A história do gato que virou guia de um cão cego e que prova o poder da amizade entre os animais

publicado Hypeness

Sempre mostramos histórias sensacionais de animais que fazem coisas incríveis, em uma demonstração de inteligência e sensibilidade que, por vezes, falta a alguns humanos. Dessa vez não é diferente: em um vídeo produzido pela Nat Geo Wild, vemos a amizade e cooperação entre um cão idoso e um gato que lhe serve de guia.

Tervel é um labrador velhinho, de 14 anos, que sofreu agressões quando era filhote, o que acarretou em sua vida adulta a cegueira e surdez parcial. Devido a suas crescentes dificuldades, Tervel ficava muito isolado, e passava o tempo quase todo deitado na sua cesta. Até que entrou em sua vida um felino excepcional.

Pudditat é um gato que não se dá bem com outros da sua espécie por ser muito mandão. Mas que com Tervel teve uma empatia imediata, que os transformou em grandes amigos. Com o passar do tempo, além da amizade, Puddicat assumiu outro papel: o de gato-guia. Hoje Tervel se movimenta com facilidade e confiança, seguindo os passos do gato, que o acompanha de perto e o direciona. Em um gesto de amizade inquestionável e encantador, que pode conferir no vídeo e imagens abaixo:

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O homem resoluto e provisório – um conto

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Ricardo Gondim

Não! O homem esbravejou, contundente.

Enquanto caminhava, seguiu sem raiva.
Viajava com certa impaciência, sim.
Por isso, murmurou, insistindo consigo mesmo: Nunca!
Negar era seu jeito de procurar manter alguma lucidez.
Esperneou para não se ver enredado nas teias pegajosas da estrada imponderável.
Soltou um grito primitivo e pueril para fazer a catarse do negativo.
Mastigou palavras raras.
Contentou-se em repetir seu jamais todo próprio.
Logo a estrada bifurcou.
Ele empacou.
Notou o risco de escolher entre dois caminhos.
Pensou: Mais uma opção provisória.
Balbuciou com os dentes semicerrados um não a mais.

Andou bastante fora da trilha já aberta.
Pouco tempo depois, definitivo e obstinado, definhou.
Morreu se sentindo livre e feliz.

fonte: site do Ricardo Gondim

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Deus brasileiro

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Publicado por Ed René Kivitz

Poucas coisas me entristeceram tanto nesse processo eleitoral quanto contemplar o mapa do Brasil indicando os resultados do primeiro turno. A metade superior: norte e nordeste, absolutamente vermelha PT, enquanto a metade inferior: centro-oeste, sudeste e sul, predominantemente azul PSDB.

Quaisquer que sejam as considerações feitas, suspeito de duas coisas aparentemente óbvias: não vivemos numa democracia, e estamos cativos de pensamentos extremados e de índole totalitária.
Luiz Carlos Heinze (PP–RS), que declarou que índios, quilombolas e LGBT são “tudo o que não presta”, e Jair Bolsonaro (PP–RJ), foram os mais votados em seus estados.

Geraldo Alckmin venceu em 644 das 645 cidades do Estado, e na capital ficou em primeiro lugar em 54 das 58 zonas eleitorais. Aécio Neves venceu em 88% dos municípios paulistas. Não obstante ter sido chamada de “a nova cara da direita”, há quem acredite que Marina Silva representa um retrocesso ao pensamento gramsciano, opinião que acabo de ler no meu SMS.

Corre pelos quatro ventos a sugestão de que “ninguém, a não ser o PT, gosta de pobres; ninguém, a não ser o PT, quer o bolsa família; ninguém, a não ser o PT, se preocupa com o salário mínimo”. Palavras atribuídas a Chico Buarque, dão conta que “antes do PT chegar ao poder, teve uma turma que ficou 500 anos mandando aqui no Brasil e esse país se tornou um paiséco de 5° mundo”.

