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Livro sobre tragédia na Kiss deixa familiares de vítimas indignados

Trechos de ‘Kiss – Uma Porta para o Céu’ desagradaram parentes.
Associação dos Familiares solicitou retirada da circulação da obra. 

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Por Jessica Mello, no G1

A publicação de um livro sobre a tragédia na boate Kiss, em Santa Maria, causou revolta e indignação entre alguns familiares das 241 pessoas mortas no incêndio de 27 de janeiro. Trechos da obra foram considerados ofensivos e desrespeitosos pela associação que reúne parentes das vítimas. A entidade já protocolou em cartório um ofício extrajudicial pedindo a retirada de circulação da publicação.

“Kiss – Uma Porta para o Céu” foi escrito no início de março pelo padre Lauro Trevisan. Natural de Santa Maria, ele já publicou mais de 70 livros, com temas como o poder da mente e autoajuda, entre outros. Trevisan diz que teve três objetivos ao escrever a obra. “Primeiramente, queria levar conforto às famílias. Segundo, erguer o ânimo e a energia de Santa Maria. Por fim, oferecer uma lição à humanidade, para que se crie um mundo mais justo, mais solidário e com mais respeito à vida”, afirma.

Vendido ao preço de R$ 20, o livro já teve sua primeira edição esgotada. Segundo o autor, uma nova edição, com dois mil exemplares e sem os trechos considerados incômodos pela Associação dos Familiares das Vítimas e Sobreviventes da Tragédia de Santa Maria (AVTSM) será lançado nesta quarta-feira (10).

Dois pontos do livro foram considerados os mais problemáticos e deram início à polêmica. O primeiro chegou a levantar suspeitas de que algumas vítimas do incêndio estavam ainda vivas enquanto eram dadas como mortas: “No auge da balada celestial, o Pai perguntou se alguém queria voltar. Dois ou três disseram que sim e foram encontrados vivos no caminhão frigorífico que transportava os corpos ao Ginásio de Esportes”. O segundo narra uma suposta cena de resgate e foi considerado ofensivo pelo uso do verbo “agonizar”: “Num imenso gesto heroico de solidariedade, a salvar os que agonizavam em meio à fumaça funérea”.

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Lauro Trevisan (E) diz que pretende passar mensagem de conforto com a obra, mas presidente de associação de vítimas, Adherbal Ferreira, vê tentativa de aproveitamento (Fotos: Divulgação e Felipe Truda/G1)

Sobre o primeiro trecho, Trevisan diz que trata-se apenas de uma imagem, “de uma parte da alegoria que escrevi no início do livro”. A respeito do segundo, ele diz que utilizou o significado da palavra expresso do dicionário, de que “agonizar” seria o mesmo que “estar prestes a morrer” e não necessariamente sofrendo antes da morte.

Segundo o presidente da AVTSM, Adherbal Alves Ferreira, a publicação causou uma comoção na cidade, deixando muitos pais indignados com a forma escrita e com as palavras utilizadas para falar sobre o assunto. “Primeiro ele disse que pessoas relataram a ele como verdadeiras (as informações sobre vítimas encontradas vivas no caminhão). Depois, afirmou que eram ‘alegorias’. O pessoal ficou muito chateado. Nós precisamos de ajuda psicológica, da parte humana, de um abraço, de um voluntariado. A pessoa não pode brincar com essas coisas”, desabafa.

Por não querer mais nenhuma polêmica acerca do assunto, o padre disse que optou por retirar os trechos na segunda edição do livro. Segundo Trevisan, essa nunca foi sua intenção ao escrever. “Foi a minha maneira de ajudar as pessoas, escrevendo uma mensagem que poderia ser lida por todos. Podemos até ficar discutindo, mas não é a intenção do livro”, defende-se.

Para Adherbal, a decisão de veicular uma nova versão antes de conversar com a Associação dos Familiares é outro ponto de desrespeito. “Ele não ligou para mim, não falou com ninguém. Queríamos que ele tivesse respeito com os pais, viesse conversar com a gente antes de relançar o livro e ele não teve essa sensibilidade. Isso me dá a sensação de que ele está se aproveitando do momento para ter alguma lucratividade”, afirma.

 

 

 

Jovem bêbada precisa da ajuda dos bombeiros para sair de cadeira de bebê

Amber fez graça antes da chegada dos bombeiros Foto: Reprodução / Mail Online

Amber fez graça antes da chegada dos bombeiros Foto: Reprodução / Mail Online

publicado no Extra

A britânica Amber Jackson vai pensar duas vezes antes de fazer graça de novo, depois de beber com os amigos. Embriagada, a jovem de 19 anos ficou presa em uma cadeira de bebê. Ela se enfiou ali para posar para fotos, mas só conseguiu sair com a ajuda dos bombeiros.

