Marinara Costa volta a namorar ex, mas ainda não quebrou jejum sexual

Marinara Costa (Foto: Jessica Monstans / EGO)

Carolina Gitahy, no EGO

Musa dos anos 1990, Marinara Costa voltou a namorar o ex-marido, Fernando Bosco, que a agrediu no passado.  Há dois meses, a ex-modelo foi procurada pelo lutador, também convertido à religião evangélica, com um pedido de perdão.

“O que passou ficou no passado. O que importa é que hoje ele é um homem de Deus e tem o desejo de retomar a nossa família. Agora, temos o amadurecimento para isso”. contou o EGO.

Em recente entrevista, Marinara havia revelado que perdeu um dos seios depois de uma agressão do ex-marido. “Hoje, tenho o entendimento de que ele não foi o único culpado. Eu também incitei a ira dele”, explica.

A ex-modelo contou que Fernando a procurou depois de ler sua entrevista ao EGO  em que ela revelou ter tentado se matar seis vezes. “Ele leu o meu depoimento e foi à minha casa para conversarmos. Foi Deus quem o colocou no meu caminho outra vez”, diz.

Há sete anos sem sexo, por considerar “pecado” o ato fora do casamento, a ex-modelo diz que ainda não quebrou o jejum: “Estamos namorando, com calma, e nosso plano é casar novamente o mais rápido possível. Sexo fora do casamento continua sendo pecado e não queremos pecar”, explica.

A ex-modelo diz que a prioridade no momento é restaurar a família – Marinara e Fernando tiveram uma filha, hoje com 11 anos – e garante não sentir falta de sexo: “Quando você serve a Deus, seus valores são diferentes. O prazer da carne é passageiro. Te dá aquela sensação boa no momento, mas depois não te preenche. Hoje, aprendi esperar com paciência porque sei que Deus só coloca coisas boas no meu caminho”, diz.

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Malinês recebe 40 chicotadas por consumo de bebida alcoólica

Publicado por Folha.com

Um morador de Timbuctu acusado de ter bebido álcool recebeu nesta segunda-feira 40 chicotadas por membros do grupo islamita Ansar Dine (defensores do islã) que controla esta cidade do norte do Mali, onde impôs a sharia (lei islâmica), informaram testemunhas.

“Um jovem acaba de receber 40 chicotadas por ter bebido álcool. A flagelação ocorreu no mercado de Timbuctu”, afirmou um morador da cidade contactado de Bamaco.

“Está ferido e foi levado ao hospital”, acrescentou em uma informação confirmada por outras testemunhas.

Um homem e uma mulher de Timbuctu, acusados de terem tido um filho sem estarem casados, receberam no dia 20 de junho cem chicotadas cada um, infligidas por membros do Ansar Dine que, por sua vez, destruíram todos os depósitos de bebidas da cidade.

Ansar Dine também demoliu a maioria dos mausoléus de santos muçulmanos de Timbuctu, antigo centro cultural e intelectual do Saara, provocando indignação no próprio Mali e no exterior.

Em outra das grandes cidades do norte do Mali sob seu controle, no mês passado os islamitas de outro grupo armado, o Movimento por uma Jihad Única na África ocidental, queimaram maços de cigarros e chicotearam os fumantes.

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Homens de Deus não devem se casar com mulheres mais velhas ou de raça diferente, segundo bispo Edir Macedo

“O rapaz que deseja fazer a Obra de Deus não deve se casar com uma moça que tenha idade superior à dele”,  diz Edir Macedo em seu artigo publicado no site Arca Universal.

Tiago Chagas, no Gospel+

Relacionamentos e as diferenças entre homem e mulher, idade, raça e a complexidade que os envolve foram tema de um artigo do bispo Edir Macedo para a sessão de comportamento do site da Igreja Universal do Reino de Deus.

O texto trata das diferenças de idade e raça entre homem e mulher, e dá recomendações explícitas sobre o que deve ou não ser feito quando o assunto é casamento. Macedo afirma que “o rapaz que deseja fazer a obra de Deus não deve se casar com uma moça que tenha idade superior à dele [...]para não se deixar influenciar por ela”. O líder da Universal abre exceções para homens “suficientemente” maduros, mas ressalta que essa “diferença não deve ultrapassar dois anos”.

“Muitas pessoas não gostam quando fazemos estas colocações”, afirma Macedo. Entre os argumentos usados pelo bispo para justificar sua postura, estão a possibilidade de traição quando a esposa envelhecer ou a probabilidade de ela tornar-se “mandona” com o passar do tempo: “Para evitar este ou outros transtornos, oriundos da diferença de idade (a do marido inferior à da esposa), é preferível que não haja qualquer compromisso de casamento”.

Sobre a diferença de raça e cor, Macedo é enfático ao afirmar que “não haveria nenhum problema para o homem de Deus se casar com uma mulher de raça diferente da dele, não fossem os problemas da discriminação que seus filhos poderão enfrentar nas sociedades racistas deste mundo louco”, e justifica sob o argumento de missões: “os pais não terão como evitar que aconteçam rejeições ou críticas por parte dos coleguinhas nas escolas nos países onde eles poderão estar pregando o Evangelho”.

O bispo Edir Macedo afirma que não tem opinião pessoal contrária à miscigenação, mas que a orientação para que os fiéis procurem esposas de sua raça visa uma melhor aceitação por sociedades estrangeiras, que não estão acostumadas com a realidade brasileira.

