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‘New York Times’ chama músicas de Roberto Carlos de ‘cópias inferiores e genéricas’

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Publicado em O Globo

O espetáculo “As canções que você dançou pra mim”, da Focus Cia de Dança, inspirado em músicas do Roberto Carlos, não foi bem recebido pelo crítico do New York Times, Brian Seibert — e para ele um dos maiores problemas está exatamente nas canções. Em resenha no jornal, ele explica aos leitores americanos que, em seus 50 anos de carreira, o “Rei” já foi chamado de “Elvis brasileiro e Frank Sinatra brasileiro”, mas classifica as músicas de Roberto como “cópias inferiores”.

“As músicas vão de covers de ‘Splish Splash‘ e ‘Unchain my heart’ a surf rock, R&B funkeado e baladas românticas num modo Julio Iglesias”, define Seibert. “Para quem cresceu ouvindo essas gravações, elas devem ter uma ressonância emocional. Para qualquer outro, elas devem soar, como soaram para mim, como cópias inferiores e genéricas.”

O jornalista americano critica também o fato do programa não ter oferecido tradução em inglês para o título do espetáculo nem para as letras das músicas, dificultando a compreensão da plateia local. “As canções que você dançou pra mim”, com coreografia de Alex Neoral, faz parte de um festival brasileiro de dança, em cartaz no teatro Joyce, em Nova York.

Para Seibert, os duetos são o ponto alto da coreografia do show: “Em meio a troca de parceiro e carícias, diferentes tipos de relacionamentos são delineados, diferentes equações de desejo e repulsa”. Os solos, no entanto, são classificados como o ponto fraco, “expondo a técnica irregular dos dançarinos e a falta de objetivo da coreografia de Neoral“.

Em propaganda das Pamonhas de Piracicaba, Roberto Carlos volta a ser vegetariano

"É o puro creme do milho?", perguntou o Rei

“É o puro creme do milho?”, perguntou o Rei

Publicado impagavelmente no The i-Piauí Herald

ALÉM DO HORIZONTE – Cioso de sua imagem, Roberto Carlos recuou e se reconverteu ao vegetarianismo. “Eu passei em frente ao matadouro/ Um bovino me sorriu mugindo/ Meus talheres coloquei no chão/ Eu voltei”, revelou o cantor, enquanto jogava chumaços de brócolis para as fãs. Segundo sua assessoria, o anúncio oficial da reconciliação com o reino vegetal será feito em uma campanha publicitária das Pamonhas de Piracicaba, cujo cachê não foi divulgado.

No comercial, Roberto Carlos sentará à mesa com Marcos Palmeira, Paul McCartney, Gilberto Gil e Homem de Bem. O garçom, solícito, lhe oferecerá uma biografia não autorizada. “Não, não, bicho. Essa biografia é dele ali”, dirá o cantor. A cena será interrompida por um carro das Pamonhas Piracicaba, que salvará o Rei de todo o constrangimento. Pelos autofalantes, Roberto cantará: “O carro que passa aqui toda hora / O puro creme do milho verde que a freguesa adora / Quitute fresquinho pro seu paladar / Essa pamonha sou eu”.

No final da tarde, o Rei lançou, com recursos do BNDES e da Credicard, uma ONG batizada de Freeboi. “Um dia um cabeludo me falou. Não importa o corte da carne. A vagem é mais importante”, concluiu, anunciando que trocará a cor azul pelo verde.

Roberto Carlos faz Friboi bloquear críticas no Youtube

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Publicado no Ad News

No fim da semana passada, a Friboi, da rede JBS, arriscou. Resolveu colocar um tempero na sua bem-sucedida campanha publicitária que tinha o ator Tony Ramos como principal protagonista, além de seu famoso bordão: “É Friboi?”. Para isso, chamou o cantor Roberto Carlos para protagonizar um comercial. O ex-vegetariano topou por um cachê não divulgado. Porém, a repercussão do anúncio não tem sido nada boa.

Após a postagem do vídeo no Youtube, uma enxurrada de críticas inundou o campo de comentários da postagem. Houve quem não gostasse do fato de Roberto Carlos ter abandonado seus hábitos veganos, alguns também criticavam o anúncio dizendo que ele ridicularizava a causa vegetariana e outros internautas não curtiram o comercial como um todo.

O resultado: no campo de avaliações do vídeo, mais de mil eram negativas e pouco mais de cem positivas. A Friboi não aguentou e, por volta das 9h desta segunda-feira (24), bloqueou as avaliações do vídeo e desativou o campo de comentários.

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No Facebook, o anúncio criado pela Lew’Lara\TBWA também vem causando revolta de parte dos internautas. Na página oficial da marca, a Friboi está excluindo (ou escondendo) comentários negativos nas postagens. Este abaixo, por exemplo, não pode ser mais encontrado nas postagens:

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A Friboi se manifestou sobre o caso:
Sobre os questionamentos relacionados às mídias sociais, a Friboi informa que durante o dia de hoje [ontem, dia 24] a empresa considerou que alguns comentários foram ofensivos à credibilidade dos envolvidos em sua nova campanha. Por isso, optou por avaliá-los momentaneamente. A partir de agora, seus canais já estão normalizados.

