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Frases da Libélula

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Juliana Dacoregio

“Há pessoas que são assassinadas quando forçadas a existir.”

“Aproximaram-se cada vez mais. Suas personalidades combinavam. Até que um dia ambas assumiram a responsabilidade de ser uma a melhor amiga da outra. Fio tivera outros amigos antes de Zora, pois todo mundo tem amigos. Tinha também uma torradeira; nem todo mundo tem uma torradeira.”

“Não podemos nos defender da admiração, não podemos desconfiar de quem gosta de nós, é uma guerra da qual sairemos sempre perdedores.”

“A admiração embute um canibalismo sublimado.”

“Ser chamado pelo nome por um estranho transmite sempre a sensação de não se pertencer mais a si mesmo.”

“Somente aqueles que sempre dispuseram de tudo é que sonham com uma vida aventureira e excepcional em que tudo se escreve com maiúsculas.”

“Ela carregava a energia de todos os relâmpagos que ela sabia possuir dentro de si, e, sem nenhuma dúvida, estava convencida de que participava da tempestade, em pé de igualdade com as grandes nuvens escuras.”

Estas são algumas das muitas frases marcantes do romance A Libélula de seus Oito Anos, de autoria do francês, Martin Page. Minha opinião e minhas costumeiras epifanias (viagens) sobre o livro estão lá no Amálgama, portanto acessem, não fiquem só aqui dando Ctrl + C nas frases legais.

Vai lá => Atraída pela capa, fisgada pela história

fonte: Paperback Writer Girl

Estudo promete salvar casamentos em 21 minutos

foto: Getty Images

foto: Getty Images

Publicado originalmente no UOL

Apenas 21 minutos por ano são suficientes para manter um casamento saudável, garante um estudo da Universidade de Northwestern , nos Estados Unidos. Essa pequena intervenção na rotina pode ser importante não só para a felicidade do casal, mas também para a saúde dos dois.

“Não quero que [o estudo] soe como mágica, mas você pode obter resultados impressionantes com uma mínima intervenção”, afirma Eli Finkel, autor principal da pesquisa e professor de psicologia social da Universidade.

Segundo ele, três exercícios de escrita, que demoram sete minutos cada, podem ajudar os casais a ter uma visão mais objetiva do conflito, evitando que o romance desapareça de vez da relação.

O estudo de dois anos pediu a 120 casais que escrevessem, a cada quatro meses, sobre sua satisfação no casamento, citando amor, intimidade, confiança, paixão e compromisso. Eles também tinham de entregar um resumo dos desentendimentos que tiveram com o parceiro, relatando os pontos cruciais.

No segundo ano, o autor propôs uma interferência nos textos de metade do grupo. Após entregar o relatório, 60 casais tiveram de fazer uma segunda avaliação, ou seja, reescrever os problemas do casamento sob a perspectiva de uma pessoa neutra, que deveria sugerir uma solução que fosse boa para os dois.

Os dados mostraram que, no primeiro ano do tratamento, todas as pessoas tiveram um declínio na qualidade do casamento, mas, a partir da intervenção, o grupo da reavaliação se manteve menos angustiado com os problemas e eliminou o sentimento de insatisfação no segundo ano. Além disso, Finkel afirma que a satisfação no casamento fez com que pacientes com problemas coronários tivessem mais chances de ter uma longa vida depois de uma cirurgia do que as insatisfeitas.

“Ter um casamento de alta qualidade é um dos mais fortes indicadores de felicidade e saúde. Dessa perspectiva, participando de um exercício de escrita de sete minutos e três vezes por ano, tem de ser um dos melhores investimentos que as pessoas casadas podem fazer.”

Record ataca a Globo em reportagem criticando cunho religioso de ‘Salve Jorge’ e ‘O Canto da Sereia’

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Fernando Oliveira, no Na TV

Depois de abordar a briga entre fãs do desenho “Pica Pau” e o diretor do “TV Xuxa” e perder a mão exibindo uma entrevista de cunho sensacionalista com Guilherme de Pádua, mais uma vez a Record usou o espaço do “Domingo Espetacular” para atacar a Globo. No último domingo (13) foi levada ao ar uma reportagem que condenava a rival por abordar aspectos religiosos que desagradam grupos evangélicos na minissérie “O Canto da Sereia” e “Salve Jorge”.

