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Em Americana (SP) condomínio pede “sexo light” a moradores

Foto: Jornal Novo Momento

Foto: Jornal Novo Momento

Por Charles Nisz, no Vi na Internet

Os moradores de um condomínio em Americana, cidade no interior de São Paulo, foram surpreendidos com um pedido de uma das moradoras. Ela pede para que os outros moradores evitem fazer barulho durante o ato sexual depois das 22 horas. No pedido, a carta da síndica pede aos condôminos para serem mais comedidos na hora do “rala e rola”, segundo informações do jornal Novo Momento.

“Caros,
Para que possamos ter uma convivência harmônica com todos, peço que, na hora da relação sexual, atente-se à cama. Ela pode estar batendo na parede (pensando nos vizinhos ao lado), ou no chão (pensando nos vizinhos de baixo), incomodando e acordando pessoas não interessadas na sua atividade sexual.
Todos os moradores devem respeitar a lei do silêncio, que começa às 22 horas.
Acreditando na sua compreensão
Condômina.

Colocado no mural do prédio, o aviso foi comentado pelos moradores, mas não chegou a ser discutido na reunião de condomínio. De forma bem humorada, eles dizem que após às 22 horas entrou em vigor a “lei do silêncio sexual”. A moradora reclamava das vibrações das camas nas paredes e no chão dos apartamentos vizinhos ao dela. Pelo visto, o pessoal está animado, né?

dica do Fabio Martelozzo Mendes

Revista fotografa 20 celebridades sem maquiagem; veja imagens

Publicado no Terra

A edição de março da Vanity Fair traz um ensaio com diversas personalidades do cinema de Hollywood “de cara limpa”. Entre elas, Brad Pitt, Scarlett Johansson, Harrison Ford, Kate Winslet e Sean Penn.

O artista premiado Chuck Close foi o escolhido para a edição comemorativa de 20 anos da revista, devido ao seu trabalho de pintura hiper-realista de celebridades.

Nas fotos, é possível ver rugas, olheiras, oleosidade e todas as imperfeições que são tão comuns a todos no dia a dia. A ideia é retratar os atores de maneira natural, em fotos no estilo 3×4.

As regras do pintor e fotógrafo para a sessão de fotos eram claras e não-negociáveis:
1 – Chegar sozinho ou na companhia de um amigo ou sócio
2 – Esteja disponível por 3 horas
3 – Seja responsável pelo seu look – não haverá styling, cabelo ou maquiagem profissional
4 – Haverá lanchinhos e café; nada mais do que isso será servido
5 – Chegue no estúdio por meios próprios

Veja alguns dos resultados e making of na galeria.

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Nordeste lidera proporção de pessoas sem emprego e que não buscam trabalho

folhanePublicado na Folha de S.Paulo

Além da maior taxa de desemprego do país, a região Nordeste abriga a maior proporção de pessoas que não trabalham nem procuram ocupação -e esse percentual está crescendo.

O descompasso entre o mercado de trabalho nordestino e o do resto do país ficou evidente com a nova pesquisa de emprego do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), que passou a coletar dados em todo o território nacional.

Enquanto a apuração anterior, limitada às maiores metrópoles, sugeria um cenário de pleno emprego, os novos números mostraram que no Nordeste 10% procuram uma vaga sem conseguir.

Além disso, na região, 43,9% das pessoas consideradas em idade de trabalhar -de 14 anos de idade ou mais- estão fora do mercado, por opção ou por desalento. No país, o percentual médio é de 38,5%.

Não parece difícil imaginar por que os números nordestinos são mais elevados que os das demais regiões: pobreza, setor empresarial menos estruturado e menor participação do trabalho feminino são explicações plausíveis.

Mais complicado é explicar por que a força de trabalho está encolhendo no Nordeste, como mostram números calculados pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, ligado ao Palácio do Planalto).

