Os 14 tipos de fotos de perfil nas redes sociais

Como a capa de um livro ou um trailer de filme, sua imagem de perfil diz às pessoas como você é, e do que você mais gosta.

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Por Leslie Horn, no Gizmodo

Uma foto do perfil representa quem você é. Você quer mostrar que é divertido, interessante, viajado, sagaz, ou quaisquer outras qualidades desejáveis. Mas somos também muito previsíveis: nossas fotos de perfil podem ser resumidas em 14 categorias específicas.

Como a capa de um livro ou um trailer de filme, sua imagem de perfil diz às pessoas como você é, e do que você mais gosta. É uma oportunidade para você se gabar, e nós indexamos as formas de fazer isso.

Claro, isso não quer dizer que alguma destas opções esteja errada – embora algumas possam ser meio irritantes. Veja os perfis de seus amigos. Veja o seu próprio perfil. Vocês provavelmente se encaixam em uma dessas 14 categorias:

1) O “Olá, Estamos Apaixonados”

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Noivou há pouco tempo? Recém-casado? Cego pelo poder do amor? Este é simples de detectar. É uma imagem da cerimônia, talvez uma foto de um casal abraçado, com a mão esquerda da moça na posição “ele é meu, olha só o anel” (mão esquerda no peito).

2) O “Olhe Para o Bebê”

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Você procriou! Sabemos disso porque vemos sua prole na sua foto de perfil. E mesmo que todos estejam muito felizes por você – e que seu bebê seja uma gracinha – ficamos levemente confusos e nos perguntamos se, de alguma forma, você entrou em uma situação Benjamin Button.

3) A Lembrança

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Esta pode ser uma série de coisas: uma foto sua em um uniforme de escola, uma foto de bebê fofinho tirada de um álbum dos seus pais – é um mergulho de volta ao passado.

4) O Viajante

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Olha, você já passou duas semanas na Europa, enquanto nossas férias ainda estão longe de chegar. Você precisa esfregar isso na nossa cara, mudando seu avatar para uma foto de você passeando bem longe do trabalho?

5) O Animal de Estimação

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Claro, você adora seu animal de estimação – e quem não adora? Mas você ama tanto que seu pet É você… pelo menos de acordo com a sua imagem de perfil.

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Jornalista cria site que reconta notícias do mundo para crianças

A jornalista Simone Ronzani pensou nas dúvidas que seu filho tinha após ouvir e ler as notícias e  criou o Recontando, site que cria animações sobre as notícias mais repercutidas nas redes sociais.

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Fonte: Razões para Acreditar

Uma das características que mais marcam a Geração Z é a facilidade de lidar com as novas tecnologias. Já não é mais surpreendente ver crianças de 5 anos – ou menos – usando tablets, smartphones e computadores de forma avançada. As variadas abas expõem que as crianças também possuem gosto por notícias e capacidade de absorver muitas informações simultaneamente. Porém, nem sempre os usuários mirins conseguem entender o que muitos portais de notícias veiculam nos domínios.

A jornalista Simone Ronzani pensou nas dúvidas que seu filho tinha após ouvir e ler as notícias e  criou o Recontando, site que cria animações sobre as notícias mais repercurtidas nas redes sociais. Cada animação é desenvolvida com precisão para deixar a notícia mais clara e didática possível para que as crianças, principal público alvo do domínio, absorvam os fatos que as circundam ao redor do mundo.

Assista o vídeo de como surgiu a ideia do site:

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Câmara dos EUA aprova a CISPA, que obriga Google, Twitter, Facebook a fornecer dados de usuários ao governo dos EUA

Serviços digitais como Google, Twitter, Facebook deverão fornecer os dados pessoais dos usuários ao governo em caso de solicitação.

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Por Rafael Bravo Bucco, no A Rede

A câmara dos representantes (deputados) dos EUA aprovou na manhã desta quinta-feira (18) o Cyber Intelligence Sharing and Protection Act (Cispa), projeto de lei que estabelece regras para aumentar a segurança cibernética no país às custas da redução da privacidade dos usuários da internet.

Segundo o texto, serviços digitais como Google, Twitter, Facebook deverão fornecer os dados pessoais dos usuários ao governo em caso de solicitação, dispensando necessidade de ordem judicial.

