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Russos escalam ilegalmente a construção mais alta da China e tiram fotos surpreendentes

chi1Stephanie D’Ornelas, no HypeScience

Os montanhistas e fotógrafos russos Vadim Makhorov e Vitaliy Raskalov não têm superpoderes, mas poderiam ser melhores amigos do Homem-Aranha. Eles ficaram famosos depois de escalar edifícios que estão entre os mais altos do mundo e a Grande Pirâmide do Gizé, no Egito, ilegalmente. Tudo para conseguir os melhores ângulos e tirar fotos incríveis.

A nova façanha dos russos foi escalar o prédio mais alto da China, o Shanghai Tower, que está em construção. O Shanghai Tower tem 632 metros de altura e será o segundo maior edifício do mundo, atrás do arranha-céu Burj Khalifa, em Dubai. Respire fundo e confira o vídeo da aventura:

Os fotógrafos russos arriscaram suas vidas, escalando a construção sem nenhum equipamento de segurança ou planejamento. Muito menos tinham autorização para fazer tudo isso. Eles passaram duas horas escalando o prédio, mas foram forçados a esperar 18 horas no topo antes da descida, pois a visibilidade estava muito baixa.

Eles compartilharam essa experiência angustiante com as fotos surreais que você confere abaixo: [PictureCorrect]

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Paixão por vodca mata 25% dos homens russos

Russianstandard12Publicado no HypeScience

Um quarto de todos os homens russos morre antes de chegar aos meados dos cinquenta anos. Segundo uma nova pesquisa com mais de 150.000 pessoas, a paixão russa pelo álcool – especialmente vodca – é a principal responsável por esses números.

Atualmente, 25% de todos os homens russos morre antes da idade de 55 anos, em comparação com apenas 7% dos homens britânicos. O álcool e o tabaco são responsáveis pela maior parte desta grande diferença na mortalidade prematura.

Essas estatísticas são baseadas em dois grandes estudos sobre álcool e mortalidade que seguiram os participantes por uma década, do Centro de Pesquisa do Câncer da Rússia, em Moscou, da Universidade de Oxford, no Reino Unido, e da Agência Internacional para Pesquisa sobre Câncer da Organização Mundial da Saúde, na França.

Entre os homens russos que participaram da pesquisa, alguns relataram beber três ou mais garrafas de vodca por semana. Sem surpresa, as mortes entre os que bebiam mais foram principalmente devido a intoxicação por álcool, acidentes, violência e suicídio, bem como doenças como câncer de garganta e de fígado, tuberculose, pneumonia, pancreatite e doenças do fígado.

Política, álcool e mortalidade

Os pesquisadores, incluindo David Zaridze do Centro de Pesquisa do Câncer da Rússia, observaram que, enquanto as taxas de mortalidade britânicas têm diminuído de forma constante desde 1980, principalmente porque muitas pessoas lá pararam de fumar, as taxas de mortalidade da Rússia oscilaram bruscamente, muitas vezes em linha com o consumo de álcool.

“Taxas de mortalidade russas têm flutuado descontroladamente nos últimos 30 anos, conforme as restrições de álcool e estabilidade social variavam sob os presidentes Gorbachev, Yeltsin e Putin, e a principal coisa conduzindo essas flutuações era vodca”, disse Richard Peto, da Universidade de Oxford.

Sob as restrições de álcool de Mikhail Gorbachev em 1985, o consumo de álcool caiu cerca de 25%, bem como os índices de morte. Quando o comunismo na Rússia entrou em colapso, o consumo de álcool subiu acentuadamente, assim como as taxas de mortalidade. Mais recentemente, com as reformas políticas do álcool introduzidas em 2006, o consumo de bebidas caiu cerca de um terço, bem como o risco de morte antes dos 55 anos, apesar deste ainda ser substancial.

Mortes reversíveis

Cerca de 8.000 dos participantes morreram durante o período do estudo, e os resultados mostraram que os maiores riscos de morte eram para homens que fumavam e bebiam três ou mais garrafas de meio litro de vodca por semana.

Os pesquisadores estimam que os riscos de morte para homens fumantes entre as idades de 35 a 54 anos eram de 35% para os homens que relataram beber três ou mais garrafas de meio litro de vodca por semana, em comparação com 16% para os homens que relataram consumir menos de meio litro por semana. Os riscos correspondentes de morte em idades de 55 a 74 anos eram 64% e 50%, respectivamente.

“Como alguns que disseram ser bebedores leves mais tarde tornaram-se bebedores pesados, e vice-versa, as diferenças nas taxas de mortalidade que observamos devem substancialmente subestimar os perigos reais de beber pesado persistentemente”, alerta o Dr. Paul Brennan da Agência Internacional para Pesquisa sobre o Câncer.

