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“Cansei de ser rico”, diz professor ao se divorciar de mulher bilionária

O professor de matemática Tony Hawken, 57, se divorciou da megaempresária Xiu Li, 51

O professor de matemática Tony Hawken, 57, se divorciou da megaempresária Xiu Li, 51

Publicado por InfoMoney [via UOL]

O  professor de matemática Tony Hawken, 57, se divorciou da megaempresária Xiu Li, 51, por estar “cansado” de ser rico.

Segundo o jornal Daily Mail, o casal inglês entrou para a lista dos bilionários do jornal Sunday Times após Li projetar shoppings centers em abrigos chineses espalhados em diversos países, em 2011, o que rendeu uma fortuna estimada em 1,1 bilhão de libras (ou cerca de R$ 4,318 bilhões, de acordo com a cotação do Banco Central do dia 12 de março de 2014).

Desde então, Hawken se sentia “desconfortável” com os novos hábitos da mulher. Li chegou a gastar 900 libras em uma garrafa de vinho, enquanto o marido cultivava a vida simples de antes de ser rico, como comprar livros de lojas de caridade, evitar roupas de grifes e comer em lanchonetes.

“Tudo isso me deixou desconfortável, poque eu não tenho esse hábito. Eu não gosto de gastar muito dinheiro”, disse o professor ao site The Times.

Com a separação, Hawken ficará com “apenas” 1 milhão de libras, mas afirma que será o suficiente para ele. Ainda de acordo com o Daily Mail, o único arrependimento do inglês é não ter se separado antes, decisão que foi adiada pelo filho do casal, William, agora com 17 anos.

Nos mais de 20 anos juntos, Hawken afirma que eles passaram a maior parte do tempo distantes, principalmente quando a mulher se envolveu mais intensamente com os negócios. Atualmente, ela possui 22 centros comerciais e é presidente do time de futebol Guizhou Renhe, que está em terceiro lugar na Super Liga chinesa.

Luteranos mantêm igreja só para negros há 85 anos no Sul

A origem da divisão está na proibição, no início do século 20, de ex-escravos e seus descendentes frequentarem os cultos dos imigrantes que vieram da Europa.

Ismael de Souza Matos, 17 anos (esq.), o presidente da associação quilombola Marco Antônio Matos, 40 (centro) e Candido Nunes, 65 anos, em frente à Igreja Luterana Manoel do Rego. (Isadora Brant/Folha Press)

Ismael de Souza Matos, 17 anos (esq.), o presidente da associação quilombola Marco Antônio Matos, 40 (centro) e Candido Nunes, 65 anos, em frente à Igreja Luterana Manoel do Rego. (Isadora Brant/Folha Press)

Por Daniel Cassol, na Folha de S.Paulo

Ladeado por plantações de fumo e milho, um distrito rural no extremo sul do país mantém a rara tradição de dividir os fiéis luteranos em duas igrejas, separadas por apenas um quilômetro. Uma delas é “dos negros” e a outra, “dos alemães”.

A origem da divisão está na proibição, no início do século 20, de ex-escravos e seus descendentes frequentarem os cultos dos imigrantes que vieram da Europa.

Entrar em uma ou em outra igreja não é mais proibido. O costume de rezar em templos separados, porém, permanece em Canguçu, município de 53 mil habitantes a 300 km de Porto Alegre.

A cidade tem o maior percentual de habitantes na zona rural do país (63%) e é o segundo maior produtor nacional de fumo. A maioria dos agricultores é de descendentes de alemães ou de remanescentes de quilombos.

No quarto domingo da Quaresma, em março, a Folha visitou um culto da congregação Manoel do Rego, fundada em 1927. A maioria dos 28 presentes, de sobrenomes Silva, Borges e Souza, eram negros quilombolas.

Perto dali, andando por uma estrada de terra margeada por casas simples do distrito de Solidez, chega-se à congregação Redentora, dos alemães. O pastor de ambas igrejas é Edgar Quandt, 62, descendente de europeus.

RARIDADE

Os principais ramos luteranos em atuação no país, a Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil e a Igreja Evangélica Luterana do Brasil –à qual pertence a Manoel do Rego–, não têm registros de outro grupo com características semelhantes.

Segundo o professor Ricardo Rieth, da Universidade Luterana do Brasil, o caso de Canguçu é isolado, pois as igrejas luteranas não permitiam a entrada de negros.

Rieth diz que embora a igreja tenha desenvolvido no mesmo período outras missões em comunidades negras e indígenas do Rio Grande do Sul, havia resistência de imigrantes alemães para as tentativas de integração promovidas pelos pastores.

