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Cadela enterrada viva no RS apresenta melhoras e doações chegam a R$ 8.000

Lucas Azevedo, no UOL

A cadela Bela Vitória, resgatada de uma cova no fim de semana, no interior do Rio Grande do Sul, apresenta melhoras. O animal foi encontrado por um casal apenas com a cabeça para fora, em um buraco na terra, num terreno baldio no centro de Vera Cruz (a 168 km de Porto Alegre), no vale do Rio Pardo, região central do Estado. Devido à grande repercussão, doações para a ONG que acompanha o animal já chegam R$ 8.000.

O cão já se alimenta sozinho, mas ainda não levanta. Sua dieta é controlada e balanceada, uma mistura de ração pastosa e sólida para filhotes –estão sendo dados grãos pequenos porque ela ainda tem dificuldade para engolir.

Segundo a veterinária Juliana Saueressig, que atende o animal em uma clínica na cidade, ela praticamente não possui tecido muscular, continua desnutrida e sofre de uma grave infecção. “O seu quadro precisa melhorar, ela tem que ganhar massa muscular. Quando estiver melhor, passará por uma cirurgia para a retirada do olho direito, vazado. Mas para isso ela precisa suportar uma  anestesia.”

Se comparada ao sábado (8), quando foi encontrada, Vitória já está muito melhor. Mantém a cabeça erguida e, nesta quinta-feira (13), tentou se arrastar para fora da gaiola.

O caso ganhou repercussão no início da semana. A cadela sem raça definida foi encontrada na tarde de sábado por um casal, vizinhos do local, o loteamento Belo Horizonte. Eles chamaram o Corpo de Bombeiros, que desenterrou o animal e o levou a uma clínica veterinária. Os soldados gravaram o momento do resgate.

Os veterinários que cuidam do caso acreditam que o animal deve ter ficado de dois a três dias sem comer. Entretanto, para os especialistas, Vitória possuía um dono que a privava de alimento e água. “Do jeito que ela foi encontrada, estava há muito mais tempo sem água e comida. Certamente ela tinha uma pessoa como dono que não oferecia alimento para ela. Até os cães de rua se viram, encontram o que comer. O que não parecia ser o caso dela. Realmente era falta de oferta de alimento”, afirma a veterinária Juliana.

A Polícia Civil está empenhada em identificar o possível dono de Vitória e o responsável por enterrá-la viva. Testemunhas estão sendo ouvidas.

Muito fraca, Bela Vitória ainda não late. Quem quiser ajudar o cão, pode entrar em contato com a clínica veterinária na qual ela se encontra, pelo telefone 51 3718 2848 ou com a Associação Mãos e Patas, no número 51 9995-2033.

‘Guerra’ no Alemão envolve R$ 20 milhões em verbas

Recursos públicos e privados para projetos sociais são disputados entre José Junior e o Pastor Marcos

 José Junior e pastor Marcos: dois ex-amigos com vocação de resgatar traficantes do mundo do crime foto:  Carlos Moraes / Agência O Dia e Divulgação


José Junior e pastor Marcos: dois ex-amigos com vocação de resgatar traficantes do mundo do crime
foto: Carlos Moraes / Agência O Dia e Divulgação

João Antonio Barros, em O Dia

Rio – A troca de acusações e ameaças de morte relatadas pelo coordenador do grupo AfroReggae José Júnior contra o pastor Marcos Pereira deixou transparente uma guerra surda que agita os bastidores da polícia e da política há mais de quatro anos. Nenhuma novidade para quem vive o dia a dia das ONGs nos Complexos da Penha e do Alemão. Com o resgate de traficantes dando ibope na mídia e o interesse de grandes empresas pela efervescência cultural e econômica nas áreas carentes, o território se transformou numa mina de ganhar dinheiro. Aliás, muito dinheiro.

A batalha entre os dois ex- amigos envolve justamente a distribuição de cifras volumosas — perto dos R$ 20 milhões por ano — em recursos públicos e privados. De olho em obter cada vez uma fatia maior do bolo, na corrida ao tesouro, cada lado lançou mão das suas armas num território povoado por traficantes, policiais e políticos.

