Facebook terá botão “Refazer amizade”

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Publicado impagavelmente no Sensacionalista

Passado o longo período eleitoral que causou o fim de amizades e separação de familiares, o Facebook resolveu dar uma mão no processo de pacificação e resolveu implementar o botão “Refazer amizade”.

A empresa fez um levantamento e percebeu que o clima de guerra entre amigos poderia fazer com que menos pessoas acessassem a rede social, provocando perda de faturamento.

A ideia é recuperar as amizades que foram bloqueadas por excesso de petralhagem ou overdose de coxismo. O usuário clicará no botão e enviará um convite para o ex-amigo. Quem receber o convite para refazer a amizade poderá responder com um “sim” ou com o bocão “socar”.

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Preconceito nas redes sociais é crime? Veja em quais casos a lei se aplica

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Publicado no Tecmundo

Durante toda a campanha eleitoral deste ano, vários comentários preconceituosos das mais variadas formas têm pairado pela internet, nas redes sociais, mensageiros e em portais de notícia. Acontece que, discriminar ou manifestar preconceito no Brasil é crime punível com dois anos anos ou mais de reclusão e pagamento de multa. Se é assim? Porque tanta gente continua fazendo comentários odiosos por aí?

O advogado e professor Leonardo Pantaleão, do Complexo Educacional Damásio de Jesus, explicou ao TecMundo como esse tipo de comportamento pode ser punido de acordo com Constituição Federal. Para ele, o que temos visto nas redes sociais de ontem para hoje são “reações emocionais em relação a parte do país, no caso o Nordeste, pela reeleição da presidente Dilma. Não me parece refletir um conceito estável [convicção pessoal]. É mais emocional mesmo”, comenta Pantaleão.

Isso quer dizer que, uma só ocorrência de comentário preconceituoso ou discriminatório publicado e concretizado nas redes sociais não pode ser considerada um crime pelo que delimita a Lei Federal n° 9.459, de 13 de maio de 1997. O advogado consultado pelo TecMundo explica que isso só seria possível se a pessoa demonstrasse que aquele comentário faz parte de uma convicção pessoal dela. Assim, ela teria que dizer algo parecido várias vezes.

Ou seja, uma demonstração de ódio única, apesar de completamente imoral, não é ilegal segundo a lei brasileira. Uma segunda ocorrência, por sua vez, já é passível de punição por crime de discriminação ou preconceito.

Ódio contra o Nordeste

No caso das eleições deste ano, tem se rechaçado muito os cidadãos brasileiros dos estados do Nordeste. Isso porque a presidente Dilma Rousseff conseguiu ampla vantagem sobre o candidato da oposição naquela região. A lei especifica que “discriminar e demonstrar preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional é crime”. Ou seja, rechaçar pessoas de outras regiões geográficas pelas suas supostas ações é punível na forma da lei.

Note que o texto aprovado no Congresso Nacional e sancionado pelo então presidente Fernando Henrique Cardoso é bem específico quanto ao tipo de preconceito. Somente é crime quando ele é dirigido nas condições citadas. Assim, fazer comentários maldosos contra pessoas de classes sociais diferentes, por exemplo, não se caracteriza delito.

Como denunciar os criminosos

No momento em que os comentários preconceituosos começaram ser percebidos na noite de ontem, muitas pessoas passaram a citar a Polícia Federal pelo Facebook nessas postagens com a intenção de fazer a denúncia. De acordo com Leonardo Pantaleão, essa prática é totalmente legítima e deveria ter o mesmo efeito que uma visita a uma delegacia qualquer para registrar um boletim de ocorrência.

A partir daí, a polícia precisa fazer uma investigação e, caso o crime seja realmente enquadrado na Lei Federal n° 9.459, esse problema será levado a um tribunal competente para que seja julgado. A pessoa que denunciou pode inclusive ser chamada para depor a respeito do ocorrido.

“Aquele que se sente vítima deve ir a uma delegacia e registar o boletim de ocorrência. Isso vai gerar uma ação penal pública, em que Estado passa a atuar sozinho, sem que a pessoa que denunciou precise mover uma ação”, Pantaleão esclarece.

Mesmo que você não seja vítima, é possível denunciar

Você não precisa ser caracterizado vítima de um comentário preconceituoso em específico para denunciá-lo. Assim como o Ministério Público e a Polícia podem investigar esses acontecimentos sozinhos, qualquer cidadão pode avisar do ocorrido para que haja punição.

De acordo com o advogado, não há um meio oficial ou específico para fazer uma denúncia desse tipo. O cidadão só precisa entrar em contato com os órgãos competentes a partir de qualquer meio de comunicação para que a investigação aconteça. Pode ser o Facebook, o Twitter, telefone, email ou qualquer outro suporte.

Você pode consultar o texto completo da Lei Federal n° 9.459 que regulamenta a punição de crimes de discriminação e preconceito.

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Americana de 113 anos mente idade para entrar no Facebook

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Publicado no Catraca Livre

Ontem, véspera de seu aniversário de 114 anos, a americana Anna Stoehr decidiu entrar no Facebook, mas percebeu que o ano de seu nascimento, 1900, não foi listado como uma opção para registro de idade na rede social.

Sem alternativa, recorreu ao que muitos jovens fazem todos os dias para ter acesso ao site: mentiu a idade, já que na rede social só é possível colocar a data a partir de 1905. Para o Facebook, Anna tem 99 anos.