Como justificativa, a matéria usou a campanha feita por um pastor contra a história baseada no livro homônimo de Nelson Motta exibida na semana passada. Segundo ele, a minissérie faria apologia à bissexualidade – a protagonista, vivida por Isis Valverde, tinha um romance com a personagem de Camila Morgado – e à umbanda, ao citar a figura de Iemanjá. O candomblé, aliás, também foi o alvo de uma antropóloga, que, em depoimento, “acusou” a novela de fazer referência a Ogum em seu título. Não só houve menosprezo de outra religião como a emissora acabou por dar voz a uma parcela pequena – e extremista -, que propõe boicote à sua concorrente direta.

A mesma reportagem mostrou ainda a insatisfação de alguns pastores com o “Festival Promessas”, promovido pela Globo com cantores evangélicos. Nesse caso, a acusação é de golpe de marketing. A julgar pelo material exibido, a Globo estaria errada, portanto, não só ao dar voz a religiões fora do cristianismo quanto aos próprios evangélicos. Difícil entender. A produção da Record chegou até mesmo a enviar à rival um questionamento que considerou pertinente: se ela pretende exibir uma novela cuja protagonista seja evangélica. Curiosamente, nenhuma mocinha de “Balacobaco”, “Máscaras”, “Caminhos do Coração” ou qualquer outra produção da emissora professou seu credo ardorosamente. Em resposta, a Globo afirmou que sua programação é laica, ou seja, não segue nenhuma religião.

A Constituição Brasileira prevê que o Estado seja laico. Não há crime em professar uma fé diferente seja ela católica, evangélica, espírita ou umbandista. Ao permitir que grupos como este que propôs o boicote ganhem voz, a Record acaba por estimular uma briga desnecessária e alimentar, ainda que não queira, discursos de ódio. Um episódio lamentável. Há que se ter cuidado e fazer melhor uso do bom jornalismo.

dica do Thiago Ferreira

Os “ses” do casamento em Caná

Ariovaldo Ramos

Foi num casamento em Caná, um lugar da Galiléia, que devia ser muito parecida com as favelas de hoje, que Jesus fez o primeiro milagre registrado, e, cujo único propósito foi fazer um casal feliz.

E, para isso, muitas lacunas tiveram de ser preenchidas, lacunas que chamo de os “ses” do casamento em Caná.

E se no casamento em Caná…

Jesus não tivesse sido convidado?

A vida transcorreria, mas restrita ao plano (a), sem lugar para alternativas, porque a lei da impossibilidade só pode ser vencida pelo milagre!

E se no casamento em Caná…

Jesus nao tivesse aceito ao convite?

A festa teria acabado mais cedo e em tom de frustração.

Jesus ter aceito o convite foi o que tornou a festa especial, porque onde Jesus está tudo pode recomeçar, e é a vida e não a morte que passa a dar a palavra final. Que bom que Jesus aceita convite para ir a casamentos, mesmo que já tenham sido celebrados, ele vai, e a alegria é retomada. Que bom que há convites que Jesus aceita! Aliás, a gente só deveria participar de situações e locais, em que Jesus pudesse ser convidado a participar.

E se no casamento em Caná…

Maria não fosse até Jesus?

Jesus, provavelmente, só o saberia quando todos o soubessem e, ainda que interferisse, não poderia fazer muito em relação ao vexame a que os noivos seriam expostos.

O ato de Maria poupou os noivos da provável exposição pública, intercessão tem de ser assim, para abençoar e não para expor.

E se no casamento em Caná…

Jesus não fosse movido pela graça?

Ainda não era o tempo de Jesus se expor ao seu povo, e nem era tempo de Maria ver o seu sacrifício explicado.
Mas Jesus levou em conta a angústia dos noivos,
e o que Jesus não podia fazer por meio da lei o pode por meio da graça.
Tudo deve ser levado a Jesus, porque ele conta com as infindas possibilidades da graça.

