena dupla: “Scary Spice is officially scared” (“Scary Spice está oficialmente assustada”, em tradução livre). O contraste entre as roupas da pequena Aaralyn e sua voz ajudou a causar impressão no “America’s Got Talent” – tanto que o duo avançou à fase seguinte da disputa musical, que acontece em Las Vegas.

Durante a perfomance, Aaralyn veste meias rosas e uma saia branca de bolinhas pretas. Izzy está com uma camiseta estampada com uma caveira. Antes que eles comecem a tocar, Howard Stern, um dos jurados, brinca: “Mal posso esperar para ouvir sua música ‘doce’”. Assim que a menina solta a voz, contudo, todos parecem surpresos. Os primeiros versos são: “Todos vocês, prestem atenção! Eu sou um zumbi! Vou comer vocês agora mesmo!”.

Cerca de 30 segundos depois, Stern aciona o sinal que interrompe o número musical. Em seguida, Mel B faz o mesmo. Aaralyn ainda tem tempo de soltar um último grito. O público aplaude de pé. Stern justifica: “Apertei o botão não porque não tenha gostado de vocês, mas porque fiquei com medo de sua voz ‘explodir’ e você nunca mais conseguir falar”. Ele pergunta se o fato de cantar tão alto machuca a voz da menina. Ela diz que não.

Antes de deixar o palco, os irmãos contam que têm outras duas canções de sua autoria, chamadas “Lullaby crash” e “Brush my hairs in knots”. Ao votar “sim” pela permanência de Aaralyn e Izzy no “America’s Got Talent”, a top model Heidi Klum inclusive comenta que deseja futuramente ouvir “Lullaby crash”. Stern, por fim, brinca: “O que acontece em Las Vegas fica em Las Vegas. Vamos ver se vocês conseguem manter segredo”.

dica do Fabio Chalela e do Matheus Wondracek

Guitarrista do Queen diz que programa The Voice é um insulto à música

Em seu site, May disse acreditar que o reality show não merece qualquer legitimidade e que é “o programa mais deprimente da TV”.

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Publicado originalmente no Rock Nordeste

Parece que o lendário guitarrista do Queen, Brian May, quer mesmo comprar briga com o pessoal da BBC e toda uma legião de fãs do programa The Voice, que aqui no Brasil é conhecido por The Voice Brasil. Em seu site na  internet, May disse acreditar que o reality show não merece qualquer legitimidade e que é “o programa mais deprimente da TV”. A postagem já tem quase um mês que foi feita, mas só agora parece que fez o efeito desejado pela grande mídia britânica.

Outros adjetivos foram dados ao  musical, como “estúpido” e “depressivo”. Ele defendeu ainda que o programa acabe o mais rápido possível, naturalmente, quando as pessoas irão perder o gosto por isso.

“Quando alguém canta ou toca, de verdade, não precisa ficar se esgoelando para tentar persuadir alguém a notá-lo. Basta ter alguma mensagem, emoções sublimes, algo belo que possa ser compartilhado pelo músico com um público, que dá a atenção àquilo que ele acredita merecer”, disse o músico que emendou ainda afirmando que “ é totalmente estúpida a ideia de que alguém possa julgar um cantor virado de costas para ele e perder todo esse contato”.

O The Voice foi lançado originalmente na Holanda e atualmente tem edições em diversos países, inclusive no Brasil. Na atração, os jurados selecionam os candidatos de costas e apenas se viram para os competidores caso aprovem sua performance. Na versão da BBC, o programa é comandado Jessie J  e Will.iam e Tom Jones.

E aê, o que vocês acharam da opinião do virtuoso guitarrista, Phd em astrofísica e reitor da Universidade John Moores de Liverpool? Vocês concordam ou não?

Segue a íntegra da declaração do guitarrista do Queen.

“Desculpe, eu odeio ser negativo – mas eu tenho que dizer isso.

Na minha opinião, o ‘The Voice’ é absolutamente o programa mais irritante, estúpido e depressivo na televisão. É também um insulto à música e aos músicos.

Toda vez que eu vejo jovens cantores arrebentando suas entranhas para tentar conquistar a atenção de alguém, que está grosseiramente sentado de costas para o cantor… eu me sinto enojado.

O programa rebaixa o ato de cantar a um nível de um obstáculo estúpido. Isso não é definitivamente o sentido da música.

Quando alguém canta ou toca, de verdade, não precisa ficar se esgoelando para tentar persuadir alguém a notá-lo. Basta ter alguma mensagem, emoções sublimes, algo belo que possa ser compartilhado pelo músico com um público, que dá a atenção àquilo que ele acredita merecer. A apresentação é tudo que um músico pode oferecer… sua voz, seu som, sua linguagem corporal, sua expressão facial, um contato visual íntimo. É totalmente estúpida a ideia de que alguém possa julgar um cantor virado de costas para ele e perder todo esse contato. Para mim, isso não faz o menor sentido. É totalmente venenoso para o crescimento de jovens músicos.

Eu odeio ver o ótimo  Tom Jones preso nesse cenário, que parece depravar todos a perderem sua dignidade.

Eu espero que esse programa tenha uma morte natural em breve.”