Internet deixou o povo mais preguiçoso e o governo quer retirá-la do ar após a meia-noite

Redes sociais, jogos e MSN contribuíram para o crescimento da preguiça brasileira

publicado impagavelmente no G17

Segundo o governo, a Internet aumentou em grande proporção a preguiça dos brasileiros. As redes sociais, jogos e programas de comunicação instantânea contribuíram para o crescimento da preguiça brasileira.

Para reascender a coragem das pessoas, o governo pretende aprovar o Projeto de Lei que bloqueará a Internet, em todo o país, após a meia noite. De acordo com o projeto, a Internet não funcionará, em dias de semana, da 0h às 6hs. Os sábados e domingos ficam de fora das clausulas do projeto de Lei.

Para o governo, se a internet sair do ar após meia-noite, o brasileiro não tem alternativa senão dormir mais cedo. Acordando cedo o brasileiro produz mais, tanto no rendimento escolar como no trabalho.

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É possível terminar um namoro ‘digitalmente’ numa boa?


Lu Galastri, na Revista Galileu

Lá está você, insatisfeito/a com seu relacionamento, consciente de que não dá mais para ficar junto daquela pessoa. E então você decide terminar o namoro (ou qualquer tipo de relação que você tinha). Não é uma decisão fácil, vai ser doloroso e, o pior, você vai precisar olhar nos olhos e decepcionar uma pessoa que teve algum tipo de importância na sua vida.

E é aí que entra a tentação – você tem Facebook, Gtalk, e-mail, Whatsapp e 30 outros serviços de mensagem eletrônica a sua disposição. Seria tão mais fácil mandar uma mensagem e acabar com tudo. E vai ser melhor para a outra pessoa também, já que ela não vai se humilhar tanto, chorando na sua frente, certo?

Não é certo. Mas também não é errado. E você vai entender por que:

Todo mundo tem essa amiga ou amigo que teve o coração partido por que o namoro, que durou meses (se não anos), acabou com poucas palavras em uma tela. Ou, pior, quando o status do namorado ou namorada no Facebook só muda para solteiro, sem aviso prévio. É o caso da repórter do Washington Post, Lisa Bonos, que depois de ter um relacionamento terminado por uma mensagem de celular, resolveu investigar a arte do digital breakup, ou término de namoro digital.

Ela descobriu que, além da vantagem de você não precisar encarar alguém nos olhos enquanto joga as esperanças dessa pessoa pela janela, mensagens digitais não dão ao ‘rejeitado’ a chance de argumentar na mesma hora, de interromper o que o ‘rejeitador’ está dizendo.

Por outro lado, para quem é dispensado, a sensação é de que o relacionamento não teve um fim correto. Para Lisa, terminar pessoalmente mostra o quanto você se importava com aquela pessoa, o quanto respeitava a sua relação. Ela compara o término digital com o término cara-a-cara com um “golpe de karatê em relação a uma reverência e um ‘namastê’”.

Uma pesquisa, apresentada por Ilana Gherson em seu livro “The Breakup 2.0: Disconnecting Over New Media” (Término de namoro 2.0: Desconectando-se através das novas mídias, sem edição em português), mostra que, entre universitários, terminar o namoro digitalmente é a mesma coisa que terminar o namoro de uma forma cruel.

E como terminar, então?

Segundo a consultora de relacionamentos online Laurie Davies, do eFlirt, no início do namoro, depois de 3 encontros, se uma das partes percebe que não está dando certo, deve ligar (sumir do mapa não é aceitável). Se o relacionamento é mais longo, o mais correto é marcar uma conversa.

Mesmo assim, em alguns casos específicos, é aconselhado terminar o namoro online. Se quem está terminando acha que o dispensado não vai deixá-lo falar tudo o que deve, o caminho pode ser mesmo o e-mail.

E vale lembrar que tudo é uma questão de jeito. Lisa entrevistou uma moça (anônima) em Washington que diz que não se importou de ter seu relacionamento terminado via e-mail. “A mensagem foi muito gentil e me fez me sentir melhor comigo mesma”, conta ela, que, ao ser dispensada, foi chamada de ‘divertida, atraente e inteligente’. No fim da mensagem, seu ex-namorado contava que ‘não havia mais conexão, que ele não sentia mais química’. E ele também se ofereceu para discutir o assunto pessoalmente, caso ela quisesse.

