Ataques de blogueira ao Starbucks provocam revolta por ‘vender medo’

Fenômeno viral por cyberativismo é criticada por distorcer informações sobre alimentos

Vani Hari, a blogueira “Food Babe”, no Green Festival in Los Angeles, California: cyberativismo contra ingredientes impróprios nos alimentos (foto: Jonathan Alcorn / Bloomberg)
Vani Hari, a blogueira “Food Babe”, no Green Festival in Los Angeles, California: cyberativismo contra ingredientes impróprios nos alimentos (foto: Jonathan Alcorn / Bloomberg)

Publicado por Bloomberg News [via O Globo]

Food Babe chega inesperadamente a uma estação pública de rádio de Charlotte, na Carolina do Norte, segurando um frasco de US$ 10 de suco natural e vestida com a roupa da ginástica matinal: regata da Lululemon, botas Uggs pretas com lantejoulas e um charmoso colar abençoado na Índia.

Food Babe é o pseudônimo da blogueira Vani Hari, uma consultora bancária de 35 anos de idade que se transformou em ativista alimentar e que construiu uma audiência on-line fiel, desafiando empresas como Starbucks e Chick-fil-A, por causa de ingredientes que ela considera prejudiciais. Hari tem aproveitado a crescente inquietação dos americanos a respeito de alimentos processados com uma pergunta simples e abrangente: e se todas as pequenas quantidades de ingredientes artificiais e sintéticos que ingerimos constituírem algo que pode nos fazer mal? Se é verdade que a dose faz o veneno, “não sabemos a dose”, diz ela.

Naquele dia do início de fevereiro, Hari estava saboreando seu golpe mais recente, humilhando a rede de sanduíches Subway por causa de um elemento químico em seu pão que é encontrado também em tapetes de ioga. Com seu blog atraindo até quatro milhões de visitantes por mês, Hari se acostumou a distribuir críticas, não a desviar delas. Na rádio pública, naquele dia, isso estava prestes a mudar.

Após uma amistosa introdução e um esquete de Jon Stewart, do The Daily Show, fazendo uma paródia com o pão-tapete de ioga do Subway, o apresentador da rádio pública disse:

— Bom, você não é cientista.

— Bem, eu sou cientista da computação, tive que fazer vários cursos de Engenharia para isso — respondeu Hari, com uma risada esquisita.

Ele se aborreceu:

— Mas você não é cientista de alimentos. Você não é química. Você não é cientista nesse aspecto.

E então ele citou um editorial no qual um neurologista da Faculdade de Medicina de Yale chama a acusação dela ao Subway de “o pior exemplo de comercialização pseudocientífica do medo que vi em muito tempo”.

VENDENDO MEDO

Os pés de Hari se mostravam inquietos sob a mesa. Quando o apresentador perguntou se na prática ela estava ameaçando o Subway, a voz dela mudou.

— Na verdade, o único que ameaça alguém aqui é o Subway ao dizer que estamos comendo alimentos frescos — disse ela.

Hari pertence a uma tribo crescente de ativistas da internet que usa métodos chamativos — alguns dizem extravagantes — para pressionar as empresas a efetuarem mudanças. Em Mississippi, a adolescente Sarah Kavanaugh contestou com sucesso os ingredientes do Gatorade, da PepsiCo. Do Texas, Sharon Wilson administra o Bluedaze.com, um site dedicado a acabar com o fracking hidráulico.

Embora seja legítimo perguntar se as campanhas, às quais se pode aderir com o clique de um mouse, têm poder de permanência e profundidade, os blogueiros ativistas têm colocado os holofotes sobre assuntos controversos do dia. Em alguns casos, eles forçaram as empresas a responderem. Após ser pressionada por Kavanaugh, a PepsiCo removeu o óleo vegetal bromado do Gatorade. Wilson, amplamente reconhecido por incentivar o movimento anti-fracking, forçou o setor a se defender.

