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Garoto negro mostra racismo na rede social Vine

Rashid Polo

publicado na INFO

Rashid Polo geralmente usa os sete segundos de vídeo no Vine para trivialidades. Ora reclama de professores, ora comenta como se sente ao ver a ex com outra pessoa, ora encena um suicídio no caso de ter de ouvir Happy, de Pharrel Williams, mais uma vez.

Mas também gosta de flagrar (e comentar) o racismo velado com o qual atendentes de lojas tratam rapazes negros como ele, de acordo com uma postagem do BuzzFeed. Basta entrar em um mercado ou uma loja de conveniência e lá está o funcionário, rondando-o para ver se o rapaz não furta algo.

“Ela está me seguindo pela loja o tempo to… Olha lá! Ela pensa que eu estou roubando!”

“Ela pensa que eu estou roubando! Ela pensa que eu estou roubando! Reparem.”

Acessório para iPhone promete facilitar o uso do celular permitindo segurar aparelho de maneira “mais confortável”

Inútil? Acessório para iPhone promete facilitar o uso do celular permitindo segurar aparelho de maneira "mais confortável"

publicado no TecMestre

Se você acha cansativo o movimento de levantar o braço e levá-lo até o ouvido com o celular, terá agora a chance de ter uma vida mais confortável. Um acessório (bizarro) foi criado para permitir segurar o iPhone de modo incomum.

Apelidado de Fonhandle, o dispositivo, disponível essencialmente para aparelhos iPhone, conta com um cabo extensor anexado. Com isso, o usuário pode segurá-lo na ponta de tal cabo, fazendo com que o telefone chegue até a altura dos ouvidos com “menos trabalho”.

O dispositivo também possui uma função interessante para aqueles fissurados por selfies. Com ele é possível ter um ângulo maior para registrar esses tipos de conteúdos.

A invenção é de Yonatan Assouline, empresário que vive em Tel Aviv, em Israel. Ele afirma que o dispositivo fica “mais chique” com a presença do acessório.

O produto foi colocado no Kickstarter, a fim de arrecadar fundos para sua produção. Ele estará disponível nas cores preta, branca, rosa, verde e marrom. Os modelos disponíveis até então são apenas dos iPhones 5 e 5S.

Uma casa onde o morador decide o que fica dentro (ou fora)

Inspirada em projeto conceitual, casa construída em Bauru, pelo escritório FGMF, traz cobertura e pérgolas deslizantes

publicado no Estadão

Em 2009, a revista britânica Wallpaper elencou o escritório paulistano FGMF, dos arquitetos Fernando Forte, Lourenço Gimenes e Rodrigo Marcondes Ferraz, em seu Architects Directory: uma edição especial que elenca, a cada ano, os 30 escritórios de arquitetura considerados pela publicação como os mais promissores do mundo.

Para constar no diretório, que pela primeira vez incluía um escritório brasileiro, o trio elaborou, a pedido, um projeto conceitual batizado de Casa Tic Tac, uma residência unifamiliar na qual paredes dotadas de trilhos permitiriam a seus moradores recriar permanentemente a planta do imóvel.

Capa da edição 251 de nosso suplemento, o projeto encantou um leitor residente na cidade de Bauru, interior de São Paulo, que não hesitou em contatar o FGMF movido pelo desejo de morar em uma casa nos moldes da apresentada pela reportagem. E ele conseguiu.

“Desde nosso primeiro encontro, ficou claro que ele gostaria de algo no espírito, mas não de construir uma réplica da Tic-Tac”, conta Gimenes. “A mulher dele disse até aceitar paredes móveis, mas a casa deveria ser ‘normal’ e não ultrapassar 200 m²”, completa Forte.

Com esses condicionantes em mente, a equipe foi visitar o terreno, em um condomínio. “Era uma área no limite do empreendimento, sem grandes vistas a privilegiar. Optamos, então, por criar uma casa-pátio, voltada para dentro e na qual, no lugar das paredes, seria a cobertura que se movimentaria”, diz.

“Percebemos que, enfatizando as transparências com painéis de vidro abertos para uma sequência de pequenos pátios, poderíamos sugerir uma área construída ampliada, diminuindo a sensação de confinamento. Além disso, a construção ficaria mais orgânica, apesar do traçado ortogonal”, explica Gimenes.

