Arquivo da tag: São Paulo

Globo confirma 2º The Voice Brasil

Bárbara Sacchitiello, no Meio & Mensagem

Nova temporada do reality show musical deverá acontecer em julho de 2013

Na empolgação da última edição da primeira temporada do The Voice Brasil, a Globo já aproveitou para anunciar a segunda edição do reality show. Em julho de 2013, irá ao ar a segunda edição do programa cujo objetivo é revelar a nova grande voz de sucesso do País.

A primeira experiência da Globo com o The Voice Brasil – formato da Endemol que já foi sucesso em diversos países – foi considerada bem sucedida, sobretudo pela grande repercussão que a atração gerou nas redes sociais. A última etapa desta edição, exibida ao vivo na tarde desse domingo, 16, rendeu uma média de 15 pontos no Ibope, na Grande São Paulo e consagrou a candidata Ellen Oléria como a vencedora do The Voice Brasil.

Para a nova temporada, a Globo deve escalar o mesmo time de jurados, formado pelos cantores Carlinhos Brown, Daniel, Lulu Santos e pela cantora Claudia Leitte. O apresentador do programa é o jornalista Tiago Leifert.

SP: 16 mil devem passar Natal fora da cadeia


 

Publicado na Band

Por volta de 16 mil presos de São Paulo devem sair da cadeia para passar o Natal em casa, beneficiados pela saída temporária. O problema é que, a cada feriado, cerca de 5% dos detentos não retornam para o presídio e, pior, voltam a cometer crimes violentos nas ruas.

Por ano, cada preso tem direito a cinco saídas temporárias de até sete dias cada. Ao todo são 35 dias fora da cadeia – é mais do que a maioria dos trabalhadores brasileiros tem de férias concedidas por ano.

A tornozeleira eletrônica poderia ajudar no controle desses presidiários, mas há somente um quarto do número de equipamentos necessários à disposição das autoridades.

Chefe do PCC

Um exemplo de criminoso que aproveitou a saída temporária para promover ataques contra policiais é o de Francisco Antonio Cesário, o Piauí, um dos chefes do tráfico do PCC. Ele acabou recapturado em agosto.

De olho na onda de violência no Estado, o Ministério Público entrou com pedidos para que a Justiça barre 90% das saídas previstas.

Vídeo: TV UOL

Guitarrista do Radiohead espera fim do mundo no interior de SP

Jonny Greenwood, do Radiohead, está morando em São Luiz do Paraitinga, no interior de SP
Jonny Greenwood, do Radiohead, está morando em São Luiz do Paraitinga, no interior de SP

Thais Bilenky, no F5

Piada ou coincidência, às 12h12 de 12/12/2012 o “F5″ informa que o fim do mundo no Brasil está quente.

O guitarrista da banda Radiohead, Jonny Greenwood, está morando em São Luiz do Paraitinga, no interior de São Paulo, aguardando confirmações do calendário maia, que prevê para o próximo dia 21 o apocalipse.

Segundo o secretário de Turismo da cidade, Eduardo de Oliveira Coelho, os

Vista do centro histórico de São Luiz do Paraitinga [Foto: Luiza Sigulem/Folhapress]

outros integrantes da banda inglesa também são esperados.

Greenwood teria chegado há um mês e planeja passar mais oito no país (se a expectativa maia não se confirmar, claro).

O músico está hospedado no hotel-fazenda Catuçaba, localizado em uma região montanhosa que lembra a Suíça e é frequentada por esotéricos, segundo Coelho.

O hotel confirmou a presença do hóspede.

Greenwood estaria inclusive disposto a fazer trabalhos voluntários, como ensinar música aos moradores da região, de acordo com o secretário de Turismo.

A Nasa, agência espacial americana, já se pronunciou a respeito da expectativa de apocalipse. Em seu entendimento, a data marca, apenas, o fim de um ciclo e o início de outro.

foto: Zach Klein/Wikimedia Commons

dica do João Marcos

Boa alimentação, amizades, exercícios e otimismo ajudam a viver mais de 100 anos

Músculos, ossos, coração e cérebro são afetados pelo envelhecimento, mas centenários mostram que é possível ter uma vida saudável por mais de um século.

Publicado originalmente no site do Fantástico

Segundo o último Censo, em 2010 havia 22 mil brasileiros com mais de cem anos. Quais os segredos pra uma vida longa? E como é o organismo de alguém que chega a uma idade tão avançada? Gente como o arquiteto Oscar Niemeyer, que morreu, esta semana, dez dias antes de completar 105 anos.

Oscar Niemeyer passou dos 100 anos praticamente sem doenças, lúcido e produzindo. “Nós temos até uma revista que o nome é ‘Nosso caminho’, disse o arquiteto.