A mistura não podia mesmo dar certo. Inovador na conversão de traficantes na cadeia, Marcos Pereira havia reinado nos governos Anthony e Rosinha Garotinho e encarou como uma invasão de área quando José Júnior lançou o bem-sucedido ‘Empregabilidade’ — um projeto para arrumar emprego a ex-detentos.A vingança do líder da Igreja Assembleia de Deus dos Últimos Dias pela entrada de José Júnior no projeto de resgate de traficantes do mundo do crime veio com a ocupação do Complexo do Alemão, em 2010. À época, o coordenador do AfroReggae saiu na frente na tentativa de rendição dos criminosos. Atropelou os líderes comunitários e fez a ponte direta com os criminosos.

O erro da empreitada, por causa do receio dos criminosos em serem presos, deu a Marcos Pereira espaço para atuar como incendiário no barril de pólvora. Na boca miúda, passou a assoprar no ouvido da comunidade que José Júnior era homem do governo no Alemão. A reação é rápida. Antes mesmo dos tiros e fogo contra a pousada do AfroReggae, em junho último, os líderes da comunidade passaram a questionar o volume e a distribuição de recursos obtidos por José Júnior.

Como exemplo, os líderes culturais e comunitários citam os R$ 3,5 milhões destinados recentemente pelo governo estadual ao AfroReggae. Se fosse dividido entre as 14 associações de moradores, o recurso alcançaria um número maior de crianças e adolescentes atendidos. Com raiva, passaram a chamar Júnior de ‘Roto Rooter’ — aspira a verba de todos os pequenos projetos da comunidade.

É justamente esta a visão das pessoas que cercam o pastor. Enquanto o AfroReggae surfou em verbas durante o governo Sérgio Cabral, as empreitadas de Marcos Pereira viram minguar os contratos oficiais — a tacada final aconteceu no ano passado, quando a Secretaria Estadual de Ação Social e Direitos Humanos cortou a receita para o atendimento a dependentes químicos, em Nova Iguaçu. Restam, não se sabe até quando, as receitas do governo federal.

José Júnior nega que a disputa por verbas seja a causa da briga. Para ele, não passa de ciúmes do pastor pelo sucesso do AfroReggae. Os missionários de Marcos também não olham a briga pelo prisma do ouro, e dizem que Júnior assediou o pastor Rogério Menezes a mudar de lado para ter acesso a um território onde ninguém gosta dele.

 Projetos sociais do AfroReggae no Complexo do Alemão: disputas por verbas vultosas são pano de fundo de rixa foto:  Fernando Souza / Agência O Dia


Projetos sociais do AfroReggae no Complexo do Alemão: disputas por verbas vultosas são pano de fundo de rixa
foto: Fernando Souza / Agência O Dia

COORDENADOR DO AFROREGGAE NÃO POUPA ‘INIMIGO’

A prisão a que foi ‘condenado’ desde que entrou na fila da morte do tráfico de drogas já privou o coordenador do AfroReggae de momentos capitais na vida. Como para se mover precisa arrastar um bom aparato policial — nem tão ágil como o estalar dos dedos —, Júnior deixou de assistir ao pai nos seus últimos momentos de vida e não acompanhou o nascimento do filho caçula.

Rápido nas palavras, o líder cultural dá nome e sobrenome a quem o sentenciou a viver à sombra dos seguranças: o pastor Marcos Pereira. Questionado sobre a oferta de emprego e casa feita às testemunhas do processo contra o religioso, Júnior ataca: “Ele é o responsável por várias coisas erradas. É um cara muito perigoso, que mistura religião com o tráfico. Ele deixa o bandido duro, enquanto fica com o dinheiro”.

Nascido e criado no subúrbio, José Júnior diz que por questões de segurança alterou completamente a rotina, e trocou a Zona Sul por uma moradia mais afastada desde que descobriu uma carta enviada por traficantes aos líderes do Comando Vermelho com o pedido para matá-lo. “Ele envenenou os caras (traficantes), espalhou que eu era informante da Subsecretaria de Inteligência, articulou tudo só por ciúme. Não tolerava ver que as pessoas não iam mais para a igreja dele, iam para o AfroReggae”, cutuca.