Zaridze descreveu a relação entre vodca e mortes como uma “crise de saúde” para a Rússia, mas ressaltou que essa crise poderia ser revertida se as pessoas passassem a beber mais moderadamente. “O declínio significativo nas taxas de mortalidade na Rússia após a introdução de controles para o álcool, em 2006, demonstra essa reversibilidade”, disse.

Especialistas ressaltam que, uma vez que a expectativa média de vida para os homens na Rússia ainda é de apenas 64 anos, número que deixa o país entre os 50 com menores expectativas no mundo, são urgentemente necessárias políticas mais eficazes contra o álcool e o tabaco.

O Brasil também tem seus problemas

Os números russos são chocantes, mas a realidade é que o Brasil também tem problemas no que diz respeito à álcool e mortalidade. De acordo com estudo da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) e da Organização Mundial da Saúde (OMS), o álcool é a causa de aproximadamente 80 mil mortes por ano no continente americano, e o Brasil é o quinto país com maior número de óbitos ligados ao consumo de bebidas.

A pesquisa crê que o uso da substância provocou uma média anual de 79.456 mortes que poderiam ter sido evitadas se não houvesse consumo de álcool. As taxas de mortalidade por consumo de álcool mais altas foram as de El Salvador (uma média de 27,4 em 100 mil mortes por ano), Guatemala (22,3) e Nicarágua (21,3), México (17,8) e Brasil (12,2 para 100 mil mortes por ano). [Reuters, MedicalXpress, G1]

Sem permissão, russos escalam pirâmide no Egito e fazem fotos incríveis

Publicado por F5

Um grupo de jovens russos postou na internet fotos que dizem terem feito de cima da Grande Pirâmide de Giza, no Egito.

Subir as pirâmides é ilegal e quem for pego pode ser condenado a três anos de prisão. Eles se esconderam dentro do local onde ficam as construções e, quatro horas depois do fechamento, começaram a subir.

Os jovens descreveram a aventura em um blog. “Fiquei sem palavras”, disse um deles.

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Pedaços de meteorito já estão à venda em site russo

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publicado no Administradores

Conforme o ditado, enquanto uns choram, outros vendem lenços. A máxima também é válida na Rússia. Fragmentos do meteorito que atingiu a cidade de Tcheliabinsk, na Rússia, na última sexta-feira (15), já estão à venda em um site local. Os tamanhos e preços dos pedaços da rocha variam; alguns anunciantes afirmam que chegam a ter vários quilos.

De acordo com a Folha, no site Avito.ru, portal de classificados gratuitos semelhante ao Mercado Livre, pelo menos 10 anúncios de venda dos fragmentos do meteorito foram postados durante o fim de semana. Um dos vendedores alega que está vendendo um pedaço de 200 quilos. O anúncio, de autenticidade questionável, não continha preço nem fotografias do fragmento.

Outra postagem indicava 16 fragmentos maiores ao preço de 15 mil rublos a unidade (aproximadamente US$ 500, ou R$ 1000) e outros 77 pedaços menores, que valem 2 mil rublos cada (próximo de US$ 67, ou R$ 134).

O governo russo suspendeu a busca pelos fragmentos do meteorito, mas a região em torno do Lago Chebarkul, onde se formou uma cratera associada ao bólido, permanece isolada. Segundo a BBC, cientistas russos encontraram vários fragmentos no local, durante o último domingo (17).

Na última sexta-feira (15), o meteorito atingiu a cidade de Tcheliabinsk, localizada ao sul ocidental da Rússia, próxima aos Montes Urais. Cerca de mil pessoas ficaram feridas com o incidente. Cientistas estimam que a rocha tinha 15 metros de diâmetro, 10 toneladas e viajava a 54 mil quilômetros quando entrou na atmosfera terrestre.

Por que os russos são obcecados por câmeras no painel?

Marina Galperina, no Jalopnik

Na Rússia todos deveriam ter uma câmera no painel. É melhor do que deixar um cano de ferro debaixo do banco para se proteger (embora essa ideia também não seja ruim). As estradas russas são perigosas, com um baita engarrafamento e enormes valetas, áreasalagadas e rodovias que atravessam imensos desertos de gelo. E também existem partes sem lei onde você simplesmente não vai, policiais com tendência aguda à extorsão e motoristas frustrados que partirão seu carro ao meio na primeira oportunidade.

