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Evangélicos distribuem água para devotos do Círio de Nazaré

Grupo distribui água e presta ajuda médica a promesseiros.
‘O Círio transcende religiões’, diz socióloga.

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Publicado no G1

A maior procissão católica do país é a festividade de muitas religiões. Durante a principal romaria do Círio, realizada neste domingo (13), evangélicos distribuem água e prestam atendimento médico aos promesseiros que passam em frente ao templo evangélico, localizado no trajeto da procissão. “Nossa igreja está de portas abertas, com o propósito de estabelecer o mandamento de Deus, que é amar a Ele e ao próximo, independente de religião”, conta o pastor Zildomar Campelo, do grupo “Blindados do Senhor”, da Assembleia de Deus.

O grupo reúne 300 voluntários, que distribuíram 5 mil copos de água aos devotos, além de servir café da manhã, com direito a bolo, sanduíches, pães e sucos. “Não temos preconceito. Deus ressuscitou Jesus para que as pessoas viessem se agregar a Ele, e nosso intuito é esse”, completa Campelo.

Diversidade ideológica
O Círio agrega diversas religiões. “A maior parte da minha família é católica, eu sou espírita e tenho filhos evangélicos, mas no domingo do Círio, todos se reúnem”, conta Régia Favacho. Para a socióloga Denise Simões Rodrigues, a força simbólica de Nossa Senhora de Nazaré é capaz de superar possíveis barreiras entre os devotos. “Círio é um evento que transcende todas as religiões”.

Para a budista Monique Malcher, a força da multidão que se mobiliza no Círio é inquestionável. “O mundo é muito caótico, o homem busca formas e crenças para se agarrar e conseguir prosseguir, mas para mim a beleza do Círio vai além da devoção pela santa, está na beleza do encontro entre as pessoas que contam uma as outras suas histórias, falam sobre fé, e se motivam nessa dança. No final vemos que a fé é parte da caminhada”, diz a jornalista.

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Criança vestida de anjo agradece a graça alcançada durante o Círio. (Foto: Guy Veloso/ Divulgação)

O premiado fotógrafo paraense Guy Veloso integra a multidão da procissão do segundo domingo de outubro há 20 anos. Espírita de formação católica, ele conta que o fato de seguir uma outra doutrina não mudou em nada sua relação com Nossa Senhora de Nazaré. “Na minha religião, a figura histórica de Maria é reverenciada e é importante. O Círio é um encontro familiar, um encontro comunitário. É um evento social muito importante para cidade e gosto muito dessa época, ainda mais com a minha profissão de fotógrafo e meu estudo em cima da religião”, conta o artista, que viaja o mundo para registrar promesseiros das mais diversas demonstrações de fé.

De acordo com a socióloga Denise Simões, mais de cem Círios são realizados no Pará ao longo do ano, o que demonstra a força da Virgem Maria para a construção da identidade cultural e de fé do povo paraense. “A força da fé mariana é uma mola propulsora histórica do povo paraenses que, para enfrentar tantos desafios de viver na Amazônia, encontrou amparo em algo mágico, que é a fé na Virgem, Ela, uma figura feminina, frágil, mas capaz de deter tamanha força. Isso indica a importância de Nossa Senhora para a conquista de católicos e evangelizar a Amazônia”, analisa.

Mais do que uma expressão de fé, o Círio é um fenômeno cultural. “O Círio tem uma vida própria quanto evento cultural que define a identidade paraense, por conta disso ele é um evento aglutinador de pessoas das mais variadas ideologias. As famílias se reúnem no Círio muito mais do que no Natal.

dica do Sidnei Carvalho

 

Cuidado com Deus

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Publicado por Eliel Batista

O apóstolo Paulo se referiu ao cristão como “embaixador” e também como “carta de Cristo”. Aquele que manifesta Deus no mundo.

Através de sua maneira de viver, ele coloca seus observadores em contato com o significado de Deus e como deve ser esse Deus.

