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Milan, Orlando e São Paulo se acertam, e Kaká deve ser apresentado dia 7 de julho

Kaká vai defender o São Paulo no resto de 2014 (foto: Getty Images)

Kaká vai defender o São Paulo no resto de 2014 (foto: Getty Images)

Paulo Vinicius Coelho, no ESPN

Faltavam só detalhes para Kaká ser anunciado como jogador do São  Paulo para o Campeonato Brasileiro de 2014. Não faltam mais. O Orlando acertou a contratação de Kaká com o Milan, mas só pode escalá-lo a partir de março, quando começará a nova temporada americana. Nesse período, Kaká jogará pelo São Paulo.

Kaká jogará no São Paulo por seis meses. Ou seja, com a tentativa de ajudar o time a ser campeão brasileiro, o que não ocorre há seis temporadas.

Quando trocou o Real Madrid pelo Milan, Kaká assinou contrato com cláusula que o liberaria em caso de não classificação do clube para a Champions League. Esse foi um problema menor do que a percepção de que nada vai mudar no clube italiano a médio prazo. A crise política entre Adirano Galiani, Silvio e Barbara Berlusconi deve deixar o Milan durante um longo período longe dos melhores resultados.

Isso afastou Kaká do Milan, aproximou do futebol norte-americano e, por consequência, do São Paulo. Kaká vai assinar contrato semana que vem e será apresentado, provavelmente, no dia 7 de julho.

‘A intenção era chocar’, diz mulher ao tatuar olhos de preto como o marido

Body piercing de São Carlos aplicou método conhecido como ‘eyeball tattoo’.
Procedimento invasivo pode causar inflamação interna, dizem especialistas.

Leticia decidiu pintar os olhos de preto assim como fez o marido há seis meses (Foto: Fabio Rodrigues/G1)

Leticia decidiu pintar os olhos de preto assim como fez o marido há seis meses (Foto: Fabio Rodrigues/G1)

Fabio Rodrigues, no G1

Seis meses após o marido inovar e pintar os olhos de preto, a moradora de São Carlos (SP) Letícia Dias de Carvalho, de 35 anos, resolveu fazer o mesmo. Na última segunda-feira (2), ela se submeteu ao procedimento conhecido como “eyeball tattoo”, que consiste em injetar tinta na camada de proteção dos olhos. O sonho era pintar de vermelho, mas uma alergia ao mercúrio a fez mudar de opinião. “Achei que iria ficar mais assustador, a minha intenção era chocar, mas fiquei com medo de dar problemas”, disse a body piercing que também optou pela cor preta. Para a Sociedade Brasileira de Oftalmologia, o procedimento invasivo é desaconselhável e pode causar inflamação interna, levando à perda da visão.

Mesmo sabendo dos riscos, Leticia decidiu ‘pagar para ver’ e investiu R$ 1 mil para escurecer o branco dos olhos. O procedimento difundido nos Estados Unidos foi realizado em Jundiaí (SP) pelo tatuador Rafael Leão Dias. Foi ele quem também fez a transformação no marido dela, Rodrigo Fernando dos Santos, conhecido em São Carlos como Musquito, que chorou tinta por dois dias.

O profissional explicou que a tinta usada para esse tipo de arte é importada e não é a mesma das tatuagens convencionais. Há também uma agulha especial utilizada como se fosse uma seringa. Para colorir os olhos, são necessárias três aplicações em cada um. Segundo ele, não há perfuração. A aplicação é feita entre a camada conjuntiva e a esclera, que protege o olho.

“Antes eu estava tranquila, mas na hora do procedimento não, porque é meio tenso. Dependia muito de mim, não pode mexer o olho de jeito nenhum porque se não pode rasgar, já que a agulha está lá dentro. É preciso ter muita confiança no profissional”, relatou Leticia, que disse ser a sexta mulher no Estado de São Paulo a passar pelo processo irreversível.

