Alckmin usa página “Picolé de Chuchu” para ganhar curtidas no Facebook

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publicado no Virgula

A equipe de mídia sociais da campanha do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, do PSDB, deu um passo em falso na disputa por mais curtidas no Facebook. Usuários da rede social que curtiam a página Picolé de Chuchu – inspirada no apelido nada carinhoso dado por José Simão ao governador – são agora redirecionados para a página oficial do candidato.

A reportagem do Virgula Diversão entrou em contato com o comitê da campanha do tucano. Por telefone, uma assessora de imprensa frisou que o Facebook oficial do candidato não é de responsabilidade da campanha e, sim, do próprio candidato. A assessoria de imprensa do Palácio dos Bandeirantes não soube informar quem administra a página no dia-a-dia. Já a assessoria de imprensa do Facebook afirmou que foi um “erro do sistema”.

Contudo, a página Picolé de Chuchu não consta mais na busca da rede social, e o número de curtidas na página do candidato permanece igual, mesmo sem a correlação.

Nesta quarta-feira (13), especialistas em tecnologia e mídias sociais ouvidos pela reportagem afirmam nunca terem ouvido falar de tal “erro de sistema” ou de páginas mescladas sem a solicitação de administradores.

Se uma página no Facebook usa o nome de um terceiro, o mesmo tem o direito de se apropriar dos seguidores deste endereço em sua página oficial. O problema é que, ao acessar a página, um constrangedor aviso aparecia logo abaixo da foto de Alckmin: “A página Picolé de chuchu foi mesclada com esta página”.

O site ainda mostrava ainda um aviso de “página duplicada”. “Você foi automaticamente redirecionado porque Picolé de chuchu foi associada a esta página.”

A estratégia funcionou, já que o número de curtidas na página de Alckimin cresceu para 352 mil. O lado ruim é que boa parte dos novos seguidores, na verdade, não gostam nem um pouco do político que agora estão “curtindo” no Facebook.
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Cartazes mostram filmes que gostaríamos de ter visto nos cinemas

publicado no Criatives

Você já assistiu algum desenho ou até mesmo uma série, e ficou pensando: Isso poderia ter virado Filme ? É normal isso pelo envolvimento que temos com algumas histórias criadas. Pensando assim também, o publicitário André Cox, criou uma série de posteres de filmes que ele e muitos gostariam de assistir no cinema algum dia.
Um dos que mais me chamou a atenção foi o Doug Funny, O Fantástico Mundo de Bob e claro Chapolin.
E o seu ?

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Boneca com pênis é vendida no Canadá e causa polêmica entre pais e na internet

publicado no Brasil Post

Uma boneca com um pênis está deixando alguns consumidores e internautas assustados.

O brinquedo, que é feito e distribuído pela marca You & Me Mommy, chora quando sua fralda precisa ser trocada, de tão real que é sua proposta.

Não é especificado no site da empresa ou na caixa do brinquedo, mas a boneca é anatomicamente um bebê do sexo masculino (a maioria dos bonecos são feitas sem os órgãos genitais no mundo todo). Recentemente, a marca publicou uma imagem no Facebook, que já foi retirada, e que despertou certa inquietação em alguns consumidores e cidadãos.

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umas pessoas consideraram a boneca inapropriada e desnecessária para as crianças, enquanto outros brincaram que poderia ser uma forma única de celebrar a questão de “gênero”. Enquanto isso, outros usuários do Facebook só queriam que a boneca continuasse na caixa e que viesse com uma etiqueta indicando a “novidade”.

A escritora Monica Beyer, do site SheKnows.com, no entanto, não viu problema algum no sexo da boneca. “Como assim não é adequado uma criança ver um bebê nu? Ou ele ter um pênis ou uma vagina?”. Ela escreve: “A verdade é que, quando uma criança aponta para uma parte do corpo que ela não tem, os pais são obrigados a explicar”.

Dr. Logan Levkoff, sexólogo, diz que proibir algo como a boneca com pênis, é um erro dos pais e que, se não dermos nomes para as partes do corpo, pode ser difícil para as crianças identificarem quando sentirem alguma dor no local, por exemplo.

Esta não é a primeira boneca anatomicamente correta. Sites como Momlogic, data a primeira boneca feita com forma “perfeita” em 1976, que ainda está disponível para venda no eBay.

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9 truques psicológicos que fazem você gastar mais em restaurantes

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publicado na Galileu

Sair para jantar é uma das coisas mais comuns – e legais – do nosso cotidiano. Mas, com a mesma frequência que vamos ao nosso restaurante preferido, somos vítimas de truques e peripécias dos donos de restaurantes, que contratam consultores para o desenvolvimento de cardápios mais atraentes e que nos fazem gastar mais. Lógico, isso não quer dizer que o quilo nosso de todo os dias contrate especialistas – mas algumas dessas práticas, usadas por grandes restaurantes, acabaram se popularizando e se tornando comuns até nos estabelecimentos mais simples.

1 – Eles não usam símbolos monetários

De acordo com o estudo realizado pela Cornell University School of Hotel Administration, menus com símbolos relacionados ao dólar vendem menos do que cardápios sem “$” ou algo do tipo. Para a pesquisa, assim que o consumidor nota o símbolo, a lembrança remete ao fato de gastar dinheiro e isso faz com que ele aja com mais cuidado. Então colocar valores só com os algarismos e sem o R$ no cardápio é uma forma de diminuir a cautela com que interpretamos o preço do prato.