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As estradas russas são cheias de psicopatas. É bom não fechar ninguém ou realizar qualquer tipo de manobra que possa causar alguma inconveniência aos caras de dois metros de altura e 150 kg que você costuma ver no YouTube saindo dos seus SUVs já com os punhos fechados. Eles aceleram, te ultrapassam, te bloqueiam na pista, saltam do carro e correm em direção ao seu veículo. Então você começa a levar socos na cara porque não subiu os vidros, ou acaba sendo arrancado do seu carro pois não trancou as portas.

Essas brigas acontecem o tempo todo e você não pode fazer nada a respeito. Pode apontar para seu nariz quebrado ou vidros estraçalhados o quanto quiser. As cortes russas não gostam de acusações verbais. Mas gostam muito de mandar pessoas para o xadrez por agressão ou destruição da propriedade alheia se houver provas em vídeo. E é por isso que surgiu recentemente uma onda de vídeos feitos com câmeras no painel dos carros, mostrando potenciais agressores se afastando em meio a gritos do tipo “Você está sendo filmado, filho da p**a! Vou chamar a polícia!”

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Filmagens feitas com câmeras no painel são a única maneira real de provar suas acusações na corte. Esqueça as testemunhas. Batida e fuga é uma situação comum e as companhias de seguro são notáveis especialistas em negar acusações. Seguros que cobrem todos os envolvidos são bem caros e não são disponíveis para veículos com mais de dez anos – os donos só conseguem cobertura para as despesas básicas. Envolva-se em um acidente leve ou grave e pode esperar que a outra parte envolvida minta para a polícia ou, melhor ainda, bata na sua traseira e fuja logo em seguida. Como as seguradoras não pagam até que o agressor seja encontrado e processado, as pessoas recorrem aos vídeos das perseguições que sucedem os acidentes para pegar os números das placas.

Na Rússia todos deveriam ter uma câmera no painel. É melhor do que deixar um cano de ferro debaixo do banco para se proteger (embora essa ideia também não seja ruim). As estradas russas são perigosas, com um baita engarrafamento e enormes valetas, áreasalagadas e rodovias que atravessam imensos desertos de gelo. E também existem partes sem lei onde você simplesmente não vai, policiais com tendência aguda à extorsão e motoristas frustrados que partirão seu carro ao meio na primeira oportunidade.

As estradas russas são cheias de psicopatas. É bom não fechar ninguém ou realizar qualquer tipo de manobra que possa causar alguma inconveniência aos caras de dois metros de altura e 150 kg que você costuma ver no YouTube saindo dos seus SUVs já com os punhos fechados. Eles aceleram, te ultrapassam, te bloqueiam na pista, saltam do carro e correm em direção ao seu veículo. Então você começa a levar socos na cara porque não subiu os vidros, ou acaba sendo arrancado do seu carro pois não trancou as portas.

Essas brigas acontecem o tempo todo e você não pode fazer nada a respeito. Pode apontar para seu nariz quebrado ou vidros estraçalhados o quanto quiser. As cortes russas não gostam de acusações verbais. Mas gostam muito de mandar pessoas para o xadrez por agressão ou destruição da propriedade alheia se houver provas em vídeo. E é por isso que surgiu recentemente uma onda de vídeos feitos com câmeras no painel dos carros, mostrando potenciais agressores se afastando em meio a gritos do tipo “Você está sendo filmado, filho da p**a! Vou chamar a polícia!”

Filmagens feitas com câmeras no painel são a única maneira real de provar suas acusações na corte. Esqueça as testemunhas. Batida e fuga é uma situação comum e as companhias de seguro são notáveis especialistas em negar acusações. Seguros que cobrem todos os envolvidos são bem caros e não são disponíveis para veículos com mais de dez anos – os donos só conseguem cobertura para as despesas básicas. Envolva-se em um acidente leve ou grave e pode esperar que a outra parte envolvida minta para a polícia ou, melhor ainda, bata na sua traseira e fuja logo em seguida. Como as seguradoras não pagam até que o agressor seja encontrado e processado, as pessoas recorrem aos vídeos das perseguições que sucedem os acidentes para pegar os números das placas.

 

 

 E de vez em quando um motorista encosta seu carro já batido no carro de outra pessoa. Costumava ser uma ação coletiva, com os encenadores de acidentes agindo em grupos. Depois do “acidente”, o “responsável” – muitas vezes uma inocente velhinha – é encarado por “testemunhas”, sofre pressão psicológica e é intimidado a pagar dinheiro no local. Desde que começaram a colocar câmeras no painel, esse tipo de ação não é mais um negócio lucrativo, e ficou restrito a províncias mais  simples, onde ainda não se colocam câmeras no painel com tanta frequência.

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