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Ônibus atinge alce no km ’666′ e passageiros descem para rezar

Veículo bateu em animal justamente quando hodômetro marcou 666.6 km.
Passageiros de Belarus teriam ficado com medo do ‘número da besta’.

Publicado no G1

A polícia de Minsk, em Belarus, presenciou um momento arrepiante e bastante inusitado ao verificar um acidente envolvendo um ônibus que tinha atingido um alce em cheio, justamente quando o hodômetro do veículo atingiu 666.6 km.

Passageiros ficaram assustados ao descobrirem que hodômetro mostrava que colisão ocorreu no quilômetro 666.6 (Foto: Central European News/Europics/Caters News)

Passageiros ficaram assustados ao descobrirem que hodômetro mostrava que colisão ocorreu no quilômetro 666.6 (Foto: Central European News/Europics/Caters News)

O ônibus, que saída de Minsk em direção a Kiev, capital da Ucrânia, acabou batendo de frente com um alce, que atravessou parte do para-brisa frontal e o corpo do bicho ficou pendurado para fora do ônibus.

Quando os oficiais foram averiguar a cabine do motorista, perceberam que a colisão ocorreu exatamente no quilômetro 666.6 percorrido pelo ônibus. Os dígitos 666 também são conhecidos como “número da besta”, e são utilizados por satanistas com o intuito de invocar Lúcifer.

Os passageiros não se feriram no acidente, mas diversas pessoas um pouco mais supersticiosas deixaram o veículo para rezar, enquanto o alce era retirado da parte da frente do ônibus.

Empregados são demitidos por se recusarem a rezar e dizer ‘eu te amo’

Fachada da empresa, onde o funcionário é obrigado a rezar e dizer "eu te amo" aos colegas. Reprodução/Facebook (Cost Containment Group)

Fachada da empresa, onde o funcionário é obrigado a rezar e dizer “eu te amo” aos colegas. Reprodução/Facebook (Cost Containment Group)

Ana Clara Otoni, no Page not Found

Um bom clima no trabalho é importante para a produtividade da equipe. Mas, uma empresa de Long Island (Nova York, EUA) que tentou “forçar a barra” para que os funcionários se dessem bem está sendo processada.

Isso porque a diretoria da empresa familiar, Cost Containment Group, demitiu vários funcionários que se recusaram a rezar e agradecer a Deus pelos seus empregos e ainda a dizer “eu te amo” aos chefes e colegas de trabalho.

As ações eram diárias e faziam parte de um método criado pela tia do dono da empresa, de acordo com a agência de notícias Reuters. Chamado “Onionhead”, ou cabeça de cebola, na tradução livre, a metodologia corporativa tem a intenção de reunir e agregar os funcionários como as camadas da cebola.

Segundo o órgão que defende os direitos trabalhistas, a prática da empresa violava os direitos civis e religiosos dos funcionários.

Em um dos casos relatados na denúncia, uma gerente de projeto de TI contara que fora punida por ser católica e não querer participar das atividades espíritas impostas pela empresa. Após a reclamação, a mulher foi transferida de setor e uma enorme estátua de Buda foi colocada em seu antigo escritório. A gerente questionou o rebaixamento de cargo e foi demitida.

Os advogados dos funcionários demitidos pedem uma indenização com juros pelos danos psicológicos e materiais causados aos empregados demitidos e uma liminar que proíba o método.

A respeito de rezar

rezarInácio Larrañaga

Quanto mais se reza, Deus é “mais” Deus em nós. Deus não muda. É definitivamente pleno, portanto, imutável. Está, pois, inalteravelmente presente em nós, e não admite diferentes graus de presença. O que realmente muda são nossas relações com ele, conforme nosso grau de fé e amor. A oração torna mais firmes essas relações, produz uma penetração mais entranhável do Eu–Tu, através da experiência afetiva e do conhecimento fruitivo. Acontece como um archote dentro de uma sala escura. Quanto mais o archote alumia, melhor se vê a “cara” da sala, a sala se faz presente, ainda que não tenha mudado.

Quanto menos se reza, Deus é “menos” Deus em nós. Quanto menos se reza, Deus vai se esfumando em um apagado afastamento. Lentamente se vai convertendo em simples ideia sem sangue e sem vida. Não dá gosto estar, viver, tratar com uma ideia, também não há estímulo para lutar e superar-se. Assim, Deus deixa de ser alguém, e termina por diluir-se numa realidade ausente e longínqua.
Deixando de rezar, Deus acabará por ser “ninguém”. Se deixarmos de rezar por muito tempo, Deus acabará por “morrer”, não em si mesmo, porque é substancialmente vivo, eterno e imortal, mas no coração do homem. Acabando a fonte da vida, chega-se rapidamente a um ateísmo vital.