CORANTES ARTIFICIAIS

A Kraft Foods Group removeu os corantes artificiais de algumas de suas massas Macaroni Cheese depois que Hari depositou 270.000 assinaturas exigindo a mudança na porta da sede da empresa, em Chicago. A rede de fast-food Chick-fil-A disse que removeria os antibióticos de seu frango depois que Hari disse ter encontrado mais de 100 ingredientes no sanduíche principal da rede.

A Kraft e o Subway dizem que as mudanças pedidas por Hari já estavam sendo consideradas. A Chick-fil-A informou que depois de discutir sobre os antibióticos com Hari em 2012, uma pesquisa feita na sequência convenceu a empresa de que muitos clientes compartilhavam suas preocupações. A PepsiCo disse que começou a reformular o Gatorade antes de Kavanaugh fazer uma petição à empresa e que decidiu anunciar a mudança depois que ela levantou questionamentos a respeito do óleo vegetal bromado.

Atrair a atenção em uma sociedade fragmentada muitas vezes exige uma dose pesada de hipérbole. Esse é o truque. As acusações de Hari a respeito de aditivos que soam ameaçadores mesmo se pouco utilizados, entre as quais uma que fala do derivado de uma glândula anal de um castor, se tornam virais. Elas também dão munição aos críticos para diluir e até desacreditar sua mensagem.

ATENÇÃO INDEVIDA

Após a entrevista para a NPR, um crítico que escreveu na web para a “Forbes“ acusou Hari de praticar “quackmail” (junção de charlatão, “quack”, com chantagem, “blackmail”). Outro a comparou à amplamente criticada ativista do autismo Jenny McCarthy e um terceiro a incentivou a “engasgar e morrer”. Como Hari vende anúncios em seu site, os detratores dizem que é de seu interesse gerar controvérsia em troca de atenção. A escolha do pseudônimo Food Babe (“Beldade da Alimentação”, em português) para a gestão do blog levou alguns críticos a dizerem que ela usa seu visual para atrair uma atenção indevida.

— Ela vai a todos esses programas de entrevistas em parte por causa do visual — disse Joe Schwarcz, que dirige o Departamento de Ciência e Sociedade da Universidade McGill, em Montreal, dedicado a triar pseudociência. — A formação científica dela é inexistente.

Em uma entrevista, Hari disse que subestimou as reações críticas e perguntou em voz alta se a indústria não estava realizando uma campanha silenciosa. Quando a pressão se intensificou, em agosto, ela desabafou com seus fãs no Facebook:

“Eles estão atacando os mensageiros que espalham a verdade. Eles esperam que eu e outros ativistas, incluindo você, simplesmente desistamos”.

O apelo de Hari é decorrente em parte de seu uso de vídeos na internet. Em um deles, ela começa fazendo um exercício de backbend (curvatura da parte superior do corpo para trás) com um top decotado. Ela cumprimenta o espectador, falando sobre o quanto gosta de ioga e como isso a deixa faminta. E então ela morde uma ponta de seu tapete de ioga. “Humm”, diz ela. “Acorda, gente. Deem uma olhada nos ingredientes do pão de nove grãos do Subway. Você sabia que um deles é o mesmo ingrediente encontrado nos tapetes de ioga?”.

CASTOR MARIONETE

A seguir, nesse vídeo, ela diz que o composto agressor, o azodicarbonamida, está proibido em alguns países como Cingapura, onde aqueles que são pegos usando-o são punidos com multas e prisão. “Sim, esta é uma substância muito perigosa que está ligada a problemas pulmonares em trabalhadores expostos a ela”.

Em outro vídeo, que pode ser confundido com um esquete do Saturday Night Live, Hari brinca e elogia um castor marionete por ajudar o meio ambiente. “Mas eles também dão sabor a uma tonelada de alimentos nos supermercados”, diz ela. “Sim, você faz isso com seu pequeno ânus. Não é mesmo, pequeno castor? Seu ânus”.