Com a expansão das igrejas luteranas, não é rara a presença de negros entre os seguidores no Brasil.

Hoje, as duas congregações realizam festas e outras atividades conjuntas. O coral masculino da congregação Redentora tem integrantes das duas comunidades.

“Não há discriminação, como às vezes parece de fora. Eles gostam de ter [cada um] a sua congregação. Há uma integração muito boa em toda a nossa igreja”, afirma o pastor Quandt.

A ideia de unificar as duas igrejas foi debatida. Embora a relação seja definida como boa, a decisão foi de manter “cada um na sua”, diz o presidente da associação quilombola do local, Marco Antônio Matos, 40.

Áurea de Souza é a primeira a chegar na Igreja Luterana Manoel do Rego; igreja de origem alemã é formada por maioria negra, em Canguçu (RS) Foto: Isadora Brant/Folha Press

Áurea de Souza é a primeira a chegar na Igreja Luterana Manoel do Rego; igreja de origem alemã é formada por maioria negra, em Canguçu (RS) Foto: Isadora Brant/Folha Press

Primeiras fiéis a chegarem na Igreja Luterana Manoel do Rego, em Canguçu (RS) Foto: Isadora Brant/Folha Press

Primeiras fiéis a chegarem na Igreja Luterana Manoel do Rego, em Canguçu (RS) Foto: Isadora Brant/Folha Press

Resistência alemã contra integração gerou a fundação de uma igreja de maioria negra. Foto Isadora Brant/Folha Press

Resistência alemã contra integração gerou a fundação de uma igreja de maioria negra. Foto Isadora Brant/Folha Press

Editoria de Arte/Folha Press

Editoria de Arte/Folha Press

dica do Alexandre Melo Franco Bahia

Lauriete e Magno Malta finalmente assumem o namoro

título original: Deputada e senador Magno assumem namoro em Tocantins

Publicado no site da Agência Congresso

O que todo muito comenta no ES e Brasília há mais de seis meses, acabou sendo confimado em Tocantins, num encontro evangélico.

Lá o senador Magno Malta (PR) e a deputada federal Lauriete Almeida (PSC) assumiram o relacionamento amoroso, conforme noticiam sites de lá:

Foram tratados inclusive como casados.Na última segunda-feira o casal acabou atrasando um vôo da Gol que saia de Vitória porque não apareceram.

Os dois tem viajado juntos constantemente e desenvolvidos ações políticas conjuntas. Magno deve apoiar a reeleição de Lauriete em 2014

Lauriete foi eleita com 69.818 votos, numa eleição dificil para a Câmara Federal. Segundo o site http://musica.gospelmais.com.br, Lauriete se dirvorciou há quatro meses.

Cantora gospel, foi casada por 20 anos com Reginaldo Almeida, político e pastor evangélico. Muito bonita, é dona de uma voz impecável.

Em 27 anos de carreira, já gravou 24 CDs. Lauriete se destaca no meio gospel capixaba, nacional e internacional.

Ao longo de sua carreira, conquistou alguns prêmios como discos de ouro e de platina. Magno anda rindo à toa.

Os dois já pensam em morar juntos e tem feitos diversas visitas a municípios do Brasil – menos ES – O senador admite que deseja concorrer a presidência da República em 2014.

Neste mesmo ano ele pretende apoiar a reeleição do governador Renato Casagrande (PSB-ES).

Mas em 2018 quer concorrer ao governo capixaba, o que mostra que nem ele mesmo acredita em sua eleição para a vaga de Dilma.

O casal foi a Tocantins, dia 10 do mês passado, apoiar o candidato tucano a prefeito de Porto Nacional, Otoniel Andrade (foto)

Ele acabou eleito com 10.184 votos, e derrotou o segundo colocado, Paulo Mourao (PT), com 8.312, 29,40% votos e Clyeton Maia (PMDB) com 7969 votos.

Mas a eleição foi tumultuada. Segundo a imprensa local, o candidato eleito foi acusado de compra de votos e até invasão de residências.

dica da Rina Noronha

refrescando a memória:

durante a conturbada separação da cantora-deputada, magno malta chamou o ex-marido dela de “canalha, vagabundo e nojento”. o irmão de lauriete foi contratado no gabinete do pagodeiro, assim como aconteceu antes com músicos de sua banda.

depois é só mandar um “grandioso és tu” na tribuna que fica tudo certo, neam…

Justiça concede divórcio à esposa por causa do mau cheiro do marido

Taiwanesa pediu o divórcio por causa do mau cheiro de seu marido. (Foto: Reprodução)Taiwanesa pediu o divórcio por causa do mau cheiro de seu marido. (Foto: Reprodução)

Publicado originalmente no G1

Uma taiwanesa pediu o divórcio por causa do mau cheiro de seu marido e o tribunal da cidade de Hsinchu o concedeu em uma sentença anunciada nesta quarta-feira.