Leticia relatou que o procedimento durou uma hora e que se sentiu um pouco incomodada. “A hora que injeta a tinta fica tudo preto. Como foi sem anestesia, dá para sentir a agulha entrando e saindo. É uma dor esquisita, diferente de todas as outras, mas é suportável. Acho que é pior para quem está vendo, dá aflição”, contou.

Leticia investiu R$ 1 mil para realizar procedimento irreversível nos olhos (Foto: Fabio Rodrigues/G1)

Leticia investiu R$ 1 mil para realizar procedimento irreversível nos olhos (Foto: Fabio Rodrigues/G1)

Perigo
O oftalmologista Antonio Carlos Baldin não recomenda o procedimento e alerta para os riscos que podem surgir a médio e longo prazo. “Quem se candidata a isso está correndo o risco de uma reação contra a substância que é infundida, porque a gente não tem a menor ideia do que uma tinta como essa pode provocar no olho”, falou

“Ali há células responsáveis pela substituição de células mortas na superfície do olho e também por parte da produção lacrimal. Também nessa região tem uma rica quantidade incontável de vasos sanguíneos e toda a musculatura que rege a movimentação do olho”, completou Baldin.

Para o especialista João Alberto Holanda de Freitas, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Oftalmologia, o método é inteiramente nocivo e não adequado. “Isso pode dar alguma complicação, como uma uveíte (inflamação interna) e a pessoa perder a visão. A recomendação é não fazer. O consenso da oftalmologia brasileira é para que não se faça isso”, ressaltou o médico.

Leticia antes e após realizar o procedimento para mudar a cor dos olhos (Foto: Fabio Rodrigues/G1)

Leticia antes e após realizar o procedimento para mudar a cor dos olhos (Foto: Fabio Rodrigues/G1)

Família
Leticia, que trabalha com body piercing há seis anos, é mãe de três filhos (Évora, de 2 anos, Lucas, de 8, e Maria Eduarda, de 11). Questionada sobre o impacto que a mudança visual tanto dela quanto do marido causa nas crianças, ela disse acreditar que está formando pessoas menos preconceituosas. Segundo Leticia, os filhos acharam normal, bem como a avó.

“Fiz como uma modificação corporal. Não vendi minha alma, não sou demoníaca, não sou satânica”, explicou ela que, assim como o marido, adora tatuagens e fez a primeira aos 22 anos. O desenho de um sol nas costas deu lugar seis anos depois a um dragão. Depois ela pintou as mãos, os braços e as pernas. A meta, disse, é cobrir 90% do corpo.

“Daqui a alguns anos, imagine dois velhinhos com olho preto e todo tatuado. Quero ficar velha logo só para ver como vai ser, acho que vai chocar mais. Já pensou na fila do banco esperando para receber a aposentadoria?”, brincou Leticia, que é seguidora da filosofia budista, mas afirmou não acreditar nem em Deus, nem no diabo.

dica do Rodrigo Cavalcanti

Maioria dos homens prefere que mulher ajude a pagar conta

Estudo foi feito por psicólogo de universidade da Califórnia.
39% das mulheres se oferecem para pagar, mas esperam ouvir recusa.

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Publicado originalmente no G1

Dois em cada três homens pensam que as mulheres deveriam ajudar a pagar em um encontro, apesar de a maioria deles se sentir culpado aceitando o dinheiro, sugere um estudo divulgado no sábado (10) nos Estados Unidos.

De 64% dos homens que prefere dividir a conta, 44% disseram que perderam o interesse por mulheres que nunca se ofereceram para pagar.

Contudo, 76% deles se sentiram mal de aceitar a parte que correspondia a sua acompanhante.

Os números se baseiam em um estudo realizado pelo psicólogo David Frederick, da Chapman University na Califórnia.

O acadêmico supervisionou uma equipe que processou informações de mais de 17 mil pessoas para ver como as mudanças nas normas de gênero tinham impacto nas noções mais aceitas da conquista.

