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Elenco de ‘Blossom’ se reúne após 20 anos

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Publicado no TV Fama

O elenco da série de televisão ‘Blossom‘, que fez muito sucesso nos Estados Unidos e também no Brasil na década de 1990, se reuniu para uma maratona especial da atração em um canal de televisão norte-americano.

Mayim Bialik - que atualmente está no seriado ‘The Big Bang Theory’ – Joey Lawrence, Michael Stoyanov e Jenna von Oÿ voltaram a se encontrar e, para registrar o momento histórico, posaram juntos em uma foto publicada posteriormente no Twitter.

Com cinco temporadas, ‘Blossom’ foi ao ar de 1991 a 1995 e está prestes a completar 20 anos de sua última exibição. No Brasil, a série começou a ser exibida em 1997.

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Pai de santo é morto em suposto crime de intolerância religiosa, na Zona Norte de Manaus

Rafael da Silva Medeiros, 28, morreu depois de ser esfaqueado durante uma briga entre vizinhos no bairro Cidade Nova. Moradores de religiões diferentes mantinham desentendimento há anos

O homicídio aconteceu na noite de sábado (3), na rua 93, núcleo 11, bairro Cidade Nova, Zona Norte da capital (foto: Antônio Lima)

O homicídio aconteceu na noite de sábado (3), na rua 93, núcleo 11, bairro Cidade Nova, Zona Norte da capital (foto: Antônio Lima)

Vinicius Leal, no A Crítica

Os motivos para um homicídio ocorrido neste fim de semana em Manaus serão questionados na manhã desta segunda-feira (5), às 8h, na sede do Governo do Amazonas por representantes de entidade que defende os direitos dos povos tradicionais de matriz africana. Rafael da Silva Medeiros, 28, que era pai de santo, foi morto a facadas em crime com supostas motivações de intolerância religiosa.

Na rua 93, núcleo 11, bairro Cidade Nova, Zona Norte, na noite de sábado (3), Rafael tentou apartar uma briga entre duas vizinhas que mantinham um desentendimento por conta da escolha religiosa de cada uma. Ele acabou atingido com dois golpes de faca no pescoço e nas costas deferidos por um homem identificado como “Raizinho”, que seria filho de uma das vizinhas.

“Há mais de duas semanas essa situação estava bastante tensa. A mãe do assassino fez muitas confusões com a vizinhança. Ela é evangélica e a dona da casa onde aconteceu o assassinato é do candomblé. Ele (‘Raizinho’) estava alcoolizado e drogado, e se meteu na discussão da mãe com a vizinha. E deu nisso”, relatou Alberto Jorge, da Articulação Amazônica dos Povos Tradicionais de Matriz Africana (Aratrama).

A vítima era carioca e, como de costume, segundo a polícia, estava em Manaus de férias na casa de amigos. Durante a briga, “Raizinho” estava armado e teria empurrado a vizinha do candomblé, que carregava uma criança no colo. Rafael foi acudi-la e acabou esfaqueado. “Há gravações no Whatsapp dele pedindo socorro. Esse é sim mais um caso de intolerância religiosa”, disse Alberto Jorge.

Rafael chegou a ser levado ao Hospital e Pronto Socorro Platão Araújo, na Zona Leste, mas não resistiu aos ferimentos. O caso já está sendo investigado pela Delegacia de Homicídios e Sequestros (DEHS), que ainda não localizou e nem tem o nome completo de “Raizinho”. Familiares de Rafael estão vindo do Rio de Janeiro para autorizarem a liberação do corpo no Instituto Médico Legal (IML).

Sede do Governo

Conforme o representante da Aratrama, os membros da entidade se reuniram no domingo (4) e decidiram cobrar uma atitude do poder público sobre o assassinato de Rafael. “Entramos em contato com o Evandro Melo (secretário de Governo do Amazonas) e denunciamos essa situação de inoperância do Estado, de total falta de interesse e falta de resposta. É uma situação de guerra religiosa, reflexo do que acontece em todo o Brasil”, disse.

“Esse seria apenas um caso se não fosse somado aos três outros incidentes de 2012 e aos dois assassinatos de 2013. Isso foi só o grosso que pegamos”, disse Alberto. Segundo ele, ainda houve um caso de ameaça de morte por intolerância religiosa em 2011, outro de ameaça e um de agressão física em 2013 e um caso de ameaça já em 2014.

Conforme Alberto Jorge, todos os crimes são estudados e as denúncias de intolerância religiosa são enviadas à Secretaria de Segurança Pública do Amazonas e para duas secretarias da Presidência da República: a de Direitos Humanos (SDH) e a de Promoção de Política de Igualdade Racial (Seppir).

Omissão

O representante da Aratrama denuncia, ainda, a omissão do Estado brasileiro sobre crimes de intolerância religiosa. “Ele (Rafael) pediu socorro da polícia e esse socorro não chegou. É omissão do aparelho policial. O Estado tem se feito de inocente. A gente pede ajuda e não tem resposta”, disse. “O povo de matriz africana vem sofrendo e não tomam providências por conveniências políticas. Quem hoje é curral eleitoral? Os evangélicos. O Estado se diz laico, mas no fundo é teocrático”.