A oração é vida e a vida é simples – não fácil – mas coerente. Quando deixa de ser vida, convertêmo-la numa complicação fenomenal. Pergunta-se, por exemplo: Como se deve rezar em nosso tempo? Pergunta sem sentido. Por acaso se pergunta como se deve amar em nosso tempo? Ama-se – e reza-se – tal como há quatro mil anos. Os fatos da vida têm sua raízes na substância imutável do homem.

fonte: fan page Ed René KIvitz

Ex-técnico que combateu atletas de Cristo diz ter ajudado o futebol

Como treinador, Cassia (dir) dirigiu times como Grêmio, Internacional e Ponte Preta (foto: Marcelo Bertani)

Como treinador, Cassia (dir) dirigiu times como Grêmio, Internacional e Ponte Preta (foto: Marcelo Bertani)

Vanderlei Lima, no UOL

Agradecer a Deus é quase um discurso unânime nas entrevistas pós-jogo dos boleiros na saída de campo. Houve um tempo, porém, em que um grupo de jogadores se destacou por fazer verdadeiras pregações. Eram os atletas de Cristo, centro de polêmicas que dividiam os fãs de futebol. Maior combatente da facção, o ex-técnico Cassiá Carpes relembra hoje da ‘cruzada’ que liderou contra os jogadores e, olhando para trás, acredita ter feito um bem aos clubes.

Zagueiro nos anos 1970 e depois comandante de clubes como Grêmio, Inter e Ponte Preta, Cassiá, que desde a última década vem se dedicado à política, reprovava o que ele hoje chama de “isolamento” dos atletas de Cristo.

“Naquela época, eles não percebiam o sentido de grupo, se recolhiam, se isolavam. Tudo o que era bom vinha deles, o ruim não, então não tinham conceito de grupo”, analisou o atual deputado estadual em entrevista ao UOL Esporte.

“Dizia na época que não existia um time de Cristo, mas sim um coletivo, cada um com a sua religião. Hoje, entendo que ajudei a desmitificar essa questão”, disse Cassiá.

Apesar de ter travado quase uma guerra contra o grupo, o ex-treinador garante não ter problemas com religião. Pelo contrário, diz ser católico e ver um papel importante da religião na sociedade.

“Não tenho nada contra religião. Aliás, se não fosse a religião, o país estava pior, especialmente na questão das drogas. As igrejas têm papel importante. Sou católico não praticante, mas o importante é o caráter, a índole. Às vezes, não precisa ir à igreja para rezar”, argumentou Cassiá, citando o exemplo de um jogador por quem tinha admiração mesmo sendo do grupo.

“Me lembro do Gilson Batata no Rio Branco. Ele era símbolo de garra, raça e era atleta de Cristo. Então, era isso, eu não queria jogador melancólico”, pontuou.

De volta ao futebol

Cassiá abandonou o trabalho de técnico no ano 2000 e, desde então, somou dois mandatos como vereador e outros dois como deputado estadual, todos no Rio Grande do Sul. Agora, porém, diz que pretende deixar a política e retornar ao futebol, mas não no gramado.

“Estou anunciando que não irei mais concorrer na política. O quadro político nacional é de corrupção, hoje é toma lá dá cá”, declarou, avisando que concluirá seu último cargo no ano que vem.

“Penso em voltar a trabalhar como comentarista esportivo. Sou radialista, trabalhei por seis anos na Rádio Pampa. Na época, não tinha como conciliar rádio com a vida pública”.

Se voltar ao futebol, Cassiá pode ter a oportunidade de analisar o desempenho de Neymar, principal estrela do futebol brasileiro e que ele compara a Dener, jovem craque que ele comandou no Grêmio e morreu em um acidente de carro em 1994.

“Em termos de arrancada, o Neymar lembra o Dener. Tinha habilidade, velocidade, mas o Neymar leva vantagem, pois se desloca mais. O Dener tinha uma arrancada frontal”, finalizou como bom comentarista.

Motorista embriagado reza antes de teste do bafômetro em Porto Alegre

Jovem de 21 anos capotou com o carro na zona sul da capital gaúcha.
Apesar das preces, teste apontou índice 11 vezes acima do permitido.

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Publicado originalmente no G1

Após capotar o carro nesta sexta-feira (8) em Porto Alegre, um motorista pediu aos agentes de trânsito dois minutos antes de se submeter ao teste do bafômetro. O motivo: ele queria rezar para que o resultado do exame não apontasse que ele estava alcoolizado.

O fato inusitado ocorreu pela manhã, na Zona Sul da capital gaúcha. Segundo a Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC), o condutor perdeu o controle do veículo na Avenida Vicente Monteggia, atravessou a Estrada João Vedana, capotou e ainda derrubou uma árvore. Dois dos cinco ocupantes do veículo ficaram feridos.

Abordado pelos agentes de trânsito, o motorista (foto), de 21 anos, pediu um tempo para ficar sozinho. Se afastou, fez o sinal da cruz e rezou, segundo a EPTC. Apesar da oração, o teste do bafômetro apontou índice 11 vezes acima do permitido pela Lei Seca. Como ele não quis pagar a fiança de R$ 1.915,40, foi preso e levado ao Presídio Central.

dica do João Marcos