Não é de se estranhar o porquê muitos resistem em crer ou desconfiam desse Deus revelado no ethos de considerável número de crentes.

Tudo na fé do crente testemunha a respeito de Deus:
Aquilo que possibilita os cultos e viabilizam as marchas e concentrações, o que faz uma pessoa contribuir, participar de vigílias, subir montes à noite, jejuar, ler a Bíblia e “defender” o evangelho revelam as características de Deus.

A partir dessa observação, de como se comportam os crentes, além de conhecermos suas crenças, podemos traçar um perfil desse Deus ao qual se cultua.
Não que Deus seja objetivamente de tal forma, porém se assim se relacionam com Ele, isso demonstra como Ele é compreendido e recebido.

ethos gospel, manifestado por esse país afora, leva a perceber que no divã de Freud, dentre as muitas possibilidades, esse deus tem um alterego: o diabo.

Diante de algumas declarações de fé, defesas doutrinárias, frases clichês, jargões gospels, citações de textos bíblicos a esmo e propagandas de cultos parece que Deus deve ter algum fascínio pelo diabo.

Sem dizer que desse modo, se os servos de Deus têm necessidade e precisam se reunir para fazer frente ao diabo, sem ele, Deus perde sua função.

Em última instância, o diabo acaba sendo a necessidade de subsistência divina, tal qual o superhomem, se não existir um vilão ele é desnecessário. Sem o diabo deus parece não fazer sentido.

(não vejo Deus como uma função ou uma utilidade, mas dada a questão parece que sua existência estaria assim condicionada).

Afirmar a existência do diabo é outra questão, não proposta aqui, mas sim como se dá a crença nesse diabo. Por isso, imaginando que nesse ponto alguém diria: “o diabo não existe é uma artimanha do diabo para destruir eternamente as pessoas”, pergunto:

Crer no diabo passa a ser imprescindível para que as pessoas sejam salvas?

Outra coisa: se o diabo não existir há disposição e razão para uma pessoa continuar servindo a Deus, sendo fiel, guardando-se do pecado?

Se a conclusão é que os crentes não seriam mais crentes, o diabo é o principal personagem da fé e Deus depende dele.

Dessa forma também poderíamos dizer que Deus não destrói o diabo de vez porque estaria relegado a um eterno tédio de inutilidade:

- Sem a necessidade de proteger as pessoas de salvá-las das artimanhas malignas em quê ele poderia atuar?

- Pessoas sem medo do diabo procurariam Deus?

Nessa condição, os crentes estariam enganados em serem antidiabo, afinal ele é quem dá uma sobrevida a esse deus.

Sem o diabo, existiria bondade no mundo?

Diante desse tema, diferente do que possam discursar como fé, a maneira como muitos se comportam demonstra que sem o diabo o mundo estaria perdido. Por quê?  Porque parece que o diabo seria aquele que restringiria uma pessoa de ser má. As pessoas estariam livres, entregues a si mesmos e seria “bandalheira total”.

Não correndo o risco de ser eternamente atormentada, pensa-se que ninguém mais precisaria ser bom, fiel e ético.

Sendo assim, estaria o diabo no final das contas causando um bem e levando as pessoas a amarem?

Nesse caso, Deus mesmo, em última análise, é o diabo e não Deus, porque se o próprio Deus depende dele para ser Deus na vida das pessoas, e é a razão pela qual elas cumprem o mandamento divino, ele, o diabo, é a causa de tudo e não Deus.

E não diga que “Deus usa o diabo para isso”. Não é digno de confiança um Deus que como um sequestrador coage através do medo e ameaças de morte.

Se alguém for bom para não ser “pego” pelo diabo esse alguém não é bom, mas hipócrita. É mal e reprime toda a maldade pelo medo do diabo e não porque sua alma aspira por tudo o que é de Deus.

Se o diabo e o inferno formam a razão de uma pessoa ser boa, ética, honesta, servir a Deus e amá-lo, essa pessoa é controlada por aquilo que o diabo oferece: o medo. Contrário a Deus cujo amor libertador lança fora o medo.