Hari se refere ao castóreo, que é retirado de uma bolsa localizada perto do ânus do castor e rotulada nos EUA como um condimento natural.

Steven Novella, o pesquisador de Yale mencionado na entrevista de rádio, diz que Hari distorce os fatos. Ele deu como exemplo o produto químico azodicarbonamida, usado para clarear e amaciar alguns pães do Subway e para criar bolhas de ar que tornam os tapetes de ioga flexíveis e espumosos. A pesquisa que ela cita se concentra na forma gasosa do produto químico e nos trabalhadores que o aspiram, não em alimentos. Novella diz que o Subway usa uma quantidade muito pequena do ingrediente para ser perigosa.

AUDIÊNCIA CRESCENTE

O FoodBabe.com atrai entre 2,5 milhões e quatro milhões de visitantes únicos por mês, segundo Hari. O Comscore estima que a audiência de Hari em julho, na internet e em dispositivos móveis, foi de 795.000 visitantes únicos. Os números contrastam com os quase 14 milhões de visitantes dos múltiplos sites e aplicativos móveis do Starbucks. Discrepâncias de lado — devido a sistemas de medição complexos e imperfeitos —, os dados da Comscore mostram que a audiência mensal de Hari, dominada por mulheres, quadruplicou nos últimos 12 meses, com picos e vales ao longo do caminho. Ela atingiu um pico em fevereiro e março, quando mirou o Subway. Novas investigações, previsivelmente, causam picos no tráfego.

Hari está apenas começando. Ela foi contratada por uma produtora para criar seu próprio programa de TV e publicará um livro chamado “The Food Babe Way” (“O estilo Food Babe”, em tradução livre), em fevereiro, detalhando sua jornada e filosofia. Manter uma empresa significa que as investigações precisam continuar sendo feitas. Inevitavelmente, elas também terão que ser mais ousadas. Isso significa réplicas certamente amplificadas e mais hostis também.

— Se eu lesse tudo o que sai na internet — disse ela, — eu ficaria louca.

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Modelo tira sarro do Palmeiras em festa dos 99 anos e perde o emprego

Modelo mostra o dedo médio e tira sarro do Palmeiras na festa dos 99 anos do clube
Modelo mostra o dedo médio e tira sarro do Palmeiras na festa dos 99 anos do clube

Publicado no UOL Esporte

Uma modelo contratada para a organização da festa dos 99 anos do Palmeiras, nesta segunda-feira, publicou em sua página nas redes sociais uma foto ‘zoando’ o clube. Na frente de um banner do evento, a garota mostra o dedo médio e colocou na legenda: “O que o dinheiro não faz…”.

A situação gerou revolta dos torcedores palmeirenses nas redes sociais e a garota foi alvo de duras ofensas e críticas. Anne Ferreira, que no Instagram diz ter 19 anos, fazia parte do casting da empresa HZ, e foi dispensada nesta terça-feira. A agência, por meio de uma nota enviada ao Palmeiras, desculpou-se pelo ocorrido.

“Primeiramente, pedimos desculpas pelo ocorrido. Ficamos envergonhados pela atitude da garota. Uma modelo que não sabe separar o lado profissional do pessoal não está apta a fazer parte do nosso casting. O desligamento da mesma do casting da HZ já foi efetuado”, diz a nota.

“Prezamos sempre por profissionalismo e respeito perante nossos clientes. Atitudes como essa nunca serão aceitas dentro de nossa empresa”, completou o comunicado publicado pelo clube no site oficial.

O perfil da modelo na rede social foi alvo de muitos xingamentos dos palmeirenses e ‘obrigou’ Anne a excluir a foto. Segundo o clube, ela também se desculpou formalmente com o Palmeiras e com os torcedores após ser desligada da agência.

O UOL Esporte tentou contato com a Anne Ferreira, mas ela não foi encontrada até a publicação desta matéria. Em seu Twitter, mais cedo, ela se pronunciou e disse que fez a brincadeira direcionada aos amigos, que teriam aceitado ‘numa boa’.

