Artista cria intervenção para chamar a atenção para a crise da água

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publicado no Mistura Urbana

O artista de rua Mundano, criador do projeto “Pimp my Carroça” resolveu chamar a atenção para o grande problema que estamos enfrentando que é a crise da água. Infelizmente nossos rios estão secando, os reservatórios estão com baixo índice e se não tivermos uma atitude sustentável, reduzindo o consumo pelo menos, a situação vai ficar ainda pior.

Mundano criou a intervenção no Sistema Cantareira, que consiste em um cacto com torneiras, e contou com a ajuda dos grafiteiros Subtu e Fel. Eles ficaram tão chocados com a represa que preferiram ir conferir de perto a atual situação. É hora de mudar, de repensar, de cobrar, porque olha, o negócio tá feio!

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Dom Odilo diz que envolvidos em escândalo da Petrobras só recebem perdão se devolverem dinheiro

Cardeal de São Paulo disse que caso pode ser um marco para amadurecimento da política no Brasil

O líder católico admitiu também que a Igreja deve acolher as pessoas que fazem aborto e são homossexuais. foto:  Marcos Alves / Agência O Globo (Arquivo - 23/01/2014)
O líder católico admitiu também que a Igreja deve acolher as pessoas que fazem aborto e são homossexuais. foto: Marcos Alves / Agência O Globo (Arquivo – 23/01/2014)

Publicado em O Globo

O cardeal e Arcebispo de São Paulo, dom Odilo Scherer, afirmou nesta quarta-feira que os envolvidos no escândalo de corrupção da Petrobras precisaria devolver o dinheiro que desviaram para poderem ser perdoados. Durante almoço realizado pelo Lide, grupo de líderes empresariais, dom Odilo foi questionado por um integrante da plateia se poderia haver perdão dos envolvidos em caso de confissão.

- Em confissão, o perdão é dado mediante o ressarcimento do dano. Havendo arrependimento, reorientação da vida e reparação do dano, o perdão é dado – respondeu.

Em entrevista, depois do debate, o cardeal afirmou que o escândalo da Petrobras pode se transformar em um marco do combate à corrupção no país.

– O que se levanta como suspeita de corrupção é uma coisa muito impressionante. Se for bem conduzido esse processo, talvez possa realmente ser um marco na mudança da ética das relações entre economia e política. Talvez seja dolorido para o país encarar isso, mas é preciso e acredito que faz parte de um amadurecimento da política – afirmou o cardeal.

No almoço, dom Odilo também foi questionado sobre a possibilidade de a Igreja Católica flexibilizar suas posições com relação ao aborto e ao casamento entre pessoas do mesmo sexo. O cardeal disse que não há como aceitar as práticas.

- A questão do princípio não há o que flexibilizar. Entre pode matar e não pode matar não há o que flexibilizar. Eu considero o aborto a supressão da vida de um ser humano que já existe. Da mesma forma, em relação às pessoas que têm relacionamentos homoafetivos e querem que a união seja reconhecida como casamento. Existe casamento só entre dois diferentes.

O líder católico, porém, admite que é possível para a Igreja acolher as pessoas que fazem aborto e são homossexuais.

– Da parte da igreja, devemos olhar a situação humana dessas pessoas. Tratar de forma caridosa e respeitosa as pessoas que estão nessa situação. Isso não dignifica concordar com o que está acontecendo.

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Consumidores formam fila menor para comprar novos iPhones em SP

Movimento na loja da Vivo no Shopping Eldorado para compra do iphone 6 (foto: Ronny Santos/Folhapress)
Movimento na loja da Vivo no Shopping Eldorado para compra do iphone 6 (foto: Ronny Santos/Folhapress)

Douglas Gavras, na Folha de S.Paulo

Quem esperava enfrentar longas filas se surpreendeu. O número de consumidores que aguardavam para comprar os novos iPhones 6 e 6 Plus nos primeiros minutos de venda em São Paulo foi menor neste ano em relação aos lançamentos anteriores.

Desde a 0h desta sexta-feira (14) os mais recentes modelos do smartphone da Apple estão à venda no Brasil em lojas das operadoras e varejistas.

