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Mais de 50% dos comprometidos compartilham senhas com o parceiro

(Foto: Getty Images)

(Foto: Getty Images)

Entre outros dados, pesquisa realizada nos Estados Unidos descobriu que 12% das pessoas têm imagens íntimas ou dados pessoais usados de má fé pelo ex

Publicado originalmente na Época

Hoje em dia, compartilhar senhas virou um sinal de compromisso entre maridos e mulheres ou casais em um relacionamento sério. Mas o que acontece quando a união acaba? Segundo um estudo realizado nos Estados Unidos pela empresa de segurança McAfee – “Amor, relacionamentos e tecnologia: Quando dados pessoais ficam presos no meio de uma relação” (em tradução livre) –, as chances de um dos ex-parceiros se vingar usando informações pessoais é bem grande.

A pesquisa chegou à conclusão de que 12% das pessoas têm imagens íntimas ou dados pessoais publicados pelo parceiro atual ou pelo ex. Além disso, 28% dos entrevistados afirmaram, após o fim do relacionamento, ter se arrependido de enviar imagens quentes durante o namoro, e 32% das pessoas pediram ao ex para deletar estes dados. Ainda assim, enquanto comprometidas, 95% das pessoas acreditam que seus dados ou imagens estão seguros com o amado.

Mas por que se vingar? Entre os entrevistados, os motivos que mais levam um dos parceiros a expor dados pessoais do ex são a mentira e a traição. Segundo a pesquisa, os casais precisam estar informados sobre as consequências de compartilhar tanta informação privada com seus parceiros. Apesar de a opção parecer inofensiva, estes dados podem cair em mãos erradas e acabar em plataformas públicas.

Infográfico - Amor e Tecnologia (Foto: Natália Durães/ÉPOCA)

Comprovado: TV faz mal às crianças

kickthebaby_thumbCarlos Cardoso, no Meio Bit

Os números são assustadores, mas reais: Anualmente nos EUA 13 mil crianças são machucadas da forma mais idiota e evitável possível: Derrubando o televisor em suas cabecinhas inocentes e curiosas. Pior: A cada 3 semanas uma criança morre por causa desse tipo de acidente.

70% das vítimas têm menos de 5 anos.

Esses números aumentaram em 31% na última década. A “culpa” é das TVs de tela plana. Antigamente era virtualmente impossível para um moleque atentado derrubar uma Telefunken 29 polegadas, que pesava uns 200kg. Hoje não só o peso como a estabilidade das TVs está bem diferente.

Em amo a minha Samsung Loura, mas balançando pela parte de cima ela treme toda. Uma pestinha dessas empurrando a TV invocará Newton E Darwin, e poderá acordar no hospital com cara de gato persa.

A culpa no caso é 100% dos pais. A mesma pesquisa identificou que 3/4 das TVs não estão presas nas paredes, mas apenas colocadas precariamente nos racks, com aquelas bases ridículas que não seguram nada. Os pais, botando o bolso na frente dos filhos temem danificar a parede ou instalar a TV corretamente.

Tem filho pequeno em casa? Não pense duas vezes: Compre um suporte de parede. Os bons modelos são seguros, flexíveis e permitem inclusive mais ângulos de visão do que a base original.

Entre crentes que não conhecem a Deus e ateus que também não conhecem a Deus

Caio Fábio

O QUE FOI QUE JESUS DISSE: bem-aventurados os que não viram e creram; ou: bem-aventurado os nunca me conheceram, mas que apesar disso me representaram de modo fanaticamente canino?

Um homem não conhece a Deus, mas diz crer Nele; o outro não conhece a Deus, e, por isto, diz que Ele não existe.

Qual a diferença entre eles considerando que o Conhecimento de Deus é uma revelação, uma Graça?

O primeiro não O conhece e não O viu — pois Ninguém, exceto o Filho, jamais o viu — mas crê porque é um dogma intrínseco da saúde humana, ou da cultura, ou da perplexidade ante a Sublimidade da criação, confessa-Lo entre os homens.

Ora, o diabo crê e treme. E se um dia conheceu a Deus, hoje somente o conhece como Realidade/Verdade/Amor/Contraste.

O Diabo crê, treme, e continua indesdiabrável.

Mas o homem que crê sem conhecer [...] crê-na-fé; visto que não conhece a Deus, por isto tem fé no poder da fé em Deus. Isto é religião.