Em sua coluna semanal na Folha, Reinaldo Azevedo afirma que “o PT nunca foi revolucionário”, atua conforme “o modo da esquerda totalitária”e “se organiza para por a seu favor o ódio, o rancor e o ressentimento” e mantém o povo refém de seu “assistencialismo chantagista”.

Levy Fidélix, segundo Luciana Genro, poderia ter saído algemado do debate realizado pela Rede Record, sob acusação de homofobia. No mesmo dia em que Malala Yousafzai, a menina muçulmana, recebia o prêmio da Paz, Silas Malafaia se pronunciava com suas usuais palavras conciliadoras e pastorais conclamando o povo nordestino a dar uma resposta a “esses vagabundos e bandidos”, referindo-se ao PT.

Até o mais simplório observador perceberá que os fatos, comentários e opiniões relatados acima passam longe de qualquer virtude relacionada a moderação, bom senso e abertura ao diálogo, busca de entendimento e aproximações para o desenvolvimento de pensamentos convergentes, e espírito de conciliação, imprescindíveis ao processo democrático.

O Brasil padece de um surto maniqueísta. “As discussões em redes sociais sobre as eleições fizeram aumentar em 84% o número de denúncias de crimes de ódio cometidos na web”, informa a Folha de S.Paulo. “As páginas incluem conteúdo relacionado a racismo, homofobia, xenofobia, neonazismo e intolerância religiosa”.

Gregório Duvivier, que admiro, disse que não vota feliz em nenhum dos dois candidatos: Dilma e Aécio. E explica: “não importa quem ganhe, já começa endividado – e vai quitar a dívida com dinheiro público. Ambos contraíram empréstimos milionários com empreiteiras, bancos, com a Friboi (sim, a Friboi doou a mesma quantia para os dois candidatos – não quis correr riscos) e fizeram acordo com os setores mais reacionários da sociedade. Ambos os governos – não se enganem – vão ser ruralistas, fundamentalistas e corruptos. Seu dinheiro, eleitor, já está comprometido”, declarou na Folha.

Disse também que no imaginário popular “quem defende causas humanitárias e direitos civis é tachado de petista”, e portanto, não lhe resta outra opção senão “aceitar essa pecha”. Já o comentarista de twitter do artigo do Duvivier carregou na tinta da polarização: “Tenho um bom motivo para votar em Dilma, racistas, homofóbicos e preconceituosos contra ela”. Em síntese, quem vota Aécio é racista, homofóbico, e preconceituoso. Quem vota Dilma é defensor dos direitos civis e das causas humanitárias.

“Da esquerda à direita no espectro político, há uma forte tendência a reforçar posicionamentos que legitimam uma estética da violência e da discriminação”. Alguns dos que estão mais à esquerda atribuem todos os males do país à elite branca paulista. Provavelmente revidam o ataque feito em 2010, quando Dilma saiu consagrada no Nordeste, quando uma aluna de direito postou em seu twitter que “nordestino não é gente (sic). Faça um favor à SP: mate um nordestino afogado” (será que a falta de chuva é porque Deus está castigando a terra da garoa?). Após a divulgação dos resultados do primeiro turno o ódio social se manifestou. Expressões como “esses paulistas têm que morrer de sede”, “esses paulistas são desprovidos de inteligência”, e “vontade de afogar esses paulistas”. Um grupo de médicos teve a desfaçatez de propor a castração de eleitores petistas.

Outros afirmam que Dilma “só ganha voto do povo burro do Nordeste”. “Um jornalista mineiro chegou a propor que o Brasil fosse dividido em dois, Norte/Nordeste e Sul/Sudeste, e arrematou: “Dilminha ficaria com seus preguiçosos eleitores bolsistas fazendo uma cesta [sic] em redes nordestinas e nós com Aécio e demais trabalhadores esclarecidos, na banda de baixo, com mangas arregaçadas botando lenha na fogueira da produção desse país” (informações colhidas no artigo “Fraturados pelo ódio e pelo preconceito”, de Marco Antonio Carvalho Teixeira e Renato Sérgio de Lima, na Folha).