Robert Plant admite reunião do Led Zeppelin

Led Zeppelin - Celebration Day 3Publicado no Judão

Durante uma entrevista à versão australiana do programa 60 Minutes, o cantor Robert Plant foi novamente questionado sobre um retorno do Led Zeppelin. Era óbvio, não tem como ele se sentar na frente de um jornalista e não ouvir esta questão. Todavia, no entanto, contudo, o que ninguém esperava é que a resposta fosse diferente da negativa usual. O que Plant disse foi: “olha, minha agenda está disponível em 2014. Tudo depende do Jimmy [Page, guitarrista] e do John [Paul Jones, baixista]“.

BOOM!

E ainda completou: “estes dois capricornianos vivem em seus casulos e a fama de malvado acaba sobrando sempre pra mim”.

É a primeira vez em muitos anos que Plant se mostra aberto a uma reunião do grupo, enquanto Page e Jones sempre disseram estar abertos a uma turnê conjunta e que isso só dependeria da vontade do vocalista.

A última vez que eles se reuniram foi em 2007, para um show completo que foi recentemente lançado em CD/DVD com o nome “Celebration Day”. Na bateria, o finado John Bonham foi substituído por seu igualmente talentoso filho, Jason Bonham.

Sentado ao lado de Feliciano, Bolsonaro provoca manifestantes em reunião da CDH: “Acabou a festa gay”

foto: Pedro Ladeira/Frame

foto: Pedro Ladeira/Frame

título original: Primeira sessão da comissão de Direitos Humanos é marcada por bate-boca

Isabel Braga, em O Globo

A primeira sessão da Comissão de Direitos Humanos da Câmara, nesta quarta-feira, já tinha tumulto entre manifestantes e alguns parlamentares antes mesmo de começar. Na primeira reunião do colegiado sob a liderança do deputado Marco Feliciano (PSC-SP), o deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) provocou os manifestantes contrários a Feliciano dizendo que “acabou a festa gay”.

Nesta sessão, manifestantes evangélicos também vieram à sala onde acontece a reunião e ocuparam todos os assentos destinados a visitantes. Mais tarde, cerca de uma hora antes do começo da sessão, grupos de defesa dos direitos dos gays chegaram e permaneceram no corredor lateral, dentro da sala. Após serem provocados por Bolsonaro, representantes do movimento LGBT responderam:

- É esse tipo de representante que vocês querem defendendo vocês? É esse tipo de cara que vocês querem representando a igreja de vocês?

Os manifestantes evangélicos aplaudiram e disseram que sim.

- Enquanto existir essa comissão, os veados vão estar aqui. A gente saiu do armário, quebramos o armário e não voltamos mais pra ele – disse um manifestante para Bolsonaro.

Os manifestantes pró Feliciano chegaram logo cedo na sala da comissão. Cerca de 70 pessoas aguardavam o começo da sessão.

Uma negociação foi feita com os manifestantes pela segurança da Câmara, para que integrantes dos movimentos a favor e contra Feliciano possam estar na sala da comissão.

O tumulto na comissão fez com que apenas um assunto fosse votado em uma hora de reunião do colegiado. A confusão se alastrou e deputados também começaram a discutir entre si. A deputada Érika Kokay (PT-DF) tentou derrubar a sessão afirmando que não tinha quorum. Ela também reclamou que Feliciano não dava a palavra para deputados contrários a sua eleição.

Jair Bolsonaro, que estava sentado ao lado de Feliciano na mesa da presidência da comissão, mandou Érika calar a boca. Domingos Dutra (PT-MA), ex-presidente da comissão, defendeu Érika, e entrou em um embate com Bolsonaro.

Ivan Valente (PSOL-SP) pediu que Feliciano abandonasse a presidência. Durante a sessão, Feliciano reforçou sua posição de que não abre mão da presidência da comissão, mesmo após as manifestações contrárias.

- Não vou ceder à pressão – disse.

Para a sessão desta quarta-feira, Feliciano alterou a pauta de votação e excluiu temas polêmicos. Os projetos que previam a união civil entre pessoas do mesmo sexo e o que criminalizava a “heterofobia” foram retirados. A pauta com esses itens tinha sido anunciada anteontem.

O deputado disse nesta quarta-feira que a pauta com esses itens que causava controversa não foi elaborada por ele, mas sim pela antiga gestão da comissão, que era presidida por Dutra.

Na nova pauta constam apenas oito itens, que tratam apenas de requerimento para realização de audiência pública sobre vários temas. Dos oito itens, quatro são de autoria do presidente da comissão. Ele quer audiência para debater situação de moradores de rua, casos de exploração sexual de crianças e adolescentes, e que seja encaminhada uma solicitação ao Itamaraty para que interceda em defesa dos torcedores corintianos detidos naquele país.

dica do João Marcos