A TIM estima que 40 pessoas esperavam na frente da loja da operadora no Shopping Eldorado. “No ano passado, a fila chegava a dar voltas”, lembra o bancário Murilo Aguiar, 24.

O movimento também era menor do que nos anos anteriores nas lojas da Vivo e da Claro localizadas no shopping.

André Gomes, 35, e Dênia Silva, 26, eram os primeiros da fila da loja da TIM, para comprar o iPhone 6.

“Já vendi meu 5s e vim direto comprar o iPhone novo, que vou pagar em parcelas”, disse o motorista. A gente é louco pelos produtos da Apple, mas é tudo muito caro.”

PREÇO ABSURDO

A aposentada Telma Rodrigues, 67, não precisou enfrentar fila na TIM e acabou sendo a primeira a levar o iPhone 6 para casa. Ela diz que pretende começar a usar o smartphone da Apple agora, mas confessa que o celular novo deve ficar para o filho.

“Acho o preço absurdo, mas é tão bonito. Deve valer a pena.”

Na loja da operadora, os aparelhos desbloqueados saiam pelos mesmos valores que na Apple Store.

O modelo mais barato, o iPhone 6, de 4,7 polegadas, com capacidade de armazenamento de 16 GB, custa R$ 3.199. O mais caro, o iPhone 6 Plus, com tela de 5,5 polegadas, sai por até R$ 4.399 na versão com 128 GB.

As operadoras, no entanto, dão descontos no preço do iPhone 6 e do iPhone 6 Plus a quem contratar um plano pós-pago.

A rede iPlace aceita um smartphone usado como parte do pagamento na compra de um iPhone 6 ou 6 Plus. O valor do desconto varia de acordo com o estado do aparelho.

Na Vivo, Denis Alveia, 33, esperava para comprar o iPhone 6.

Apesar de reclamar do alto preço do aparelho, o despachante disse que a compra valeria a pena, pois o plano pós-pago oferecido pela operadora era vantajoso.

“É caro, mas, depois que usei meu primeiro iPhone, não consegui mais largar. O aparelho tem muita qualidade, o sistema não trava. Não quero outra vida.”

Para João Truran, diretor comercial da regional São Paulo da Vivo, as filas no lançamento foram menores neste ano porque as lojas se preparam para receber os clientes.

“Agendamos atendimentos, fizemos parte das pré-vendas pelo site. Tentamos dar mais conforto para o cliente e amenizar o tempo que eles passariam na fila.”

Saulo Sousa, 22, está em seu quatro iPhone. O vendedor chegou à loja da Vivo uma hora antes do início das vendas e foi um dos primeiros atendidos.

Satisfeito com o aparelho novo, ele se dizia impressionado com o preço cobrado pelo iPhone 6 no Brasil.

“Nunca pensei que gastaria tanto em um celular, mas vendi meu iPhone antigo por R$ 1.500, então, acabei sentindo menos no bolso.”

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PT teme desfiliação de Marta Suplicy

Alberto Bombig, na Época

Marta Suplicy (foto: ERBS Jr/Estadão Conteúdo)
Marta Suplicy (foto: ERBS Jr/Estadão Conteúdo)

O anúncio oficial da saída de Marta Suplicy do Ministério da Cultura deixou de sobreaviso o PT paulista. Líderes do partido no Estado e ex-aliados de Marta avaliam que ela pode deixar o partido em busca de sua terceira candidatura a prefeita de São Paulo.

Conforme apurou ÉPOCA, desde 2011, quando assumiu sua vaga no Senado, Marta vem se aproximando do ex-presidente José Sarney e do vice-presidente da República, Michel Temer, dois dos principais líderes do PMDB. A despedida ruidosa dela do ministério, onde estava desde setembro 2012,  é  um gesto ao PMDB, avaliam os petistas.

Na carta de demissão, a ex-ministra embutiu críticas diretas à gestão da presidente Dilma Rousseff: “Todos nós, brasileiros, desejamos, neste momento, que a senhora seja iluminada ao escolher sua nova equipe de trabalho, a começar por uma equipe econômica independente, experiente e comprovada, que resgate a confiança e credibilidade ao seu governo e que, acima de tudo, esteja comprometida com uma nova agenda de estabilidade e crescimento para o nosso país. Isto é o que hoje o Brasil, ansiosamente, aguarda e espera”.

