Canadenses encontram navio de expedição perdido no século 19

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publicado na Folha de S. Paulo

Exploradores canadenses encontraram os destroços de um dos dois navios perdidos na trágica expedição Franklin ao Ártico canadense em 1845, ajudando a esclarecer um mistério histórico.

John Franklin e sua tripulação de 128 pessoas, a bordo das embarcações britânicas HMS Erebus e HMS Terror, procuravam a lendária Passagem do Noroeste entre os oceanos Atlântico e Pacífico quando ficaram presos no gelo. Os homens morreram, e os navios desapareceram.

Desde 2008 mergulhadores e arqueólogos canadenses vinham tentando encontrar as embarcações, aprisionadas no gelo ao largo da Ilha Rei William, no Estreito de Victoria, no território ártico de Nunavut.

“É com entusiasmo que anuncio que a expedição deste ano ao Estreito de Victória solucionou um dos maiores mistérios do Canadá com a descoberta de um dos dois navios pertencentes à expedição Franklin”, informou o primeiro-ministro, Stephen Harper, em um comunicado.

“Encontrar a primeira embarcação sem dúvida proporcionará o ímpeto necessário para localizar seu navio irmão e descobrir ainda mais sobre o que aconteceu com a tripulação da expedição Franklin.”

O enigma atormentou canadenses por gerações, em parte por causa do destino horripilante de seus tripulantes. Membros da tribo local Inuíte dizem que os homens, desesperados, recorreram ao canibalismo antes de morrerem.

Harper disse que os especialistas ainda não sabem se o navio encontrado é o Erebus ou o Terror. Eles são difíceis de localizar porque vagaram no gelo ao longo de centenas de quilômetros, e os Inuítes têm relatos conflitantes sobre o local de seu naufrágio.

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A nova ponte que comprova que Copenhague é mesmo a cidade dos ciclistas

publicado no Hypeness

Se você quer explorar uma nova cidade e conhecer o modo de vida de sua população, uma das melhores maneiras é em cima de uma bicicleta. Isso se a infraestrutura urbana do local permitir, claro. Nesse sentido, a capital da Dinamarca é um verdadeiro convite para pedalar.

Copenhague é uma amiga de longa data dos ciclistas. São quase 400 quilômetros de ciclovias integradas entre si e 50% dos habitantes se deslocando diariamente em suas bikes. Quem visita a cidade logo percebe a quantidade de pessoas de todos os estilos pedalando. Mulheres de salto, homens engravatados e por aí vai.

E, com a recente inauguração da ponte Cykelslangen (também conhecida como “The Bicycle Snake”), os ciclistas locais ganharam um novo e incrível espaço para acrescentar no trajeto. São 235 metros de comprimento e 4 metros de largura serpenteando sobre o porto da cidade, na altura do primeiro andar dos prédios. É o governo mostrando que se importa com a qualidade de vida das pessoas, e mostrando que dá sim para construirmos cidades mais verdes. Veja no vídeo:

Na Bicycle Snake, a questão estética não é menos importante do que a preocupação com a mobilidade urbana. A construção em aço e a distância entre os pilares dá leveza para o design da ponte. E a pavimentação laranja também proporciona um belo contraste com os cliclistas em movimento nos dois sentidos.

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Galinha rara tem penas, ossos e órgãos completamente pretos

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publicado na Rede Tv!

Devido um traço genético, algumas galinhas nativas da Indonésia nascem com as penas, os ossos e os órgãos completamente pretos. A ave rara é vendida por cerca de US$ 2,5 mil, mais de 5 mil reais.

Além da aparência ‘sombria’, a coloração escura das penas muda com a luz e adquire uma tonalidade esverdeada.

Segundo o jornal Metro, essas aves são chamadas de “Lamborghini das galinhas”, em alusão ao carro de luxo, mas nem por isso escapam do forno.

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Mulheres se casam após 70 anos de namoro nos Estados Unidos

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publicado no G1

Mais de sete décadas depois de começarem a namorar, Vivian Boyack e Alice “Nonie” Dubes se casaram. Boyack, de 91 anos, e Dubes, de 90 anos, se uniram em uma cerimônia no sábado (6), em Davenport, no estado de Iowa, nos Estados Unidos. Ambas assistiram à celebração em cadeiras de rodas.

“Esta é a celebração de algo que deveria ter acontecido há muito tempo”, disse a reverenda Linda Sunsaker ao pequeno grupo de amigos e familiares que presenciaram a cerimônia.

As mulheres se conheceram quando ainda eram adolescentes em Yale, Iowa, e se mudaram juntas para Davenport em 1947, onde Boyack trabalhou como professora e Dubes se tornou bancária.

Dubes disse que as duas aproveitaram bastante a vida juntas, e ao longo dos anos viajaram por todos os 50 estados do país e todas as províncias do Canadá, além de visitarem a Inglaterra duas vezes. “Nós nos divertimos”, afirmou.

Já Boyack comentou que é preciso muito amor e esforço para manter um relacionamento durante 72 anos.

Um dos convidados da cerimônia, Jerry Yeast é amigo do casal desde que era um adolescente e trabalhou como jardineiro na casa delas. “Conheci essas duas mulheres minha vida toda, e posso lhe garantir, elas são especiais”, disse.

O estado de Iowa passou a permitir o casamento entre pessoas do mesmo sexo em 2009. Sobre a decisão de finalmente se unirem legalmente, as duas mulheres disseram que nunca é tarde demais para um novo capítulo na vida.

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Mulher encontra ovos de aranha brasileira mortal em bananas

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publicado no Terra

Uma mulher foi obrigada a incinerar seu aspirador de pó e sua lata de lixo depois que encontrou ovos de uma aranha brasileira em um cacho de bananas, em Conchester, na Inglaterra. A aranha é considerada a mais venenosa do mundo. As informações são do The Guardian.

Segundo a publicação, a britânica Abby Woodgate, 30 anos, encontrou ovos da aranha armadeira, conhecida como “aranha banana”, em um cacho que estava prestes a consumir. Após perceber do que se tratava, ela jogou o cacho no lixo e usou um aspirador de pó para limpar a sujeira causada pelas frutas no chão.

Depois disso, Abby entrou em contato com a loja em que havia comprado as bananas. Com isso, especialistas do controle de pragas foram encaminhados até sua casa e pediram para levar a lata de lixo e o aspirador de pó para incineração, devido ao perigo de contaminação com o veneno da aranha.

A Tesco, rede de lojas que vendeu as bananas, ofereceu a reposição dos objetos que foram incinerados. Nenhuma aranha adulta foi encontrada.

A aranha armadeira é brasileira, mas também costuma ser encontrada na Costa Rica, no Equador e na Colômbia. Normalmente encontrada em bananas, ela é chamada de “armadeira” porque uma toxicina presente em seu veneno é capaz de manter uma ereção por quatro horas seguidas. Como o veneno é letal, é necessário separar a toxicina do veneno para que a tal ereção possa acontecer sem que a pessoa morra durante o processo.

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