Na decisão judicial, o tribunal assinala que os filhos do casal confirmaram que seu pai não só tinha os pés muito fedorentos, como também não costuma tomar banho com frequência e não contribuía em nada para a manutenção da família.

O marido, de 47 anos e de sobrenome Zhang, só se banhava duas vezes por semana, mesmo nos meses de verão, e quando seus familiares se queixavam do mau cheiro, lhes dizia que utilizassem perfume, relataram seus filhos ao tribunal.

As autoridades consideraram que viver com uma pessoa com mau cheiro e maus hábitos de limpeza representa uma situação intolerável que justifica o divórcio.

Sacoleiros do divórcio

Fabrício Carpinejar, no Zero Hora [via Blog do Carpinejar]

Eram separados recentes. Mariana e Renato já tinham atravessado o apocalipse do primeiro mês, momento crítico em que se torce deslavadamente para a tragédia do ex. (Torcer é um eufemismo, rezava-se para que o divórcio logo se transformasse em viuvez. Quem passou pela fossa sabe do que estou falando: o desejo 24 horas por dia para que o outro morra, desapareça da face da Terra, evapore da humanidade. E que seja uma morte retumbante, com ampla repercussão nas redes sociais, esmagado pelo Arco da Redenção, ou atropelado por uma bicicleta na ciclovia do Gasômetro).

Os dois curtiam a segunda fase da separação: a curiosidade do ódio, aquele período fundamental em que se paga por informações para descobrir como o nosso antigo par está reagindo ao luto. Mariana e Renato queriam porque queriam notícias, adoeciam de ansiedade para desvendar se o ex engatou um novo relacionamento e esqueceu o passado, mas não poderiam se telefonar.

Soaria suspeito ligar para os amigos perguntando, ficaria muito na cara o interesse, representaria uma recaída. (Ansiedade não é o nome certo, talvez seja medo de que o ex seja feliz primeiro. Existe uma competição oculta entre os separados: quem sai mais nas baladas, quem emagrece mais, quem tem mais amigos no Facebook, mais seguidores no Twitter).

Ambos psicanalistas, lacanianos assumidos, Mariana e Renato não se sentiam à vontade usando a filha Marisa, de três anos, como garota de recados. Viviam criticando essa atitude, quando a criança é intermediária da crise, uma espécie de mula do tráfico amoroso, levando ofensas e indiretas entre os lares.

Mas Mariana e Renato encontraram um modo inteligente de se comunicar: as sacolas das lojas. A filhota chegou para dormir na casa do pai com os pertences numa sacolinha de caríssima loja feminina de sapatos, onde cada par não custava menos de R$ 500. Aquilo irritou o homem: “Eu sofrendo para pagar a pensão e ela gastando os olhos da cara”. Para quê? Não deu outra: a filha voltou para a mãe com sacolinha de grife masculina. Mariana reparou na marca Armani e se enfureceu: “Comigo, ele vivia de abrigo molambento, velho, agora torra tudo o que não tem com terno, deve estar apaixonado por alguma piranha”.

A reação veio no final de semana seguinte. Providenciou que a filha visitasse o pai com uma sacola de free shop. Renato bufou: “Agora a cretina viaja ao Exterior! Ao meu lado, só íamos almoçar na sogra em Cachoeirinha”. Preparou a vingança mais do que perfeita, apareceu numa rede de lingerie para pedir uma sacola emprestada na maior cara de pau, comportou as coisinhas da filha lá dentro e teve sucesso.

Sua desafeta predileta babou, esperneou e ralhou que não aguentava a provocação: “Ele nunca comprou um sutiã para mim, sequer conhece o número do meu peito, agora o pilantra distribui peças íntimas para suas namoradas”. Após sete dias, apelou de vez e pôs as roupinhas da menina numa bolsa plástica prateada e fosca, própria de sex shop.

Foi um golpe baixo. Renato perdeu a educação dos símbolos, pegou o telefone e rompeu o silêncio:

– Da próxima vez, pode mandar os objetos da nossa filha numa sacola que não seja de sacanagem?
– Por quê? Está com ciúme? – pergunta Mariana.
– Não, imagina, deixa pra lá…

E começava a terceira e última fase da separação: a hipocrisia, fingir que nada mais é importante.

arte: Natalia Gontcharova