De acordo com o tabloide britânico Dail Mail, as pernas de Amber ficaram presas na cadeira de metal. Os bombeiros da cidade de Hove, na Inglaterra, precisaram cortar a cadeira para tirar a jovem do aperto. Ao sair de lá, ela nem conseguia ficar em pé, porque as pernas estavam sem circulação de sangue.

- As pessoas dizem que eu sou estúpida, mas eu estava bêbada – se defende Amber. – Eu não achei engraçado chamas os bombeiros, e me senti mal mesmo. Mas bêbada, eu não pensei nas consequências ou o que poderia acontecer. Eu pensei que os meus amigos me tirariam dali. Eles tentaram me puxar, mas não conseguiram. Eu queria não ter feito isso, mas quando olho para trás, é engraçado.

 

A jovem estava bêbada
A jovem estava bêbada Foto: Reprodução / Mail Online

 

O resgate durou cerca de 15 minutos. No dia seguinte, já sóbria, a britânica prendeu a mão em um pote de geleia. Mas conseguiu tirar sem a ajuda dos bombeiros, dessa vez.

Mark Rist, chefe de operações do Corpo de Bombeiros da região, relembrou o caso:

- Ela disse que estava em uma festa, e o resgate foi bem animado – disse ele. – Ela não conseguiria sair sem a ajuda dos bombeiros. Estava presa por um bom tempo, e não tinha as ferramentas para lidar com isso.

Leia mais: http://extra.globo.com/noticias/bizarro/jovem-bebada-precisa-da-ajuda-dos-bombeiros-para-sair-de-cadeira-de-bebe-7892456.html#ixzz2Or9kq3ih

 

Posters revelam a verdade por trás dos filmes indicados ao Oscar

Publicado por AdNews

A verdade por trás dos indicados / FOTO: Reprodução

A verdade por trás dos indicados / FOTO: Reprodução

Já é tradição. Todo ano, o site britânico TheShiznit reúne os indicados a melhor filme e produz os posters que, segundo a publicação, revelam a verdade por trás das películas.

Com muito bom humor, o site mostra, por meio de uma mudança nos títulos das obras, a verdadeira intenção de seus idealizadores.

O Adnews separa as melhores abaixo.

Confira:

A Vida de Pi = O CGI do Tigre é Demaaaaaais (Brincadeira em referência à tecnologia utilizada para produzir o animal que é co-protagonista do filme)
Indicado para: Melhor Filme, Melhor diretor (Ang Lee), Melhor Roteiro Adaptado

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Lincoln = A Escravidão é uma merd* – Edição Séria
Indicado para: Melhor Filme, Melhor diretor (Steven Spielberg), Melhor ator (Daniel Day-Lewis), Melhor ator coadjuvante (Tommy Lee Jones), Melhor atriz coadjuvante (Sally Field), Melhor roteiro adaptado

1

Django Livre = A Escravidão é uma merd* – Edição divertida
Indicado para: Melhor filme, Melhor ator coadjuvante (Christoph Waltz), Melhor roteiro original

1

Os Miseráveis = ‘I Dreamed A Dream ‘ é a única música que você conhece (Uma clara referência à Susan Boyle)
Indicado para: Melhor Filme, Melhor Ator (Hugh Jackman), Melhor atriz coadjuvante (Anne Hathaway)

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Argo = Fod*-se o Canadá (O Filme detalha o resgate de cidadãos norte-americanos do Irã. Fato que outrora fora creditado ao Canadá)
Indicado para: Melhor Filme, Melhor ator coadjuvante (Alan Arkin), Melhor roteiro adaptado

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Para ver a galeria completa, clique aqui.

Sorriso maroto com tempero gospel


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Não. Você não está no blog errado. :-) Estava atrás de um vídeo no YouTube quando vi essa participação do Coral Resgate na gravação do DVD de 15 anos (tks, Google) do Sorriso Maroto.

O evento aconteceu em julho do ano passado e reuniu + de 80 mil pessoas na Quinta da Boa Vista (RJ). No final da música, o vocalista Bruno Cardoso agradeceu o grupo pela “energia” e pelo “astral”.

Os bróders mandaram superbem, enobreceram a apresentação e, principalmente, deram uma lição de que coerência só é praticada de verdade quando fora do ninho. #congrats