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Homem encontra pérola rara ao comer ostras para curar ressaca

Tinha comprado duas ostras numa peixaria em Newquay, na Cornualha, depois de uma noite de álcool a mais

publicado no TVi24

Comer ostras tornou-se numa experiência inesquecível para o inglês James Humphries depois de encontrar uma pérola verdadeira num desses momentos.

O homem, de 34 anos, comprou duas ostras numa peixaria local em Newquay, na Cornualha, Inglaterra, depois de uma noite de álcool a mais.

Para James, as ostras são a «cura perfeita para a ressaca», pelo que, mesmo embriagado, notou algo de estranho na boca quando começou a comer. «Quando cuspi o que tinha na boca é que percebi que era uma pérola. É pequena, perfeita e eu adoro-a», contou ao The Telegraph.

As pérolas encontram-se, normalmente, em «Ostras de Pérola» e não no tipo que James comeu, mais conhecido por a «Ostra do Pacífico».

Gareth Hornel, proprietário da peixaria, disse ao jornal que nunca assistiu a algo assim em 30 anos de serviço.

A pérola rara pertence agora a James Humphries, que já sabe o que vai fazer com ela. «Estou a pensar transformá-la numa peça de joalharia, provavelmente um peixe de prata com a pérola no olho», adiantou.

Exame de sangue identificará tendências suicidas

O teste também será utilizado em pesquisas relacionadas à depressão e outras doenças relacionadas ao cérebro, como o mal de Alzheimer

Editora Globo
Estudo da Suécia indica relação entre tendências suicidas a níveis elevados de ácido quinolínico no sangue / Créditos: U. S. Navy

publicado na Revista Galileu

No ano passado, pesquisas realizadas na Suécia publicaram um estudo que indicava relação entre tendências suicidas a níveis elevados de ácido quinolínico no sangue, um neurotransmissor associado à inflamação.

Atualmente, uma equipe de cientistas da Austrália trabalha com esta constatação para desenvolver um exame de sangue capaz de medir o nível do ácido no sangue. A intenção é que o teste auxilie os médicos no diagnóstico das condições mentais de uma pessoa depressiva.

Além disso, espera-se que o exame contribua como ferramenta de pesquisa que permita estabelecer relações entre a depressão e o sistema imunológico das pessoas e também investigar o papel do ácido quinolínico em doenças relacionadas ao cérebro, como mal de Alzheimer, autismo e esquizofrenia.

Animais com deficiência vivem felizes com ajuda de próteses

Foto: Reuters

Foto: Reuters

publicado na ANDA

Um cão usando uma espécie de muleta para movimentar-se não é uma imagem de todo desconhecida. Mas, e um cavalo? Ou uma tartaruga? Um golfinho?

A verdade é que existem próteses para os diferentes tipos de animais que padeçam de alguma deficiência.

É o caso de um golfinho com 37 anos de idade estimados que perdeu 75 por cento de sua barbatana caudal devido a uma doença desconhecida. Felizmente, esse golfinho que vive em Motobu, uma cidade no sul da ilha japonesa de Okinawa, agora pode nadar e saltar com uma cauda artificial que acredita-se  ser a primeira do mundo a ser usada nesse animal, segundo a Reuters.

Existe também a história de um porquinho chamado Chris P. Bacon que movimenta-se com a ajuda de uma cadeira de rodas. Ele nasceu com uma deficiência congênita nas patas traseiras.

Foto: Reuters

Foto: Reuters

Com 48 anos, o elefante Motala caminha graças à sua prótese colocada no Elephant Hospital situado no norte de Bancoc. Ele perdeu a perna esquerda dianteira depois de ter pisado em uma mina terrestre na fronteira de Mianmar, Tailândia, há 10 anos.

A tartaruga Tzvika também teve a vida mais facilitada com a ajuda de rodinhas que lhe foram colocadas no Hospital Wildlife Hospital Ramat Gan Safari, perto de Tel Aviv.

Além dos vários cães, há também um gato, Oscar, que ficou sem as patas traseiras após acidente em uma máquina agrícola. Ele conseguiu voltar a andar com a ajuda de próteses colocadas pelo cirurgião veterinário Noel Fitzpatrick.

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CHINA
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Cicarelli de Rio das Ostras dava aulas de catecismo e já foi evangélica

Wanderleia participava de encontros de casais Foto: Fábio Guimarães / Extra

Wanderleia participava de encontros de casais Foto: Fábio Guimarães / Extra

Andrea Machado e Paula Fernandes, no Extra

Quem assiste ao vídeo de Wanderlea dos Santos Silva, de 41 anos, “namorando” dentro d’água no carnaval, não imagina que, no passado, a “Cicarelli de Rio das Ostras” dava aulas de catecismo na Igreja São Francisco de Assis, perto de onde mora, no bairro Vale do Ipê, em Belford Roxo.