Começam a circular com mais intensidade na internet os videos de destruição da imagem dos dois candidatos e seus respectivos partidos e aliados. Willian Bonner usa o palanque do Jornal Nacional para demolir a reputação da presidente Dilma, cujo governo foi manchado por escândalos de corrupção e desvios éticos nos ministérios da agricultura, cidades, esportes, transportes, trabalho, saúde, turismo, além da Petrobras, objeto de duas CPI no Congresso, e uma elite condenada e encarcerada como corruptos, mas tratados pelo PT como guerreiros e vítimas de injustiça, contrariando a sentença do maior tribunal de justiça do país.

Do outro lado, um certo policial civil mineiro sobe no palanque do Youtube para adjetivar Aécio de “pilantra, bandido de carteirinha, playboy, viciado, noiado”, acusado de “beneficiar e estar envolvido com tráfico de drogas em Minas Gerais”, participar de uma quadrilha que chega ao absurdo de conspirar contra a vida de quem o denuncia. Mais uma vez, há quem defenda que os dois presidenciáveis não merecem a cadeira no Planalto, mas uma cela nada confortável num presídio de segurança máxima.

Será mesmo que essas eleições presidenciais deixaram como souvenirs para a história as bonequinhas “Petralhinha, a boneca canalhinha”, e “Reacinha, porque ser escroto é uma gracinha”, criadas pelas equipes das campanhas de Aécio e Dilma por ocasião do dia criança?
O circo está montado. Os dossiês correndo solto. Os bonecos manipuláveis para destruir reputações guardando discretamente envelopes no bolso. Os marketeiros varando a noite para criar na escuridão o que se envergonham de fazer à luz do dia. Um punhado de militantes se revezando no plantão para reagir com violência qualquer manifestação contrária ao seu candidato.

Beneficiados e beneficiários das estruturas carcomidas pela corrupção tratando de proteger seus privilégios. E mais poderia ser dito, uma vez que a maldade humana não encontra limites.
Como foi que nos imbecilizamos tanto? Como chegamos a níveis tão baixos de debate político e tentativa de exercício de cidadania? Quem nos levou para esse beco escuro onde o povo está dividido entre mocinhos e bandidos? A quem interessa esse surto maniqueísta? Como podemos escapar dessa armadilha que traz consigo as sementes do totalitarismo e conspira contra a democracia e o Estado de Direito?

Independentemente dos resultados das urnas no próximo domingo 26 de outubro, é urgente que todos nós cidadãos, homens e mulheres de boa vontade, celebremos um pacto em defesa da justiça e da paz social.
Em dias de polarização tenho apenas uma certeza. Somente o compromisso a favor “do órfão, da viúva, e do estrangeiro” – expressão exaustivamente repetida pelos profetas hebreus que abrange os sem vez e sem voz, a solidariedade e o serviço ao pobre, e a luta incansável pela erradicação da pobreza e da miséria, poderão sustentar a esperança de que Deus seja mesmo brasileiro.

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O caminho menos trilhado

caminhando

Ricardo Gondim

Preciso da divina companhia de quem se atreve acompanhar-me por uma rota deserta chamada vida. Firo, magoo e decepciono muitas vezes. Sofro se não expresso gratidão. Afasto gente querida. Atropelo companheiros. Como sei a dor de olhar para trás e ter remorso de não ter celebrado mais instantes, vez por outra luto para não lacrar as janelas da existência.

Contudo, seguir na estrada menos pavimentada parece tanto meu flagelo como minha fortuna. Não é fácil andar comigo. Perseguir horizontes pouco nítidos –  nebulosos – me desafia desde sempre. Mesmo quando acho difícil desvelar os enigmas herméticos, insisto em esmiuçar a sutil revelação da transcendência. Acho tudo complicado e quero saber o porquê.

