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Restart tem a ajuda de músicos escondidos nos shows da banda


Um músico toca baixo escondido no fundo do palco durante o show da banda Restart

Publicado originalmente no Extra

O que você acha do som de Pe Lanza e cia? Saiba que a Restart conta com a ajuda de dois músicos escondidos nos bastidores dos shows da banda.

Um registro feito durante uma apresentação numa cidade do norte do Rio de Janeiro, na semana passada, mostra bem isso. De um lado do palco, fica um músico tocando baixo, do outro, um com a guitarra.

Os músicos secretos tocam durante todo o show, vestidos de preto, bem no fundo. E uma folha com a lista das músicas fica à frente deles.

Fotos: Divulgação

Reverendo distribui dinheiro a fiéis em igreja

Fernando Moreira, no Page not Found

Geralmente é o fiel que doa à igreja. Mas o reverendo Paul Peverell resolveu fazer o inverso: distribuiu 1.500 libras (4.900 reais) às pessoas que estavam na sua igreja, em Great Ayton (Inglaterra), no último domingo.

O religioso anglicano acredita que as notas de dez libras serão usadas pelos fiéis em ações que beneficiem os mais necessitados. Assim, pensa Peverell, estará disseminando a boa vontade entre os paroquianos.

“Claro que há chance de alguém não fazer isso. Mas terá valido a pena pelos que fizerem”, disse o reverendo, de acordo com o “Sun”.

Coisa de criança

Ed René Kivitz

Por onde Jesus passava era possível ver crianças correndo em volta e se misturando na multidão. Os discípulos tentaram impedir que as crianças se amontoassem no colo de Jesus. Achavam que Jesus tinha coisa mais importante para fazer do que dar atenção às crianças, mas acabaram descobrindo que não apenas as crianças gostavam de Jesus, mas Jesus também gostava das crianças.

Numa dessas ocasiões, Jesus pegou uma criança no colo e deixou muito claro que quem não se torna igual a uma criança não pode entrar no reino dos céus, pois o reino dos céus pertence aos que são semelhantes às crianças [Mateus 18.1-5; 19.13-15]. Naquele dia as crianças se tornaram um padrão para a espiritualidade cristã.

Evidentemente, Jesus não pretendia que nos tornássemos iguais às crianças em todas as dimensões da infância. As crianças, por exemplo, não sabem o que é a gratidão, pois não têm noções de medidas abstratas. Não têm condições de avaliar o que é feito por elas, não sabem quanto sacrifício é necessário para que sejam cuidadas e não têm critérios para os custos da dedicação dos pais ou o valor das coisas que são oferecidas a elas. Por isso é que os pais vivem dizendo “diz obrigado para a titia”, “já disse obrigado para o vovô?”, pois se não o fizessem, as crianças simplesmente pegariam o presente e sairiam correndo para brincar.

As crianças também não têm noções de tempo, distância e volume. Por isso é que usam palitos de fósforo para marcar quantos dias faltam para o passeio no zoológico, numa viagem longa perguntam de cinco em cinco minitutos se está chegando, e de noite, antes de irem para a cama, abrem os braços e dizem com aquele sorriso lindo “mamãe, eu te amo desse tamanho assim”.

As crianças também estão absolutamente fora das categorias sociais de valores e importância. Tratam o general com a mesma displicência com que tratam o zelador do prédio onde moram, e falam as maiores barbaridades quando percebem algo inusitado em algum adulto que pretende conquistar sua simpatia, deixando os pais ruborizados e constrangidos. Elas não sabem quem é importante e quem não é. Elas ainda não foram contaminadas com os paradigmas do mercado, que valora pessoas de acordo com posição social, conta bancária, ou potencial de favorecimento e trocas de favores.