A mulher gostou tanto do e-mail que, em seu último relacionamento, ela usou o mesmo estilo de mensagem para terminar. E ela até passou o “modelo” para outros amigos. Até agora, 5 já usaram o mesmo texto na hora de acabar. Ok, aí eu, pessoalmente, já acho errado. Mas o problema sou eu, não você (trocadilho).

Opções da Web 2.0

Vivemos na era das mídias sociais, então, por mais estranho que possa parecer, existem opções de serviços terceirizados que podem terminar o namoro por você. Nos EUA o IDump4U.com cobra 10 dólares para fazer uma ligação para seu parceiro/a e terminar o relacionamento. Cruel? Talvez. Mas seus criadores dizem que só querem deixar o mundo melhor. “Estamos cansados de ver relacionamentos ruins se arrastando porque uma das partes não tem coragem de ser o ‘malvado’ da história”, conta um dos fundadores do serviço, Bradley Laborman.

E, se você foi dispensado, pode usar o Wot Went Wrong, serviço que permite que você envie mensagens para um ex pedindo um ‘feedback’, para que eles expliquem direitinho o que houve de errado (e o meu erro foi crer, que estar ao seu lado bastaria…).

O fato é que não importa como você termine o namoro, que regras siga. Sempre tem uma grande chance de que a outra pessoa vai achar que você foi cruel. Faz parte.

E você, já terminou um namoro ‘digitalmente’? Divida suas experiências. A caixa de comentários está aberta, assim como meu e-mail, no canto direito da tela.

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Didi, um herege?

Felipe Cavalcante Costa, no Mero Cristianismo

Muito se tem dito estes dias sobre o filme estrelado por Renato Aragão, o Didi. Em blogs e perfis em redes sociais, simpatizantes ou seguidores do cristianismo, têm desencadeado uma perseguição religiosa contra o eterno Trapalhão.

Dentre tudo que li até agora, muito me choca a falta de sabedoria das pessoas que agem como massa de manobra com uma facilidade impressionante. O fato é que as informações sobre a película “O Segundo Filho de Deus” são pouquíssimas e mesmo assim, pessoas estão retirando dos celeiros tochas, garfos e porretes.

“Como Jesus veio à Terra e não conseguiu cumprir a sua missão, porque os homens não deixaram, Deus resolve mandar um segundo filho. Aí, sim, Ele cumpre a missão”, teria afirma Aragão (Gospel Prime). Tirando o fato de que a única informação que se tem de confiável seja o da revista Veja, que não menciona em tempo algum a afirmação acima, apenas blogs evangélicos propagam a informação.

Baseado na informação (ou desinformação) que se tem, afirmo realmente, A MISSÃO NÃO ESTÁ COMPLETA! Jesus durante seu ministério terreno deixou claro que havia chegado o reino dos céus e que uma mudança de mentalidade, metanóia, era necessária: “Arrependei-vos, porque é chegado o reino dos céus” (Mt 4:17). E por seguinte a máxima de que algo ainda não estava concluso: “E eu vos destino o reino, como meu Pai mo destinou” (Lc 22:29).

O “pontapé inicial” foi dado pelo Cristo que deixou instruções de como prosseguir com o reino, em particular no Sermão do Monte, somado ao sacrifício salvífico do qual somos agraciados com o perdão. Mas a continuidade do reino é responsabilidade “dos outros filhos de Deus”, eu e você.

No entanto, o que vejo é um grande número “cristãos” se preocupando com o que um humorista diz (?). Por que essa turma não se revolta contra as interpretações bíblica oriundas de interesses nababescos? Com a turma da televisão que está enriquecendo ás custas da ignorância dos famintos? Por que não se revoltar e fazer correntes, propagar imagens e criar abaixo-assinados em busca de mudanças sociais que visem cumprir o reino? Respondo: fazer uma nova inquisição contra o humorista é mais fácil e cômodo. Não precisa ler e aprender da Bíblia para corrigir o que está errado. Basta repostar uma imagem no facebook.

