Maior e menor homens do mundo se encontram em Londres

publicado no R7

O menor homem do mundo, Chandra Bahadur Dangi, se encontrou com o maior, Sultan Kosen, nesta quinta-feira (13) em Londres, Inglaterra. Esta foi a primeira vez que o nepalês de 54,6 cm e o turco de 2,51 m se reuniram e posaram para fotos.

Os dois participaram do evento anual do Guinness Book que comemora o Dia Internacional dos Recordes. A comemoração realizou sua décima edição neste ano e aguarda a visita de milhares de pessoas.

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Noivo é levantado de sua cadeira de rodas para surpreender esposa no dia do casamento

 

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publicado no Catraca Livre

O sargento Joey Johnson passou os dois últimos anos de sua vida em uma cadeira de rodas. Ele havia acabado de voltar de uma missão de 10 meses no Afeganistão quando sofreu um acidente de moto e perdeu o movimento das pernas.

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Mas no dia de seu casamento ele quis surpreender a noiva Michelle e dançar sem a ajuda da cadeira de rodas. Suspenso com a ajuda de cordas, Johnson levou a noiva e os convidados às lágrimas. Confira as fotos do grande dia.

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Novos computadores vestíveis são usados na pele

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publicado na Folha de S. Paulo

É quase certo que a próxima era da computação será dominada por vestíveis, porém ninguém sabe como eles serão nem em que parte do corpo serão usados.

A Apple e a Samsung, por exemplo, estão apostando no pulso, enquanto o Google investe no rosto.

Algumas empresas de tecnologia acreditam que todo o vestuário será eletrônico. Há também um novo segmento de start-ups que acha que os humanos se tornarão verdadeiros computadores ou pelo menos repositórios de tecnologia.

Essas start-ups estão desenvolvendo computadores vestíveis que colam à pele como tatuagens temporárias ou como uma bandagem adesiva.

Muitas dessas tecnologias são flexíveis, dobráveis e extremamente finas. Elas também podem ter formas exclusivas para se destacar como uma tatuagem ousada ou se confundir com a cor da pele.

Computadores vestíveis serão mais baratos de produzir e funcionarão com mais precisão, pois os sensores ficarão rentes ou dentro do corpo das pessoas.

A empresa MC10, com sede em Cambridge, Massachusetts, está testando um tipo de computador vestível do tamanho de um pedaço de chiclete, que pode ter antenas sem fio, sensores de temperatura e de batimentos cardíacos e uma bateria minúscula.

Scott Pomerantz, diretor da MC10, disse: “Nosso computador vestível fica sempre ligado à pessoa. Ele é menor, mais flexível e estirável, e possibilita colher todos os tipos de dados biométricos relacionados aos movimentos”.

Recentemente, a MC10 uniu esforços com John A. Rogers, professor da Universidade de Illinois em Urbana-Champaign. Há quase uma década, ele aperfeiçoa dispositivos flexíveis que possam ser usados na pele ou implantados.

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Como esses dispositivos funcionariam? A pessoa colocaria alguns sensores no corpo na hora de sair para correr, depois veria uma análise altamente detalhada de seu exercício no telefone.

Outra função seria descobrir o melhor desodorante para certa pessoa. Um adesivo que monitora o grau de transpiração enviaria um e-mail com algumas recomendações. Outra utilidade seria monitorar a respiração de seu bebê colocando um pequeno sensor no peito dele para alertá-la caso ocorra qualquer problema.

“Os sistemas biológicos e eletrônicos serão muito mais integrados”, afirmou Rogers. “Sem esse contato físico estreito, é difícil ou talvez até impossível extrair dados relevantes.”

As aplicações para a saúde são numerosas. No ano passado, Rogers e sua equipe de cientistas trabalharam com pacientes com mal de Parkinson para monitorar seus movimentos, com dermatologistas que tratam doenças de pele e com empresas de cosméticos como a L’Oréal, a fim de desenvolver adesivos digitais que verificam a hidratação cutânea.

Anke Loh, da Escola de Arte do Instituto de Chicago (SAIC), está fazendo experimentos para que os computadores vestíveis pareçam body art. “Ao ver esses adesivos, dá vontade de colocá-los na pele, mesmo sem saber para que servem”, disse.

Cientistas da Universidade de Tóquio estão desenvolvendo uma “e-pele”, uma pele eletrônica que fica sobre a pele real. Ela parece um pedaço de plástico estirável, porém contém vários sensores relacionados à saúde.