A igreja, diz o bispo, busca “alertar sobre esta situação não porque tenha qualquer objeção quanto ao casamento envolvendo mistura de raça ou cor. Não, muito pelo contrário! Temos vários homens de Deus casados com mulheres de raças diferentes. Não teríamos absolutamente nada a comentar a este respeito, mas temos visto este tipo de problema acontecendo com as crianças dentro das nossas igrejas, em outros países”, justifica-se.

Confira abaixo a íntegra do artigo “Homem de Deus quanto à idade e à raça”, do bispo Edir Macedo, para o site Arca Universal:

O rapaz que deseja fazer a Obra de Deus não deve se casar com uma moça que tenha idade superior à dele, salvo algumas exceções, como por exemplo aquele que é suficientemente maduro e experiente na vida para não se deixar influenciar por ela. Mesmo assim, a diferença não deve ultrapassar dois anos.

Muitas pessoas não gostam quando fazemos estas colocações; entretanto, temos visto que quando a mulher tem idade superior à do seu marido, ela, que por natureza já tem o instinto de ser ‘mandona”, acaba por se colocar no lugar da mãe do marido.

E o pior não é isto. A mulher normalmente envelhece mais cedo que o homem, e quando ela chega à meia-idade, o marido, por sua vez, está maduro mas não tão envelhecido quanto ela. E a experiência tem mostrado que é muito mais difícil, mas não impossível, manter a fidelidade conjugal.

Para evitar este ou outros transtornos, oriundos da diferença de idade (a do marido inferior à da esposa), é preferível que não haja qualquer compromisso de casamento. Devemos crer que Deus tem reservado para cada servo uma serva, de acordo com as suas aspirações, que por sua vez vão ao encontro das aspirações dela.

Por esta razão, não é bom que o rapaz se afobe e se case com a primeira que aparecer, só porque quer fazer a Obra de Deus e precisa de uma esposa. Não! Se ele não confia que Deus irá lhe suprir com a sua outra metade, como vai confiar que Ele fará a Sua Obra por seu intermédio?

Quanto à raça

Não haveria nenhum problema para o homem de Deus se casar com uma mulher de raça diferente da dele, não fossem os problemas da discriminação que seus filhos poderão enfrentar nas sociedades racistas deste mundo louco.

É preciso que ambos estejam conscientes quanto aos riscos de traumas ou complexos que as crianças poderão absorver durante os períodos escolares, e, a partir daí, carregarem-nos por toda a vida.

Infelizmente, os pais não terão como evitar que aconteçam rejeições ou críticas por parte dos coleguinhas nas escolas nos países onde eles poderão estar pregando o Evangelho.

O homem de Deus precisa estar sempre preparado para servir a Deus onde quer que Ele assim determine, e, assim, nem sempre estará em um país onde não haja esse tipo de situação. Portanto, é necessário que o casal examine também esta questão, antes de qualquer compromisso mais sério.

O homem de Deus não pode simplesmente dizer: “Ela tem o Espírito de Deus e eu também. Nós nos amamos e vamos nos casar”. Não! Não deve ser apenas isto! Ele tem o futuro totalmente comprometido com uma missão de extrema importância, e não pode ser limitado. É preciso que haja uma avaliação esmerada quanto aos passos no presente.

Procuramos alertar sobre esta situação não porque a Igreja Universal do Reino de Deus tenha qualquer objeção quanto ao casamento envolvendo mistura de raça ou cor. Não, muito pelo contrário!

Temos vários homens de Deus casados com mulheres de raças diferentes. Não teríamos absolutamente nada a comentar a este respeito, mas temos visto este tipo de problema acontecendo com as crianças dentro das nossas igrejas, em outros países.

Procuramos, portanto, trazer à baila esta situação a fim de evitarmos transtornos no futuro do homem de Deus e na obra que está reservada para ele.

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Governo indiano compra cartas que comprovariam a bissexualidade de Gandhi

O líder espiritual Mahatma Gandhi
O líder espiritual Mahatma Gandhi (Reuters)

Publicado originalmente na Veja

Cartas trocadas entre Mahatma Gandhi e o arquiteto sul-africano Hermann Kallenbach entre 1905 e 1945 foram compradas pelo Ministério da Cultura indiano por 700.000 libras, segundo reportagem do site do jornal britânico The Daily Mail.

Pesquisadores afirmam que as mensagens provam a bissexualidade do líder político indiano, que teria abandonado a mulher Kasturbai Makhanji, em 1908, para viver com Kallenbach na África do Sul. A correspondência, que reúne também cartas escritas pelos filhos, amigos e outros parentes de Gandhi, seria leiloada nesta terça-feira em Londres.

Os documentos foram encontrados na casa da sobrinha-bisneta de Kallenbach e aquecem a discussão sobre a sexualidade de Gandhi, levantada pelo jornalista britânico Joseph Lelyveld, que fala sobre a relação homossexual de Gandhi com Kallenbach na biografia Great Soul (Mahatma Gandhi – E Sua Luta com a Índia, o título em português), lançada no ano passado. A versão em português chegou às livrarias pela editora Companhia das Letras em 25 de junho.

O texto reúne juras de amor trocadas entre o líder pacifista e o arquiteto, que se conheceram em 1904 durante passagem de Gandhi pela África do Sul. “Você tomou posse do meu corpo. Isso é uma escravidão violenta”, escreveu Gandhi para Kallenbach de acordo com Lelyveld.

Eles se separaram em 1914 quando Gandhi teve que voltar para a Índia e Kallenbach foi impedido de acompanhá-lo por causa da Primeira Guerra Mundial. Mesmo assim, eles permaneceram em contato através das cartas.

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