Com a mesma contundência, o líder do AfroReggae refuta as acusações de ter articulado com a polícia um inquérito ‘caça às bruxas’, para tirar Marcos Pereira do caminho e ser o único a mediar conflito com traficantes no Rio. “Isso é mentira. Ele nem sabia que fazia mediação de conflito. Eu que levei para ele esta ideia. É carismático, mas não tem conteúdo, só tem oratória”, reage Júnior, acusado pela família do religioso de montar depoimentos e fabricar histórias, com o pastor Rogério Menezes — um ex-aliado de Marcos Pereira — para o prejudicar o líder da Assembleia de Deus dos Últimos Dias.

“Sou a vítima. Esse cara é uma mente do mal, talvez o bandido mais perigoso do Rio”, bate José Júnior, que diz ter certeza de que foi o pastor quem encomendou a sua morte. “Tenho uma gravação com o cara contratado para me matar. Combinei que só vou mostrar o conteúdo quando ele (o matador) morrer. Mas posso te dizer: foi o Marcos quem articulou tudo. Essa é uma guerra que não era dos traficantes, mas ele achou gente disposta a fazer o serviço”, diz Júnior, sobre quem ordenou os traficantes a atacarem os prédios do AfroReggae. “Vou te dizer uma coisa: os bandidos que tem aqui são estagiários perto dele.”

 Atividade do grupo cultural AfroReggae foto:  Paulo Araújo / Agência O Dia


Atividade do grupo cultural AfroReggae
foto: Paulo Araújo / Agência O Dia

Deputados discutirão investigação sobre o pastor com Beltrame

Quinze parlamentares se reúnem hoje com o secretário de Segurança, José Mariano Beltrame, para discutir a investigação da Polícia Civil que levou à cadeia o pastor Marcos Pereira. À frente do bloco está o presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara, o também pastor Marco Feliciano (PSC-SP).

Os deputados — alguns evangélicos e ligados a Marcos Pereira — levantam a dúvida quanto à apuração do caso. Uma delas, a rapidez entre a troca de comando na Delegacia de Combate às Drogas e a conclusão do inquérito. Foram só dois meses. O pastor foi preso em maio pelos crimes de estupro e coação de testemunhas, e está no presídio Bangu 9.

Algumas dúvidas dos parlamentares foram levantados na edição de ontem do DIA. Entre eles, a manipulação das testemunhas e o uso de provas ilícitas. Em uma gravação, duas pessoas que trabalham no AfroReggae oferecem casa e trabalho na tentativa de convencer um homem a depor contra o pastor.

ONG resgata mais de cem cães caçados em ilha de Marajó, no PA

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Publicado na Folha de S. Paulo

Depois de serem caçados, abandonados e enfrentarem quase duas semanas de fome no arquipélago do Marajó, no Pará, um grupo de 104 cães foi resgatado há cerca de 15 dias e levado às pressas a um abrigo de animais em Belém.

Os cães sobreviveram a uma caçada patrocinada pela Prefeitura de Santa Cruz do Arari, segundo investigação do Ministério Público. O objetivo da medida seria contribuir com a limpeza da cidade.

A prefeitura daria uma recompensa de R$ 5 a cada cachorro que “sumisse”. O prêmio por cadelas era R$ 10.

Imagens de dezenas de animais capturados, amarrados e levados à zona rural da cidade ganharam destaque na imprensa local e nacional. O prefeito foi afastado do cargo, a pedido dos promotores.

Dezenas de cães, segundo os moradores, morreram afogados ou de fome. Os 104 sobreviventes, porém, conseguiram refúgio numa área de população ribeirinha e mata cerrada, a 6 km da área urbana.

O resgate chegou duas semanas depois. Com a ajuda de um barco alugado, integrantes de uma ONG encontraram um cenário desolador de cães magricelos e com sinais de maus-tratos.

Na ilha, os animais ganharam um punhado emergencial de ração antes da viagem de 15 horas até a capital, onde foram vacinados, examinados e medicados.