Não fazem a menor ideia, por exemplo, de que é preciso um sorriso de plástico para o senhorio que chegou para tratar do aumento do aluguel, ou demonstrar especial apreço ao chefe que veio para o jantar. Isso significa que uma criança jamais perguntaria para Jesus “quem é o mais importante no reino dos céus?”, pois não lhes passa pela cabeça que um ser humano pode ser maior ou menor do que o outro em termos de valor intrínseco – aliás, nem imaginam que exista ou o que seja esse tal de “valor intrínseco”.

A exortação de Jesus aos seus discípulos sublinha exatamente esses traços próprios das crianças: o absoluto despojamento das disputas de poder e a absoluta ignorância a respeito das hierarquias que separam os seres humanos uns dos outros, e promovem toda sorte de guerras e conflitos, que somente se justificam pela vaidade e o orgulho dos egos que pretendem se afirmar às custas da diminuição e destruição dos demais.

Como seria o mundo se todos tivessemos o coração das crianças? Teríamos breves desentendimentos, logo seguidos de um enxugar de lágrimas e a correria reiniciada rumo à próxima brincadeira. Haveria mais cooperação e menos competição, mais perdão e menos ressentimento e ódio, mais partilha e menos acúmulo, maios brincadeira e menos agressões, mais amores e menores dores.

O rabino Harold Kushner disse que as crianças perdoam rápido, e se reconciliam na velocidade da luz, pois “preferem ser felizes a ter razão”. São simples, e humildes, não se constrangem com vitórias e derrotas, pois não competem, apenas brincam. Não estão no jogo de “quem é o maior e quem é o menor”.

O reino de Deus é um reino para gente com coracão de criança. Todo mundo brincando de roda, cada um segurando na mão do outro, sem restrição para quem chegar, apoteose da fraternidade universal, sob a benção do Pai, do Filho e do Espírito Santo, numa santa e bendita folia. Coisa de criança.

fonte: site da Ibab

imagem: Fottus

Bebê a blog: o limite da exposição das crianças na Internet

Bruno Astuto, na Época

Que pais resistem à deliciosa tentação de sacar da carteira uma foto do filho para exibir toda a graça e a felicidade que o fofucho proporciona? Desde que o mundo é mundo, seja em miniaturas a óleo dentro do camafeu a retratos em preto e branco, é impossível negar o orgulho da descendência e o impulso de despertar o elogio alheio — até porque, ai de quem reagir a uma imagem do pimpolho dizendo “mas que criança feia”. Todo bebê é lindo e ficou estabelecido que é a cara do pai, com leves traços da mãe.

Mas, em tempos de Facebook, Instagram e celular, para que carregar mais um papel impresso na bolsa? Estão lá, ao escrutínio dos amigos virtuais, todos os passos, sorrisos, dentinhos e roupinhas dos pequenos — alguns nem bem saídos da maternidade. Uma amiga se disse outro dia chocada com o álbum virtual de fotografias de uma conhecida na sala de parto, com direito, sobretudo, a posições ginecológicas. E claro que o filme do parto também estava lá, incluindo a trilha sonora e os efeitos especiais feitos por uma empresa especializada em criar sites para divulgação do parto.

Temos, adultos, a faculdade de estar ou não numa rede social. O direito de querer, ou não, ter um perfil aqui e ali, controlando aquilo que desejamos postar. Como não conhecemos claramente as regras de armazenagem de nossas fotos nos provedores desse mega auto-Big Brother, desenvolvemos um filtro intuitivo que nos impede de colocar uma foto comprometedora, esteticamente desfavorável ou da qual poderemos nos arrepender no futuro. Também gozamos da liberdade de deletar um registro do namoro que já terminou ou de uma imagem que merece ser esquecida.

Mas não no Facebook alheio. Nele, ajoelhou, tem que rezar. Se a pessoa não quiser apagar a foto, mesmo diante de repetidas súplicas, não haverá Cristo que consiga dissuadi-la. Para não ser vítima de uma foto indesejada, é preciso não posar para ela e conviver com o estigma da antipatia. Ainda assim, existe o poder da escolha, a faculdade que nos diferencia das outras espécies — e viva ela.