A hipocrisia e inércia da igreja evangélica me cansa. Como cristão e evangélico estou a cada dia mais decepcionado com tanta ignorância. Se a frase for mesmo do Didi, digo que é algo “profético”, pois os homens continuam a não deixar o reino de Deus avançar e assim a missão de Deus ser concluída. Que Deus não nos deixe dormir para sempre.

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Concurso no Facebook promete fama ao primeiro que morrer

©AFP/Arquivo / Rodrigo Buendia

Fernando Mexía, na Exame

A fama que muitos não conseguem obter durante toda vida é o principal prêmio de um concurso organizado pela empresa Willook no Facebook, o qual apresenta um único e definitivo desafio aos participantes: ser o primeiro a morrer.

A macabra competição, na verdade, é a última campanha lançada por essa companhia israelense para promover o “If I Die” (E se eu morrer), um aplicativo que opera nessa rede social e que oferece aos usuários a possibilidade de gravar uma mensagem de despedida, a qual seria publicada no mural do usuário após sua morte.

“Tivemos esta ideia desde o primeiro dia que pensamos em criar este serviço”, disse à agência Efe o fundador e executivo-chefe da Willook, Eram Alfonta, que deu início ao projeto “If I Die” em 2010 como um site. No entanto, em busca de uma maior visibilidade, o projeto passou a ser um aplicativo do Facebook em 2011.

“Achamos que todas as pessoas têm direito de divulgar suas últimas palavras, tornar público seu legado e, por isso, consideramos que um concurso (chamado “If I Die First”) seria o mais apropriado para que o serviço tivesse impacto na rede”, explicou Alfonta.

Os requisitos para participar desta corrida pela popularidade, que virá somente após a morte, são simples: estar vivo, ter uma conta no Facebook, instalar o aplicativo, entrar na opção “For a chance to World Fame” (por uma possibilidade de alcançar a fama mundial) e gravar sua mensagem para a posteridade.

O usuário que morrer antes dos outros competidores terá seu testemunho póstumo publicado em sites como o Mashable, uma referência na internet com mais de 20 milhões de visitas ao mês, assim como em revistas e outros veículos da imprensa internacional que participam da campanha.

A inscrição, que é gratuita e foi aberta no último sábado, já conta com mais de 1,2 mil pessoas inscritas, as quais aceitaram as regras da competição, que, por sua vez, se preocupa em não estimular os participantes a provocar sua própria morte.
“Se houver alguma suspeita de suicídio ou falecimento deliberado, o relato não será publicado. Temos uma política antisuicídio muito rigorosa”, comentou Alfonta, que ressalta que o “If I Die” não é uma plataforma a favor da morte, mas a favor do senso do humor.

“Achamos que todo mundo deveria gravar uma mensagem no “If I Die” porque nunca se sabe…”, completou o empreendedor.

Por conta da forma que o “If I Die” lida com a morte, Alfonta já recebeu muitas criticas, embora não tenha dado importância. Segundo o empresário, isso ocorre com “muitos aplicativos” e se as pessoas usam o Facebook em sua vida social, elas “também têm direito de morrer ali”. “É parte de nossa vida digital, nós funcionamos como um serviço funerário digital”, ironizou Alfonta.

Desde que estreou no Facebook em 2011, o “If I Die” já conta com mais de 213 mil usuários, sendo que apenas duas mortes foram registradas.

“O lado emotivo das mensagens nos impressionou muito. Eram mensagens de despedida, ambos de pessoas que já estavam doentes e sabiam que não lhes restava muito tempo. Uma delas deixou uma mensagem em vídeo e a outra em texto”, detalhou Alfonta.

O “If I Die”, que basicamente é gratuito, também estreou neste mês seu serviço pago, com o qual pretende lucrar o suficiente para evitar o uso de publicidade na internet.

Desta forma, os usuários “premium” poderão gravar mensagens que serão dirigidas somente às pessoas que desejarem, tendo conta no Facebook ou não, e terão um custo anual de manutenção de US$ 25, que correspondem a 5 mensagens de até 15 minutos cada uma.

