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Estudo: casais com quartos roxos têm vida sexual mais ativa

 Foto: Getty Images

Publicado originalmente no Terra

Enquanto o best-seller Cinquenta Tons de Cinza está mexendo com a vida sexual de muitos casais em todo o mundo, pesquisa aponta que a cor que está associada a uma melhor vida sexual é o roxo. Isso porque levantamento feito pela loja Littlewoods mostra que casais que apostam no tom para decorar o quarto são mais ativos no assunto.

Pesquisa feita com dois mil adultos na Inglaterra aponta que casais que dormem em lençóis roxos ou cujas paredes do quarto foram decoradas na cor praticam sexo 3,5 vezes na semana. Eles foram seguidos pelos que preferem o tom vermelho no quarto, que mantém relações 3,2 vezes no mesmo período.

Já quando a tonalidade escolhida é o cinza, a frequência sexual cai para 1,8 vezes na semana.

O tecido da roupa de cama também revela traços da vida sexual das pessoas, já que os que preferem lençóis de seda fazem amor, em média, 4,25 vezes por semana. Os que usam as peças de algodão praticam 2,72 vezes, contra 2,35 os que dormem em itens de náilon e 2,33 de poliéster.

Foto: Getty Images

Evitar sexo é a melhor maneira de preservar relacionamento

 Satisfação sexual precoce. Pressa atrapalhar o desenvolvimento de outros ingredientes necessários a um bom relacionamento. Foto: Divulgação
Satisfação sexual precoce. Pressa atrapalhar o desenvolvimento de outros ingredientes necessários a um bom relacionamento.

Publicado originalmente em O Globo

Um estudo da Universidade de Cornell, nos Estados Unidos, afirma que evitar o sexo por alguns meses é a melhor maneira de manter um novo relacionamento. A pesquisa foi realizada com 600 casais. Todas as mulheres tinham menos de 45 anos. Um terço teve sexo no primeiro mês e 28% esperou mais de seis meses.

As mulheres que evitaram a relação por mais tempo relataram níveis mais elevados de satisfação com o relacionamento. O prazer com o sexo também superou o das parceiras de estudo. Quanto aos homens, a tendência foi constante, mas com uma desequilíbrio não tão grande.

Os pesquisadores acreditam que a diferença entre os gêneros se deve a uma suposta maior sensibilidade das mulheres quanto aos relacionamentos. Ainda segundo os autores do estudo, satisfação sexual precoce pode atrapalhar o desenvolvimento de outros ingredientes como comprometimento, carinho e compreensão. “O namoro é um tempo para exploração e tomada de decisão sobre o relacionamento. É quando os parceiros avaliam a compatibilidade, assumem compromissos e buscam a intimidade física e emocional”, conclui o trabalho.

dica do Obadias de Deus

Masturbação: uma ‘mão’ para a evolução?

Lu Galastri, na Galileu

Você sabia que, só nos Estados Unidos, um filme pornô é produzido a cada 39 minutos? E que, a cada segundo, mais de 28 mil internautas clicam em material pornográfico? Antes que você torça o nariz e diga que toda essa indústria é mantida por desocupados e/ou tarados, saiba que a pornografia e, mais diretamente, a masturbação, podem ter contribuído para a evolução dos humanos.

Como? Eu explico. Ou melhor, o PhD. em psicologia Jesse Bering, autor do livro Why is the Penis Shaped Like That? (Por que o pênis tem este formato, ainda sem edição em português), explica. Ao se masturbar o homem ‘se livra’ de um esperma mais velho, dando espaço para a produção de novas células reprodutivas, de ‘melhor qualidade’.

Ok, mas se você tem um parceiro/a, por que se masturbar? Bering teoriza que é uma forma de pessoas continuarem monogâmicas. “Assim o casal não cai em um tédio erótico, comum em relacionamentos de longa duração”, explica o psicólogo.

Além disso, a masturbação, nos moldes que a conhecemos, requer uma capacidade cognitiva que teria aparecido só nos hominídeos: se imaginar em uma situação erótica.

Por causa disso, aliás, Bering levanta outra discussão no livro: como existe acesso fácil à pornografia online, os humanos estariam parando de fantasiar por conta própria? Afinal, com uma rápida busca em sites XXX, é possível encontrar material para todos os gostos. E, apesar de não haver nenhum estudo sobre isso, o psicólogo argumenta que é possível que a falta de exercício criativo neste sentido possa estar afetando nossa criatividade em outras situações – até mesmo na vida profissional.

E você, o que pensa sobre o assunto? Deixe sua opinião nos comentários.

‘Orgia sexual’ em antiga igreja choca cidade americana

Publicado originalmente em G1

Fotos de uma orgia sexual que foi realizada em fevereiro em uma antiga igreja na Filadélfia, no estado da Pensilvânia (EUA), provocaram indignação depois que foram divulgadas pela emissora de TV “PIX 11″.

(Foto: Reprodução)

As imagens publicadas na web e divulgadas pela “Pix 11″ mostram casais envolvidos em atos sexuais no altar, de acordo com as autoridades.
Por causa da repercussão, uma segunda edição da “festa sexual” que seria realizada na antiga igreja na Filadélfia foi cancelada.

(Foto: Reprodução/Pix 11)

A festa chamada “sacro-deliciosa” prometia realizar diversos fetiches dos participantes, como sadomasoquismo, e aconteceria no dia 15 de setembro.

Bizarrice gospel: Culto dos príncipes e das princesas


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Um culto com menos de 50 pessoas foi tema de matéria na IstoÉ e de reportagem no Fantástico. Em vez de respostas efetivas para tantas crises vividas pela galera, o casal de líderes usa o binômio culpa e medo para pregar, entre outras coisas, que “beijo na boca só depois do casamento”.

Criados numa nau esquisita na qual teologia e fé também não se beijam bicam, forneceram para a mídia um dos pratos + apreciados em quaiquer mesas de entretenimento: bizarrices.

Como um jornalista recentemente notou, nem a Bíblia é aberta durante as reuniões, o que já explica bastante coisa. No entanto, há quem enxergue que a exposição desse tipo de cascata conteúdo é positiva. No Twitter, Ana Paula Valadão não economizou nas exclamações:  “Meu Deus!!!!!!! Vcs viram a matéria do #Fantástico c a @SaraSheeva????? É de Deus! Q profético! O Evangelho está mudando a nossa cultura!!!!”. Aham, senta lá, Ana.

Em um grupo de discussão na internet, Raphael S. Lapa matou a pau (sem duplo sentido, pfv) a questão: “Se a igreja se preocupasse com ação social tanto quanto com sexo, não haveria mais pobreza nem corrupção no Brasil”.