— A igreja foi fundada no ano em que nasci. Meu pai, minha mãe e meus tios ajudaram a construí-la. Por volta de 1988, dei aulas de catecismo para crianças de 8 a 10 anos. Falava com eles sobre Deus, lia a Bíblia e ensinava a rezar — conta Wanderlea, que durante alguns anos frequentou uma igreja evangélica mas, há pouco tempo, voltou às origens católicas para felicidade da família.

E não era só para crianças e adolescentes que Wanderlea, mãe de três filhos, dava aulas de religião… Durante alguns anos, a dona de casa também participou de grupos de família e encontro de casais na paróquia.

Advogado é Deus

Preocupada com a fama repentina, Wanderlea teme perder a guarda dos filhos, gêmeos de 9 anos. A filha de 19 — que mora em Rio das Ostras — nem quer papo com ela por causa das cenas escandalosas na praia.

— Minha filha nem quer falar mais comigo. E nem sei como será amanhã, com meus filhos voltando para a escola, porque os amiguinhos deles me conhecem. Pedi ao meu Deus para cuidar de mim, porque só ele pode ser meu advogado neste momento — reflete.

Na vizinhança, Wanderlea já caiu na boca do povo. Basta andar pelas ruas próximas à sua casa para ouvir: “Estão procurando a taradona?” ou “Se aquilo não era sexo, era o quê?”. Enquanto o tema está entre os mais comentados por ali, a dona de casa parece buscar inspiração no cantor Jair Rodrigues: prefere deixar que digam, que pensem, que falem…

— Já me chamaram até de vagabunda, mas não ligo para isso. Estou controlada por causa do meu marido, que está me dando apoio. Meu pai também me apoia, mas ele está chateado com tudo o que estão fazendo contra mim e falando.

O companheiro, Johne Max Geraldo dos Santos, de 38 anos, por sua vez, não demonstra ciúmes ao ouvir as declarações da amada. Porém, manda um recado aos que andam fazendo comentários maldosos sobre ele e Wanderlea.

— É fácil falar, difícil é ser eu. Quero ver pagar minhas contas. Sou um cara muito tranquilo, não vou dar ouvidos a isso, já falei para ela fazer o mesmo — diz Max (como prefere ser chamado), antes de soltar mais uma frase de efeito: — Falem mal, mas falem dela. Vou saber amanhã (hoje) como será a reação no trabalho. Podem falar à vontade, não vou me preocupar — antecipa ele, que trabalha numa transportadora.

‘Essa armação é coisa de homem recalcado’

Para Wanderlea, essa confusão toda que aconteceu em Rio das Ostras não passa de “armação de homem recalcado”. Ela conta que, assim que chegou à praia, foi comprar cerveja num quiosque. Lá, então, foi abordada por um rapaz que a convidou para beber. Ela recusou.

— E esse cara é o tal Rafael que testemunhou contra mim. Ele me chamou para tomar cerveja, mas eu não dei ideia. Homem quando leva um fora… Essa armação é coisa de homem recalcado, ele quis se vingar de mim. Acho que tudo foi uma armação dele com o Léo — acusa a $de casa, referindo-se ao homem com que teria dado uns amassos na água.

Olhar 43

Wanderlea conta que sempre fez muito sucesso com os homens e que, talvez, por isso atraia a inveja das pessoas.

— As pessoas têm inveja. Sempre foi assim. Sou muito carismática. dizem que sou atraente — confidencia.

Seu olhar é o que mais chama atenção, segundo a própria. Como explicar esta fórmula de sedução?

— Sou uma mulher bonita para a minha idade, sou muito conservada.

Denúncia de espionagem envolve Consórcio Construtor de Belo Monte

Leonardo Sakamoto, no Blog do Sakamotologo-twitter

O Ministério Público Federal no Pará recebeu denúncia de que o Consórcio Construtor de Belo Monte (CCBM) teria organizado esquema de espionagem contra movimentos sociais e sindicais que se opõem à construção da Hidrelétrica de Belo Monte. De acordo com o Movimento Xingu Vivo para Sempre, um empregado do consórcio foi flagrado infiltrado na reunião de planejamento realizada neste domingo (24), gravando o encontro com uma caneta espiã. Questionado, ele se disse arrependido e concordou em gravar o depoimento em vídeo (abaixo) detalhando sua atuação. Além disso, apresentou crachá e carteira profissional na qual consta o registro da empresa.