Há quem diga: “Cuidado com Deus“.

Mas afinal, se fizermos o mal Deus ou o diabo quem nos “pega”?

Nessa lógica tanto faz, pois ego e alterego divino fazem o jogo e a situação só piora, pois nessa condição se confirmaria esse Transtorno Dissociativo de Identidade tal qual com Bruce Banner, que ao ser provocado, se torna no Incrível Hulk.

Ousaria dizer que se uma pessoa usa Deus como forma de ameaça para que a outra obedeça, o diabo é um mal contido no seu próprio coração, pois é a quem ela quer dar vazão. E ainda nesse caso ela obedece a ele, pois considera a opressão e até mesmo a aniquilação do próximo como algo correto, ético e divino a acontecer.

Fazer isso, mesmo que, em nome da justiça não é de Deus.

Ameaçar alguém com Deus, querendo ou não, é anunciar Deus como destruidor, um homicida.

Certa vez Jesus disse em João 8:44  “Vocês pertencem ao pai de vocês, o Diabo, e querem realizar o desejo dele. Ele foi homicida desde o princípio…”.

Outra vez Jesus disse que alguns achavam que destruindo o outro estariam fazendo um serviço a Deus. Tal qual Paulo que ao perseguir e desfazer daqueles que criam diferente de sua fé acreditava que estaria do lado de Deus, cumprindo um mandato divino. Descobriu por fim que dessa forma, em vez de santo, era “o pior dos pecadores”.

Quem serve a Deus por medo tira Ele de sua própria vida.

Usar Deus para impingir medo nas pessoas é ser contra Deus.

“Jogar” o diabo contra o próximo, o amedrontando, contraria o evangelho que anuncia a destruição do diabo e suas obras malignas.

Recordando o já dito: “o amor lança fora o medo”. “Deus é amor”.

Sei, claro que sei, que sempre aparece alguém para por uma vírgula depois do amor e dizer: “mas é justiça”.

De fato, porém justiça conforme revelada em Jesus Cristo.

Gl 3:21 …se a justiça vem pela Lei, Cristo morreu inutilmente!

Is 42:3 “Não quebrará o caniço rachado, e não apagará o pavio fumegante. Com fidelidade fará justiça”.

Para Deus, derramar sangue e causar aflição não é justiça. Justiça para Ele promove paz e confiança:

Is 5:7 “Ele esperava justiça, mas houve derramamento de sangue; esperava retidão, mas ouviu gritos de aflição”.

Is 32:17 “O fruto da justiça será paz; o resultado da justiça será tranqüilidade e confiança para sempre”.

A justiça divina não destrói; produz vida. Se fosse segundo alguns que acreditam ser destrutiva, nem eles mesmos escapariam, mas insistem em querer a destruição daqueles a quem Deus ama e pelos quais deu o seu Filho.

João 3:17 “Pois Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para condenar o mundo, mas para que este fosse salvo por meio dele”.

Anunciar uma mensagem diferente dessas palavras de Jesus é discordar do próprio Jesus, além de correr o risco de, como embaixador de Cristo, demonstrar com seu testemunho de vida um diabo como o alterego de Deus, nesse caso estaria certo o alerta, “cuidado com Deus, não o tire do sério!

Mas se Deus é conforme revelado em Cristo Jesus, podemos dizer:

Corram para Cristo, rendam-se a Ele, pois ele anulou o poder da morte. Ele é a ressurreição e a vida.
Não precisam tomar cuidado com Deus, ele os quer bem. 
Podem confiar completamente nele, porque Ele sim é que tem cuidado de cada um como filho.