Um caso raro, mas não único.

Dona Zuleika Sucupira acaba de fazer 100 anos. Ela é promotora de justiça aposentada em Sorocaba, interior de São Paulo. Apaixonada por música. Não tem doenças. Só toma remédio por prevenção. “Me dão de vez em quando. Eu engulo. Não sei o que é. Não pergunto, se eu perguntar eu fico com a doença”, diz ela.

Em São Paulo, Dona Pina já tem 101 anos. Diz que chegou ao centenário sem fórmulas mágicas. “Como arroz, feijão, bife, salada, comida comum”, diz Agrippina Ruffo.

Dona Abibia, de Bauru, também no interior de São Paulo, é mais velha: 102. E ainda faz trabalhos voluntários. “Para mim, é um prazer ir lá ajudar a costurar à mão”, declara Abibia Monteiro.

Como é o organismo dessa gente tão longeva? Orientados pela geriatra Maysa Cendoroglo, vamos fazer uma viagem pelo corpo de um centenário.

Primeiro ponto que chama a atenção: a quantidade de gordura acumulada. Sobra gordura, mas falta água. O organismo retém menos líquido. “Isso aumenta a chance de ele desidratar com mais facilidade”, explica a geriatra.

Músculos e ossos perdem massa. Com menos cálcio, o esqueleto fica frágil. E isso traz várias consequências. Na coluna, por exemplo. “Vai achatando. Então eu perco inclusive altura”, diz Maysa.

Ela conta que o tórax também é afetado e lá dentro, no pulmão: “O tórax, ele tende a se expandir menos e com isso há uma dificuldade do pulmão expandir. Os reflexos de tosse são diminuídos”.

Chegamos agora ao coração centenário. Ele é menor, e bem diferente do de um jovem. Tem várias placas. “São aquelas placas relacionadas ao colesterol. São placas que podem dificultar a chegada de sangue em diferentes partes do corpo, inclusive no músculo cardíaco”, explica a geriatra.

Nossa viagem prossegue. Agora, o cérebro. Com o passar das décadas, ele fica menor. A quantidade das substâncias que levam as informações de uma célula nervosa para outra vai diminuindo. “Isso aumenta a chance de o indivíduo ter depressão e aumenta a chance do indivíduo ter demência”, diz a geriatra.

Que fique bem claro: nada disso é doença, é desgaste natural. Mas é um desgaste e tanto. Por isso, quem chega aos 100 anos chama muito a atenção.

Um caso impressionante saiu em outubro no jornal americano New York Times: o de um senhor grego que diz ter 102 anos. Stamatis Moraitis vivia nos Estados Unidos e recebeu diagnóstico de câncer terminal de pulmão. Voltou pra terra natal, a ilha de Ikaria, sem se tratar, só para esperar a morte. Mas isso faz 36 anos. Ele ainda está vivo, e livre do tumor. O repórter americano ressalva que não foi possível verificar a história com outras fontes.

Nesse universo dos centenários existe muita lenda, muita história não confirmada, mas em alguns lugares é cientificamente comprovado. Ali, existe mesmo um acúmulo muito grande de pessoas com mais de 100 anos de idade.

Um desses lugares é justamente a ilha de Ikaria, onde vive o senhor Moraitis, no mar Mediterrâneo. Outros são a província de Nuoro, na ilha italiana da Sardenha; as ilhas de Okinawa, extremo sul do Japão; a península de Nicoya, na Costa Rica; e uma comunidade adventista na Califórnia, Estados Unidos. No Brasil, pelo menos duas cidades com grande porcentagem de idosos já foram objeto de estudo: Veranópolis, no Rio Grande do Sul, e Maués, no Amazonas.

São lugares muito distantes uns dos outros, muito diferentes entre si. Mas a boa notícia é que os cientistas sabem que as pessoas que passam dos 100 anos têm algumas características universais.

Tudo começa com a genética: uma parcela da vida longa já vem gravada no DNA.

“A parte genética contribui 30%. Os outros 70% são de fatores que nós podemos modificar”, diz a geriatra. Fatores como a alimentação. Em todos os lugares estudados, não se comem muitos alimentos industrializados: é tudo do campo direto pra mesa. E tem mais. “A interação social está presente em todos esses ambientes, destaca Maysa. Ou seja, ter amigos faz bem para a saúde. E se manter ativo, explica a geriatra, também: “A medida em que eles mantêm uma atividade física, eles conseguem preservar algumas dessas alterações que o envelhecimento normalmente promove”.