Outra consequência é que, uma vez finalizada, a obra não contaria com fachadas definidas, com exceção da frontal. Não haveria, por exemplo, um jardim da frente ou dos fundos. Áreas externas seriam tratadas como as internas e, por fim, não existiria uma hierarquia espacial.

“Existe nesse projeto uma investigação sobre a casa enquanto objeto construído: não se trata simplesmente de um abrir e fechar de portas. Aqui o morador pode transgredir essa regra, vivendo em ambientes intermediários”, resume Forte, diante da obra, recém-construída, passados pouco mais de dois anos desde o primeiro encontro com o casal de proprietários.

Com fechamento realizado por meio de paredes de concreto aparente intercaladas com grandes áreas envidraçadas – e tendo sua cobertura deslizante como grande trunfo –, a casa Tic Tac de Bauru é bastante eficiente em termos de ventilação. Além de dispor de farta oferta de luz natural durante qualquer hora do dia.

Bem estudado, o jogo de cheios e vazios torna muito tênue a divisão entre o que é dentro e o que é fora e, como consequência, a sensação que se tem é de uma casa muito maior do que realmente é. “A separação entre paisagismo e construção se diluiu”, comenta outro autor do projeto, Rodrigo Marcondes Ferraz.

“Os clientes não faziam questão de piscina. No entanto, durante o desenvolvimento do projeto, nos pareceu que um trecho de água, era algo bastante importante. Pelo frescor, pelo reflexo do sol, pela importância paisagística”, diz Ferraz. Para ele, trata-se de um projeto em que foi possível, na prática, fazer ensaios construtivos, funcionais e formais – uma espécie de laboratório. Mas não sem esforços.

Acostumado a construir galpões industriais, o fornecedor das paredes de concreto, por exemplo, teve certa dificuldades em entender alguns dos detalhes propostos. “O ideal seria que todos os projetos tivessem esse viés de investigação. Para nós, isso faz parte da responsabilidade da arquitetura”, completa Gimenes.

Artista filipino transforma famosos em bonecos perfeitos

publicado no Papel Pop

Será o fim daquelas bonecas medonhas que os famosos costumam ganhar? O artista filipino Noel Cruz te chamado atenção por seu trabalho incrível que transforma grandes personalidades da TV , do cinema e da música em bonecas quase perfeitas.

Ele utiliza bonecas pré fabricadas, modelos conhecidos como Gene, Sidney e Tyler e transforma em verdadeiras obras de arte.

Fica tudo muito lindo!

Noel (2)

Nas fotos de divulgação, a gente pode conferir os trabalhos que ele fez com Harry Potter, Jack Sparrow, Malévola, Michael Jackson, Miranda Priestly, entre outros.

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Harry Potter

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Michael Jackson em “Thriller”

Noel (5)

A Malévola ficou muito perfeita!

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Uau!

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Miranda Priestly

Noel (8)

Olha ele “construindo” o Harry Potter…

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Zombie Man

Noel (11)

Lady Gaga

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Jack Sparrow

Noel (14)

Ian Somerhalder

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Cher!

Noel (19)

A gente tá morrendo com o Michael antes da tranformação. Hahahaha. Olha como o resultado final fica incrível!

Para saber mais sobre o Noel, acesse a página oficial dele.

Ah, ele costuma colocar algumas obras para leilão no Ebay, então se você se interessou, tem que ficar de olho.

Fotógrafo usa seu celular para mesclar personagens da cultura pop com cenas da vida real

publicado no Pop! Pop! Pop!

Como seria se o Rei Leão acontecesse em uma montanha perto de você? Ou se Thor estivesse apenas usando seu martelo para pregar direito um prego? Pois é esse o principio do trabalho do fotógrafo francês François Dourlen: usando apenas seu celular, ele mistura cenas de filmes e séries com situações e lugares cotidianos.

Entre os personagens já retratados por ele nesta série estiveram desenhos, heróis de filmes de ação e até personagens de séries de drama, como Breaking Bed. Abaixo, selecionamos algumas das imagens mais legais do fotógrafo — mas você pode acompanhar seu trabalho completo em sua página no Facebook

Confira: 

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