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Comercial impactante mostra a importância dos primeiros socorros

John Ambulance

Diego Luís, no Plugcitários

St. John Ambulance é uma organização internacional sem fins lucrativos especializada na prestação de serviços de ambulância, serviços paramédicos industriais, treinamento e formação de saúde e segurança. Para promover seus cursos de primeiros socorros, a filial da instituição em Perth, Austrália, lançou um comercial capaz de gerar muita agonia e aflição em quem o assiste.

O vídeo da campanha apresenta uma mãe desesperada tentando socorrer o filho que é vitima de afogamento. Porém todos os esforços para salvá-lo são em vão, pois uma barreira invisível a impede. O anúncio ainda apresenta a frase “Se você não sabe primeiros socorros, você não pode ajudar”. A ideia é mostrar o quão impotente uma pessoa que não possui formação em primeiros socorros se sente em uma situação de emergência.

A campanha criada e produzida pela The Brandy Agency reforça o posicionamento adotado pelo St. John Ambulance, e tem como objetivo mostrar que uma pessoa que possui a formação em primeiros socorros pode ser a diferença entre uma vida perdida e uma vida salva.

“Se você ainda não tem formação em primeiros socorros, há uma barreira o impedindo de ajudar outra pessoa. Não importa se é um ente querido ou completo estranho, você se sente instantaneamente impotente para prestar assistência” é o que disse James Sherriff, gerente geral do St. John Ambulance

Veja o vídeo:

Pesquisadores descobrem por que alcoolismo enfraquece os músculos

publicado no Vírgula
O impacto do alcoolismo na fusão das mitocôndrias das células contribui para o enfraquecimento dos músculos, segundo um estudo liderado pela bioquímica chilena Verónica Eisner e publicado nesta segunda-feira (21).

A fraqueza muscular é um sintoma comum tanto em pessoas que foram alcoólicas durante muito tempo quanto em pacientes com doença das mitocôndrias, os orgânulos celulares que fornecem a maior parte da energia necessária para a atividade celular.

Em artigo que publica nesta segunda, na revista Journal of Cell Biology, Eisner, da Universidade Thomas Jefferson, e seus colegas descrevem um elo comum em ambas condições: mitocôndrias que não podem ser reparadas.

As mitocôndrias reparam seus componentes partidos fundindo-se com outras mitocôndrias e trocando seus conteúdos. Nesse processo as partes danificadas se separam para um reprocessamento e são substituídas por proteínas da mitocôndria saudável que funcionam normalmente.

O tecido muscular depende constantemente da energia que fornecem as mitocôndrias, o qual faz com que o trabalho de reparação seja uma necessidade frequente. Mas como as mitocôndrias estão muito acirradas entre as fibras de células musculares, a maioria dos cientistas achava que a fusão de mitocôndrias era impossível nestes tecidos.

Eisner criou um sistema para “etiquetar” as mitocôndrias nos músculos de esqueleto dos ratos de laboratório com duas cores diferentes e depois observou se se combinavam.

Segundo o artigo, Eisner primeiro criou um modelo de estudo com ratos cujas mitocôndrias manifestavam a cor vermelha o tempo todo, e também mediante engenharia genética fez com que as mitocôndrias nas células se tornassem verdes quando eram atingidas por raio laser. Assim, criou quadrados de mitocôndrias verdes brilhantes sobre um fundo vermelho.

Surpreendentemente as mitocôndrias verdes se combinaram com as vermelhas, trocando seus conteúdos, e também foram capazes de ir a outras áreas onde antes só havia mitocôndrias de cor vermelha. ”Os resultados mostraram pela primeira vez que a fusão de mitocôndrias ocorre nas células musculares”, disse Eisner.

Depois, o grupo de pesquisa liderado por Gyorgy Hajnoczky, diretor do Centro MitoCare em Jefferson, demonstrou que das proteínas na fusão de mitocôndrias denominada Mfn1 era a mais importante nas células dos músculos do esqueleto.

Os cientistas observaram que a abundância de Mfn1 diminuía até 50% nos ratos com uma dieta de conteúdo alcoólico regular, enquanto que as outras proteínas na fusão não se alteravam. A diminuição apareceu acompanhada de uma redução substancial da fusão de mitocôndrias, e os investigadores relacionaram a míngua da Mfn1 e a fusão de mitocôndrias com o aumento da fadiga muscular.

Capas de álbuns que seriam melhores se fossem gifs animados

publicado no Mundo Livre

O BuzzFeed listou 25 capas de álbuns que seriam muito melhores se fossem feitas em versao de GIF animado – abaixo algumas delas, como ‘Wish You Were Here’, do Pink Floyd, ‘Dangerous’, de Michael Jackson, ‘Nevermind’, do Nirvana, e ‘No Strings Attached’, do N’Sync. Vale destacar também produções mais recentes, como a capa de ‘Elephant’, do The White Stripes, ‘The Fame’, da Lady Gaga e ’20/20 experience’, de Justin Timberlake. A lista completa você confere no BuzzFeed.

Essa velhinha de 79 anos dança como se tivesse 19

Ivan Mola, no Eu te amo hoje

Programas de talentos existem em todas as partes do mundo desde que a TV é TV, mas vez ou outra aparece alguém que surpreende não só aos jurados, mas ao telespectador e a toda internet.

Pois foi o que aconteceu com Paddy, uma senhora de 79 anos que tem como maior hobby a dança.