“Palmeirenses, desculpa aí se vocês realmente não aceitaram a brincadeira de ontem, jamais tive intenção de atingir vocês. Fiz aquilo exclusivamente para os meus amigos, que aceitaram numa boa. A foto já foi excluída, então já era. Eu sou adulta o suficiente para me retratar aqui, já que to vendo que tem gente que não gostou, eu apaguei e me desculpem, sem mais (sic)”, escreveu.

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Um olhar cristão subversivo da Marcha das Vadias

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Hermes C. Fernandes, no Cristianismo Subversivo

O mundo religioso assistiu estatelado a mais uma edição da Marcha das Vadias. Além dos seios desnudos, o que mais chamou a atenção da opinião pública foi o uso irreverente de símbolos religiosos protagonizado por alguns participantes. Imagens foram quebradas. Crucifixos usados como tapa-sexo. Talvez, se acontecesse em outra data e lugar, não teria despertado tanta revolta. Mas o cenário e o momento escolhidos foram os mesmos onde acontecia a Jornada Mundial da Juventude com a presença do líder da maior religião do planeta.

Como líder de uma comunidade cristã, devo manifestar minha repulsa por qualquer sinal de intolerância religiosa. Todavia, minha consciência me impõe analisar tais protestos sob outros ângulos.

A Marcha das Vadias (em inglês: SlutWalk) é um movimento que surgiu a partir de um protesto realizado no dia 3 de abril de 2011 em Toronto, no Canadá, em reação aos diversos casos de abuso sexual ocorridos na Universidade de Toronto em janeiro do mesmo ano. O estopim que deflagrou a onda de protestos foi a sugestão do policial Michael Sanguinetti que “as mulheres evitassem se vestir como vadias, para não serem vítimas”. Ficou subentendido que as mulheres eram culpadas por serem estupradas. O primeiro protesto levou três mil pessoas às ruas de Toronto, e desde então se espalhou pelo mundo afora.

A primeira Marcha das Vadias no Brasil ocorreu em São Paulo, em 4 de junho de 2011, organizada pela publicitária curitibana Madô Lopez, e a escritora paraguaia Solange De-Ré. Apesar de mais de 6 mil pessoas terem confirmado presença através das redes sociais, somente cerca de trezentas pessoas. No entanto, diferentemente das versões em outros países, somente cerca de 300 pessoas atenderam à convocação. A última edição da marcha anterior à visita do papa Francisco ao Brasil aconteceu no dia 21 de junho de 2013, reunindo mais de três mil pessoas.

A Marcha das Vadias protesta contra a crença de que as mulheres que são vítimas de estupro teriam provocado a violência por um comportamento supostamente libidinoso. Como reação à tal crença comuns entre muitos homens, muitas mulheres saem às ruas usando roupas consideradas provocantes, como blusinhas transparentes, lingerie, minissaias, salto alto ou apenas sutiã ou até com os seios desnudos.

Para a antropóloga Julia Zamboni, o movimento é feito por feministas que buscam a igualdade de gênero. “Ser chamada de vadia é uma condição machista. Os homens dizem que a gente é vadia quando dizemos sim para eles e também quando dizemos não”, afirmou. “A gente é vadia porque a gente é livre”, destacou.

No Brasil, a marcha também chama atenção para o crescente número de estupros ocorridos no país, onde, segundo estatísticas, cerca de quinze mil mulheres são estupradas anualmente. A violência doméstica e o turismo sexual também são denunciados com veemência. Portanto, a motivação original da marcha é legítima e deveria contar com a solidariedade de toda a sociedade.

Entretanto, como cristãos, sentimo-nos ofendidos com a nudez expostas nas marchas, ao passo que perdemos de vista o objetivo delas. Deveríamos nos sentir muito mais ofendidos por aquilo que marcha pretende denunciar. Mas preferimos alinhar-nos com os opressores, com os que exibem um discurso machista que por séculos vitimou a mulher, relegando-a ao papel de objeto sexual ou de escrava doméstica.