Oitenta e quatro por cento dos homens e 58% das mulheres disseram que os homens pagam a maior parte dos gastos dos encontros, mesmo depois de ter um relacionamento durante um tempo.

Cinquenta e sete por cento das mulheres afirmaram que se ofereceram para pagar em um encontro, apesar de 39% confessar que esperava que o homem que rejeitasse sua oferta.

Em qualquer caso, a grande maioria dos participantes, tanto homens como mulheres, disse que dividiam os gastos dos encontros nos primeiros seis meses de namoro.

Frederick, cujas pesquisas anteriores focaram na imagem corporal, disse que o estudo foi motivado pelo desejo de “entender por que algumas práticas de gênero resistem mais que outras”.

O estudo foi apresentado no encontro anual da Associação Americana de Sociologia que começou em Nova York no sábado e se estenderá até terça-feira.

Vereadores aprovam projeto com 6 meses de férias e 2 sessões por ano no Sertão da Paraíba

O projeto foi assinado por todos os vereadores da cidade. O documento assinado pelos vereadores deixa agendado reuniões somente para dois períodos no ano. Assim, os parlamentares de Jericó ficarão de férias durante seis meses

Antônio Andrade, presidente da Câmara de Jericó

Antônio Andrade, presidente da Câmara de Jericó

Publicado no Portal Correio

Os nove vereadores do município de Jericó (localizado no Sertão da Paraíba, a 404 km da capital João Pessoa) aprovaram uma resolução que prevê a realização de apenas duas sessões ordinárias por ano. O projeto foi assinado por todos os vereadores da cidade. O município tem 6.326 eleitores e o vereador mais votado nas eleições do ano passado foi Antonio Marciones de Sousa e Silva, eleito com 536 votos.

Com a assinatura do projeto, as férias dos parlamentares se prolongarão por seis meses. O documento assinado pelos vereadores deixa agendado reuniões somente para os períodos compreendidos entre 1° de março a 31 de maio e 1° de setembro a 30 de novembro. Assim, os parlamentares de Jericó ficarão de férias em junho, julho, agosto, dezembro, janeiro e fevereiro.

A matéria foi submetida à apreciação e aprovada no dia 14 de junho, apesar de apresentar uma clara contradição textual. Ao mesmo tempo em que diz que haverá apenas duas sessões ordinárias por ano, a resolução prevê que o trabalho, em metade dos meses do ano, se dará uma vez por semana, às sextas-feiras.

O município de Jericó fica encravado na microregião de Catolé do Rocha e tem uma população estimada em 7.538 habitantes.

dica do Rogério Moreira

Guinness seleciona profissional para passar seis meses bebendo cerveja

Divisão de Portugal da cervejaria oferece salário de até R$ 3.750,00. Candidato deve ter mais de 19 anos e ser recomendado pelos amigos. 

Foto:Divulgação/Guiness

Foto:Divulgação/Guiness

Publicado originalmente no G1

A divisão de Portugal da empresa de cervejas Guinness abriu uma vaga para contratar um “profissional da cerveja”. No anúncio colocado na página da empresa no Facebook estão os requisitos para a vaga: “beber cerveja de forma responsável, visitar bares, aprender a história e os rituais da Guinness numa viagem à Irlanda e relatar a experiência nas redes sociais são os requisitos necessários para a candidatura”. O salário mensal vai de 1.250 euros (R$ 3.125) a 1.500 euros (R$ 3.750).

Para participar do processo seletivo os candidatos deverão ter mais de 19 anos, disponibilidade para viajar e encarar “um ano de experiência em beber cerveja”. O contrato é de seis meses e inclui horário flexível e celular ilimitado.

As inscrições estão abertas até 28 de abril na página do Facebook. Os candidatos deverão ser recomendados por amigos, que vão tentar convencer os selecionadores de que aquela pessoa deve ser o funcionário ideal.