Paddy se apresentou com o professor de dança Nico no Britain’s Got Talent, programa que já revelou Susan Boyle e Jonathan Antonine entre outros, e assim como os dois citados, foi alvo de brincadeiras ao entrar no palco, sendo comparada até com um programa de humor inglês.

O começo da apresentação não empolgou o público, que era mostrado com expressão de desânimo pelas câmeras. Até que Simon Cowell deu seu “não”, e o tango introdutório se transformou em uma animada salsa, onde a vovó e seu par fizeram todo tipo de acrobacia, fazendo o público espantado delirar.

As imagens da plateia e dos jurados provam o quanto a dança foi espetacular.

Assista a incrível apresentação da vovó Paddy, um exemplo a todos de qualquer idade.
[não esqueça de ativar as legendas]

10 paradoxos alucinantes que vão dar um nó na sua cabeça

publicado no HypeScience

O que é um paradoxo? De uma maneira curta e grossa, um paradoxo pode ser definido como uma expressão, verbal ou numérica, que contém uma contradição interna, como no verso de uma dos poemas mais famosos de todos os tempo, de Luis Camões, que diz: “Amor é ferida que dói e não se sente”. O paradoxo existe nessa frase porque o poeta diz que “dói” e ao mesmo tempo “não sente”. Oras: como pode ele saber se dói ou não, se ele não sente? Ou, como é possível não sentir o que dói?

Esse é apenas um dos vários exemplos de paradoxos, que podem ser encontrados por toda a parte – da ecologia à geometria, da lógica à química. E, como além de confusos, eles são um tanto divertidos, vamos mostrar aqui hoje 10 paradoxos que vão dar um nó na sua cabeça!

10. O paradoxo de Banach-Tarski

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Imagine que você está segurando uma bola. Agora imagine que você está rasgando essa bola em pedaços, dando a eles qualquer forma que você quiser, aleatoriamente. Depois disso, coloque os pedaços juntos novamente para formar duas bolas ao invés de uma. Qual o tamanho dessas bolas, em comparação com a que você começou o experimento?

A geometria teórica concluiria que a bola original pode ser separada em duas bolas exatamente do mesmo tamanho e forma da bola original. Além disso, dadas duas bolas de volumes diferentes, as duas poderiam ser reformadas para se encaixarem uma com a outra. Conclusão: uma pequena ervilha poderia ser dividida e transformada em uma bola do tamanho do sol.

Como é que é?

Calma. O truque deste paradoxo é a ressalva de que você pode rasgar uma bola em pedaços de qualquer forma. Na prática, você realmente não pode fazer isso, porque estamos limitados pela estrutura do material e, finalmente, pelo tamanho dos átomos. Para ser capaz de rasgar realmente uma bola da maneira que você bem entendesse, ela teria de conter um número infinito de pontos sem dimensão acessível. Ela também deveria ser infinitamente densa com estes pontos e, uma vez que fossem separados, as formas poderiam ser tão complexas que não teriam nenhum volume definido. Você poderia reorganizar essas formas, cada uma contendo infinitos pontos, em uma bola de qualquer tamanho. A nova bola ainda conteria infinitos pontos, e as duas bolas seriam igualmente, e infinitamente, densas.

Essa ideia não funciona quando fazemos o experimento em bolas físicas, apenas com esferas matemáticas – que são conjuntos de números infinitamente divisíveis em três dimensões. A resolução do paradoxo, o chamado teorema de Banach-Tarksi, é, portanto, de fundamental importância para a teoria dos conjuntos matemáticos.

9. Paradoxo de Peto

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Não preciso dizer para ninguém que as baleias são muito maiores do que nós, não é? Isso significa que elas também têm muito mais células em seus corpos. Então, se cada célula do corpo tem potencial para se tornar cancerosa, baleias têm uma chance muito maior de ter câncer do que nós seres humanos, certo? Errado.

O Paradoxo de Peto, em homenagem ao professor de Oxford Richard Peto, afirma que a correlação esperada entre tamanho do animal e da prevalência do câncer é inexistente. Os seres humanos e as baleias beluga compartilham uma chance relativamente semelhante de ter câncer, enquanto que certas raças de pequeno ratos têm uma chance muito maior. Para alguns biólogos, essa falta de correlação apresentada no paradoxo vem de mecanismos de supressão de tumores em animais de maior porte. Estes supressores justamente trabalham para evitar a mutação de células durante o processo de divisão.

8. O Problema das Espécies Presentes

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Para algo existir fisicamente, ele deve estar presente por um período de tempo. Assim como em um objeto não pode faltar comprimento, largura ou profundidade, ele precisa de “duração” – um objeto “instantâneo”, que não dura por qualquer quantidade de tempo, simplesmente não existe.

De acordo com o niilismo universal, o passado e o futuro não ocupam nenhum momento dentro do presente. Além disso, é impossível quantificar a duração do que chamamos de “presente”. Qualquer quantidade de tempo que você atribui ao presente pode ser temporariamente dividida em partes de passado, presente e futuro. Se o presente é de um segundo, então esse segundo pode ser dividido em três partes. A primeira parte é, então, o passado, a segunda parte é o presente, e a terceira é o futuro. E esse terceiro segundo, que agora é considerado o presente, pode ser ainda dividido em mais três partes. E assim sucessivamente. Esta divisão pode ocorrer infinitamente. Portanto, o presente nunca pode existir verdadeiramente, uma vez que nunca ocupa uma duração de tempo. O niilismo universal usa esse argumento para afirmar que nada existe.

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