Pela religião, sabatistas esperam 7 horas em sala isolada antes do Enem

Por motivos religiosos, candidatos que precisam guardar o sábado têm horário especial. Neste ano, 90 mil sabatistas farão o Enem

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A judia Linda Leah Shayo acha injusto o sistema do Enem para sabatistas como ela
Foto: Arquivo Pessoal / Divulgação

Publicado no Terra

Enquanto os colegas sabatistas começavam a prova do primeiro dia de Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) às 19h em ponto, a espera de Linda Leah Shayo não havia terminado. Era preciso ainda que três estrelas despontassem no céu para que a estudante pudesse enfim iniciar sua prova naquele 3 de novembro de 2012.

Diferentemente dos adventistas, para quem o sábado de descanso termina quando o sol se põe, o shabat dos judeus só se encerra após a aparição das três estrelas, um cálculo feito com antecedência pelos rabinos. Por isso, mesmo isolada na sala de aula desde o meio-dia, horário marcado para todos os candidatos, Linda sabia que só 50 minutos depois das 19h ela estaria liberada para atividades tão corriqueiras como pegar uma caneta na mão e escrever. Nesse ínterim, a estudante podia apenas ler as questões.

Por causa de sua religião, Linda inscreveu-se para prestar a avaliação no horário especial para sabatistas. A adolescente de 17 anos e sua família seguem à risca as tradições judaicas. Aos sábados, a ex-aluna do colégio Iavne, em São Paulo, e hoje estudante de direito na Mackenzie costuma frequentar a sinagoga, ler e ficar em casa com a família. Em respeito ao shabat, os judeus ortodoxos não ligam a TV, nem a luz, o carro, o computador ou o botão do elevador. Não trabalham, nem escrevem ou carregam qualquer coisa nas mãos.

Enquanto esperava para fazer a prova no ano passado, o estudante adventista Kevin Cornetti Oliveira tocou violão e cantou com os colegas da mesma religião Foto: Arquivo Pessoal / Divulgação

Enquanto esperava para fazer a prova no ano passado, o estudante adventista Kevin Cornetti Oliveira tocou violão e cantou com os colegas da mesma religião
Foto: Arquivo Pessoal / Divulgação

No sábado em que prestou o Enem em 2012, a estudante precisou passar por cima de suas crenças para realizar a prova. Foi de carro até o local do exame – um motorista a levou, para evitar que os pais dirigissem – e levou consigo a caneta e a carteira de identidade. “Tudo isso me incomodou, foi contra a minha vontade. Não achei justa a forma como o Enem impôs a prova aos judeus religiosos”, diz Linda.

Para a estudante, o cansaço de permanecer sete horas em uma sala fechada, sem poder consultar qualquer material antes de iniciar a prova, também a prejudicou. Na opinião de Linda, as provas de Ciências da Natureza e Ciências Humanas do Enem, que acontecem aos sábados, deveriam ser realizadas em outro dia da semana, ou o exame deveria ser aplicado a partir das 20h, para garantir que as estrelas já estariam visíveis no céu.

 

Adventistas

Durante a longa espera para iniciar o exame em 2012, o estudante adventista Kevin Cornetti Oliveira, do terceiro ano do Colégio Adventista Ellen White, em São Paulo, tocou violão e cantou músicas de sua igreja com os colegas de prova. Minutos antes de iniciar o teste, os estudantes fizeram juntos uma oração. “Todo mundo era adventista, e o clima lá dentro era muito alegre”, conta. Para os adventistas, o sábado representa um dia para viver para Deus e descansar, mas não impõe proibições como no judaísmo, e o dia de descanso acaba com o pôr- do-sol. Para Kevin, que durante os sábados costuma ir ao culto e visitar parentes e amigos, o sistema do Enem para os sabatistas é justo. “Se tivéssemos que chegar só às 19h ao local de prova, seria errado com os outros candidatos”, diz.