Roberto Carlos recebe chuva de críticas ao fazer anúncio de carne

Roberto Carlos em gravação de especial na Globo; cantor foi criticado por fãs após assinar com a Friboi

Roberto Carlos em gravação de especial na Globo; cantor foi criticado por fãs após assinar com a Friboi

Publicado por Notícias da TV

Roberto Carlos virou alvo nas redes sociais de xingamentos e críticas de fãs após ser anunciado como novo garoto-propaganda da marca Friboi, na última sexta-feira (21). Foram tantas ofensas que página do cantor no Facebook teve que moderar os comentários e bloquear as mensagens.

Inconformados, os fãs criticaram Roberto Carlos por fazer propaganda de carne após quase 30 anos como vegetariano. Os últimos posts na página do cantor no Facebook estão lotados de ofensas e pedidos para que ele desista do acordo. Alguns, mais revoltados, afirmaram ter deixado de ser fãs de Roberto Carlos após o contrato com a Friboi.

“Roberto agora é garoto-propaganda da Friboi, perdeu uma admiradora e não vou mais a show algum”, disse Patrícia Arantes, revoltada.

“Tinha muito respeito e admiração pela carreira que você construiu, mas agora só sobrou indignação”, escreveu Andrea Reis.

“Fiquei perplexa com a assinatura de ser o garoto-propaganda de uma empresa de matança animal, que você sempre foi contra em suas músicas!”, comentou Vera Ghimel, lembrando a música As Baleias (1981), em que Roberto Carlos critica a caça predatória de baleias.

Por causa da enxurrada de críticas, o Facebook do cantor teve que desativar a opção de enviar mensagem e moderar os comentários e excluir os posts ofensivos. Na noite de ontem, a página compartilhou uma lista de regras “para uma boa convivência”, publicada originalmente em 2012.

De acordo com as normas, a página pode excluir “palavras ofensivas ou caluniosas” ou “qualquer conteúdo que não esteja diretamente relacionado a Roberto Carlos ou ao assunto postado no qual foi feito o comentário”, caso das críticas dos fãs publicadas em posts que não têm a ver sobre a propaganda de carne. O Facebook do cantor, aliás, não publicou nenhum conteúdo sobre o acordo com a Friboi.

Roberto Carlos tem contrato com JBS, dona da Friboi, até o final do ano. A estreia do cantor como garoto-propaganda será amanhã (23), no intervalo do Fantástico, cantando “Eu voltei, agora para ficar”, refrão de O Portão (1974), indicando que voltou a comer carne.

Traficante contratou Roberto Carlos para fazer show, diz irmão

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Publicado na Folha de S. Paulo

Sem limites para extravagâncias, Pablo Escobar enviou o seu avião particular ao Rio apenas para buscar mulheres e, segundo o irmão, contratou Roberto Carlos para cantar em Medellín.

“Roberto Carlos veio a Medellín para um show trazido por nós, mas em uma discoteca”, disse Roberto Escobar, irmão mais velho do traficante, à reportagem da Folha.

Foi numa rápida conversa durante o tour em sua casa –em troca de uma entrevista exclusiva, seu guia de turismo havia pedido US$ 5.000.

Fanático por Roberto Carlos, Escobar tinha em sua fazenda uma jukebox apenas com canções do brasileiro, conforme relatado no livro “Killing Pablo” (matando Pablo), de Mark Bowden.

O Rei fez dois shows em Medellín em fevereiro de 1988. O primeiro ocorreu no luxuoso hotel Intercontinental, alvo de um carro-bomba dois anos depois.

Procurada pela Folha, a assessoria de imprensa de Roberto informou que ele “está em turnê pelo Nordeste e, por esse motivo, não será possível fazer esta consulta”.

A reportagem também perguntou a Roberto Escobar sobre uma passagem do seu livro, “Mi Hermano, el Patrón Escobar”. Ali, descreve uma festa com “cinco hermosas garotas”, escolhidas “por meio de um amigo no Brasil”.

“É um famoso cirurgião plástico brasileiro”, disse.

A fascinação com as brasileiras começou em 1982, quando Escobar e outros dez integrantes da cúpula do Cartel de Medellín passaram o Carnaval no Rio.

Segundo o livro “La Parábola de Pablo”, de Alonso Salazar, o grupo gastou US$ 500 mil durante a estadia.

De volta, Escobar ordenou que o seu piloto fosse ao Rio buscar “garotas”. A ordem foi cumprida em 15 horas.

Mas surgiu um problema: a mulher de Escobar, Victoria, estava chegando de helicóptero à fazenda.

“Quando a sua mulher chegou, tudo estava em ordem. E quando finalmente partiu, Pablo ordenou que o avião, que havia dado voltas por três horas sobre os céus da [fazenda] Nápoles com as cabareteiras, aterrissasse de novo”.

dica do Ed Brito