Saiba 20 benefícios que o sexo oferece para a saúde

vicio_sexo_min_eabefdc-1260179

Publicado no Gazeta Online

A melhora da qualidade do sono, a redução do risco de doenças cardíacas e a diminuição das chances de ter câncer de próstata são apenas alguns dos benefícios oferecidos pela prática de sexo. É o que apontam diversas pesquisas realizadas sobre o assunto em diversos lugares do mundo. 

A pesquisa realizada pela Durex Global Sex Survey, por exemplo, mostrou que o sexo melhora o humor para 63% dos homens e 72% das mulheres. O estudo, conduzido no Brasil pela psiquiatra Carmita Abdo, coordenadora do Programa de Estudos em Sexualidade do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas (ProSex), foi realizado em 37 países e avaliou mais de 1 mil homens e mulheres no País, com idades entre 18 e 65 anos. Dentre as características do brasileiro quando o assunto é sexo, estão preliminares curtas, sexo rápido e várias vezes por semana e uso de preservativo. 

Ficou curioso para saber quais os benefícios que a prática do sexo oferece para a saúde? Confira a seguir. 

Fazer sexo pode ser tão eficaz para eliminar calorias quanto a corrida 

De acordo com uma pesquisa da Universidade de Quebec, no Canadá, uma hora de atividade entre quatro paredes queima quase a mesma quantidade de calorias que 30 minutos de corrida na esteira. O estudo constatou que homens gastam 120 calorias em meia hora de sexo, enquanto as mulheres eliminam 90.

Sexo melhora a memória e torna as pessoas mais inteligentes 

Segundo uma pesquisa da Universidade de Maryland, nos Estados Unidos, o sexo pode tornar a pessoa mais inteligente e melhorar a memória de longo prazo. Um estudo em ratos de meia-idade constatou que eles fabricaram mais células cerebrais no hipocampo, onde as memórias de longo prazo são produzidas, após o acasalamento. Os cientistas também ligaram a atividade sexual frequente com o aumento da capacidade intelectual. No entanto, os benefícios foram perdidos ao impedir o coito.

Relações sexuais aumentam a imunidade 

Pesquisadores da Universidade Wilkes, da Pensilvânia, descobriram que estudantes universitários que mantiveram relações sexuais uma ou duas vezes por semana tinham níveis mais elevados do anticorpo que protege contra germes, vírus e outros invasores em comparação aos estudantes que fizeram sexo com menos frequência. Outras dicas para manter seu sistema imunológico em dia são: comer de forma adequada, fazer atividades físicas, dormir o suficiente, estar em dia com as vacinas e usar camisinha.

Sexo ajuda a dormir melhor

Você pode cochilar mais rapidamente após o sexo, e por boas razões. De acordo com a psiquiatra Sheenie Ambardar, em West Hollywood, na Califórnia, após o orgasmo, o hormônio prolactina é liberado. Ele é o responsável pelas sensações de relaxamento e sonolência. Outra pesquisa divulgada recentemente apontou que 17% das mulheres britânicas disseram que dormem por mais tempo e mais profundamente depois de terem feito sexo. O estudo foi encomendado pelo Sanctuary Spa e publicado no Daily Mail.

Vida sexual ativa reduz o risco de doença cardíaca 

Uma boa vida sexual faz bem ao coração. Além de ser uma ótima maneira de aumentar a frequência cardíaca, o sexo ajuda a manter o estrogênio e os níveis de testosterona em equilíbrio. Segundo o médico Joseph J. Pinzone, diretor médico da Amai Wellness, quando tais hormônios estão em baixa há mais riscos de ocorrer osteoporose e doenças cardíacas.

Sexo alivia o estresse

Níveis elevados de cortisol, o hormônio do estresse, podem levar a diversos problemas de saúde, como altas taxas de açúcar no sangue e ganho de peso. Para reverter este quadro, o sexo pode ser uma boa aposta, já que as endorfinas liberadas durante o ato ajudam a aliviar a tensão e a deixar de lado os momentos ruins do dia. Para a psiquiatra Sheenie Ambardar, em West Hollywood, Califórnia, estar perto de seu parceiro pode aliviar o estresse e a ansiedade.

Orgasmo reduz dores e incômodos 

Quando você estiver com dor, antes de tomar um analgésico, que tal ter um orgasmo? Segundo o médico Barry R. Komisaruk, professor da Universidade Estadual de Nova Jersey, chegar ao clímax pode bloquear a dor. O médico afirma que a estimulação vaginal pode acabar com as dores nas costas e nas pernas, além de reduzir cólicas menstruais, sintomas da artrite e, em alguns casos, até mesmo dor de cabeça.

