8 técnicas psicológicas para lidar com stress e ansiedade

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publicado na Galileu

Muitos estudiosos consideram o stress e a ansiedade os males característicos do nosso século. São várias as características da vida moderna que, se não causam, despertam e não ajudam a domar os medos irracionais: a vida violenta das grandes cidades – em SP, por exemplo, cerca de 30% da população sofre com alguma perturbação mental -, as pressões profissionais e sociais que as redes sociais acirraram e o consumo excessivo de informação são alguns dos fatores que podem agravar ansiedade e stress.

Sintomas típicos de stress e ansiedade incluem taquicardia, cansaço frequente, insônia, falta de ar, irritabilidade. Se você já teve algum quadro clínico associado a alguma dessas coisas, sabe o quão difícil é se livrar delas. E embora a gente sempre sugira buscar um médico caso você perceba que anda nervoso demais e isso esteja afetando sua saúde, há várias técnicas aprovadas por psicólogos que podem te ajudar a lidar melhor com esse tipo de coisa:

1. Esteja presente

Você já deve ter lido outra de nossas listas de lifehacks e já deve ter se deparado com a sugestão “medite”. Sem medo de parecer repetitivo, a gente vai nessa linha de novo: meditar é apenas uma das maneiras de estar presente. Praticar exercícios, fazer caminhadas ou mesmo ter um hobby que tome 100% da sua atenção – essas coisas focam você no momento e evitam que você pense no que poderia ter sido e não foi e nas possibilidades do futuro, coisas que costumam intensificar a ansiedade e o stress.

2. Entenda o poder da sua respiração

Ansiedade e stress geram respiração ofegante. E retomar o controle da sua respiração pode, no caminho inverso, acalmar sua mente. Respire fundo algumas vezes quando sentir que está nervoso e isso enviará ao seu cérebro a mensagem que você está calmo – já que quem está calmo respira devagar.

3. Cultive um olhar diferente em relação aos seus problemas

Você pode olhar pra uma situação estressante – uma reunião com um cliente – como uma situação estressante ou como uma oportunidade de impressionar alguém importante no seu network. É tudo uma questão de ponto de vista. Deixe a pressão te ajudar a fazer um trabalho melhor, em vez de trazer à tona suas inseguranças.

4. Aceite o que você não pode mudar

Com o perdão do clichê, clichês são clichês por uma razão: eles são verdade. Algumas coisas são o que são e lutar contra elas mentalmente, perguntando porque elas estão acontecendo com você, se culpando ou se martirizando só vão te deixar mais ansioso. Aceite que o problema é do jeito que é: deixe de pensar como poderia ter sido diferente caso as coisas… tivessem sido diferentes. Há coisas que você não pode controlar. Você não pode escolher o que seu chefe, seu marido ou sua sogra vão te falar, mas pode escolher como lidar com isso.

5. Ocupe a mente (mas não muito)

Mantenha-se ocupado o suficiente para não deixar o ciclo de pensamentos negativos seguir seu curso. Não adianta se estressar mais ainda, mas tente manter-se compenetrado em tarefas de alto nível de atenção e que não sejam muito chatas.

6. Exercite-se

Esse é outro clichê das nossas listas. É que se exercitar faz bem pra sua mente e pro seu corpo, e como não poderia deixar de ser, ajudar a diminuir os níveis de stress e ansiedade. Uma caminhada basta: depois de 21 minutos andando, você já sente alguns efeitos benéficos do exercício no seu organismo: mais calma, foco e disposição.

7. Durma bem

Publicamos um guia com dicas para dormir melhor. Dormir bem e suficiente pode ser a solução pra muitos problemas do seu dia a dia, e não é diferente com stress e ansiedade, que inclusive causam insônia. Então, minimizar distrações e luzes, fazer do seu quarto e da sua cama um santuário do sono e esvaziar a cabeça antes de dormir podem te ajudar.

8. Não seja vítima do perfeccionismo

Sucesso não é uma linha reta, embora pareça assim quando a gente olha pra quem é bem sucedido. Problemas acontecem na vida de todo mundo, as pessoas falham e precisam recomeçar e você não está imune a isso. Se cobrar por perfeição é absurdo porque não é justo com você – além disso, muita gente que é perfeccionista ao extremo só é cruel assim consigo mesmo, porque seria incapaz de cobrar tanto os amigos e os colegas de trabalho, por exemplo. Ou seja: porque você faz consigo o que não faria com os outros?

Não confunda perfeccionismo com um desejo por dar sempre o seu melhor . O perfeccionismo é uma cobrança cruel e irreal e leva à depressão, ansiedade, vícios e é paralisante – especialmente quando deixamos de fazer o que queremos por medo de que não seja perfeito.