“Os ribeirinhos são pobres e não tinham como alimentá-los. Eles iam todos morrer de fome”, diz Raquel Viana, dona do abrigo em Belém.

Dos cães resgatados, um morreu e outros quatro seguem internados em clínicas veterinárias.

Entre os acolhidos, “Vovô” é quem mais precisa de cuidados. Quase cego e sem os dentes, precisa ser alimentado com líquidos diretamente na boca.

“Ele é um vovô, mas, quando pego ele pra dar comida, é o meu bebê”, diz a engenheira civil Marilete Sampaio, que há seis anos largou a profissão para dedicar-se ao trabalho com animais.

Antes mantido exclusivamente com recursos próprios, o abrigo tem recebido doações após a repercussão do caso. Uma fabricante doou duas toneladas de ração.

O abrigo também recebeu medicamentos, produtos de limpeza e até jornais velhos, para forrar o local em que os animais estão abrigados.

PORQUINHO

Além dos cães a ONG também resgatou um porco, apelidado de “Ozzy” –referência ao roqueiro Ozzy Osbourne. O suíno também trazia ferimentos nas patas.

“Eu nunca imaginei como seria criar um porquinho, mas ele é tão fofo. É carinhoso, gosta de carinho na barriga. Não tem como não se apaixonar por ele”, afirma Raquel, a dona do abrigo.

Ela ainda não sabe se “Ozzy” é macho ou fêmea nem como ele se juntou aos cães resgatados e embarcou.

A Prefeitura de Santa Cruz do Arari confirmou ter estimulado a população a levar os cachorros da zona urbana para a zona rural, mas informou que não pediu para que os animais fossem agredidos ou exterminados.

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Livro sobre tragédia na Kiss deixa familiares de vítimas indignados

Trechos de ‘Kiss – Uma Porta para o Céu’ desagradaram parentes.
Associação dos Familiares solicitou retirada da circulação da obra. 

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Por Jessica Mello, no G1

A publicação de um livro sobre a tragédia na boate Kiss, em Santa Maria, causou revolta e indignação entre alguns familiares das 241 pessoas mortas no incêndio de 27 de janeiro. Trechos da obra foram considerados ofensivos e desrespeitosos pela associação que reúne parentes das vítimas. A entidade já protocolou em cartório um ofício extrajudicial pedindo a retirada de circulação da publicação.

“Kiss – Uma Porta para o Céu” foi escrito no início de março pelo padre Lauro Trevisan. Natural de Santa Maria, ele já publicou mais de 70 livros, com temas como o poder da mente e autoajuda, entre outros. Trevisan diz que teve três objetivos ao escrever a obra. “Primeiramente, queria levar conforto às famílias. Segundo, erguer o ânimo e a energia de Santa Maria. Por fim, oferecer uma lição à humanidade, para que se crie um mundo mais justo, mais solidário e com mais respeito à vida”, afirma.

Vendido ao preço de R$ 20, o livro já teve sua primeira edição esgotada. Segundo o autor, uma nova edição, com dois mil exemplares e sem os trechos considerados incômodos pela Associação dos Familiares das Vítimas e Sobreviventes da Tragédia de Santa Maria (AVTSM) será lançado nesta quarta-feira (10).

Dois pontos do livro foram considerados os mais problemáticos e deram início à polêmica. O primeiro chegou a levantar suspeitas de que algumas vítimas do incêndio estavam ainda vivas enquanto eram dadas como mortas: “No auge da balada celestial, o Pai perguntou se alguém queria voltar. Dois ou três disseram que sim e foram encontrados vivos no caminhão frigorífico que transportava os corpos ao Ginásio de Esportes”. O segundo narra uma suposta cena de resgate e foi considerado ofensivo pelo uso do verbo “agonizar”: “Num imenso gesto heroico de solidariedade, a salvar os que agonizavam em meio à fumaça funérea”.