As empresas também estariam isentas de culpa caso terceiros ou o governo use os dados repassados de forma indevida, desde que ajam de “boa fé” ao repassar as informações. O Cispa recebeu apoio de Google, Twitter, Amazon, Tumblr e Facebook.

A aprovação da lei pode afetar a rede no Brasil, uma vez que o país ainda não possui uma legislação de uso de dados pessoais por empresas e serviços online. Na prática, a lei permitiria que informações de brasileiros sejam repassadas ao governo dos EUA, e as empresas daquele país que o fizerem, não podem ser acionadas na justiça estadunidense. As informações repassadas poderiam ser usadas para vigiar os usuários, sem consentimento.

O texto ainda precisa passar pelo Senado e, se aprovado, pela sanção de Barack Obama. Na internet, a mobilização pelo engavetamento do projeto no senado começou no começo do ano, quando o texto voltou à pauta do Congresso. Foram 288 votos a favor, e 127 contra, apesar de Obama ter ameaçado vetar o texto.

Contrária ao texto, a ONG Fight for the Future reuniu 1,5 milhão de assinaturas até ontem em petições para que os deputados indeferissem o projeto. Agora, a organização quer fazer a maior mobilização da história da internet contra o Cispa, com ajuda de pessoas do mundo todo. Para isso, vem reunindo emails e promete, nos próximos dias, organizar eventos presenciais.

A Electronic Frontier Foundation, ONG que também defende a privacidade dos usuários na rede, condenou a aprovação de hoje. Em seu site, escreveu que pretende continuar a luta derrubada do projeto no Senado. “Todos concordamos que os EUA precisam sanar questões urgentes de segurança na Internet, mas este projeto scarifica a privacidade online ao mesmo tempo em que falha ao tomar passos de senso comum para melhoria da segurança”, diz o advogado da EFF, Kurt Opsahl.

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Justin Bieber é criticado por dizer que Anne Frank poderia ser uma ‘belieber’

Cantor adolescente foi ao museu na Holanda dedicado à memória de Frank. No livro de dedicatórias, Bieber escreveu que ela poderia ter sido fã dele.

(Foto: AP/Globo News)
(Foto: AP/Globo News)

Publicado originalmente no G1

O pop star adolescente Justin Bieber virou alvo nas mídias sociais após dizer que Anne Frank poderia ser uma “belieber”, nome pelo qual chama suas fãs.

A polémica começou após o museu Anne Frank House relatar que Bieber escreveu no livro de visitas da entidade esperar que a jovem vítima do Holocausto fosse uma “belieber”.

A entidade comunicou, por meio de seu perfil no Facebook, neste sábado (13) que Bieber havia visitado o museu na noite anterior e passado mais de uma hora, acompanhado de um grupo de amigos e guardas. Os fãs esperavam o astro do lado de fora por “um vislumbre dele”.

“Em nosso livro de visitas, ele escreveu: ‘Verdadeiramente inspirador poder vir aqui. Anne era uma grande menina. Esperançosamente ela teria sido uma belieber'”, disse o museu em sua publicação no Facebook.

A frase escrita no livro de visitas gerou centenas de comentários na rede social de pessoas reagindo negativamente à escolha de palavras de Bieber.

“Anne Frank uma belieber? Essa é de longe uma das coisas mais egoístas que eu já li, tipo sempre”, escreveu a usuária do Facebook, Tania Saez Pinto.

Comentaristas da mídia também se juntaram à polêmica. Scott Simon, apresentador da Rádio Pública Nacional dos EUA, disse no Twitter: “Anne seria sábia o suficiente para apenas rir”.

Um representante de Bieber não retornou as ligações ou um e-mail neste domingo a respeito da controvérsia sobre seu comentário no livro de visitas.

Anne Frank, que morreu aos 15 anos no campo de concentração de Bergen-Belsen em 1945, é uma das mais notórias vítimas judias do Holocausto.

Leitores em todo o mundo leram seu diário, publicado em 1947, e detalha privações e triunfos pessoais que ela e sua família passaram no tempo em que se esconderam da ocupação nazista na Holanda.

 

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