Aprovado projeto que proíbe brinde em lanche e ovo de Páscoa

Proposta que veta venda casada de alimentos acompanhados de brinquedos em SP ainda precisa passar pela sanção do prefeito

publicado no estadão

 

A Câmara Municipal aprovou nesta quarta-feira, 2, em votação definitiva, projeto de lei que proíbe a venda casada de alimentos acompanhados de brinquedos na capital paulista. De autoria do vereador Arselino Tatto (PT), líder do governo de Fernando Haddad (PT), a proposta veta que brinquedo seja indicado como “brinde” de lanches ou ovos de Páscoa. O tema segue para apreciação do prefeito.

Em trâmite na Casa desde 2009, o projeto teve votação simbólica, em exatos 36 segundos, assim como ocorreu no fim de maio, quando os vereadores aprovaram o fim do rodízio de veículos em São Paulo, posteriormente vetado por Haddad. O único parlamentar a declarar voto contrário foi Ricardo Young (PPS). Segundo ele, não havia informações suficientes para deliberar sobre a proposta.

Considerada prática abusiva pelo Código de Defesa do Consumidor, a venda casada é comum nas conhecidas redes de fast-food e nas embalagens de ovos de Páscoa, mas, segundo Tatto, “estimula o consumo exagerado de determinado alimento, sem justa causa ou limites quantitativos”.

Em 2011, a venda casada rendeu a aplicação de uma multa milionária ao McDonald’s. A Fundação Procon de São Paulo estipulou o pagamento de R$ 3,1 milhões pela venda do McLanche Feliz, combo com lanche, bebida e brinquedo. O caso se estendeu na Justiça e, dois anos depois, a empresa conseguiu anular a penalidade.

Polêmica, a questão ainda não foi tratada com Haddad. “Não conversei com o prefeito e, por isso, não tenho garantias de que ele vá sancionar. Mas há estudos que mostram que o consumo é incentivado quando brinquedos são colocados dentro de alimentos. Tem a ver com a obesidade e acaba sendo um alerta para os pais”, disse.

Tatto ressaltou que a constitucionalidade do tema foi assegurada pela Procuradoria da Casa. “A assessoria jurídica deu parecer favorável pela legalidade e pela constitucionalidade. Espero que ninguém questione e que possa virar lei. Aí, os brinquedos poderão ser vendidos, mas de forma separada.” O projeto aprovado pelos vereadores estabelece uma multa de R$ 1,5 mil para o estabelecimento que praticar a venda casada.

 

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Nome ‘proibido’ impede menina de ter passaporte na Islândia

publicado no UOL

 

Harriet Cardew, 10, teve seu pedido de passaporte negado na Islândia porque seu nome não está incluído na lista de nomes aprovados pelo país, informou nesta segunda-feira (30) o site The Huffington Post.

Pais de bebês nascidos na Islândia podem escolher somente entre os 1.853 nomes femininos e 1.712 nomes masculinos permitidos. Até seis meses antes do nascimento da criança, o nome escolhido deve ser apresentado a um comitê do Registro Nacional, que aprovará ou não a escolha. Apenas em casos em que ambos os pais são estrangeiros o nome não precisa passar por aprovação.

A lei que controla os nomes islandeses tem como objetivo preservar o idioma do país. O nome escolhido deve estar de acordo com a estrutura linguística da Islândia e seguir a gramática islandesa. Esse é o problema de Harriet: seu nome não pode ser conjugado na Islândia, segundo explicou o pai da menina, Tristan Cardew, ao jornal britânico “Guardian”.

Cardew nasceu no Reino Unido e há 14 anos vive na Islândia, onde se casou com a islandesa Kristin. Lilja e Belinda, dois dos quatro filhos do casal, têm seus nomes nos passaportes, porque nasceram na França. Mas Harriet e seu irmão Duncan, 12, nasceram na Islândia e não tiveram os nomes aprovados pelo comitê, sendo nomeados como “Menina” e “Menino” em seus passaportes atuais.

Mas agora o governo negou o pedido de renovação do passaporte de Harriet, o que pode ameaçar os planos de férias da família, que vive na capital islandesa, Reykjavik, e pretende viajar para a França.

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Você comeria um Whopper do Orgulho Gay?

publicado no Adnews

Durante a Parada do Orgulho Gay de San Francisco, o Burger King apresentou o Proud Whopper, uma variação do tradicional sanduíche da marca.

O lanche foi servido numa lanchonete da rede e a reação dos consumidores foi filmada. Muitos se perguntavam o que havia de diferente no sanduíche, se era mais doce, mais saboroso ou menor que o Whopper normal.

Quando repararam no guardanapo que acompanhava o lanche, eles descobriam que o Proud Whopper era igual aos outros.

“Nós somos iguais por dentro”, dizia a folha que revestia o lanche. Ou seja, era o mesmo sanduíche, só que enrolado num arco-íris.

O objetivo é mostrar que o preconceito é algo bobo e carregado de julgamentos superficiais.

Muitos dos consumidores se emocionaram ao descobrir o que havia por trás do Proud Whopper. “Um hambúrguer nunca tinha me feito chorar antes”, diz uma das participantes.

A ação tem assinatura da DAVID dos brasileiros Anselmo Ramos, Roberto Fernandez e da dupla Bruno Luglio e Ivan Guerra.

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Esta luminária levará uma tempestade para a sua casa

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publicado no INFO

O inverno é um clássico período de seca no Brasil. Mas já existe uma maneira de matar a saudade do barulho de uma tempestade com direito a raios e trovões (e sem deixar a cidade ou sua casa alagada).

O designer Richard Clarkson criou a Cloud Lamp. A luminária simula o formato e a textura de uma nuvem. No entanto, o mais interessante é que ela simula pequenos raios, que são acompanhados por músicas.

Os alto-falantes ficam escondidos dentro de um corpo de fibras sintéticas muito parecidas com algodão. É nesse chumaço que também estão dezenas de lâmpadas LED de várias cores que simulam os raios.

A luminária é controlada por um processador arduíno. Há também sensores de movimento que detectam a presença do usuário e criam o relâmpago.

Os alto-falantes não servem apenas para fazer os efeitos sonoros da tempestade. O usuário também pode transformar a luminária em uma espécie de dock ao conectar seu dispositivo móvel com a luminária pelo Bluetooth.

O preço da luminária é um pouco salgado. No site do designer é possível comprar a luminária por 3.360,00 dólares. Outra versão custa 960 dólares, mas só tem as luzes que simulam a tempestade, não inclui controle remoto, alto-falantes ou sensores.

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