2 – Números quebrados são importantes

Os designers de menus afirmam que valores terminados em 9, como 9,99, tendem a signifcar valor e não qualidade. E, segundo algumas pesquisas, valores quebrados podem ser considerados “amigáveis – mas disso você já sabe desde a moda das lojas de R$1,99.

3 – Descrever a comida aumenta o número de vendas

Um meno descritivo sempre anima o consumidor, afirma pesquisa da Cornell University. Especificamente, menus com pratos explicados de maneira até levemente romântica (sabor frutado, textura delicada e suave, etc. etc.) vendem 27% a mais do que menus comuns, diz o resultado do estudo da Universidade de Illinois.

Para o engenheiro de menus Greg Rapp , esse tipo de cardápio “traz o máximo da sensação ao consumidor, aumentando as chances do cliente se sentir satisfeito após a refeição”. Outro fator que também pesa para a formulação dos menus é o uso de grandes marcas dentro dessa descrição (sobremesa feita com sorvete X, por exemplo).

4 – Eles ligam comida à família

Consumidores gostam quando nomes os nomes dos estabelecimentos têm ligações familiares. Com esse tipo de conexão com o cliente, a meta dos restaurantes é apelar para a nostalgia. Então desconfie quando você encontrar a “Macarronada da Mama” ou o “Filé do Tio”.

5 – Restaurantes usam termos étnicos para parecerem mais autênticos

De acordo com o experimento realizado pela Oxford, um termo étnico ou geográfico pode atrair a atenção do consumidor para o tipo de comida daquele local, evocando sabores e texturas.

6 – Itens extremamente caros chamam a atenção para os mais baratos

De acordo com Greg Rapp, restaurantes usam artigos muito caros para destacar os baratos. A ideia é fazer com que você não compre o caro, mas crie razões para levar o “baratinho”, que nem sempre é tão barato quanto parece ao lado de um valor mais elevado. De acordo com um artigo da New York Magazine, a única função de um prato com valor de três dígitos no cardápio é dar a impressão de que todo o resto é uma grande barganha – mesmo que não seja.

7 – Restaurantes oferecem dois tamanhos de porções para um mesmo produto

Essa é uma estratégia chamada bracketing, em que o consumidor não possui ideia do tamanho da porção menor, mas assume que o valor vale a pena. Porém, a intenção do restaurante é a de que o cliente realmente compre a menor, para isso inflacionam a porção maior.

8 – Eles analisam os nossos padrões de leitura

Os restaurantes analisam padrões chamados scanpaths – pontos onde as pessoas fixam os olhos para a leitura.

De acordo com um estudo coreano, um terço das pessoas está suscetível a pedir o que lhe chamou a atenção de primeira. Por isso, restaurantes colocam os itens mais caros no canto superior esquerdo, já que é o caminho natural tomado pela nossa vista.

Essa estratégia também se dá em relação aos valores dos pratos. Colocando um primeiro item com maior valor, todos os outros poderão parecer ótimos preços, como explicamos no item 7.

9 – Eles criam um clima para gastar

De acordo com um estudo da Universidade de Leicester, tocar música clássica em um restaurante pode encorajar o cliente a gastar mais. No entanto, música pop faz com que pessoas gastem 10% a menos.

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Por que você não acha Paçoquita cremosa no seu supermercado

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publicado no EXAME

Já faz mais de um mês que o lançamento da Paçoquita cremosa causou uma corrida desenfreada até os supermercados – e deixou muitos de mãos abanando.

A procura pela pasta de paçoca ganhou a internet e até aplicativos que dizem onde é possível encontrar o doce, que mal chegou ao mercado e já é chamado de iguaria.

De acordo com a Santa Helena, empresa que produz a Paçoquita, isso acontece porque, todas as vezes que um produto novo chega ao mercado, existe uma burocracia para que os estabelecimentos obtenham licença para comercializá-lo.

O prazo para a obtenção da autorização é menor para as lojas independentes do que para as grandes redes, que têm mais pontos de vendas.

Além disso, há os próprios trâmites internos das grandes varejistas. “Para cada novo produto, é feita uma série de análises antes de colocá-lo à venda: categoria e qualidade do produto, se ele se encaixa no portfólio da rede, posicionamento de preço, entre outros”, diz a empresa.

Os estabelecimentos menores, por sua vez, recebem uma quantidade limitada do produto, até por uma questão de tamanho de estoque. Em resumo: as grandes lojas ainda não podem receber a Paçoquita, e as que recebem não podem recebê-la em quantidade suficiente.

A má notícia para os ávidos em experimentar (ou estocar) o novo doce é que a espera ainda não tem prazo definido. “Por questões logísticas ou de trâmites necessários para o cadastro, ainda não temos uma previsão de quando os grandes varejistas terão disponível o produto”, disse a Santa Helena, em nota.

A boa notícia é que, nos lugares onde a Paçoquita já pode ser vendida, tanto a produção quanto a distribuição aumentaram. “As vendas estão superando as expectativas iniciais previstas e, em função desta grande demanda e procura pelo produto, estamos trabalhando para disponibilizá-lo o mais rápido possível aos consumidores de todo o Brasil”, diz a companhia.

Enquanto a situação não se normaliza, resta entrar nas filas de espera dos pequenos mercados. A Santa Helena garante que a demanda será suprida.

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