Outro ponto crucial: atitude positiva. “Nos idosos que nos acompanhamos que são longevos são idosos que tem um prazer muito grande em estar vivos”, diz Maysa.

Dona Zuleika, a pianista de 100 anos, dá duas dicas. Primeira: manter a cabeça ativa, montando um quebra-cabeça de cinco mil peças, por exemplo. “O médico disse que se eu deixar isso, ele me manda embora do consultório”, diz ela.

Segunda: sempre ter planos. Adivinhe quantos anos mais Dona Zuleika quer viver. “Uns cinco anos. Para poder ver essa criançadinha crescer, ver o que eles vão fazer, o que eles vão ser e no que eu posso ajudar”, diz.

Zuleika, Pina, Abibia, Oscar. Quatro premiados pela genética, que, cada um a seu modo, e de acordo com seus talentos, souberam viver por mais de 100 anos.

Festival Promessas reúne estrelas da música gospel brasileira em SP

O anfitrião do evento, Serginho Groisman, abre o Festival Promessas. (Foto: Flavio Moraes/G1)
O anfitrião do evento, Serginho Groisman, abre o Festival Promessas. (Foto: Flavio Moraes/G1)

Rodrigo Ortega, no G1

A segunda edição do Festival Promessas de música gospel reuniu neste sábado (8) em São Paulo (SP) um público de 100 mil pessoas para assistir a shows de alguns dos principais artistas do gênero. A anúncio foi feito pelo próprio apresentador do evento, que começou às 17h30 e se encerrou às 23h. Segundo Serginho Groisman, a estimativa foi feita pela administração do Campo de Marte, na Zona Norte da capital, que recebeu seis atrações.

Apresentaram-se André Valadão, Cassiane, Aline Barros, Fernandinho, Thalles e Diante do Trono. Cada show teve duração de cerca de 45 minutos, com intervalos de 10 minutos.

André Valladão foi o primeiro a entrar em cena. O mineiro de 34 anos também é pastor e é irmão de Ana Paula, líder do Diante do Trono, outra atração do evento

De óculos escuros sob sol ainda quente, que não diminuiu a animação do cantor nem do público, André Valadão, emocionado, chamou a ocasião de “dia profético”. Alternou entre pulos e giros que lembraram os de Chris Martin, cantor inglês do Coldplay, e músicas sentado ao piano, acompanhadas de guitarras distorcidas também ao clima da banda britânica e do U2 , vide “Pela fé” e “Abraça-me”, maiores hits do mineiro.

O pastor André comandou várias orações e pedidos ao público para fazer “barulho santo”. “É tempo de o Brasil voltar os olhos para o Senhor”, falou o artista ao final da apresentação, que durou pontuais 45 minutos, com intervalo de 10 minutos.

A cantora Cassiane, segunda atração, subiu ao palco às 18h25.

André Valladão foi a primeira das seis atrações a subir ao palco. (Foto: Flavio Moraes/G1)
André Valadão foi a primeira das seis atrações a subir ao palco. (Foto: Flavio Moraes/G1)

Com voz poderosa de artista soul e trejeitos fortes de cantora de rock, a cantora e pastora evangélica Cassiane não poupou floreios vocais para impressionar o público. A artista fluminense de Nova Iguaçu, que gravou o primeiro disco aos oito anos como promessa mirim do mercado gospel, já soma 17 álbuns aos 39 anos.

“Vai um glória a Deus aí?” era sua pergunta mais comum ao público entre as músicas. Com arranjos mais comuns ao estilo, os presentes cantaram bastante, especialmente “Com muito louvor”, de braços esticados para o alto – gesto mais comum do Promessas -, mas com menos pulos do que o pulsante show anterior. Ela tirou os sapatos e terminou a tarde descalça cantando a apoteótica “Uma chuva diferente”.

A cantora Cassiane se apresenta na segunda edição do Festival Promessas, no Campo de Marte, em São Paulo (Foto: Flavio Moraes/G1)
A cantora Cassiane se apresenta na segunda edição do Festival Promessas, no Campo de Marte, em São Paulo (Foto: Flavio Moraes/G1)

Acompanhada de uma competente banda de pop-rock, a carioca Aline Barros voltou a fazer o publico se mexer usando recados diretos como “pulo, pulo, pulo na presença do rei”, de “Vitória no deserto”. A pastora de 36 anos venceu recentemente o do Grammy Latino 2012 de música cristã, com o disco infantil “Aline Barros & Cia. Vol 3″.

Aline chamou ao palco para um dueto Fernandinho, que apresentou como “grande amigo e homem de Deus”. Eles cantaram juntos a faixa já gravada pela dupla “Rendido estou”. A animada Aline pediu aos fãs para que se abrissem ao “vento de Deus para trazer refrigério”, antes de “Vento do espírito”. Ela desejou um antecipado “feliz 2013″ para a plateia ao encerrar o show com ” Vou te alegrar”.