A aplicativo “If I Die” é independente do inusitado concurso, que requer que os participantes gravem uma mensagem específica e cujo ganhador será anunciado em um prazo de 19 meses, segundo a estimativa dos organizadores.

“Não queremos que ocorra muito rápido, mas certamente algum de nossos usuários morrerá”, concluiu Alfonta.

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Mulheres são de Pinterest, Homens são de Google +?

Fiona Menzies, no The Wall

As recentes estatísticas divulgadas pela “rede social do momento”, o Pinterest, causou surpresa em muita gente. A divisão por gênero indica que cerca de 97% de seus usuários são do sexo feminino.  Isso remete à pergunta: a teoria clássica da divisão de interesses inaugurada  pelo livro “homens são de Marte, mulheres são de Vênus” se aplica às  plataformas de mídia social ?

Enquanto no Facebook a divisão é mais equilibrada (58% mulheres/42% homens), sabe-se que as mulheres passam mais tempo e se envolvem mais com ele. Elas fazem mais upload de fotos, postam mais atualizações e oferecem mais informações sobre si mesmas.

No Twitter a coisa é um pouco diferente,  embora as mulheres tuitem com muito mais frequência, a divisão de gêneros é bem pequena (52% mulheres/48% homens).

Já o Google + parece ser dominado por homens (71%), com audiência composta de gente mais jovem, que estão começando a usar redes sociais agora. Além disso, cerca de 50% dos usuários do Google + tem menos de 24 anos.

Embora o LinkedIn pareça ser o mais equilibrado (51% mulheres/49% homens), a maioria de fato só usa esse site para se questões profissionais. Talvez por isso,  os homens sejam mais ativos do LinkedIn (63%), acreditando na eficácia dessa rede para a promoção pessoal.

Embora alguns desses padrões deem boas dicas, o Pinterest parece revelar  o que atrai tanto as  mulheres à sua plataforma. Subliminarmente, isso parece ficar evidenciado na sua página ‘About’ [sobre]. “O Pinterest permite organizar e compartilhar todas as coisas bonitas que você encontrar na web. As pessoas usam quadros e tachinhas coloridas para planejar casamentos, decorar suas casas, e organizar suas receitas favoritas”.  Isso não soa como uma experiência para usuários machos!

O Pinterest também oferece um grande nível de anonimato e não requer um grande compromisso pessoal com a comunidade. Comparemos com Google +,   que oferece uma série de inovações interessantes e originais. Ele exige uma compreensão mais profunda para que o usuário possa obter o máximo das suas capacidades.

Uma matéria recente da revista Wired identificou os dois problemas centrais para as mulheres usarem o Google +. Essa pesquisa mostrou que as mulheres preferem muito mais se envolver em círculos predominantemente femininos, um grande motivo para o Pinterest ser uma grande oportunidade para as marcas se promoverem.

Olhando para as estatísticas, parece que cada vez mais as redes sociais refletem a vida real. As mulheres (em geral) preferem experiências sociais, enquanto os homens são mais propensos a utilizá-las como um meio para chegarem a um fim determinado.

O fato é que estamos superexpostos quando entramos numa mídia social, e compartilhar dados se tornou um hábito para nós.  Ao mesmo tempo, os seres humanos valorizam a sua privacidade. Essa é uma característica inata de todos nós e algo que tem sido comprometido nos últimos tempos pela explosão das redes sociais.

Assim sendo, o que devemos ver no futuro são novas formas de privacidade, com as pessoas compartilhamos coisas que não são realmente importantes. A fragmentação das redes sociais  provavelmente deverá se fortalecê-las baseado em nichos de interesse ou utilidade, particularmente em termos de gênero. Isso indica que talvez o Pinterest realmente seja o futuro das redes sociais.  Exposição mínima, foco definido entre “gosto” e “não gosto” e a ausência de comentários parecem atrair pessoas para a rede onde tudo se compartilha e ao mesmo tempo desejam alguma privacidade.

Tradução e adaptação: Agência Pavanews

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