Solitário – sem escolher a solidão – subo desfiladeiro. Não me interesso por descidas. Minha alma se interessa por conquistar as escarpas das serras. Cavalgo por prados selvagens sem atentar para os buracos perigosos. Nado na contramão da enxurrada que empurra toras de madeira enquanto cava rochas. Perto de mim, canhoto, as pessoas entendem o significado mais profundo de ser sinistro.

Meu corpo pede quietude, todavia, não cesso de espernear por dentro. Sou todo desassossego, todo alvoroço, todo rebuliço. Se recuo diante de acenos inquisitórios é devido ao meu destemor dos patrulheiros dos bons modos. No banquete dos bem comportados, necessito de espaço para os cotovelos. Meu ímpeto de escrever não tolera a cisma de escandalizar. Quero devanear como um poeta: alucinado com a beleza imarcescível, apaixonado pelo mistério inesgotável e alumbrado com a solenidade do sagrado.

Sei que não devo tentar explicar-me. Não por descaso, mas por me faltarem palavras. Como descrever a imensidão submersa de um coração apaixonado? Eu também tenho um caso de amor com a vida.

Minha interioridade é só minha. Mesmo assim continuo estrangeiro de mim mesmo. O homem que me encara de dentro do espelho mal sabe quem eu sou. Meus pensamentos se agitam, insubmissos. Os sentimentos colidem em noites insones. Constantes terremotos misturam medo e ousadia, ternura e raiva, fé e dúvida, empenho e fadiga. Na areia do tempo, me desconheço cada dia mais. Sou ambíguo e lógico, sensível e ríspido, melancólico e cheio de esperança.

Se insisto em não precisar de ninguém, no mesmo fôlego choro por companhia. Procuro o deserto só para morrer de saudade. Entre retroceder e avançar nos afetos, fico tensionado como elástico de estilingue. Acendo os faróis para o futuro e, ao mesmo tempo, lanço âncora. Rasgo mapas, roteiros, bulas, dogmas, contudo, gosto do rito do encontro. A antiga eucaristia do pão rasgado e do vinho tinto me enchem de significados novos. Cafuné, abraço e pequenos parágrafos carinhosos se tornam tão essenciais quanto o vento – o espírito – que me anima com eternidades. Na senda pouco povoada por onde viajo, confesso carência de intimidade.

Soli Deo Gloria 

fonte: site do Ricardo Gondim

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A importância de ter tempo para pausas

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Publicado no Papo Feminino

Você já reparou como corre durante o dia? Não estamos falando em corrido de atividade física, mas em como as 24h diárias passam por você e você mal percebe. Afinal, ser mulher te encarrega de acordar, ficar linda, cuidar dos filhos e do marido, levar os filhos para a escola, ir trabalhar, fazer o almoço, buscar os filhos na escola, pagar as contas, voltar para o trabalho, voltar para casa, fazer o jantar, arrumar a bagunça, colocar os filhos para dormir e, enfim, poder descansar. Ufa, dá canseira só de pensar né? Foi pensando nisso que a especialista em inteligência relacional Thirza Reis escreveu um artigo sobre a importância de termos tempo para parar e refletir, decidir qual caminho tomar. Confira!

“Outro dia fui a um restaurante que costumo ir em Brasília. O garçom me atendeu e, depois de anotar o pedido, colocou em minha frente, sobre a mesa, um jogo americano com a frase de Drummond “a vida precisa de pausas”. Essa frase é antiga e o jogo americano também. Já o tinha visto várias vezes. Mas dessa vez me impactou de um jeito diferente. Não sei se é porque estou em pleno processo de saída da pausa (voltando de férias) ou se porque esse tempo de férias me fez refletir e olhar para o tempo a partir de outra perspectiva. É essa perspectiva que gostaria de compartilhar. O tempo de hoje nos pede urgência, rapidez.