E se no casamento em Caná…

Jesus nao achasse festa importante?

Jesus fez um milagre para a festa não acabar, e para poupar os noivos do vexame; ainda bem que o bem estar dos noivos era precioso para o Cristo, ainda bem que a glória do Deus passa pela realização humana, porque o bom criador se alegra com a alegria de suas criaturas.

E se no casamento em Caná…

Maria não fosse respeitada pelos vizinhos?

José, pai adotivo de Jesus cuidou muito bem de Maria, de modo que ao invés de permanecer sob o estigma de pecadora, por ter engravidado antes do casamento, ainda que por milagre de Deus, tornou-se respeitada pelos vizinhos, o que lhe deu autoridade para orientar os garçons.
Que papel admirável José desempenhou! A gente protege alguém quando faz a sua dignidade ser preservada.

E se no casamento em Caná…

Maria não soubesse de Jesus?

Maria só pode dizer o que disse aos garçons, 1º porque sabia do poder dado a Jesus, talvez, já o tivesse visto em ação, e, também, porque sabia do amor de Jesus pelas pessoas. Saber do Cristo é saber de suas possibilidades por causa da bondade de seu caráter. por isso vale a pena orar!

E se no casamento em Caná…

Os garçons não atendessem a Jesus?

A obediência dos garçons ofereceu a matéria prima para o milagre. O que Jesus lhes pediu era sem sentido, as pessoas já tinham lavado as mãos para comer, não havia mais necessidade de água.
Eles, certamente, não compreendiam a razão para encher as talhas, mas Jesus sabia que milagre estava realizando.
Atender a Jesus é sempre participar de um milagre, para além da nossa compreensão.

E se no casamento em Caná…

Jesus não tivesse agido como salvador?

Jesus poderia ter feito qualquer gesto para transformar a água em vinho, mas não o fez, se o fizesse teria exposto aos noivos, mas Jesus não veio para esmagar a cana quebrada, mas para restaurá-la. O importante para Jesus não era que as pessoas soubessem do seu poder, mas que os noivos soubessem do seu amor – colocou os noivos antes do ministério, ele estava ali para beneficiá-los, não para beneficiar-se de sua situação e carência; e assim devem ser os seu seguidores: gente que faz tudo para salvar, curar, abençoar e proteger o outro.

E se no casamento em Caná…

O mestre sala nao tivesse feito o comentário sobre o vinho?

Talvez, mesmo que viéssemos a saber do milagre, não saberíamos da sua intensidade, demonstrada pela qualidade do vinho – que nos dá conta de que Jesus vai muito além de nossa capacidade de pedir ou de pensar – essa é a função do testemunho – transmitir o resultado do amor de Deus.

Que bom que João, o evangelista registrou esse milagre, para sabermos quantas pessoas e trabalho o Deus mobilizou para, tão somente, fazer um casal feliz. Joao está certo: Deus é amor.

fonte: Facebook

imagem: Internet

Facebook cria timeline especial para casais

Editora Globo

Publicado originalmente em Galileu

Crédito: Reprodução Ubergizmo

Se você se irrita com aqueles amigos que namoram e unificam sua vida online, com fotos de casal no perfil pessoal, ou Fulana <3 Fulano como nome, então temos uma má notícia. Agora o Facebook cria automaticamente uma timeline com todas as interações do casal no Facebook – sim, automaticamente. Todas as mensagens carinhosas, fotos, links para vídeos do Paul McCartney, amigos em comum, páginas que os dois curtem ao mesmo tempo, eventos em que foram, etc – toda a explosão de fofura está lá.

Para acessar esse material, você precisa estar ‘em um relacionamento sério’ com seu namorado/a. Uma vez que essa informação é cadastrada em seu perfil, basta que o casal acesse o endereço facebook.com/us e toda a história online do seu romance estará lá. Para compartilhar o link (e para o terror dos amigos), copie e cole a url customizada que vai aparecer com o nome do casal em seu navegador.

O que você achou da ação? Bonitinha? Desnecessária? Vai usar a timeline de casal? Deixe sua opinião nos comentários.