Japonês pede namorada em casamento com “maior desenho em GPS do mundo”

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publicado na INFO

Em 2010, um artista japonês chamado Yassan deixou sua namorada em casa e viajou durante seis meses pelo Japão.

Seu objetivo era criar o maior pedido de casamento do mundo.

Equipado com um GPS, o artista (cujo nome real é Yasushi Takahashi) percorreu 7 163 km pelo país, a maior parte deles, a pé.

Quando chegou em casa, enviou os dados do navegador para o Google Maps e mostrou para a amada.

O resultado foi a imagem acima: sua trajetória formou no mapa do Japão a expressão “Marry Me”, ou “Case Comigo”, em português.

O Guinness Book classificou a obra como “o maior desenho em GPS do mundo”, seja lá o que isso signifique.

Além do pedido de casamento, Yassan costuma fazer outros desenhos pelo GPS e já possui um extenso portfólio.

Em 2008, ele largou o emprego para “experimentar o Japão que eu só conheço pelos livros.”

Uma fabricante de botas fez um pequeno documentário que conta a história do maior pedido de casamento do mundo. Assista abaixo.

Yassan’s Proposal – A Walkumentary from this that + the other on Vimeo.

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O surdo que escuta o sinal Wi-Fi e “coisas que ninguém mais consegue”

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publicado na Galileu

Mesmo perdendo a audição aos 20 anos de idade, Frank Swain escuta “mais” do que qualquer ser humano do planeta. Fazendo uso de uma tecnologia revolucionária há algum tempo, o garoto consegue – por meio de aparelhos auditivos – ter uma vida relativamente normal. Não bastando ser um surdo que escuta, Swain agora também faz parte de um experimento que o permite “ouvir” sinais Wi-Fi.

As funções “básicas” do aparelho de Swain funcionam de forma “incrivelmente difícil”, como explica: “Diferente dos óculos – que simplesmente dão foco ao mundo, os aparelhos auditivos digitais precisam recriar o som. Mais do que isso, eles amplificam os sons ‘úteis’ e suprimem barulho. É uma tecnologia que exige muita programação”.

Para Swain, essa digitalização do som é um mundo de portas abertas, capaz de gerar novas e interessantes experiências: “Na essência, eu escuto a interpretação de um computador. E esse tipo de ‘curadoria digital’ me intriga. Se vou passar o resto da vida ouvindo uma versão interpretada do mundo, quais elementos gostaria de adicionar?”.

E como em um filme de ficção científica, o jovem decidiu entrar em um projeto ousado chamado ‘Nesta’ ao lado do artista sonoro Daniel Jones. Depois de muita pesquisa, os dois conseguiram desenvolver o ‘Phantom Terrains’, um aparelho auditivo digital capaz de captar os sons dos sinais de Wi-Fi.

“Assim como a arquitetura de prédios conta sobre suas origens e propósitos, nós estamos começando a entender o mundo social pela paisagem inserida na rede”, conta Jones. Com esse trabalho, os dois conseguiram traçar endereços de casas comuns por suas transmissões de Wi-Fi. “Descobrimos que as rotas de algumas áreas residenciais estão totalmente inseguras”, afirma Swain.

Para os autores, o “mundo moderno está infundido com dados”. O garoto acredita que o projeto pode se tornar algo ainda maior: “Phantom Terrains abre as portas desse mundo para um pequeno passo da sintonia entre todos esses campos tão distintos”. Ele também completa: “Essa camada extra de som já está inserida no meio das outras; já faz parte da minha paisagem sonora. Então enquanto carregar meu celular comigo, eu sempre serei capaz de escutar o Wi-Fi”.

O artista Jones pensa que o “maior desafio é humano”. “O grande desafio é conseguir criar uma representação sonora do complexo mundo da rede sem obstruir as camadas comuns já acostumadas ao ouvido humano”.

Já Swain acredita “que apenas o tempo irá nos mostrar se a experiência foi bem sucedida; se sim, esse será um importante passo para tirar os computadores das caixas de vidro”. E ansioso, o jovem conclui: “Espero que um dia as pessoas possam ouvir o barulho dos números e suas discordantes melodias. Particularmente, eu almejo adicionar ainda mais informação nessa narrativa, espero escutar coisas no mundo que mais ninguém consegue”.

