Empresa lança calendário sensual para vender caixões

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Publicado em O Povo

A empresa Lindner, maior fabricante de caixões da Polônia, voltou a causar polêmica na forma de divulgar o seu produto. Um calendário de 2014 mostra mulheres em poses sensuais interagindo com caixões. A publicação não é novidade da empresa, mas neste ano as modelos aparecem completamente nuas.

“Toda edição é diferente e quando temos muitas mulheres, as clientes reclamam. Mas quando colocamos muitos homens, os clientes reclamam. Então agora temos homens e mulheres em um só calendário, conforme prometido”, disse um porta-voz da empresa.

Segundo o jornal “Mirror”, um porta-voz da igreja católica classificou a campanha como “inapropriada” ao afirmar que a morte humana não deveria ser misturada com sexo, e sim como solenidade.

Diante da posição da Igreja, a empresa voltou a defender que o caixão é apenas um pedaço de madeira, por isso não é sagrado.
Em 2012 a Lindner mostrou em seu calendário uma mulher seminua sentada em um caixão ao lado de uma maçã e enrolada com uma serpente no pescoço, fazendo referência a história bíblica de Adão e Eva.

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Australiana se casa com ponte da França e tem aval do prefeito da cidade

“Ele me dá um porto seguro, me traz de volta a mim mesma, sem tentar me manter amarrada ou escrava de suas necessidades ou desejos”

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Publicado no Virgula

Dizem que o amor é cego, não vê diferenças e não tem preconceitos, certo? Para Jodi Rose essa máxima é levada a sério, e ela nem se importa se o “amado” for uma ponte de concreto. Pois é, ela se casou com uma linda ponte erguida no século XIV na cidade de Ceret, no sul da França. Além do vestido, 14 convidados e fotógrafo, a celebração teve a benção do prefeito local.

A australiana, que passou a última década viajando pelo mundo e gravando as vibrações de pontes com cabos e microfones, para usá-las em música experimental, decidiu se casar com a construção, além de lançar o projeto “Singing Bridges”.

Conforme o “Daily Mail”, apesar da dificuldade do novo marido expressar seus sentimentos, a recém-casada disse que “ele é um ser muito presente, me sinto em paz e sendo fortemente abraçada”. “Ele me faz sentir ligada à terra e me chama para descansar das minhas intermináveis andanças nômades. Ele é fixo, estável, enraizado no chão, enquanto eu sou nômade, transitória, sempre na estrada”, explicou.

Apaixonada, Jodi ainda disse que o marido é seu porto seguro. “Ele me dá um porto seguro, me traz de volta a mim mesma, sem tentar me manter amarrada ou escrava de suas necessidades ou desejos”, declara-se.

O casamento entre Jodi e Le Point du Diable (que pode ser traduzida, ironicamente, como Ponte do Diabo), teve até o momento em que os noivos recitam seus votos, além de anéis de compromisso feitos especialmente para os pombinhos. “Ele sabe que eu amo outras pontes – e homens -, a nossa relação é um amor que abraça os caprichos da vida”, escreveu a noiva em seu site.

“A Le Point du Diable é tudo o que eu poderia desejar em um marido – resistente, confiável, sensual e linda. Nós realmente trazemos alegria um para o outro”, disse. Ela ainda declarou que está completamente ‘devotada’ ao seu novo marido, e ainda tentou explicar como será o sexo com a ponte, mas essa parte é melhor deixar para lá…

A união do casal, no entanto, não é reconhecida legalmente na França.

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“Manual gospel” vai orientar sexshops sobre atendimento de público evangélico

 

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publicado no Administradores

Com o objetivo de atender o público evangélico sem ferir suas convicções religiosas, a Associação Brasileira de Empresas do Mercado Erótico Sensual (Abeme) vai preparar um “manual gospel” para distribuidores e vendedores. A ideia, de acordo com a entidade, é “orientar o comércio de produtos íntimos dentro dos preceitos bíblicos, pensando em qualidade, saúde e na união do casal com respeito e amor”.

“É preciso haver uma capacitação apropriada dos profissionais do setor para atender este público (evangélico). São necessários conhecimentos sobre sexualidade humana, um estudo profundo sobre produtos íntimos, sensuais e eróticos (sob a ótica de qualidade, benefícios e usos) e, principalmente, sobre a palavra (bíblica)”, afirma Paula Aguiar, presidente da ABEME.

De acordo com a Abeme, a demanda é grande por parte dos fiéis evangélicos, que têm buscado nos produtos “o fortalecimento do amor conjugal, para a união do casal e consequentemente da família”.

A associação frisa ainda que atualmente os maiores consumidores de produtos de sexshops são as mulheres e que, em 90% dos casos, não tem nenhuma conotação pornográfica.

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Ex de Gusttavo Lima vira evangélica, posa de lingerie e não quer fama: ‘Peguei medo’

Michael Sá, no Extra

Veridiana Freitas posa sensual após virar evangélica Foto: / Reprodução
Veridiana Freitas posa sensual após virar evangélica Foto: / Reprodução

Veridiana Freitas. Esse nome lhe é familiar? Talvez você se lembre dela quando ouvir falar de Gusttavo Lima e suas conquistas amorosas. Pois é, a curitibana de 25 anos ganhou fama e projeção no ano passado, após ser apontada como affair do sertanejo. Os dois tiveram um breve relacionamento que foi interrompido com um grande barraco causado pela modelo. Depois que Gusttavo declarou não ter nada com a moça, ela foi à imprensa mostrar as trocas de mensagens entre os dois, chegando a duvidar da masculinidade do rapaz.