Um bebezinho não tem o poder de dizer sim ou não, e essa geração recém-nascida ainda não sabe o que a aguarda. Pensei nisso diante do novo fenômeno da web, os baby bloggers, bebês que “assinam” blogs de estilo e gracinhas mantidos pelos próprios pais. É o caso do Tiny Times, de uma mãe inglesa que registra a mínima caretinha e gargalhada do filho de dois anos a bordo de roupa

s de grife com a devida legenda dando o crédito à marca. Ao contrário das inúmeras blogueiras de moda que vêm ganhando rios de dinheiro com esse negócio, o pequeno faz propaganda fashion sem faturar um tostão. Mas já existem empresas de olho nele, devido ao sucesso da empreitada. Ele foi até convidado para a primeira fila do desfile da semana de moda da Austrália, onde vive mamãe.

Já há paparazzi nas ruas das grandes capitais fashion do planeta especializados em capturar imagens de bebês estilosos para sites como o Hide and Ho, o Children with Swang e o Planet Awesome Kid, o pioneiro do gênero, com milhões de visitantes em busca de inspiração para vestir suas crianças no último grito da moda. Não por acaso, a maioria das grifes de luxo está lançando linhas infantis, de olho no crescimento de 8,5% do mercado.

Será que, assim que se derem conta da própria aparência (o que acontece, em geral, a partir dos 3 anos), essas crianças não desenvolverão uma sufocante angústia de parecer eternamente bonitas para agradar aos pais? Ou a fobia de exposição que, até o advento das redes sociais, era “privilégio” dos filhos de celebridades? Ou pior: uma irresistível atração pelas câmeras e pela autopromoção para se sentirem amadas e cortejadas?

Postar uma ou outra foto do bebê na rede é bem compreensível; quase o mesmo impulso que nos leva a sacar o retrato da carteira. O problema, como sempre, é o exagero. Ao tentar fazer do filho uma isca de curtidas e comentários positivos nas redes sociais, os pais lhe negam o direito ao anonimato e à discrição. É em casos como esses que dou valor ao bom e velho álbum de papel, que desenterramos do fundo do armário, por vontade própria, para recuperar as lembranças que não temos dos tempos em que dormíamos candidamente no berço protegidos por papai e mamãe — sem que um flash estivesse à nossa espreita a todo instante.

Site dará iPhone 5 para homem que tiver o menor pênis

Endereço dinamarquês abriu concurso e receberá fotos de seus visitantes. Participante precisa enviar foto de seu órgão ao lado de fita métrica.

iPhone 5 é o maior smartphone da Apple, com tela de 4 polegadas (Foto: Laura Brentano/G1)

publicado no G1

Na Dinamarca, um dos menores países do mundo, um site convidou homens a enviarem fotos de suas genitálias, e o dono do menor dos órgãos irá ganhar um iPhone 5. O dono do site, Morten Fabricius, de 45 anos, fez recentemente uma competição para eleger o pênis mais bonito, e decidiu que chegou a hora de eleger o menor membro.

“É uma competição que está no centro da masculinidade, a coisa mais importante para um homem”, afirmou Fabricius. O dono do site “SingleSex.dk” espera que a competição faça com que as pessoas toquem em um assunto delicado de forma bem humorada, e que postem as imagens de maneira anônima.As regras para participar são simples: basta enviar uma foto para o site com o órgão ereto e com uma fita métrica ao lado. O dono do menor pênis será o vencedor, porém também haverá uma outra votação feita por mulheres de outro site, que também irão eleger um vencedor. Os primeiros colocados ganharão um iPhone e os segundo e terceiro colocados serão premiados com um novo iPad.

O concurso já recebeu algumas imagens de possíveis competidores, e o prazo limite para enviar as imagens é até 31/01/2013.