Sexo traz mais felicidade

Se você anda de mau humor e não sabe como melhorá-lo, a solução é simples: ao acordar, continue na cama e pratique sexo matinal. De acordo com uma pesquisa da educadora sexual Debby Herbenick, da Universidade de Indiana, nos Estados Unidos, o ato deixa a pessoa feliz ao longo do dia.

Sexo frequente aumenta a satisfação conjugal dos neuróticos

Sexo frequente pode ajudar as pessoas neuróticas, que têm propensão a experimentar emoções negativas, a mudar de humor, além de se chatear e a se preocupar menos. A equipe da Universidade do Tennessee acompanhou 72 casais recém-casados ao longo dos primeiros quatro anos de união. A atividade sexual constante mostrou ser capaz de acabar com o déficit de felicidade dos neuróticos. Segundo os pesquisadores, algumas pessoas encontram no sexo a capacidade de manter a satisfação em dia. 

Atividade sexual reduz as chances de câncer de próstata 

Uma pesquisa do Instituto Nacional do Câncer, dos Estados Unidos, mostrou que ter, em média, 21 ejaculações mensais reduz em até 33% os riscos de câncer de próstata. 

Orgasmo diminui risco de morte prematura 

De acordo com o British Medical Journal, homens que chegam ao orgasmo frequentemente têm 50% menos chances de morte prematura. Pesquisas mostram que fazer sexo com frequência deixa os homens com aparência mais jovem, podendo parecer até 10 anos mais novos.

Vida sexual ativa reduz a depressão

Orgasmo faz bem para o corpo e para a mente. Segundo o professor de psicologia James Coan, da Universidade da Virgínia em Charlottesville, a prática do sexo libera os hormônios ocitocina e endorfina, que colaboram para a diminuição da depressão. 

Relação sexual melhora o humor de homens e mulheres

Pesquisa realizada no Brasil pela psiquiatra Carmita Abdo, coordenadora do Programa de Estudos em Sexualidade do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (ProSex), mostra que o sexo melhora o humor para 63% dos homens e 72% das mulheres.

Sexo aumenta a longevidade 

Mulheres que gostam de sexo vivem mais do que aquelas que não o fazem. De acordo com o médico Michael Roizen, especialista em Medicina Preventiva na Cleveland Clinic, o sexo tem o poder de fazer as mulheres se sentirem de dois a oito anos mais jovens. Os homens podem conseguir o mesmo efeito experimentando de 150 a 350 orgasmos por ano.

Transar tonifica os músculos

Pense em sexo como uma boa sessão de treinamento de força. Durante o ato, você usa muitos grupos musculares e, convenhamos, é muito mais divertido do que fazer agachamento na academia. “Assim como o exercício, a regularidade ajuda a maximizar os benefícios”, afirma o médico Joseph J. Pinzone, diretor médico do instituto médico Amai Wellness, nos Estados Unidos.

Fazer sexo combate a dor de cabeça 

Estudo publicado no Cephalalgia, jornal da Sociedade Internacional de Cefaleia, constatou que mais da metade dos participantes que sofriam de enxaqueca e tiveram relações sexuais experimentaram uma melhora nos sintomas, enquanto 20% ficaram completamente curados.

Sexo reduz a diabetes

O sexo pode reduzir o risco da diabetes tipo 2, por melhorar a ação da insulina, segundo um estudo da Journal of the American Medical Association. Além disso, o desempenho sexual pode indicar problemas de saúde: a disfunção erétil, por exemplo, talvez seja sinal de problema no coração.

Fazer sexo melhora a libido

Você quer uma vida sexual mais ativa? Então, aposte no próprio sexo, que tem o poder de aumentar a libido. É o que diz Lauren Streicher, professora-clínica assistente de obstetrícia e ginecologia na Feinberg School da Northwestern University of Medicine, em Chicago. Para as mulheres, o sexo ainda dá um up na lubrificação vaginal, no fluxo sanguíneo e na elasticidade.

Sexo é bom para a autoestima

Um estudo da Universidade do Texas provou que um dos principais motivos para a prática do sexo é a melhora da autoestima. As participantes da pesquisa disseram que a relação sexual com o parceiro faz com que elas se sintam melhores com elas mesmas e com suas formas físicas.

Transar reduz a pressão arterial 

De acordo com Joseph J. Pinzone, diretor médico do instituto médico Amai Wellness, nos Estados Unidos, um estudo descobriu que a relação sexual propriamente dita (não a masturbação) reduz a pressão arterial sistólica.