Procurada, a assessoria de imprensa do consórcio enviou a seguinte nota na tarde desta segunda (25): “O Consórcio Construtor Belo Monte, que até o momento não foi informado sobre o suposto fato, não tem como prática o envio de observadores a eventos promovidos por outros órgãos ou instituições”. Além do CCBM, o homem flagrado denunciou o envolvimento da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), que não se posicionou.

A matéria é da Repórter Brasil.

A procuradora Thais Santi Cardoso da Silva diz que ainda não foi decidido o encaminhamento que será dado ao caso, mas manifesta preocupação sobre a gravidade do que foi relatado. “Os movimentos sociais têm todo direito de reivindicar [a interrupção da obra] e essa atitude é extremamente preocupante”, afirma.

O empregado do CCBM chegou a concordar na noite de domingo (24), em prestar depoimento ao MPF, mas depois voltou atrás e passou a negar tudo que havia dito.

Movimento sindical – Em sua denúncia, o empregado do consórcio diz ter começado a atuar como agente infiltrado no segundo semestre do ano passado em canteiros de obra para identificar lideranças operárias, de modo a desmobilizar novas greves. Antes disso, em março de 2012, após a morte de um trabalhador, uma greve geral paralisou os canteiros. Acredita que o trabalho que realizou desde então foi decisivo para a prisão dos cinco acusados de terem comandado a última revolta de trabalhadores nos canteiros de Belo Monte, ocorrida em novembro do ano passado, e na demissão de cerca de 80 trabalhadores.

Ele se infiltrou no Movimento Xingu Vivo em dezembro, beneficiado pela amizade de sua família com a coordenadora do movimento, Antonia Melo. Passou então a acompanhar reuniões e monitorar os participantes.

Flagrado na última reunião do grupo, afirmou estar arrependido, pediu desculpas a todos e prometeu ir a público denunciar a situação. Após gravarem o vídeo com o relato, representantes do movimento chegaram a acompanhá-lo a sua casa, onde ele apresentou registro profissional comprovando ser empregado do consórcio. Ele concordou em prestar depoimento no Ministério Público Federal no mesmo dia, porém, mais tarde mudou de ideia e passou a negar tudo que havia dito.

Segundo o movimento, em seguida, enviou a seguinte ameaça em uma mensagem por celular para um dos integrantes: “vocês me ameaçaram, fizeram eu entrar no carro, invadiram minha casa sem ordem judicial. Isso é que é crime. Vou processar todos do Xingu Vivo. Minha filha menor e minha mulher são minhas testemunhas. Sofri danos morais e violência física. E vocês vão se arrepender do que fizeram comigo”.

Responsabilidades - Antes de se arrepender de ter feito a denúncia, o trabalhador chegou a dar detalhes sobre o esquema de espionagem, informando inclusive o nome dos que o contrataram e detalhes sobre como o serviço era executado.

Em nota, o grupo afirma que “apesar da atitude criminosa” e de “não eximi-lo de sua responsabilidade”, “o Movimento Xingu Vivo para Sempre entende que o maior criminoso neste caso é o Consórcio Construtor Belo Monte, que usou de seu poder coercitivo e financeiro para transformar um de seus funcionários em alcaguete”. O grupo cobra a responsabilização da empresa e do governo federal devido à participação da Abin e diz que considera “inadmissível que estas práticas ocorram em um estado democrático de direito”.

Antes mesmo de o caso ser divulgado, em audiência pública realizada nesta manhã, deputados federais da Comissão Parlamentar de Inquérito do Tráfico de Pessoas já haviam manifestado preocupação em relação ao que consideram perseguição de movimentos sociais na região. A sessão realizada em Altamira (PA) tinha como objetivo discutir e levantar informações sobre o caso de escravidão sexual de 14 pessoas denunciado na semana passada, que acontecia em uma boate vizinha a um dos principais canteiros de obras, em área declarada de interesse público para Belo Monte. Estiveram presentes os deputados federais Arnaldo Jordy (PPS), presidente da CPI, Cláudio Puty (PT) e José Augusto Maia (PTB).

Entre as principais reclamações e críticas dos movimentos que se opõem a hidrelétrica estão os impactos socioambientais previstos, o desmatamento e problemas técnicos no planejamento e execução do projeto. Os opositores defendem a interrupção da construção da barragem e têm seguidamente apresentado denúncias de problemas graves decorrentes da obra.

dica do João Marcos