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Mulher etíope possui maior ‘disco labial’ do mundo com 60 cm

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publicado no Terra

Uma mulher tem o maior disco labial do mundo e foi encontrada por dois cineastas australianos que filmavam tribos locais da Etiópia. A circunferência do objeto que deforma a boca da africana tem cerca de 60 centímetros. As informações são do Daily Mail.

Segundo as tradições do país, jovens de aproximadamente 15 anos colocam um piercing na boca e, ao longo do tempo, vão aumentando o tamanho do disco. A deformação nos lábios demonstra poder e é proporcional ao valor do dote de casamento; ou seja, quanto maior, melhor será o marido conquistado e maior a quantidade de cabeças de gado dada pela família da noiva como dote.

O cineasta Abrahem Joffe está fazendo um documentário e viaja pelo país neste mês orientado por guias da região – e até os nativos ficaram impressionados com o disco labial de Ataye Eligidagne, 20 anos, na cidade de Omo Rover. “Quando você viaja e encontra algo que surpreende até mesmo os nativos, isso quer dizer que você achou algo extraordinário”, disse o australiano.

Em uma entrevista, a jovem disse que começou a deformar os lábios aos 17 anos e, em três anos, tem uma circunferência de 59,5 centímetros – mais que o dobro do tamanho médio dos discos vistos nas mulheres de sua tribo. Ela disse que não sente dor e que não existiram efeitos colaterais.

O governo da Etiópia luta contra as deformações por disco e já lançou campanhas contra tal tradição.

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Fotógrafo captura 24 pores do sol ao redor do mundo em apenas um dia

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publicado no Hypeness

Você já deve ter ouvido falar sobre a fama de alguns lugares que têm um pôr do sol sensacional. Alguns locais se tornam conhecidos justamente por proporcionar um espetáculo visual único, mas seria possível presenciar o pôr do sol 24 vezes em um dia?

A marca de relógios Citizen ousou experimentar e convocou o fotógrafo britânico Simon Roberts e o ex-piloto Jonathan Nicol para conseguirem essa façanha quase impossível. O resultado foi o Citizen Chasing Horizons, uma mistura de campanha publicitária e documentário.

A campanha é uma criação da agência Wieden + Kennedy de Tóquio, para promover o novo Eco-Drive Satelite Wave F100, apresentando a característica do relógio de se ajustar ao fuso horário em que você está, em apenas três segundos.

Para cada foto, Roberts tinha que estar preparado para capturar o pôr do sol no mesmo período de tempo, entre as 18.30h e 19h, em cada novo fuso horário. O esforço valeu muito a pena: veja a foto da captura e depois o vídeo onde eles contam como foi o divertido e ambicioso projeto.

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Descontrole em acumular coisas pode se tornar doença, alerta médico

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publicado no G1

O comportamento descontrolado em acumular coisas pode se tornar uma doença. O alerta é do médico psiquiatra paranaense Marcelo Kimati. Ao G1, o especialista explicou que o diagnóstico do transtorno é recente e está ligado normalmente a quadros confusionais onde o certo e o errado não conseguem ser distinguidos. Conforme Kimati, os sintomas podem aparecer em várias situações e, historicamente, estão ligados aos transtornos obsessivos compulsivos (TOC), mas também podem aparecer em quadros psicóticos ou de esquizofrenias. Os casos mais frequentes envolvem acúmulos de objetos em geral e animais como cães e gatos. Segundo o médico, o comportamento deixa de ser normal quando um simples objeto ou qualquer outra coisa sem significado ou utilidade nenhuma, se torna uma coisa vital ou de extrema importância – o que gera a dificuldade ao chamado ato de desapegar.

Ainda de acordo com Kimati, a maioria dos acumuladores em Curitiba, por exemplo, estão se tornando um problema de saúde pública do ponto de vista sanitário. “Eles acumulam coisas de forma a poder começar a transmitir doenças em virtude do acúmulo de ratos e de sujeira”. O diagnóstico da doença, segundo Kimati, foi reconhecido pelo DSM-5, sigla para Diagnostic and Statical Manual of Mental Desorders, ou, em português, Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais. O livro é referência mundial e determina quais comportamentos humanos devem, ou não, ser considerados como doença e, consequentemente, serem tratados.

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Para tentar solucionar o problema em Curitiba, a prefeitura, em parceria com a Universidade Federal do Paraná (UFPR), criou um Grupo de Trabalho Municipal de Acumuladores (GTMA). A ação, que visa identificar e ajudar aos possíveis acumuladores da capital, envolve a Rede de Proteção Animal da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, o Serviço de Saúde Mental e o Centro de Saúde Ambiental da Secretaria Municipal de Saúde. Além da Fundação de Ação Social e o Departamento de Medicina Veterinária da UFPR.
As situações da falta de controle do acúmulo, segundo o psiquiatra, começam a ser percebidas quando o ambiente onde estão guardados os objetos começam a ficar descaracterizados. Ou seja, se eles ficam guardados em uma cozinha, o espaço começa a perder a funcionalidade de uma cozinha e passa a se tornar um depósito, por exemplo. No caso dos animais, a falta de controle ocorre quando eles dominam o espaço ou começam a sofrer com a situação. Ou então, quando o cotidiano do proprietário se torna um problema por conta disso, acrescenta Kimati.