Em outra versão, cientistas estão trabalhando para adicionar uma camada de LEDs, transformando a pele em uma tela fixada ao corpo. Além de monitorar a saúde, as peles digitais poderão ser uma interface visual e talvez até substituam os smartphones.

Porém, ainda é cedo para se desfazer de seu smartwatch ou do Google Glass.

Vai demorar para que o futuro vestível vire realidade.

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Turistas podem pagar multa ao tirar fotos da Torre Eiffel à noite e postar imagens nas redes sociais

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publicado no ELA

É um clique inevitável: qualquer turista que se preze em Paris faz fotos da Torre Eiffel. Mas é bom tomar cuidado se o registro for feito à noite sob o risco de ter que pagar multa. É que uma lei diz que fotos noturnas da torre estão sujeitas à pagamento de direitos autorais ao artista responsável por posicionar os canhões de luz sobre a edificação.

A iluminação é tecnicamente considerada uma obra de arte, então qualquer ‘reprodução’ requer a permissão do artista. Isso também significa que é ilegal compartilhar essas imagens nas redes sociais. Em seu site, a Torre Eiffel confirma que usos de fotografias estão sujeitas a certas restrições.
As fotos feitas durante o dia estão livres de questionamento já a torre foi construída em 1889, ou seja, já caiu em domínio público.

As diretrizes da União Europeia, de 2001, indicam que fotografias de obras arquitetônicas em espaços públicos podem ser tiradas de forma gratuita, mas a cláusula é opcional, segundo informou o tabloide britânico “Daily Mail”. Países como Itália, Bélgica e França, por exemplo, optaram por não seguir essa indicação.
Muitos edifícios em toda a Europa estão protegidos por copyright. Turistas devem pedir permissão do detentor dos direitos autorais para compartilhar suas fotos em sítios públicos.
Na Romênia, Bulgária e Eslovênia, por exemplo, pode-se tirar fotos de edifícios públicos, desde que as imagens não sejam vendidas.

Enquanto isso, no Reino Unido, Holanda e Alemanha, os turistas têm a liberdade de tirar e compartilhar fotos de prédios públicos por qualquer motivo.

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Bombeiro que prestou serviços à boate Kiss no RS é expulso da corporação

publicado na Folha de S. Paulo

A Brigada Militar do Rio Grande do Sul expulsou um bombeiro indiciado em uma investigação decorrente da tragédia da boate Kiss, em Santa Maria, que matou 242 pessoas e deixou outras 116 feridas em janeiro de 2013.

Roberto Flávio da Silveira e Souza foi desligado da corporação após a conclusão de um Inquérito Policial Militar que apurou a participação de agentes da corporação no episódio. O sargento, que é sócio de uma empresa que prestou serviços à casa noturna, é o primeiro bombeiro punido após a tragédia.

A decisão foi publicada no Diário Oficial da União no dia 30 de setembro. Conforme o comandante dos bombeiros de Santa Maria, tenente-coronel Marcelo Maya, a expulsão se deu por ficar comprovado que Souza desempenhava função incompatível com a de servidor público. Ele foi exonerado por falsidade ideológica e pelo exercício ilegal da profissão.

A Hidramix foi contratada para adequar o prédio da boate às exigências dos Bombeiros referentes ao Plano de Prevenção Contra Incêndios. Foi a empresa quem instalou as barras antipânico na Boate Kiss.

Após ser informado da expulsão, Souza encaminhou um ofício ao governador Tarso Genro solicitando que sua saída da corporação seja revertida em pena alternativa.

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INQUÉRITOS

Em julho, a Polícia Civil indiciou mais 18 pessoas em dois inquéritos remanescentes sobre o incêndio.

Foram investigadas fraudes cometidas pelos antigos proprietários da boate para obtenção de licenças municipais e irregularidades na prefeitura para liberação dos alvarás da Kiss.

Os dois inquéritos foram abertos depois do inquérito principal, apresentado em março de 2013. Na ocasião, a polícia indiciou 16 pessoas pela tragédia, sendo nove delas por homicídio com dolo eventual qualificado, quando a pessoa assume o risco de matar mesmo sem intenção.

No total, 28 pessoas foram apontadas como responsáveis pelo acidente, incluindo o então prefeito da cidade, Cezar Schirmer. Destas, o Ministério Público denunciou apenas oito pessoas, o que gerou uma série de protestos por parte dos familiares das vítimas.

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