As mudanças são constantes e não há muito tempo para refletir sobre elas. Somos demandados a tomar as melhores decisões, de forma inovadora e criativa, em menor tempo possível, gastando o mínimo possível. Não é isso? Pelo menos, é este o apelo que tenho visto em algumas empresas. Faz sentido. E é exatamente por isso que precisamos de pausas. Para melhor saber no que investir nosso tempo, nosso dinheiro e, mais importante que tudo isso, no que investir nossas vidas e nossos afetos. A ansiedade por fazer sempre do jeito certo (e rápido!) tem gerado em nós desconexão uns com os outros e com nós mesmos. Não conseguimos desfrutar. Estamos no agora pensando no por vir, o que tira de nós a integralidade da experiência de estar simplesmente presente.

Por isso, precisamos de tempo para contemplar, para nos dar a chance de observar a vida, nos distanciar um pouco do problema e das questões cotidianas para permitir que o essencial emirja. Tempo para nos permitir reconhecer e dizer que, às vezes, não sabemos o que fazer (ainda). Esse reconhecimento é importante e nos acalma, quando somos capazes de fazê-lo. Esse reconhecimento faz a poeira baixar e, com ela baixa, conseguimos ver horizontes que antes não víamos. Dar pausa é garantir esse tempo para a poeira decantar. Tem decisões na vida que precisam desse tempo para amadurecer, para se tornarem possíveis, para ganharem forma. As vezes nos apresamos em tomar decisões e justificamos a intempestividade por não ter tempo para pensar melhor.

É preciso coragem e sensibilidade para romper com esse discurso e permitir pensar e fazer diferente. É preciso que nos deixemos sentir para sermos capazes de concretizar novas realidades. Sou uma defensora do tempo da observação, do tempo para ver como vemos, isto é, ver a nossa forma de nos relacionarmos com o mundo e de interpretarmos a realidade. Só conseguimos fazer isso, quando estamos na “pausa”. É nela que tomamos a distância necessária para ver como vemos. Depois desse momento, ainda na pausa, precisamos nos permitir continuar no ciclo do aprendizado. Precisamos redirecionar o olhar para, então, ver a partir do todo. Por vezes é difícil. Precisamos de ajuda de outras pessoas para contemplarmos o todo, para ver aquilo que, sozinhos, não víamos.

Ao fazer isso, começamos a experimentar o Presenciar, que tem a ver com o “abrir-se para receber” o novo a partir de uma participação consciente que, agora, considera um campo mais vasto de mudança. Nessa presença o que está em questão é “o deixar ir para deixar vir”. Precisamos abrir espaço para a novidade. E isso envolve abrir mão de modos de fazer antigos. Só a partir desse momento que começarmos o movimento de realizar. Só então saímos da pausa para coordenar as ações e, assim, incorporar o novo ao nosso fazer. Até este momento, as ações estavam em fase de incubação. Ao vivermos esse processo, ganhamos maior consciência do todo. Essa consciência promove uma ação mais efetiva, isto é, uma ação que beneficia cada vez mais o todo.

Por isso, é importante sistematizarmos e incluirmos em nosso dia-a-dia os momentos de pausa, para não sermos engolidos por uma rotina que não nos permite pensar e sentir com dignidade. Essa pausa é indicativo de saúde, psíquica e emocional. Nos permitir a pausa, se feito com integridade, nos torna mais presentes, mais vivos e conectados. E essa presença tem a ver com estar mais atento e consciente do aqui-agora, abrindo espaço genuíno para pensar o futuro (sem que isso se traduza em ansiedade). Não sei se Drummond pensava nisso quando escreveu sua célebre frase ou se sua intenção era essa. Mas, ler essa frase na minha pausa, gerou essas reflexões. Espero que encontre eco no corações de vocês como encontrou no meu. E pausa…”

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