Aline Barros se apresenta no Campo de Marte, em São Paulo, no Festival Promessas (Foto: Flavio Moraes/G1)
Aline Barros se apresenta no Campo de Marte, em São Paulo, no Festival Promessas (Foto: Flavio Moraes/G1)

Fernandinho começou seu show com efeitos eletrônicos, guitarras pesadas e vocal agudo em “Dançando na chuva”. Apesar do tempo quente com nuvens, a chuva citada na letra não tinha aparecido, mas a dança do público foi intensa, no momento mais enérgico do evento até então. “A Bíblia diz que os justos saltam de alegria”, disse o alagoano aos gritos, sob base rítmica que usava veloz bumbo duplo e riff de punk rock.

Em “Eu fui comprado”, com interlúdio de um rapper, o público fez trenzinhos, coreografias e até círculos de dança caótica que lembram rodas de pogo de shows de rock. A seqüência de power ballads “Nada além do sangue”, “Uma nova história” e “Teus sonhos” fez alguns presentes se sentarem e revelou o bom vocal de Fernandinho. A segunda metade mais lenta do show só voltou a se animar quando ele chamou os fãs para “pular até bater a cabeça no céu” na penúltima “O hino” e na final “Vai chover”.

Fernandinho toca percussão durante seu show no Festival Promessas 2012 (Foto: Flavio Moraes/G1)
Fernandinho toca percussão durante seu show no Festival Promessas 2012 (Foto: Flavio Moraes/G1)

Quem sucedeu Fernandinho foi Thalles, o artista mais premiado do último Troféu Promessas e penúltima atração da noite. O mineiro Thalles confirmou a boa fase, com um som que mistura funk, soul e rock, com groove que faz jus ao cabelo black power do cantor. O público vibra bastante ao reconhecer cada início de música.

Intercalar músicas com mais “pressão”, como ele diz aos fãs, com baladas ao violão cantadas com voz rouca, como “Eu escolho Deus”, é estratégia semelhante à do Jota Quest, banda do qual ele já foi backing vocal. Thalles também já cantou com Jammil e uma Noites e compôs para Luciana Melo e Seu Jorge. Tem traquejo de palco que não fica a dever para os artistas seculares com quem colaborou.

Thalles, que era backing vocal do Jota Quest, dança durante seu show no Festival Promessas 2012, em São Paulo (Foto: Flavio Moraes/G1)
Thalles, que era backing vocal do Jota Quest, dança durante seu show no Festival Promessas 2012, em São Paulo (Foto: Flavio Moraes/G1)Depois de Thalles, foi a vez da atração que encerrou o Festival Promessas 2012, a banda Diante do Trono. O grupo terminou seu show por volta das 23h. As notas agudas e seguras da voz da líder Ana Paula Valadão se alternam na maioria das faixas com as dos outros músicos de grupo, dando um pouco mais de dinâmica às músicas, mais lentas do que a média das outras atrações.A banda tem origem na Igreja Batista da Lagoinha, de Belo Horizonte, assim como André Valadão e Thalles. Assim como no show de Cassiane, houve mais coros do que pulos do público, inclusive na faixa eleita a melhor do ano no Troféu Promessas, “Me ama”. A trilha dos mineiros deu final tranquilo para o festival.Ana Paula Valadão acena durante o show do grupo Diante do Trono no Festival Promessas 2012 (Foto: Flavio Moraes/G1)
Ana Paula Valadão acena durante o show do grupo Diante do Trono no Festival Promessas 2012 (Foto: Flavio Moraes/G1)

Policiais Militares confirmam ao G1 que o público presente no Campo de Marte é de 100 mil pessoas. Esta é a primeira edição do festival feita em São Paulo. O festival  terá exibição nacional pela TV Globo no próximo dia 15.

A primeira edição do evento aconteceu em dezembro de 2011, no Aterro do Flamengo, no Rio. Diante do Trono, Regis Danese, Damares, Fernanda Brum, Ludmila Ferber, Eyshila, Davi Sacer, Pregador Luo e Fernandinho apresentaram-se por quase 8 horas para um público estimado em 20 mil pessoas. Neste ano, o Festival Promessas também contou com edições regionais em Brasília, Recife e Belo Horizonte.

Para a edição de São Paulo, foram montadas estruturas de caixas de som e telões de led para que aqueles que não conseguirem ficar perto do placo pudessem aproveitar as apresentações. O palco tinha 17 torres de iluminação de led que funcionaram como vitrais durante os shows.