O GTMA ainda está em uma fase inicial, mas já identificou 189 acumuladores em Curitiba. Por enquanto, as buscas ocorrem por meio das denúncias registradas no Ministério Público ou na Central 156 das Secretaria Municipal de Saúde, do Meio Ambiente da Fundação de Assistência Social. Os dados apontam que deste total, 76 são acumuladores de animais, 64 de materiais em geral, 22 de animais e materiais. Outros 33 ainda precisam de confirmação.

A gravidade do problema também pode ser caracterizada de outras duas formas, argumenta Kimati. Uma delas é pela ausência de crítica. “Existem acumuladores que mais parecidos com sintoma compulsivo, de acumulação compulsiva, não conseguem se controlar, mas sabem que isso não é apropriado. A outra forma é quando a pessoa não entende o problema e insiste em continuar com o comportamento”.

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No caso dos animais, os acumuladores foram classificados em três tipos pelo GTMA: cuidador sobrecarregado, resgatador e explorador, segundo o coordenador do projeto Alexander Biondo. O primeiro, segundo ele, exibe certo grau de consciência sobre os problemas de cuidados e relaciona o problema provocado por uma alteração de circunstâncias ou recursos sociais, econômicos e/ou médicos. O resgatador, é o tipo mais comum e é característico por pessoas que têm um forte sentido de missão para salvar animais que leva à compulsão inevitável, ou seja, quando teme a morte dos animais e de si próprio e se opõe à eutanásia.

Os acumuladores classificados como exploradores são os mais difíceis e problemáticos, conforme Biondo. As características são de pessoas que acumulam para atender às necessidades próprias como sociopatas e/ou com distúrbios de personalidade, falta de empatia por pessoas e animais. De acordo com Biondo, essas pessoas se consideram superiores a todos os outros e muitas vezes adotam o papel de especialistas com extrema necessidade de controlar tudo.

Colecionadores x acumuladores

O médico também apontou a diferença entre colecionadores e acumuladores. “A pessoa que coleciona, também pode colecionar compulsivamente. A diferença pode ser notada no quesito organização”, explica.
“O colecionador tende a organizar os objetos de forma racional, respeita o espaço, entende o valor das coisas e também se deixa desfazer de algo. Ou seja, eles possuem algum grau de autocontrole. Já os acumuladores, perdem completamente essa questão da valorização e do significado funcional do objeto”.

Tratamento

Os tratamentos podem ser feitos de várias formas e dependem da gravidade do problema, afirma Kimati. “Não existe um tratamento único e uma grande saída para isso. A taxa de insucesso de um tratamento exclusivamente medicamentoso, por exemplo, é muito alta”. O médico também argumentou que, em alguns casos, o transtorno pode ser solucionado com reabilitações sociais e tratamentos multidisciplinares.

As pessoas que se caracterizam como acumuladoras normalmente não procuram ajuda sozinhas, conforme o psiquiatra. “Essas pessoas têm uma tendência maior ao isolamento porque em casos muito graves, a pessoa começa a dedicar uma boa parte da vida dela a comportamento acumulador. Então, isso tende a ser muito disfuncional”.

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Animação chama atenção para o câncer testicular

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publicado no Brainstorm9

Em inglês, assim como em português, há diversas palavras para se referir aos testículos, que vão de bolas às jóias da família. Daí que entra o raciocínio de #Feelingnuts, campanha criada pelo Studio AKA para o movimento de conscientização do câncer testicular Check One For Two:

“NÓS REALMENTE DEVEMOS AMAR NOSSOS TESTÍCULOS PARA DAR A ELES TANTOS NOMES CARINHOSOS.”

O problema é que, apesar de todo esse amor, os homens não conseguem dar a devida atenção aos riscos de desenvolverem um câncer testicular, apesar de inúmeras campanhas sobre o assunto, como por exemplo essa aqui, da Asociación Española de Adolescentes y Adultos Jóvenes con Cáncer, e essa aqui, criada pela BBDO de Toronto.

#Feelingnuts, entretanto, chama a atenção por ser muito mais divertida e simpática, sem perder o foco na informação. A animação mostra dois testículos correndo inúmeros riscos que são comparados à doença, explicando as chances de cura diante de um diagnóstico precoce, etc.

Apesar de estarmos no Outubro Rosa, mês dedicado à conscientização do Câncer de Mama, prevenção é uma palavra que vale em qualquer época do ano.

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