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A aluna adventista Catherine Biondo Feitosa é uma dos 90.273 inscritos sabatistas no Enem 2013
Foto: Arquivo Pessoal / Divulgação

Com a expectativa de realizar a prova neste ano, a aluna adventista Catherine Biondo Feitosa, 17 anos, colega de Kevin na escola, diz que está tranquila em relação ao horário de prova no sábado, apesar dos amigos que não são adventistas estranharem sua opção. “Se eu tivesse que escolher entre o Enem e o sábado, escolheria o sábado. Deus me abriria uma porta por outro lado”, afirma. Catherine diz que não se importa de ter que esperar sete horas na sala de aula para prestar a prova, e que o tempo não será perdido. “Eu que escolhi ser assim. Não vou estar na igreja, mas vou fazer amizades e guardar meu sábado.”

Neste ano, 90.273 sabatistas, de um total de 7,17 milhões de inscritos no Enem, farão a prova no sábado, 26 de outubro, no horário especial: 19h, com ou sem estrelas no céu.

A cegueira da cegueira

cegueiraEd René Kivitz

A Bíblia Sagrada fala da experiência espiritual cristã como “passagem das trevas para a luz” e anuncia a irrupção do Reino de Deus na pessoa de Jesus. A descrição é clara: “O povo que estava em trevas viu uma grande luz”, e por essa razão aqueles que seguem a Jesus não andam em trevas. Quem nasceu de novo, isto é, recebeu o toque do Espírito Santo e acolheu o reinado de Deus em sua vida, foi iluminado e passou a ver, como o cego curado por Jesus: “Eu era cego, agora vejo.”

Jesus disse que o olho é a lâmpada do corpo. Assim, se você tiver um olho bom, todo o seu corpo será repleto de luz, mas se tiver um olho mau, tudo em você estará repleto de escuridão. E, continua, “caso a luz que está em você seja escuridão, quão terrível será essa escuridão”.

No judaísmo, “ter um olho bom”, um ayin tovah, significa ser generoso, e ter “um olho mau”, ou ayin ra’ah, significa o contrário — ser mesquinho. A cegueira é comparada ao egoísmo, a visão, à solidariedade, à compaixão e também à autodoação voluntária e ao serviço abnegado. Enxergar é servir. Andar na luz é praticar as “boas obras, preparadas de antemão para que andássemos nelas”, e sem as quais “a fé é morta”.

Aproveitando o dito popular que afirma que “o pior cego é aquele que não quer ver”, podemos crer que a pior cegueira é a cegueira da cegueira. Quem transforma a fé em Cristo numa crença inconsequente é cego que pensa que vê. E é cego de sua própria cegueira, isto é, o pior dos cegos. A distância entre a cegueira e a visão é a mesma que separa a indiferença do engajamento. Quem recebe a graça de ver recebe a missão de servir.

fonte: Facebook

Testemunhas de Jeová fazem trabalho voluntário no Rock in Rio

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Publicado no UOL

Em meio ao público que já se encontra na fila do terceiro dia do Rock in Rio, também é possível ver Testemunhas de Jeová espalhadas no entorno da Cidade do Rock.

Em grupos de dois a três, os religiosos ficam em pé, ao lado de vários livros bíblicos. Entre eles está um intitulado “Como a música afeta você?”.

Em conversa com a reportagem do UOL, a professora carioca Márcia Melo, de 48 anos, e a supervisora comercial Rejane Diniz, de 28, explicaram que estão fazendo um trabalho voluntário com o objetivo de levar educação aos jovens.

Testemunha de Jeová há 14 anos, Márcia contou que não está abordando o público.

“Não estamos aqui para influenciar nem converter ninguém. A educação é imparcial. Todos os livros trazem conselhos práticos, para o dia a dia das pessoas”, garantiu ela, acrescentando que todas as publicações são gratuitas.

“Nosso objetivo não é trazer ninguém para a nossa religião. Só queremos educar. E não abordamos ninguém. Damos os livros para quem se aproxima de nós e pergunta sobre as publicações”, contou Rejane, que é testemunha de Jeová desde os seis anos de idade.

Questionadas se poderiam posar para uma foto para o UOL, tanto Rejane quanto Márcia negaram. Elas alegaram “que não estão autorizadas a fazer publicidade do trabalho delas”.