Facebook adiciona o botão de “doar” para campanha contra Ebola

A contribuição irá para qualquer uma das três instituições com fins não lucrativos envolvidas com o combate à doença – a Cruz Vermelha Americana, o International Medical Corps e o Save The Children.

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O Facebook está acrescentando mais um item ao feed de notícias de seus usuários: um botão de “doe agora” para contribuir na campanha contra o Ebola. A inclusão acontece a partir desta quinta-feira (06) na versão em inglês da rede social e provavelmente estará presente em seus idiomas alternativos. A contribuição irá para qualquer uma das três instituições com fins não lucrativos envolvidas com o combate à doença – a Cruz Vermelha Americana, o International Medical Corps e o Save The Children.

A atitude de Mark Zuckerberg para contribuir no combate à doença não é o único gesto tomado pelo CEO em relação ao assunto. No dia 15 de outubro, ele e sua esposa, Priscila Chan, doaram U$25 milhões para o Centers for Disease Control Foundation, para tentar pôr um fim ao alastramento do Ebola durante o mês passado.

Além do botão de “doe agora,” o Facebook incluirá uma parceria com a UNICEF para espalhar informações mais precisas sobre a situação da doença no oeste da África. As mensagens aparecerão no feed de notícias dos usuários da rede social que moram nas regiões afetadas, explicando como funciona a detecção, a prevenção e o tratamento. Segundo a equipe de engenheiros do Facebook, metade dos 200 milhões de usuários da internet do continente africano estão na rede social.

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Vaquinha arrecada os R$ 5 mil para agente de blitz pagar indenização a juiz

 

a divina vaquinha

Publicado no UOL

Lançada na tarde desta terça às 13h, a vaquinha virtual criada para ajudar a agente da Operação Lei Seca Luciana Silva Tamburini a pagar a indenização de R$ 5.000 ao juiz João Carlos de Souza Corrêa, hoje titular do 18º JEC (Juizado Especial Criminal) do Rio de Janeiro, levou menos de nove horas para ser finalizada.

O valor total foi atingindo por volta 22h, no site “Vakinha”, e outros R$ 4.000 ainda estavam para ser confirmados.

Luciana foi condenada por danos morais na última semana por conta de uma abordagem realizada durante uma blitz da Lei Seca na capital fluminense em 2011.

De acordo com decisão, em primeira instância, da 36ª Vara Cível do TJ-RJ (Tribunal de Justiça do Estado do Rio), a servidora pública “agiu com abuso de poder” e “zombou” do magistrado ao afirmar que ele “era juiz, mas não Deus”. Corrêa estava sem a carteira de habilitação, com o carro sem placa e sem documentos quando foi parado.

O veículo do magistrado, que era titular da 1ª Vara da Comarca de Búzios, foi rebocado.

Segundo a denúncia, houve um desentendimento verbal entre os dois e o caso foi parar na 14ª DP (Leblon). Luciana chegou a receber voz de prisão por desacato, mas se negou a ir à delegacia em um veículo da Polícia Militar.

“Ao apregoar que o demandado era ‘juiz, mas não Deus’, a agente de trânsito zombou do cargo por ele ocupado, bem como do que a função representa na sociedade”, escreveu o desembargador José Carlos Paes, da 14ª Câmara Cível do TJ-RJ, que manteve a condenação em segunda instância.

A advogada paulista Flavia Penido, criadora da vaquinha, justificou a iniciativa dizendo que a decisão “é um acinte a todos aqueles que defendem o direito de igualdade”. A página ganhou o nome de “A divina vaquinha”, uma referência irônica ao fato de que a agente disse que o juiz não é Deus.

A advogada também propôs que a hashtag “#juiznaoehdeus” fosse compartilhada para divulgar a vaquinha. Dezenas de usuários da rede já haviam replicado o termo pedindo apoio para a agente.

“O pessoal está indignado. Eu, como cidadã, também fiquei. Como advogada, eu achei a decisão do tribunal digna de muitas críticas. Pode-se questionar se foi certo ou não ela ter dito que ele era juiz, mas não Deus, mas na hora que a gente confronta as duas atitudes é óbvio que ele estava errado”, afirmou Flavia, que atua na área de direito digital.