Ora, o que não conhece e por isto diz que Ele não existe, será visto sempre pelos “de-mais” como um ateu, que é ouvido/interpretado por ouvidos religiosos como alguém/algo semelhante a um anti-Deus, ou ainda como um “algo/alguém que ofende a Deus”; ainda porque também provoca insegurança nos que dizem crer sem conhecer. E, por isto, são dogmáticos e fazem do homem que não conhecendo a Deus [que na carne só se conhece por revelação] um ateu anti-theo, um inimigo de Deus, que odiaria a Deus até se Deus a ele se revelasse, sendo, portanto, um diabo.

De modo contrário, quem conhece a Deus tem um único Dógma: o amor. Por isto são seguros e nada temem.

Os ateus não conhecem a Deus, não porque se dizem a ateus, mas sim, porque não O conheceram ainda [pois dizem não crer em Deus, pelo menos não como a religião constrói “Deus”]. Afinal, sendo Deus invisível, disseram que Ele não existia. Embora, a maior parte dos ateus sejam apenas traumatizados pela religião, ou por sua história sem Deus, ou e por decepções amarguradas ou sofrimentos atrozes ante os quais “o Deus prometido não apareceu nem por ´dever moral´– e, por isto, se dizem sem Deus, ou que Ele não existe.

A bem da verdade um ateu não é um anti-Deus, mas um a-Deus, a-theos.

Deus só é conhecido se Ele próprio se revelar; e Ele se manifesta de muitos modos e formas, incluindo também a criação, mas somente se revela como iluminação do coração para percepções que transcendem as logicas e intelecções por um ato misterioso no coração, pelo menos agora, nos limites da carne.

Ora, um homem não conhece a Deus, mas diz crer Nele; o outro não conhece a Deus, e, por isto, diz que Ele não existe.

Qual a diferença entre eles considerando que o Conhecimento de Deus é uma revelação, uma Graça?

E se a vida do homem que não conhece a Deus for mais abundante de fruto de amor, paz, bondade, honestidade, misericórdia e humildade do que a vida do homem que não conhece a Deus, mas diz crer Nele, embora não carregue os traços divinos do amor, da paz, da bondade, da honestidade, da misericórdia e da humildade?

Pense nisto!

fonte: site do Caio Fábio

Para 43%, PM que mata bandido não deve receber punição

Marcos Bezerra/Futura Press/Estadão Conteúdo

Mario Cesar Carvalho, na Folha de S.Paulo

O policial que participasse de um grupo de extermínio fora do horário de trabalho não deveria ser punido se matasse um criminoso para 43% dos paulistanos.

A revelação faz parte da pesquisa Datafolha que retrata o estado da população da capital após a onda de violência que começou em junho e se intensificou em outubro.

O percentual que defende a prisão desse policial é ligeiramente inferior em relação aos que defendem a impunidade -40%. Para 11%, ele deveria ser expulso da polícia, mas não preso.

O levantamento, feito na última quinta-feira, ouviu 1.082 paulistanos.

O medo de andar à noite nas ruas de São Paulo mais do que dobrou em cerca de três meses.

Na última quinta-feira, 61% diziam se sentir muito inseguros com caminhadas noturnas no bairro onde moram. Na pesquisa DNA Paulistano 2012, finalizada em agosto, o índice era de 26%. Em 2008, também de acordo com a pesquisa DNA, era de 20%.

Só 11% dos paulistanos afirmam se sentir muito seguros ao andar à noite. Em 2012 e 2008, esse índice era o dobro do atual (19% e 21%, respectivamente).

A zona norte de São Paulo, palco de ataques, é considerada insegura por 83% dos paulistanos -um aumento de 34 pontos percentuais em relação à pesquisa DNA 2012, concluída em agosto.

O índice é superior aos das zonas leste e sul, mais violentas do que a região norte. A leste e a sul são apontadas como inseguras por 82% e 72%.

O centro é considerado inseguro por 75%. A zona oeste, uma das áreas menos violentas da cidade, é tida como insegura por 71%.

Notícias de toques de recolher já foram ouvidas por 44% dos paulistanos. Na zona norte, esse índice chega a 54%.

A fonte da onda de violência são as facções criminosas ou bandidos, segundo 34% dos paulistanos.

Para 17%, trata-se de um acerto de contas entre criminosos e polícia. Só 5% consideram que o PCC (Primeiro Comando da Capital) dirige os ataques.

O percentual é idêntico ao dos que dizem que os homicídios decorrem de vingança de criminosos por causa da morte de membros do PCC.

Para 18%, foi o governo que motivou os ataques por desleixo ou falta de controle. Os mesmos 18% põem a culpa na falta de estrutura policial, baixos salários ou ausência de um planejamento estratégico por parte da polícia.

A corrupção policial em geral é apontada como o principal motivo dos ataques para 18% dos paulistanos.