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Chocolate pode se tornar escasso até 2020, alertam fabricantes do produto

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publicado na Marie Claire

O chocolate, tão amado em todo o mundo, pode estar com os dias contados, alertou o maior fabricante do produto, o suíço Barry Callebaut Group. Segundo a empresa, até 2020 o cacau pode ter se tornado um produto escasso.
Barry Callebaut revelou, ao jornal “The Independent”, que vendeu 11.8% a mais entre os anos de 2013 e 2014 e seu relatório anual indica que o aumento do consumo deve continuar. No entanto, a produção de cacau não é mais suficiente para dar conta da demanda.

Fiona Dawson, ex-presidente da fábrica Mars Chocolate, já havia alertado em 2012 que o setor poderia estar escasso até 2020 por conta do aumento das pressões econômicas e ambientais em cima de produtores de cacau. “Não é sustentável”, avaliou na época.

Com a mesma preocupação, o editor da revista Kennedy’s Confection alertou, no ano passado, que a barra de chocolate do futuro pode ser feita com tão pouco cacau que o sabor “será bem diferente do que conhecemos amamos”.
O preço do doce vem aumentando nos últimos anos não somente pela escassez, mas também pelos temores do Ebola no oeste da África, pelos estragos causados pelo El Niño e pela especulação financeira.

Apesar disso, a demanda não para de crescer, sendo a Ásia a principal responsável pelo aumento da procura. O relatório também cita o Brasil, que já foi um dos maiores produtores de cacau, mas nos últimos anos está se tornando um importador.

Em 2010, John Mason, do conselho pela conservação da natureza em Gana, afirmou que “em 20 anos, o chocolate será como caviar”. Tão caro que pessoas comuns não poderão comprar.

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Pesquisadores buscam entender por que focas estão estuprando pinguins em ilha no Atlântico Sul

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publicado no O Globo

Um grupo de cientistas busca entender um fenômeno recente na Ilha Marion, uma das Ilhas do Príncipe Eduardo, localizada no Atlântico Sul. De acordo com estudo publicado na revista “Polar Biology” deste mês, focas estão abusando sexualmente de pinguins-rei nesse local.

A equipe sul-africana responsável pela pesquisa, formada pelos cientistas Ryan Reisinger, William Haddah, Tristan Scott, Marthán Bester e Nico de Bruyn, documentou três incidentes de focas na ilha abusando sexualmente dos pinguins. Houve outros episódios registrados nos últimos 30 anos.

“Em termos humanos, você chamaria isso de estupro”, disse Reisinger ao jornal “Times Live”. “Os pinguins reagem como se o predador estivesse tentando matá-los, pois eles inicialmente lutam por suas vidas, mas as focas são muito maiores e mais fortes, de modo que eles facilmente dominam os pinguins”.

Em uma ocasião, uma foca tentou copular com um pinguim, e, em seguida, o devorou. Os pesquisadores não têm certeza do que está levando os animais a essa atitude agressiva. No início, pensou-se que era parte do comportamento predatório normal das focas com relação aos pinguins.

O comportamento altamente incomum, explica a equipe, pode ser aprendido, “mas não sabemos o que pode ser a recompensa por aprender esse comportamento”, disse Reisinger.

Uma teoria dá conta de que a concorrência por exemplares do sexo feminino entre as focas tem feito com que alguns machos mais jovens atacassem os pinguins.

“É um pouco desconcertante, chocante e, estranhamente, um pouco embaraçoso de ver, mas não há definitivamente nada de engraçado nisso”, alertou De Bruyn.

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Tem um desafeto? Novo site te permite mandar cocô de cavalo para ele (e em anonimato)

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publicado no Yahoo!

Já imaginou como seria poder mandar para aquele seu desafeto um pote cheio de cocô de cavalo? A ideia parece surreal, mas movimenta um dos empreendimentos que mais tem bombado na web. O Shit Express é um site que criou esse serviço ao alcance de qualquer um.

A lógica do site é a seguinte: “Odeia alguém? Mande merda para ela!”. E se você tiver medo de ser descoberto, o site já cobriu essa possível “falha”. Tudo porque o pagamento pode ser feito em BitCoin, moeda virtual que garante, por conta sua criptografia, anonimato total.

Para piorar – ou melhorar? – a situação, o Shit Express ainda tem várias embalagens bonitinhas para empacotar o cocô de cavalo que o “presenteado” receberá. Se você achava que fezes e internet não tinham nada a ver, é hora de mudar seus conceitos. E prepare-se: as entregas que você recebe nunca mais serão as mesmas.

Se você se interessou pela ideia, é só clicar aqui e se divertir.

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