Em reação a isso, grupos feministas que engrossam as fileiras da marcha resolveram dar o troco, denunciando a promiscuidade envolvendo setores religiosos com os poderes opressores da sociedade.

Triste perceber que símbolos tão caros à fé da maioria da população brasileira foram desrespeitados por serem associados a todo tipo de preconceitos que se impõe contra a mulher. Em vez de simplesmente censurá-las, por que não fazemos mea culpa? Por que não admitimos que temos lutado na trincheira dos opressores, enquanto Jesus sempre se manteve ao lado dos oprimidos?

Não quero dizer que devemos nos alinhar a todas as reivindicações feitas nas marchas, mas ao menos deveríamos demonstrar alguma empatia, já que, historicamente, sofremos na pele todo tipo de discriminação.

Nenhum credo elevou tanto a mulher quanto o evangelho anunciado por Jesus. Ele mesmo não tinha qualquer pudor em se fazer acompanhar pelas consideradas vadias de sua época. Provavelmente deve ter causado muito mal estar nas elites religiosas ao declarar-lhes: “Em verdade vos digo que os publicanos e as meretrizes entram adiante de vós no reino de Deus” (Mt.21:31). Apesar de sabermos disso, preferimos nos posicionar ao lado de fariseus como Simão que descaradamente censurou a “vadia” que entrou em sua casa sem pedir licença e derramou sobre Jesus o mais precioso perfume.

Repito: não apoio qualquer tipo de sacrilégio cometido contra símbolos religiosos, assim como não apoio vandalismo ocorridos nas manifestações recentes em todo o Brasil.

Porém, não me vejo em condição de recriminá-las por sua reação exacerbada. Solidarizo-me com o sofrimento de mulheres que poderiam ser minhas irmãs, filhas, mãe ou esposa. E ainda que me sentisse ofendido, aprendi com Jesus a ser um promotor da paz e não um provocador de rixas. Caso contrário, não poderia orar: “Perdoai as nossas ofensas, assim como temos perdoado os nossos ofensores”.

Marcha das Vadias

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Estudantes da UnB fazem apologia a estupro de calouras do curso de Engenharia de Redes

Foto postada na internet gerou revolta e repúdio

 Publicação gerou 1.400 compartilhamentos e quase 147 comentários de desaprovação e repúdio (Reprodução Facebook)
Publicação gerou 1.400 compartilhamentos e quase 147 comentários de desaprovação e repúdio (Reprodução Facebook)

Paulo Mondego, no R7

Um internauta se revoltou ao presenciar uma cena no campus da Asa Norte da UnB (Universidade de Brasília) que classificou como absurda. Ele fotografou dois jovens, supostamente estudantes do curso de Engenharia de Redes, segurando um cartaz com os seguintes dizeres: caiu na redes (em referência ao curso superior)… é estupro. O estudante postou a foto no Facebook e gerou revolta em muitas pessoas que comentaram a publicação.

O autor do post relatou que, ao presenciar a cena, se aproximou dos rapazes que seguravam o cartaz e questionou o motivo da iniciativa. Eles teriam respondido que seria um “estuprinho”, como trote às calouras do curso Engenharia de Redes. O rapaz então teria alertado que os jovens estariam fazendo apologia a um crime hediondo, mesmo assim, os estudantes não teriam dado importância e continuaram ostentando o cartaz.

O jovem que publicou o post não explicou as circunstâncias nem quando a foto foi tirada. Mas, segundo a assessoria de comunicação da UnB, que já tomou conhecimento do episódio, o registro foi feito nesta quarta-feira (24) por ocasião da divulgação da lista de aprovados no segundo vestibular de 2013. Até as 10h desta quarta-feira a publicação gerou 1.400 compartilhamentos e quase 147 comentários de desaprovação e repúdio.

A assessoria de comunicação da Universidade de Brasília informou que a reitoria está tomando as devidas providências e deve se pronunciar nas próximas horas.

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