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Pai constrói montanha-russa no quintal de casa para seu filho

Mais de 300 horas de trabalho depois, e um gasto de aproximadamente US$ 3.500, pai e filho montaram uma montanha-russa de 55 metros

Will Pemble, pai e criador do "The CoasterDad Project". Ele construiu uma montanha russa para seu filho no quintal de casa (Foto: Reprodução/Youtube)

publicado na Época

No começo de 2013, o garoto Lyle fez uma pergunta simples ao seu pai. “Por que a gente não monta uma montanha-russa no nosso quintal, pai?”. Will Pemble, um escritor e consultor de 50 anos de San Francisco, Califórnia, não encontrou uma boa razão para dizer não. Para a alegria de seu filho, ele construiu sua própria montanha-russa em casa.

Foram mais de 300 horas de trabalho e um gasto de aproximadamente US$ 3.500, que resultaram num brinquedo incrível de cerca de 55 metros. “Hoje, nossa montanha-russa de quintal é fonte de entusiasmo, desafio e educação. Ela junta três coisas que amo: física, família e diversão”, diz Pemble, em seu site.

A ideia cresceu e se transformou no “The CoasterDad Project”. Pemble faz vídeos mostrando, etapa por etapa, como construir sua própria montanha-russa. Agora, planeja expandir o projeto e ajudar pais a construirem o brinquedo em suas cidades. “O projeto CoasterDad foi criado para ajudar as pessoas com ideias para suas montanhas-russas. Mas é, antes de tudo, um projeto para apoiar a educação científica para crianças”, diz o pai.

Confira o site do projeto

Ator russo diz que quer colocar todos os gays ‘no forno’

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Publicado no O Globo

Um ator russo, mais conhecido pela sua intenção de se candidatar às eleições presidenciais há dois anos na Rússia, afirmou que gostaria de colocar todos os gays “no forno”. Diante de uma plateia na cidade siberiana de Novosibirsk, Ivan Okhlobystin disse que todos os homossexuais deveriam ser queimados vivos, o que foi fortemente condenado por grupos de direitos humanos.

De acordo com o Hollywood Reporter, citando o jornal local Komsomolskaya Pravda, o ator classificou os gays de uma ameaça para os seus filhos.

- Gostaria de colocar todos os gays vivos dentro de um forno – disse Okhlobystin, que já foi padre. – Isto é Sodoma e Gomorra. Como uma pessoa religiosa, não posso ser indiferente porque é uma ameaça real para os meus filhos.

Okhlobystin usou o Twitter para confirmar os seus comentários.

“O significado foi processado corretamente”, disse ele no microblog. “Todo mundo tem o direito de expressar suas opiniões”.

O ativista Nikolay Alexeyev disse à rádio RSN que as declarações de Okhlobystin configuram incitação ao ódio contra homossexuais e que poderia vê-lo banido de “países civilizados”.

A Rússia introduziu severas leis que proíbem a exposição de “propaganda gay” a menores.

Okhlobystin ganhou fama no final dos anos 1990, mas se desligou para se juntar ao sacerdócio depois de uma conversão religiosa. Em 2010 , ele anunciou seu retorno à cena artística . Há dois anos, ele anunciou sua intenção de concorrer à presidência, mas não chegou a registrar sua candidatura.

Vereador de Piraí é vaiado e será investigado pela polícia; ele disse que ‘mendigo deveria virar ração para peixe’

Rejane Couto acompanhou a sessão vestida de mendiga (foto: Marcelo Theobald / Agência O Globo)

Rejane Couto acompanhou a sessão vestida de mendiga (foto: Marcelo Theobald / Agência O Globo)

Publicado no Extra

A Polícia Civil informou que investigará a conduta do vereador José Paulo Carvalho de Oliveira (PTdoB), o Russo, de Piraí. O parlamentar da cidade do Sul Fluminense havia dito que “mendigo deveria virar ração para peixe”, no último dia 8. Nesta terça-feira, ele fez um pedido público de desculpas, mas não convenceu e foi vaiado. Uma manifestação dentro e fora da Câmara reuniu cerca de 400 pessoas, algumas vestidas de mendigo.

O delegado titular da 94ª DP (Piraí), Marcelo Haddad, determinou a realização de um registro por apologia ao crime ou ao criminoso. A polícia já solicitou a ata da sessão e a cópia da fita com a gravação das declarações de Russo. O presidente da Câmara, Wilden Vieira da Silva (PSD), e o vereador Russo serão intimados a depor.

- Errei na colocação das palavras. Minha intenção nunca foi fazer nada de errado. Eu falei, mas não fiz nada. Minha conduta é completamente diferente do que eu falei – disse o parlamentar ao EXTRA.

Durante o pedido de desculpas, o vereador Russo foi vaiado pelas pessoas que acompanhavam a sessão. Parlamentares que tentaram amenizar a declaração receberam o mesmo tratamento. O presidente da Câmara foi procurado pela reportagem para se posicionar sobre o caso, mas não atendeu os telefonemas.

Para cidadãos, nome da cidade foi manchado

Apesar do mea culpa, parte da população, assim como a Polícia Civil, também não acatou o novo posicionamento do vereador Russo e quer vê-lo longe da Câmara Municipal.

