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Cadela que ajuda jovem com mal genético recebe prêmio no Reino Unido


 

Publicado por BBC [via UOL]

A inglesa Lucy Watts, de 20 anos, é portadora de uma doença genética rara, a síndrome de Ehlers-Danlos (que afeta articulações, músculos, ligamentos e vasos sanguíneos), e está em estado terminal.

Mas ela conta que sua cocker spaniel Molly lhe dá forças e esperança, além de ajudá-la com tarefas cotidianas.

“Ela é minha melhor amiga, minha companheira. A luz da minha vida”, diz Lucy. “Quando tenho um dia difícil – e acredite, isso acontece com frequência -, olho para Molly e penso que tenho que continuar vivendo.”

Sua história ganhou destaque na Grã-Bretanha após as duas serem premiadas em um show anual de cães, o Crufts, com o troféu “Amigos para toda a vida”.

Artista cria maior retrato em solo já realizado no Reino Unido

Publicado no Somente Coisas Legais

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O artista cubano Jorge Rodriguez e sua equipe realizaram um feito inédito para o Ulster Bank Belfast Festival de 2013. Utilizando 30 mil estacas, 2.000 toneladas de terra, 2.000 toneladas de areia e várias pedras em um terreno de 11 hectares, eles criaram o maior retrato em solo de todos os tempos do Reino Unido.

Intitulada Wish, a obra de arte é um retrato de uma criança anônima. Localizado no bairro Titanic em Belfast, na Irlanda, a peça foi originalmente planejada para ocupar 5 hectares, mas depois de conseguir uma área maior de trabalho, ele acabou por ocupar o dobro do planejado, 11 hectares. Concluído em quatro semanas, Jorge e sua equipe usaram a tecnologia do GPS para conseguir traçar a figura com exatidão no local, através de estacas e linhas colocadas entre elas. Jorge também conta que esse trabalho foi o maior já realizado por ele em sua carreira:

Eu criei trabalhos nos Estados Unidos e em toda a Europa, mas esta peça em Belfast tem sido uma experiência diferente para mim. As pessoas demonstram grande apoio e crença no conceito. Quando eu comecei este trabalho eram  apenas cinco hectares, mas ele cresceu tanto emocionalmente quanto fisicamente. Agora, aos 11 acres, ele é a maior peça de arte que já realizei, e eu acredito que esta magnitude é uma homenagem a esta cidade que tem muitas coisas positivas para oferecer.

Você pode encontrar mais informações no site oficial além de se deslumbrar com as fotos e o vídeo abaixo:

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Mulheres têm média de 107 peças de roupa, mas dizem não ter o que vestir

Posts de fotos nas redes sociais contribuem para insatisfação delas com as próprias roupas (foto: Getty Images)

Posts de fotos nas redes sociais contribuem para insatisfação delas com as próprias roupas (foto: Getty Images)

Publicado no Terra

Se você reclama do seu guarda-roupa, saiba que não é a única. Uma pesquisa realizada pela Sharps Bedrooms, no Reino Unido, constatou que as mulheres possuem, em média, 107 peças de roupa, mas, pelo menos uma  vez por semana, dizem que não têm o que vestir. Um dos motivos são as fotos postadas nas redes sociais, que fazem com que achem que os modelitos já estão ultrapassados. Os dados são do jornal Daily Mail.

As roupas também são consideradas inadequadas por estarem apertadas demais, grandes, não-lavadas ou amassadas. As entrevistadas consideraram que 36% dos itens de vestuário que possuem não são usáveis e declararam que ainda não estrearam 15% deles.

A pesquisa também descobriu que 67% delas acham traumático ter que encontrar algo para vestir para um evento especial e 64% sempre acabam comprando algo novo. Além disso, 36% adquirem roupas e, em seguida, as escondem dos parceiros.

Estuprador pode ter contraído vírus HIV da vítima no Reino Unido

Resultado dos exames deve sair nesta sexta-feira. Apesar de já conhecer a mulher, ele não sabia que ela tinha Aids.

publicado no G1

O britânico Richard Thomas, condenado a cinco anos e quatro meses de prisão na última segunda-feira (2) por estupro, pode ter sido contaminado pela vítima soropositiva, diz o jornal Daily News. O resultado dos exames deve sair na sexta-feira.

Segundo policiais, ao ser informado sobre essa possibilidade, durante o interrogatório, Thomas entrou em choque e pediu para ser levado para fazer os testes.

O homem confessou ter invadido a casa da vítima na noite do dia 20 de julho e cometido o estupro. Apesar de não se lembrar do fato por estar sob efeito de álcool, cocaína e ecstasy, ele diz que “a mulher não iria mentir, ela diz a verdade. Se ela diz que eu fiz isso, eu fiz isso”, de acordo com a advogada Virginia Hayton.

Estuprador e vítima já se conheciam, entretanto, Thomas afirma não saber que ela é portadora do vírus HIV. “Mas isso tudo é culpa dele. Se ele não tivesse cometido o abuso, não teria se colocado nessa posição”, completa a advogada.

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‘Avançamos muito’, diz jornal inglês. ‘Na última vez, o brasileiro assediado foi morto a tiros’

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Publicado no Terra

Um artigo publicado nesta semana no jornal inglês The Independent trata da detenção do brasileiro David Miranda no aeroporto de Londres e compara com o caso de outro brasileiro, Jean Charles de Menezes, que foi assassinado por forças de segurança do país em 2005.

“Avançamos muito. Na última vez, o brasileiro assediado foi morto a tiros”, diz o título do artigo de opinião assinado por Matthew Norman.

O texto usa um tom irônico para criticar as forças de segurança do país. Ele compara os dois casos e indica que a segurança do Reino Unido avançou nos últimos sete anos. Em vez de matar brasileiros sem motivo, eles agora só são interrogados e detidos por nove horas.

“Sete curtos verões depois que a polícia apagou Jean Charles de Menezes em um trem do metrô sem nenhuma razão aparente além da sua própria incompetência, o viajante Brasileiro que obedece a leis e não tem nenhuma ligação com terrorismo não espera nada pior de que ser retido em uma cela e interrogado por no máximo nove horas”, ironiza o texto.

“Não está claro se o senhor Miranda aprecia o quanto a polícia avançou desde que matou seu compatriota, mas até agora o ingrato não agradeceu por terem deixado ele voltar ao Rio vivo. Honestamente, algumas pessoas simplesmente não têm ideia do quanto são sortudas”, diz.

Mais adiante, entretanto, o texto deixa mais claro seu tom crítico:

“É uma desgraça que oficiais da polícia britânica tenham detido e interrogado um cidadão estrangeiro contra quem eles não tinham nenhuma suspeita de nenhuma ofensa, muito menos terrorismo”, diz.