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A americana passou a se interessar por tecnologia quando ficou amiga de Joseph Ramireza, um representante de vendas da Verizon que vendeu um iPhone para seu filho de 85 anos de idade.

Ele comentou a idade da mãe, e Joseph quis conhecê-la. Ficaram tão amigos que ele passou a ensinar Anna a ser uma pessoa conectada. Hoje, com seu iPad, é comum vê-la conversando com amigos e familiares pelo Face Time.

Para chamar à atenção do fundador da rede social, Mark Zuckerberg, a americana, também com a ajuda de Joseph, escreveu uma carta, na qual ela diz: “Eu ainda estou aqui”. Sim, usando uma máquina de escrever.

Nos registros de uma organização que mapeia indivíduos centenários, Anna, que é de Minessota, é a sétima pessoa norte-americana mais velha. A mais idosa é uma morada de Arkansas, de 116 anos.

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Silas Malafaia faz piada com violência doméstica e recebe críticas na internet

Malafaia fez comentários polêmicos sobre a violência doméstica (foto: Reprodução/Twitter)
Malafaia fez comentários polêmicos sobre a violência doméstica (foto: Reprodução/Twitter)

Publicado no Extra

Uma “piada” feita pelo pastor Silas Malafaia no Twitter repercutiu mal. Durante o debate com os candidatos à Presidência da República, Dilma Rousseff e Aécio Neves, na noite da última terça-feira, na TV Bandeirantes, Malafaia compartilhou inúmeras mensagens na rede social. Em uma delas, brinca com um tema delicado: a violência doméstica.

Ao falar sobre a postura do candidato Aécio Neves, para quem faz campanha no Twitter, Malafaia comparou a atitude do tucano em relação à Dilma com uma agressão: “Estou desconfiado que vão aplicar a lei Maria da Penha contra Aécio por bater em mulher kkkkkkkkk”.

As mensagens continuaram: “Já esta saindo uma ordem de prisão a caminho da band contra Aécio por espancamento a mulher,pede pra ele não matar DILMA kkkkk”.

Rapidamente, o assunto tomou conta das redes sociais. Homens e mulheres reagiram às mensagens polêmicas, acusando o pastor de usar um tema delicado e sério para falar sobre política.“O falso profeta @PastorMalafaia não tem ideia de como esse tweet é perigosíssimo”, escreveu um homem. Uma usuária chamou atenção do pastor e pediu para que ele leia a Bíblia. “Pastor, eu fico realmente assustada que um homem de Deus do seu naipe se renda à tamanha baixeza de espírito ao tuitar” e “Eu recomendaria que o senhor seriamente voltasse a dar uma lida na querida Bíblia, antes de dar um testemunho tão horrível” foram as duas mensagens direcionadas pela mulher a Malafaia.

A reportagem tentou entrar em contato com Silas Malafaia, mas o celular dele estava desligado.

Usuários do Twitter reagiram às mensagens de Malafaia (foto: Reprodução/Twitter)
Usuários do Twitter reagiram às mensagens de Malafaia (foto: Reprodução/Twitter)

 

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Jovem pede para Bolsonaro ‘sair do armário’ em selfie inusitada com deputado

Flagrante foi registrado durante voo e faz sucesso no Instagram

Jovem tira selfie de ‘protesto’ com Bolsonaro (foto: Instagram / Reprodução)
Jovem tira selfie de ‘protesto’ com Bolsonaro (foto: Instagram / Reprodução)

Publicado em O Globo

O deputado federal reeleito Jair Bolsonaro, conhecido por ser contra pautas LGBT, foi alvo de uma brincadeira no Instagram. A caminho de Brasília, no avião, uma estudante flagrou o parlamentar dormindo ao lado de outro homem a algumas cadeiras de distância. Ela então pegou um papel, escreveu “Bolsonaro, sai do Armário” e posou para uma selfie com o deputado eleito ao fundo.

Ao jornal Extra, a autora da selfie contou ser militante de movimentos sociais, que saía do Rio de Janeiro em um voo da companhia aérea Azul. Ela contou que esperou Bolsonaro dormir para registrar o flagrante.

A ideia não é nova. Em setembro, a mineira Murielle Facure sentou na frente do pastor Silas Malafaia em um voo da Gol e aproveitou para tirar uma foto com uma plaquinha escrita à mão com os dizeres “Abra sua mente, gay também é gente”, refrão de uma música do grupo Mamonas Assassinas. A imagem viralizou nas redes sociais. 

ELEITO COM MAIS DE 400 MIL VOTOS

O deputado é conhecido pelas polêmicas provocadas por declarações feitas dentro e fora do Congresso. Em 2011, ele chegou a discutir com o deputado Jean Wyllys (Psol), defensor da ampliação de direitos LGBT. Com uma plataforma voltada tanto para a “família tradicional” como para a segurança pública, Bolsonaro foi eleito com 464.572 votos

Militar da reserva, Bolsonaro já disse que usuários de maconha deveriam apanhar e já se posicionou contra a política de cotas raciais nas universidades federais e a favor da pena de morte para crimes premeditados. Dizendo-se defensor da família, já criticou gays e disse a Wyllys – um homossexual declarado – que não teria orgulho de tê-lo como filho.

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