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Lauro Trevisan (E) diz que pretende passar mensagem de conforto com a obra, mas presidente de associação de vítimas, Adherbal Ferreira, vê tentativa de aproveitamento (Fotos: Divulgação e Felipe Truda/G1)

Sobre o primeiro trecho, Trevisan diz que trata-se apenas de uma imagem, “de uma parte da alegoria que escrevi no início do livro”. A respeito do segundo, ele diz que utilizou o significado da palavra expresso do dicionário, de que “agonizar” seria o mesmo que “estar prestes a morrer” e não necessariamente sofrendo antes da morte.

Segundo o presidente da AVTSM, Adherbal Alves Ferreira, a publicação causou uma comoção na cidade, deixando muitos pais indignados com a forma escrita e com as palavras utilizadas para falar sobre o assunto. “Primeiro ele disse que pessoas relataram a ele como verdadeiras (as informações sobre vítimas encontradas vivas no caminhão). Depois, afirmou que eram ‘alegorias’. O pessoal ficou muito chateado. Nós precisamos de ajuda psicológica, da parte humana, de um abraço, de um voluntariado. A pessoa não pode brincar com essas coisas”, desabafa.

Por não querer mais nenhuma polêmica acerca do assunto, o padre disse que optou por retirar os trechos na segunda edição do livro. Segundo Trevisan, essa nunca foi sua intenção ao escrever. “Foi a minha maneira de ajudar as pessoas, escrevendo uma mensagem que poderia ser lida por todos. Podemos até ficar discutindo, mas não é a intenção do livro”, defende-se.

Para Adherbal, a decisão de veicular uma nova versão antes de conversar com a Associação dos Familiares é outro ponto de desrespeito. “Ele não ligou para mim, não falou com ninguém. Queríamos que ele tivesse respeito com os pais, viesse conversar com a gente antes de relançar o livro e ele não teve essa sensibilidade. Isso me dá a sensação de que ele está se aproveitando do momento para ter alguma lucratividade”, afirma.

 

 

 

Jovem bêbada precisa da ajuda dos bombeiros para sair de cadeira de bebê

Amber fez graça antes da chegada dos bombeiros Foto: Reprodução / Mail Online

Amber fez graça antes da chegada dos bombeiros Foto: Reprodução / Mail Online

publicado no Extra

A britânica Amber Jackson vai pensar duas vezes antes de fazer graça de novo, depois de beber com os amigos. Embriagada, a jovem de 19 anos ficou presa em uma cadeira de bebê. Ela se enfiou ali para posar para fotos, mas só conseguiu sair com a ajuda dos bombeiros.

De acordo com o tabloide britânico Dail Mail, as pernas de Amber ficaram presas na cadeira de metal. Os bombeiros da cidade de Hove, na Inglaterra, precisaram cortar a cadeira para tirar a jovem do aperto. Ao sair de lá, ela nem conseguia ficar em pé, porque as pernas estavam sem circulação de sangue.

- As pessoas dizem que eu sou estúpida, mas eu estava bêbada – se defende Amber. – Eu não achei engraçado chamas os bombeiros, e me senti mal mesmo. Mas bêbada, eu não pensei nas consequências ou o que poderia acontecer. Eu pensei que os meus amigos me tirariam dali. Eles tentaram me puxar, mas não conseguiram. Eu queria não ter feito isso, mas quando olho para trás, é engraçado.

 

A jovem estava bêbada
A jovem estava bêbada Foto: Reprodução / Mail Online

 

O resgate durou cerca de 15 minutos. No dia seguinte, já sóbria, a britânica prendeu a mão em um pote de geleia. Mas conseguiu tirar sem a ajuda dos bombeiros, dessa vez.

Mark Rist, chefe de operações do Corpo de Bombeiros da região, relembrou o caso:

- Ela disse que estava em uma festa, e o resgate foi bem animado – disse ele. – Ela não conseguiria sair sem a ajuda dos bombeiros. Estava presa por um bom tempo, e não tinha as ferramentas para lidar com isso.

Leia mais: http://extra.globo.com/noticias/bizarro/jovem-bebada-precisa-da-ajuda-dos-bombeiros-para-sair-de-cadeira-de-bebe-7892456.html#ixzz2Or9kq3ih