Montado a partir de pesquisas populacionais do IBGE, o banco de dados do Ipea aponta que, em dez anos, a população economicamente ativa -quem trabalha e quem procura emprego- caiu de 55,7% para 51,8% da população em idade ativa (nesse cálculo, entram pessoas com dez anos de idade ou mais).

Nesse período, de 1992 a 2012, o percentual cresceu no Sudeste, no Centro-Oeste e no Norte, com leve queda no Sul. O Nordeste, que fez cair o percentual do país, teve crescimento econômico acima da média nacional.

“É um certo paradoxo”, diz a pesquisadora Ana Luiza Neves, do Ipea. Um estudo do instituto mostra que, de 2009 para cá, a força de trabalho diminuiu em todas as regiões -e a queda nordestina foi a mais aguda.

Segundo os dados nacionais, boa parte dessa diminuição se deve a jovens que retardam o ingresso no mercado -na melhor das hipóteses, porque podem estudar mais; na pior, porque não acreditam nas suas chances de conseguir uma ocupação.

As pesquisas disponíveis ainda não permitem identificar com segurança se o encolhimento da força de trabalho está mais ligado a bons ou maus motivos, mas o Ipea adianta que, entre os brasileiros de 15 a 24 anos de idade, 40,6% das mulheres e 25,7% dos homens estão fora da escola.

BENEFÍCIOS SOCIAIS

Para o economista Miguel Pinho Bruno, estudioso do mercado de trabalho, a maior oferta de educação e benefícios sociais deu opções para jovens e adultos.

“Em vez de aceitar imediatamente um emprego de baixa remuneração, a pessoa pode ficar na escola ou recorrer a algum programa social.”

Ele é cauteloso, porém, ao relacionar os programas de renda, como o Bolsa Família, à redução da força de trabalho no Nordeste, porque os dados sobre isso ainda são precários.

Ana Luiza Neves não acredita nessa hipótese: “A evidência empírica mostra que o impacto desses programas no mercado de trabalho é quase nulo”.

Sol sem exageros traz benefícios para o coração

Estudo aponta que exposição à luz solar diminui risco de doenças cardiovasculares

Fim de tarde na Praia de Ipanema. Dias seguidos com sol no Rio de Janeiro (foto: Pedro Kirilos)

Fim de tarde na Praia de Ipanema. Dias seguidos com sol no Rio de Janeiro (foto: Pedro Kirilos)

Publicado em O Globo

RIO – Num verão de sol inclemente, pelo menos uma boa notícia. Se por um lado a exposição aos raios ultravioleta aumenta o risco de câncer, por outro, ela pode reduzir as chances de doenças cardiovasculares. Especialistas recomendam então um equilíbrio: sem exageros, a exposição ao sol faz bem.

A informação é da revista “Nature”, que publicou na edição desta segunda-feira do seu periódico “Journal of Investigative Dermatology”, um estudo relacionando a exposição ao sol com a redução da pressão arterial, diminuindo, assim, o risco de ataque cardíaco e acidente vascular cerebral. Segundo a pesquisa, a exposição aos raios solares eleva a produção de um composto – o óxido nítrico – que reduz a pressão arterial.

As doenças cardiovasculares, geralmente associadas ao aumento da pressão sanguínea, respondem por 30% das mortes globais por ano. Cientistas já sabiam que elas variam de acordo com a estação e a latitude, ou seja, o risco de doenças cardíacas aumenta no inverno e em países longe da linha do equador, onde a radiação ultravioleta é menor.

Durante o experimento, Richard Weller, Martin Feelisch e colegas expuseram 24 pessoas saudáveis a uma dose de ultravioleta A (UVA), correspondente a cerca de 30 minutos de luz solar natural. Eles não explicaram, no entanto, qual foi o horário da exposição.

Os resultados sugerem que a exposição ao UVA dilata os vasos sanguíneos, diminui a pressão e altera os níveis de metabólitos de óxido nítrico (substância produzida durante o seu metabolismo) na circulação.