- Ele pediu desculpas, mas as palavras dele ainda estão ecoando pela cidade. Já protocolamos uma denúncia contra ele no Ministério Público e também pedimos uma providência do presidente da Câmara. Queremos ele fora da Casa – disse Rejane Couto Araújo, de 49 anos, presidente do Sindicato dos Funcionários Públicos do município.

O prefeito fez coro:

- Claro que é importante o reconhecimento do erro, mas o nome da cidade foi manchado. Não é o Russo, é um vereador de Piraí e essa declaração ainda vai ferir muito a cidade – disse, em tom profético.

José Paulo Carvalho de Oliveira, o Russo, não nasceu em Piraí. Ele chegou à cidade há cerca de 15 anos , vindo da região de Além Paraíba, no estado de Minas Gerais, e montou uma loja de auto-peças às margens da Rodovia Presidente Dutra.

Terapia de choque para curar vício em Facebook

A técnica foi batizada de “Pavlov Poke” (cutucada de Pavlov), em homenagem ao cientista russo que treinava cães através de choques

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Luciana Galastri, na Revista Galileu

Dois cientistas do MIT, Robert Morris e Dan McDuff, estavam frustrados com o tempo que eles gastavam no Facebook. Durante uma semana, os dois, combinados, passavam 50 horas na rede. E, para aproveitarem melhor seu tempo e perder o hábito, eles resolveram criar uma terapia de choque – literalmente.

Inspirados por Ivan Pavlov, fisiólogo russo que estudava o comportamento dos animais através de choques, condicionando-os a uma determinada ação, eles criaram o “Pavlov Poke”. A ideia é que, a cada período de tempo ‘perdido’ em redes sociais ou em sites de entretenimento, o usuário leve um choque. A descarga elétrica não é grande o suficiente para ser perigosa, mas ela, de acordo com os cientistas, é definitivamente desagradável. Isso condicionaria o cérebro do internauta a associar o Facebook com a sensação ruim – e, logo, evitá-lo.

Editora Globo

O resultado foi que, depois de usar a técnica em si mesmo, Morris afirma que não deixou de acessar a rede, mas o tempo que passa lá agora é bem menor. “Depois de alguns choques esses comportamentos automáticos foram reprogramados. Eu não visito o site a não ser que eu realmente queira. Eu ainda visito, mas não sou levado até ele por uma compulsão misteriosa”, escreveu o cientista em seu blog. Mesmo assim, ele esclarece que não espera que o método se popularize e que o concebeu como uma piada do que como uma intervenção legítima.

Confira a demonstração:

Além do Pavlov Poke, os dois criaram outro método menos dolorido (mas nem por isso menos violento) para diminuir o vício em Facebook. Se o usuário excede o tempo limite de uso do Facebook, uma pessoa contratada especificamente para isso é notificada pelo sistema, liga para o viciado e grita com ele até ele sair da rede. Sutil.

Você usaria um método desse para aumentar sua produtividade? Ou indicaria um amigo viciado em redes sociais para participar de um experimento do tipo?

Em 20 anos, tecnologia nos permitirá viver para sempre, diz engenheiro do Google

Ray Kurzweil em evento em Nova Déli, Índia, em março deste ano (foto:  Kaushik Roy/India Today Group/Getty Images)

Ray Kurzweil em evento em Nova Déli, Índia, em março deste ano (foto: Kaushik Roy/India Today Group/Getty Images)

Publicado originalmente na Folha de S.Paulo

O diretor de engenharia do Google, Ray Kurzweil, afirmou que o avanço da tecnologia nos próximos 20 anos nos permitirá viver para sempre. O diretor acredita que em breve será possível “reprogramar” células para se recuperarem de doenças e até mesmo gerar tecido humano em impressoras 3D.

“A expectativa de vida mil anos atrás era de 20 anos. Nos dobramos esse número em 200 anos. Esse processo vai entrar em alta velocidade nos próximos dez ou 20 anos, provavelmente em menos de 15 anos estaremos no ponto de inflexão em que iremos adicionar mais tempo de vida por causa do progresso científico”, disse o diretor. “Iremos observar um tremendo avanço na medicina.”

Kurzweil citou a ideia de usar impressoras 3D com células-tronco para criar tecido humano. Segundo ele, vendo a biologia como um software e reprogramando as células para tratar doenças, os humanos já fizeram grandes avanços na medicina.

“Já existem terapias fantásticas para curar problemas de coração, câncer e todo tipo de doença neurológica baseada na ideia da reprogramação de software”, disse o diretor. “Essas tecnologias serão mil vezes mais potentes que eram dez anos atrás e um milhão de vezes mais em 20 anos.”

As declarações de Kurzweil foram feitas durante a conferência Global Future 2045 World Congress, em Nova York, no último domingo (16), segundo a CNBC.

O chefe de engenharia do Google não é o único a esperar que a tecnologia, de alguma forma, traga a imortalidade para os seres humanos.

Na semana passada, o multimilionário russo Dmitry Itskov apresentou a chamada Iniciativa 2045, que prevê a produção em massa de avatares de baixo custo e aparência humana nos quais seria possível carregar o conteúdo de um cérebro humano, incluindo todos os detalhes específicos de consciência e de personalidade.