Com a história superada (mas não esquecida pela coluna Retratos da Vida), Veridiana deixou o Rio e voltou para a casa dos pais, em Curitiba. Ela também deu um tempo na carreira de atriz, passando a se dedicar à faculdade de Moda. Entre as tantas novidades, Veridiana informa que agora é evangélica.

“Estou longe total de mídia, peguei medo. Entrei para faculdade de Moda e para a igreja evangélica, e mudei totalmente o foco da minha vida”, contou ela ao Extra.

Mas, apesar da declarada reclusão, a morena não deixou de lado os ensaios sensuais. Veridiana acaba de fazer fotos de lingerie, que mostram o resultado da lipoaspiração que acaba de fazer. Confira!

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A missionária nua

Helen Hunt e John Hawkes no filme 'As sessões' (Foto: Divulgação)
Helen Hunt e John Hawkes no filme ‘As sessões’ (Foto: Divulgação)

Ivan Martins, na Época

Eu a conheci na faculdade. Baixinha, sorridente, era muito sensual sem ser bonita. Gostava de mim, mas também gostava de outro sujeito, mais velho, e provavelmente de mais alguns, de quem eu nunca soube. Era generosa. Aguerrida. Uma vez, conversando sobre sexo, me disse que, num mundo sem preconceitos, seria prostituta. Não apenas pelo prazer de transar, que era enorme nela, mas pela possibilidade de ajudar. “Tem tanto homem triste por aí”, ela me disse. “Gente feia, doente, mas que é bonita por dentro. Essas pessoas precisam de carinho.” Ela achava que seu corpo poderia ser usado para reduzir as dores do mundo.

Ontem, vendo As sessões – o filme em que Helen Hunt interpreta a terapeuta que ajuda um homem paralisado a perder a virgindade – eu acho que entendi, 30 anos depois, o que a minha amiga queria dizer. E que tipo de pessoa era ela.

A terapeuta do filme, inspirada numa mulher de verdade, ajuda as pessoas com dificuldade sexuais a descobrir o prazer. Conversa com elas, toca e se deixa tocar, transa. Trabalha em conjunto com uma psicóloga, discutindo as necessidades e dificuldades do paciente. Uma dessas profissionais, que ainda hoje atua na Califórnia, deu entrevistas recentes à imprensa brasileira e disse já ter atendido mais de 900 pessoas, homens em sua maioria. Não deve ser gente particularmente bonita. Muitas nem serão agradáveis. Mas a terapeuta se despe e se deita com elas do mesmo jeito. É um trabalho, mas também uma missão.

Há um pouco da minha amiga nessa terapeuta do sexo, mas talvez haja um pouco dela em cada mulher.

As mulheres fazem sexo porque gostam, mas fazem também porque nós, homens, precisamos disso desesperadamente. Fazem por carinho e às vezes por pena. Fazem para ver – eu já ouvi isso – os nossos olhos brilharem de satisfação. Elas nos dão de presente seus corpos macios e nós, muitas vezes, abrimos o pacote com pressa, famintos, sem sequer perceber que há um bilhete com dedicatória. Ao contrário do paralítico do filme, que entende o tamanho da graça que recebe, nós não choramos felizes e comovidos. Mas talvez devêssemos. Assim como na profissional descrita pelo filme, há um quê de santa (e de puta, naturalmente), em cada mulher que nos recebe entre as suas pernas – com as nossas dores e os nossos medos, com as nossas vaidades e injustificadas aspirações.

Por essas razões, e por outras que não entendo inteiramente, o filme me deixou terrivelmente comovido.

Talvez porque eu ainda sinta, como um garotinho impúbere, que as mulheres que se deixam despir, tocar e penetrar realizam um ato de profunda e impagável generosidade para com os homens. Talvez porque eu me perceba, como o paralítico do filme, como todos os homens que eu conheço, assustadoramente dependente da atenção, do corpo e do afeto femininos. Talvez, ainda, porque, assim como personagem do filme, e como todos, homens e mulheres, eu seja capaz de antever, no momento mesmo em que o prazer explode, a iminência da perda e a profundidade da separação que se insinuam. O sexo que acabou nunca é o bastante, nunca é suficiente, nunca é exatamente o que buscávamos. Queremos amar e ser amados. Queremos tudo.

Minha amiga, aos 20 e poucos anos, intuía isso tudo. Por isso sonhava em colocar o seu corpo a serviço das almas e dos corpos doentes. Se vivesse em outro país, talvez isso virasse uma carreira. Aqui, é provável que essa vocação tenha simplesmente adormecido, como tantas coisas que a gente sufoca na juventude para nos tornarmos adultos produtivos. Mas, onde quer que esteja, tenho certeza que se minha amiga vir o filme reconhecerá, naquela mulher que goza com o corpo sofrido de um bom homem, a possibilidade de sentimentos que estão muito além do hedonismo e do moralismo. Tomara que ela veja o filme – e que o papa Bento XVI veja também. Nunca é tarde para se perceber certas coisas.

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