Leia Mais

Relação estressante com outras pessoas encurta a vida

Nova pesquisa descobriu que pessoas que brigam frequentemente com seus parceiros, filhos e até vizinhos têm maior risco de morte

Brigas: Conflitos frequentes com o parceiro pode triplicar risco de morrer, diz estudo (foto: Thinkstock)
Brigas: Conflitos frequentes com o parceiro pode triplicar risco de morrer, diz estudo (foto: Thinkstock)

Publicado na Veja on-line

Manter relações estressantes e desgastantes com outras pessoas – sejam elas amigas, familiares ou vizinhas – eleva o risco de morte prematura. Essa é a conclusão de um novo estudo feito na Universidade de Copenhague, Dinamarca. Segundo a pesquisa, tais conflitos afetam mais a saúde dos homens do que das mulheres, e mais intensamente indivíduos que estão desempregados.

De acordo os autores do trabalho, os médicos reconhecem que manter relações estreitas com familiares e amigos tem um efeito protetor sobre a saúde das pessoas. Porém, pouco se sabe sobre os efeitos do stress provocado por relações sociais conflitantes.

A pesquisa se baseou em um levantamento nacional feito na Dinamarca com 9 870 pessoas entre 30 e 60 anos. Elas foram acompanhadas entre 2000 e 2011. Durante esse tempo, os participantes responderam a questionários que incluíam perguntas sobre suas relações com parceiros, filhos, familiares, amigos e vizinhos. Esses indivíduos também relataram se sofriam algum sintoma depressivo.

Análise — Ao longo do estudo, 4% das mulheres e 6% dos homens morreram. Quase metade das mortes foi provocada por câncer – as outras causas incluíram doenças cardiovasculares e hepáticas, acidentes e suicídio.

Segundo os resultados, a chance de morrer durante a pesquisa foi duas vezes maior entre pessoas que brigavam frequentemente com seus parceiros ou amigos em comparação com quem não enfrentava esse problema. Esse risco foi três vezes mais elevado se os conflitos aconteciam com os vizinhos do indivíduo — e 4,5 maior caso ele estivesse desempregado.

Além disso, as pessoas cuja relação com o parceiro era desgastante ou causava preocupação com frequência (mas sem necessariamente envolver brigas) tiveram o dobro do risco de morrer durante o estudo do que aquelas que raramente sofriam com esse tipo de problema. No caso de esses problemas acontecerem nas relações com seus filhos, a chance de morrer foi 50% mais elevada.

Os resultados foram publicados na edição deste mês do periódico Journal of Epidemiology & Community Health.

Leia Mais

Adolescentes altruístas têm menos chances de sofrer depressão, diz estudo

Engajar-se em atividades sociais em vez de autocentradas pode contribuir com o bem-estar

Para pesquisadores, prazer relacionado a recompensa é mais intenso na adolescência (foto: Thinkstock)
Para pesquisadores, prazer relacionado a recompensa é mais intenso na adolescência (foto: Thinkstock)

Publicado na Veja on-line

Uma pesquisa americana mostrou que adolescentes de 15 e 16 anos que consideram prazeroso engajar-se em atividades sociais têm menos chances de desenvolver depressão. O artigo foi publicado na última semana, no periódico Proceedings of the National Academy of Sciences (Pnas).

O estudo analisou a atividade de uma região cerebral chamada estriado ventral, que regula a sensação de prazer relacionada à recompensa. Pesquisas anteriores mostraram que a atividade dessa área tende a ser mais intensa em adolescentes, indicando que nessa idade a experiência de prazer e recompensa é mais acentuada do que em adultos ou crianças.

Uma das explicações para essa diferença pode ser o fato de que a adolescência é também uma fase de maior busca por riscos, o que pode estar relacionado à sensibilidade a recompensas. “Da infância para a adolescência, as taxas de mortalidade e morbidade aumentam de 200 a 300%, quase completamente devido a esse comportamento de risco”, afirma Eva Telzer, professora da psicologia da Universidade de Illinois e principal autora do estudo.

Procedimentos — Os pesquisadores mediram a atividade no estriado ventral de adolescentes enquanto eles realizavam uma tarefa em que podiam doar dinheiro a outras pessoas, ficar com ele ou tomar uma decisão financeira mais arriscada, na esperança de conseguir uma quantidade maior.

A equipe estudou sintomas de depressão nos participantes no início do programa e depois de um ano, e concluiu que a atividade do ventral estriado poderia indicar se os sintomas depressivos dos participantes se tornariam mais leves ou mais intensos ao longo do tempo.

