Agora é possível inserir GIFs animados no Facebook

Novidade é um recurso da ferramenta Giphy e tem potencial para transformar a sua timeline.

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Publicado no Tecmundo

Se você achava que a possibilidade de inserir GIFs na Timeline do Facebook era a única coisa que faltava, então já pode comemorar. A partir de hoje, uma novidade trazida pelo site Giphy permite a inserção desse tipo de conteúdo como se ele fosse uma espécie de vídeo.

Basicamente, tudo o que você precisa fazer é acessar o site, enviar a sua imagem e copiar a URL relativa ao GIF. Ao postar no Facebook, a imagem deve aparecer como se fosse um vídeo e, para que ela seja executada, basta clicar em “play”.

Por conta da novidade, o site Giphy tem se demonstrado instável na tarde de hoje em razão da grande quantidade de acessos. Apesar de o recurso trazer os GIFs para o Facebook, um porta-voz da rede social afirmou que o site não suporta o formato. Contudo, o pequeno truque do Giphy acaba quebrando um galho.

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Manequim negro “acorrentado” no Pão de Açúcar gera protestos

Críticas de consumidores na internet fizeram estátua de criança negra com correntes nos pés ser retirada do local

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Publicado na Exame

Alguns consumidores usaram as redes sociais para protestar contra a escolha de um manequim infantil negro e de pés acorrentados como parte da decoração de uma unidade da rede de supermercados Pão de Açúcar, em São Paulo.

A estátua, com grilhões no tornozelo, foi considerada de mau gosto por internautas, e motivou críticas em páginas do Facebook e fóruns especializados essa semana. Os comentários negativos consideraram infeliz a escolha de uma imagem associada à escravidão, além do status “decorativo” dado à obra. Alguns ainda associaram o manequim à apologia ao trabalho infantil. “O cesto é de proporções incompatíveis à estatura da criança e seria um sacrifício, seja pelo tamanho ou pelo peso para ser carregado”, condena post da página Site Mundo Negro.

Após a recepção controversa, a rede divulgou um posicionamento nesta quinta-feira lamentando o ocorrido, a afirmando que providenciou a retirada da estátua, que estava presente em uma unidade no bairro da Vila Romana, capital. Segundo o Pão de Açúcar, o manequim em questão foi adquirido como parte de uma coleção de peças decorativas, “sem intenção ou apologia a qualquer tipo de discriminação”.

O texto prossegue: “A rede agradece os contatos recebidos dos clientes e lamenta o fato ocorrido, uma vez que pauta suas ações na ética, promoção e respeito à diversidade”.

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Aumenta a população de adultos acima de 65 anos nas redes sociais

Segundo pesquisa do Pew Institute, 43% dessa população está usando intensivamente sites como Facebook, Twitter e Google+

Getty Images Brasil
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Publicado no IDG Now!

Um novo estudo Internet Life do Pew Institute, mostra que 43% da população de adultos com 65 anos ou mais usam intensivamente redes sociais como Facebook, Twitter e Google+. Esse número representa um salto gigantesco com relação a 2006 quando, segundo o mesmo instituto, apenas 1% dessa mesma população utilizava sites de redes sociais.

O estudo mostra que desde 2009 as taxas de adesão às redes sociais pelos adultos acima de 65 anos têm triplicado.

Vários outros grupos de faixas etárias diferentes também aumentaram sua presença na mídia social. A audiência de adultos com idades entre 50 e 64 anos por exemplo, já representa 60% da população total nessa faixa etária. Entre as pessoas de 30 a 49 anos, o percentual de adoção cresceu exponencialmente, saltando de meros 7% em 2009 para 78% em 2013, segundo o estudo.

Um dos autores do estudo, Aaron Smith, diz que há vários fatores levando ao aumento da adoção entre representantes da terceira idade. A possibilidade de manter contato com membros da família que vivem distantes, acessando fotos e vídeos; a oportunidade de reatar relacionamento com amigos há muito perdidos e a conexão com pessoas com mesmos interesses e hobbies são três fatores que contribuem bastante, diz o pesquisador.

No geral, 72% dos adultos acima de 18 está usando redes sociais hoje nos Estados Unidos, diz o estudo, contra 67% do ano passado.

O Twitter foi analisado pela primeira vez individualmente pelo estudo da Pew e descobriram que 18% dos adultos online acima de 18 anos utiliza o microblog, contra 8% em 2010. Adultos mais velhos também estão entre os mais ativos no Twitter também. Entre as pessaos com idade de 50 a 64 anos, 13% usa o site, contra 6% em 2010. Na faixa dos 30 aos 49 anos, 17% usam o Twitter, contra 6% há três anos. E as pessoas acima de 65 anos têm menos afinidade, representando apenas 5% da base dos usuários nessa faixa etária conectados a redes sociais.

O estudo foi baseado em entrevistas por telefone feitas entre abril e maio deste ano, com uma amostra de mais de 2,2 mil adultos com 18 anos ou mais.

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Curtir abobrinhas no Facebook pode ser trabalho em Bangladesh

Serviço vende “curtidas” e é desafio para empresas e consumidores

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Publicado na Folha de S. Paulo

O “curtir” no Facebook, no YouTube e em outras redes sociais pode não ser tão sincero como se espera e coloca em dúvida como muitas empresas modernas medem seu sucesso no mundo digital.

Um exemplo é uma página do Facebook dedicada a abobrinhas (sim, o legume) que recebeu centenas de curtidas, enquanto outras dezenas de páginas similares sobre a cucurbitácea não têm o mesmo sucesso.

Poderia ser um caso de sucesso não fosse um problema: as curtidas eram falsas, feitas por uma equipe de trabalhadores em Bangladesh, cujo chefe exige US$ 15 (cerca de R$ 34) por mil curtidas da sua “fazenda de cliques”.

Em troca, muitos desses funcionários trabalham em um sistema de jornada tripla e chegam a ganhar por ano US$ 120 (cerca de R$ 275).

Para as companhias, esse tipo de serviço seria um atrativo, já que aumentar a sua exposição nas mídias sociais pode ser um bom caminho para atrair clientes.

Segundo pesquisas, 31% dos consumidores levam em conta as notas e as críticas sobre um produto (incluindo as curtidas) antes de comprá-lo.

Isso significa que as “fazendas de cliques” podem ter um papel importante em enganar os consumidores.

E para as empresas que são dependentes de pesquisas sobre popularidade nas redes sociais, essas “fazendas de cliques” são um desafio para saber qual é realmente a popularidade de um produto.

Mas as condições de trabalho ali são degradantes.

Os funcionários ficam em salas sem nada além de paredes e mesas de trabalho, e com janelas com grades, chegam a varar a noite para ganhar muitas vezes US$ 1 em troca de mil curtidas no Facebook ou de mil pessoas que passa a seguir no Twitter.

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