Segundo a advogada, o objetivo da iniciativa não é apenas ajudar a agente financeiramente. “A intenção também foi dar suporte emocional a ela, fazê-la perceber que a atitude dela não foi em vão, que ela não está sozinha”, disse.

Flavia contou ainda que entrou em contato com a tia e advogada da agente e se colocou a disposição, junto a outros colegas, para dar apoio jurídico, se ela necessitar.

Satisfação
Quando a arrecadação da vaquinha já havia alcançado metade do valor pretendido, às 17h, Flavia afirmou que não esperava um resultado tão rápido, mas disse estar satisfeita e “muito feliz”.

“Está tendo uma repercussão muito grande. Já estou muito feliz e vou ficar muito mais se conseguir o total ainda hoje. Foi a primeira vez que eu fiz uma vaquinha na vida. Nem sabia mexer na ferramenta, mas valeu a pena”, declarou a advogada.

Para ela, é importante que o Judiciário perceba que a sociedade está atenta ao seu trabalho. “É um tapa com luva de pelica”, resumiu.

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A crueldade com os nordestinos

Após doze anos de esquerda no Poder, os filhos do Nordeste ainda estudam em escolas de taipa

Ruth de Aquino, na Época

(foto: Reprodução/TV Globo)
(foto: Reprodução/TV Globo)

Um absurdo a fúria que emergiu nas redes sociais contra o povo nordestino, por ter votado em massa em Dilma Rousseff. É preconceito de uma minoria ruidosa de brasileiros sem noção. Algo escandaliza ainda mais que isso: a crueldade com crianças pobres em escolas do Maranhão e Alagoas, obrigadas a sair do colégio uma hora mais cedo por falta de merenda, ou forçadas a se arranhar em cercas de arame farpado para fazer suas necessidades no mato, por falta de banheiro no colégio.

É um crime dos governos condenar crianças do Nordeste a essa calamidade na educação, enquanto, nas favelas do Sudeste, bibliotecas-parque sofisticadas, ao estilo da Colômbia, são construídas e servem de vitrines para o governo petista.

Por que essa discriminação com o povo nordestino? Não faz sentido que, depois de 12 anos de governo de “esquerda”, os filhos do Nordeste continuem a estudar em escolas improvisadas de taipa e terra batida, descalços, sem kit escolar, sem ao menos o arroz, pedido modestamente por uma menininha maranhense.

Será que, entre as novas ideias do novo governo, está o respeito aos direitos humanos da infância nordestina? Esses direitos constitucionais englobam educação, saúde, saneamento básico e o fim da tuberculose, que mata mais que o ebola no mundo subdesenvolvido. Incluem ainda oportunidades de ascensão de jovens sem dependência financeira do Estado e o direito a uma vida digna, que reduza drasticamente a gravidez precoce e a prostituição infantil e juvenil. Esperamos que o novo governo encampe ideias velhas e deixemos de ver uma realidade de cortar o coração.

(foto: Reprodução/TV Globo)
(foto: Reprodução/TV Globo)

Essas imagens foram exibidas na sexta-feira pelo programa Bom Dia Brasil, da TV Globo. Reportagens em campo mostram o país real, não aquele da propaganda eleitoral ou aquele protagonizado por discussões partidárias inócuas. Quanto besteirol de todos os lados na semana passada. O plebiscito anunciado por Dilma, que deveria criar conselhos populares para fazer a reforma política, era natimorto. Conscientes de que Câmara e Senado vetariam novamente, Dilma e o PT só queriam uma cortina de fumaça pós-eleição, para desviar a opinião pública dos desafios concretos.