Do lado do PMDB, Paulo Skaf, que foi candidato ao governo do Estado, desagradou Temer por não ter defendido Dilma durante a campanha. Temer não está disposto a bancá-lo como candidato a prefeito em 2016. Se viabilizar mais candidatura a prefeita, Marta, que administrou São Paulo entre 2001 e 2004, enfrentará Fernando Haddad (PT) nas urnas.

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Deputado estadual da Bahia culpa Parada Gay por seca em São Paulo

Questionado sobre o motivo da seca em São Paulo, ele voltou a afirmar que a culpa é dos homossexuais.

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Publicado no UOL

O deputado estadual baiano Pastor Sargento Isidório (PSC) iniciou uma campanha de oração por chuva em São Paulo que amenize a estiagem que ameaça os reservatórios do Estado. Nessa segunda-feira (3), ele gravou e publicou um vídeo pedindo as orações e culpando a Parada Gay pela seca no maior Estado do país.

“O livro de Reis 8, 35 e 36 diz o seguinte: quando os céus se cerrarem, e não houver chuva porque o povo pecaram, aí estou falando da grande Parada Gay que se dá em São Paulo. A maior parada gay do mundo está ali dentro de São Paulo. Mas todo paulista é gay? Claro que não! Ali tem homens mulheres de Deus, (…) que não praticam o mesmo pecado da homossexualidade. A Bíblia diz se esse povo se converter do seus pecados (…), Deus perdoará e abrirá a chuva na terra”, afirmou, segurando uma bíblia e pedindo cinco dias seguidos de oração.

Em conversa com o UOL, o pastor disse que a falta de chuvas é um “castigo de Deus” por causa de “pecado.”

Ele ainda afirmou que as chuvas que começaram na segunda-feira (3) já foram fruto das orações de sua campanha.

“Fiz essa campana pedindo que todos os evangélicos e cristãos de outras religiões orem para mover o coração de Deus e perdoar os motivos pelo qual ocorre a falta de chuva. Graças a Deus choveu. Só tenho a agradecer”, afirmou.

‘Culpa dos homossexuais’

Questionado sobre o motivo da seca em São Paulo, ele voltou a afirmar que a culpa é dos homossexuais.

“A Bíblia diz que os vossos pecados fazem divisão entre vós e vosso Deus. Quando os homens resolvem mudar a natureza de Deus, enfrentam Deus, aí ele tranca a torneira do céu. Essa coisa de homem querer virar mulher. Homem nunca vai ser mulher! Nem mulher vai ser homem. A língua de homem é grossa, a da mulher é fina. O buraco do homem tem cocô dentro, o da mulher tem gordura, coisa boa”, disse.

O pastor disse ainda que a escolha de Deus pela seca em São Paulo ocorreu por conta do sucesso de público dos atos da comunidade LGBT. “Gay tem todo canto, mas o Estado que mais faz propaganda e impulsiona isso é São Paulo. E Deus escolheu lá onde tem a maior parada gay do mundo. E acho que vem coisa pior por aí, se não arrependerem, se não acertarem suas contas. Todos nós, inclusive eu”, disse.

Em 2014, a Parada Gay de São Paulo reuniu 100 mil pessoas. Nela, foi pedida a “criminalização da homofobia”.

O deputado baiano ainda fez uma previsão pouco otimista para o Brasil, caso os homossexuais “não deixem o pecado”.

“Veja a escala Ritccher. Minas e outros Estados já estão tendo tremores de terra. Isso é terremoto. Do jeito que as coisas estão, nós sofreremos também esses e outros desastres da natureza. O homem foi criação de Deus, e estão negando a natureza de Deus. A Bíblia diz que devemos considerar a bondade a severidade de Deus”, afirmou.

O presidente do Grupo Gay da Bahia, Marcelo Cerqueira, disse que o discurso do deputado já é conhecido a Bahia pela prática de homofobia.

“Ele é um sensacionalista, um oportunista que fica causando esse tipo de debate absurdo, falando coisas da idade média para semear o ódio e fazer propaganda contra homossexual. Não quero ficar falando muito para não ficar promovendo ele”, disse.

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