Os adolescentes que mostraram maior atividade na área de recompensa ao tomar uma decisão financeira arriscada tinham mais chances de desenvolver sintomas depressivos acentuados com o tempo. Já naqueles que mostravam atividade maior na tarefa social (doar o dinheiro), a depressão diminuiu. “O estudo sugere que se nós pudermos redirecionar os adolescentes de recompensas que envolvam correr riscos ou estejam muito centradas neles mesmos para atividades mais sociais, podemos causar um impacto positivo em seu bem-estar”, afirma a pesquisadora. “É interessante que a mesma área do cérebro pode prever prejuízos ou incentivos ao bem-estar, dependendo do contexto.”

Leia Mais

Estudo aponta que consumo de café pode reduzir risco de diabetes

 

cafe

Publicado no Bem Estar

Aumentar em uma xícara e meia o consumo de café em um período de quatro anos ajuda a reduzir em 11% o risco de diabetes, revelou um estudo publicado nesta quinta-feira (24) na revista “Diabetologia”, da Associação Europeia para o Estudo da Diabetes.

Há tempos se associava uma incidência menor do diabetes tipo 2 com o consumo de chá e café, e os cientistas observaram esta relação de perto.

Os autores determinaram que as pessoas que aumentaram o consumo de café em mais de uma xícara por dia durante quatro anos apresentavam um risco 11% menor de contrair diabetes tipo 2 com relação àquelas que não modificaram seus hábitos de consumo.

Ao contrário, os pacientes que reduziram o consumo de café em pelo menos uma xícara apresentaram um risco de desenvolver diabetes tipo 2 superior 17%. Não foi detectado um impacto do consumo de chá e café descafeinado no risco de diabetes.

Aqueles que mantiveram um nível elevado de consumo de café, de 3 xícaras de café ou mais, apresentaram um risco de diabetes ainda menor, 37% inferior ao de consumidores moderados, que consomem uma xícara ou menos por dia.

“As mudanças nos hábitos de consumo de café parecem impactar o risco de diabetes em um prazo relativamente curto. Nossas pesquisas confirmam estudos prospectivos anteriores segundo os quais um consumo maior de café era associado a um risco menor de diabetes tipo 2″, afirmaram os autores.

Leia Mais

Quando você vai morrer? O tamanho da sua barriga pode prever

how-to-burn-belly-fat-838x558

Publicado no Hype Science

Dizem as más línguas que um homem sem barriga é um homem sem história. Mas o que a pesquisa do Dr. Nir Krakauer descobriu é que um homem sem barriga é, na verdade, um homem que pode ter uma história muito mais longa.

O estudo

Em 2012, o Dr. Nir Krakauer, assistente de engenharia civil na Escola de Engenharia da CCNY Grove, e seu pai, o também doutor Jesse Krakauer, desenvolveram um novo método para quantificar o risco associado à obesidade abdominal.

A equipe liderada pelos dois analisou dados de uma pesquisa feita com 7.011 adultos com mais de 18 anos, que participaram da primeira “Health and Lifestyle Suvery” (HALS1), no meio dos anos 1980 e depois de outra pesquisa realizada 7 anos depois, a HALS2. A amostra foi um tanto representativa da população britânica em termos de região, cargo, naturalidade e idade.

Então, em 2009, eles também recolheram dados do Serviço Nacional de Saúde britânico para identificar mortes e casos de câncer e, ao cruzar esses dados com os nomes que participaram das pesquisas HALS1 e HALS2, verificaram que 2.203 dos que haviam morrido faziam parte do grupo que estava sendo acompanhando.

Em seguida, eles compararam todas as causas de morte entre as pessoas da amostra utilizada para as pesquisas HALS com outras variáveis, incluindo o Índice de Massa Corporal (IMC), circunferência da cintura e relações cintura/quadril e cintura/altura.

O Resultado

O resultado da análise de todos esses dados mostrou que a forma do corpo, especificamente da cintura, é um forte indicador do risco de mortalidade entre a população analisada.

Os professores Nicolas Danchin e Tabassome Simon, da França, também se aprofundaram nessa pesquisa para comprovar que o tamanho da barriga tem relação direta com o aumento do risco de morte em sobreviventes de ataques cardíacos.

Segundo o Professor Simon, uma barriga grande, obesidade e baixo peso estão associados com o maior risco de morte. Ou seja: não é bom a pessoa ser muita magra ou muito gorda, mas pior ainda é quando a barriga é grande. Do ponto de vista destes pesquisadores, o acúmulo de gordura na região da cintura merece uma atenção maior do que sobrepeso e obesidade leve. [Medicalxpress]

Leia Mais