Os “conselhos populares” – que não garantem participação real do povo nos rumos do Brasil – abriram rusgas entre um Congresso corporativista e a mãe dos pobres. Com um detalhe: a maior oposição ao novo governo vem da base aliada, do PMDB e dos PTs regionais. Renan Calheiros, o presidente do Senado, diz que “conversa não arranca pedaço”. Verdade. Só arranca um dinheirinho aqui, um cargo ali, uma promessa lá. O índice de rejeição mais complicado hoje para Dilma está no Congresso, entre os “muy amigos”. A palavra mais usada é “rebelião”.

Enquanto engravatados se digladiam por interesses e ministérios – antes das férias regiamente pagas de verão –, sugiro que Lula e Dilma continuem com as excursões ao Brasil profundo ou acompanhem e leiam reportagens que denunciam a crueldade com o nordestino, do parto à morte. Já existe um muro da vergonha que separa Sudeste, Centro-Oeste e Sul de Nordeste e Norte. Esse muro não foi derrubado por um governo que, em mais de uma década, cumpriu muito menos que prometeu, a ponto de encarar 51 milhões de votos contra a permanência do PT no Poder.

Não há, no Brasil, 51 milhões de ricos, direitistas da elite ou remediados. Essa massa está insatisfeita e não tem tempo ou interesse de se reunir em “conselhos” e ajudar o governo ou ONGs a tomar as decisões necessárias para colocar o país nos eixos. Dilma e Lula sabem muito bem do que o Brasil precisa. Especialmente Norte e Nordeste, que continuam com indicadores sociais africanos, enquanto obras superfaturadas – como a refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco, e tantas outras – consomem e desviam bilhões de verba pública. Até a mandioca é fonte de propina, não de proteína. Obras de interesse público são interrompidas por irregularidades e ineficiência.

Lá em cima do Brasil, o buraco é muito mais embaixo. Especialmente nos dois lanternas dos indicadores sociais: Maranhão e Alagoas. Quase 40% das crianças maranhenses entre 8 e 9 anos não sabem ler nem escrever. Segundo o IBGE, o Maranhão tem o segundo maior índice de mortalidade infantil do Brasil, inferior apenas ao de Alagoas. De cada 1.000 nascidos no Maranhão, 29 não sobrevivem ao primeiro ano de vida. Em Alagoas, o IDH é igual ao do Gabão.

Esse é o preconceito que mata os nordestinos. Deve ser considerado crime.

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‘Empacotador galã’ faz sucesso na web após ter foto postada por cliente

Alex virou celebridade instantânea e ganhou destaques e jornais e TVs.
Apelidado de ‘Alex from Target’, jovem trabalha em loja da rede no Texas.

'Empacotador galã' fez sucesso na web após ter foto postada no Twitter (foto: Reprodução/Twitter/Auscalum )
‘Empacotador galã’ fez sucesso na web após ter foto postada no Twitter (foto: Reprodução/Twitter/Auscalum )

Publicado no G1

Apelidado de “empacotador galã”, um jovem que trabalha em uma loja da rede Target no estado do Texas, no EUA, se transformou em viral no país depois que uma jovem compartilhou uma foto do adolescente  no Twitter.

Com o sucesso nas redes sociais, Alex virou uma celebridade instantânea e ganhou destaques em diversos jornais, como o Washington Post, e programas de TV. Até o show da comediante Ellen DeGeneres procurou o jovem.

A hashtag #alexfromtarget recebeu mais de 809 mil menções no Twitter em apenas 24 horas, de acordo com a imprensa americana.

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Facebook terá botão “Refazer amizade”

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Publicado impagavelmente no Sensacionalista

Passado o longo período eleitoral que causou o fim de amizades e separação de familiares, o Facebook resolveu dar uma mão no processo de pacificação e resolveu implementar o botão “Refazer amizade”.

A empresa fez um levantamento e percebeu que o clima de guerra entre amigos poderia fazer com que menos pessoas acessassem a rede social, provocando perda de faturamento.

A ideia é recuperar as amizades que foram bloqueadas por excesso de petralhagem ou overdose de coxismo. O usuário clicará no botão e enviará um convite para o ex-amigo. Quem receber o convite para refazer a amizade poderá responder com um “sim” ou com o bocão “socar”.

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